'Blossom's producer shares behind-the-scenes insights from the Chinese drama A China antiga está sendo dilacerada por um amargo feudal que coloca a dinastia Wei do Norte contra os Liang do Sul. Com a ajuda do general Liang e de seu formidável filho de 19 anos, Lin Shu, os Liang garantem uma famosa vitória sobre os Wei. Mas traição – ao invés de recompensas – aguardam a família Lin. Uma trama traiçoeira aguarda a família, e muitos membros são impiedosamente massacrados. Lin Shu escapa, mas é envenenado. Com sua vida em perigo, um curandeiro lhe dá um antídoto que reduz radicalmente sua força e o rouba de seus poderes de luta. O antídoto também o deixa com uma aparência muito diferente. Ele assume o nome de Mei Chang Su e inicia o longo caminho da vingança. A jornada o coloca em contacto com o filho do imperador e o desfavorecido príncipe Jing, cujos irmãos estão travando uma batalha feroz pelo trono imperial. Ele também se reencontra com Mu Ni Huang, uma temível general que não quer se casar com um marido controlador. Lin Shu conseguirá o que procura? E a verdade sobre sua identidade virá à tona? (Fonte: Inglês = Viki ||Tradução = Kimi Star em MyDramaList) Editar Tradução
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Onde assistir Nirvana em Chamas
Elenco e Créditos
- Hu Ge Papel Principal
- Tamia Liu Papel Principal
- Wang Kai Papel Principal
- Victor HuangXiao Jing Huan / Prince YuPapel Principal
- Chen Long Papel Principal
- Ding Yong Dai Papel Principal
Resenhas
10/10 The Best Asian Drama Ever
10/10 The Best Asian Drama EverIf you never experience watching the best TV drama, Nirvana in Fire is really the only thing you are looking for. It's all about revenge, deep critical thinking, amazing strategy, bromance, martial art, justice, romance, costume, loyalty,..., & historical period drama. The whole series is very very very brilliant & most reasonable. You can't even guess what going on. You will feel you yourself are so brainless.
Moreover, you will experience what you never feel before. All I can say it's like breathless, addicted, crying, laughing, heart breaking,.... The cinematography is amazing. The costume is so beautiful. Not to mention actor performance.
They are so talent. Not only the lead actors, everyone is great. It's so hard to not fall in love with the lead role actor.
Nirvana in Fire won't give you a chance of boring. You probably feel uneasy on it first episode but believe me if you can pass it you will be unable to withdraw from your seat.
Plese! don't miss it. It's really everything you can describe as the best TV drama you have ever seen.
Tem forma, tem símbolo, tem significado, mas carece de profundidade e conteúdo.
Nirvana in Fire (2015) é um C-drama que se estrutura a partir do trauma, da paciência e da reconstrução ética diante da ruína, marcada por um rigor quase ritualístico, abandona o espetáculo da vingança tradicional para construir uma jornada silenciosa, onde cada gesto carrega um peso moral. Mei Changsu, protagonista dilacerado por dentro, encarna o retorno não triunfante, mas necessário - um agente que corrói o poder por dentro, sem jamais romper abertamente com a ordem.Nirvana, organiza-se em três frentes narrativas interligadas: a política imperial e suas disputas sucessórias; o passado do exército de Chiyan e sua aniquilação injusta; e a identidade fragmentada de Lin Shu, reconstruída sob o disfarce de Mei Changsu. Esses núcleos operam como espelhos uns dos outros, refletindo as diversas camadas de um sistema corroído pela ambição, pela falsidade e pela manipulação institucionalizada. Nesse cenário, a corte imperial é retratada como um espaço onde a intriga é a norma e a verdade, um luxo dispensável. Os príncipes inicias que estão no poder e os ministros representam toda forma de vaidade, toda fome insaciável pelo poder pelo simples poder enquanto o povo morre, pro outro lado o sétimo príncipe representa a esperança de um governo justo, representa a lealdade, moralidade e a virtude.
No quesito técnico, a produção impressiona pela estética refinada: a direção de arte é minuciosa, a cinematografia elegante e as atuações contidas, mas expressivas. Há um esforço claro em criar uma atmosfera de contenção, onde os conflitos não explodem, mas se dissolvem lentamente no tempo. A guerra, aqui, é travada por meio de documentos, discursos e alianças, uma tensão que se constrói no silêncio, na pausa, no gesto que sugere mais do que mostra.
Contudo, é justamente nessa contenção que reside parte de sua fragilidade. A narrativa privilegia exageradamente a racionalidade estratégica em detrimento do drama visceral, ao invés de aproveita os dois. Somos praticamente obrigados a permanecer distante, acompanhando um jogo político calculado que, apesar de intelectualmente intrigante, carece de pulsação. Os 25 episódios iniciais ilustram bem essa limitação: marcados por excesso de exposição, ritmo frio e personagens descritos mais por suas reputações do que por ações concretas, tornam-se difíceis de engajar. A montagem não gera tensão, e as intrigas, embora constantes, soam frias, abstratas e previsíveis.
Ainda que haja um ganho narrativo na segunda metade - quando a história começa a tocar em aspectos mais íntimos do passado dos personagens, esse desenvolvimento tardio não compensa a fragilidade dramática anterior. O romance, anunciado como pilar emocional da jornada, é negligenciado e conduzido com tamanha frieza que pouco contribui para a densidade da trama. O clímax final, por sua vez, surge deslocado: uma invasão militar súbita, que rompe com a lógica de contenção cuidadosamente estabelecida, soando artificial e desconectada.
A maior decepção, no entanto, reside no tratamento da própria tragédia que impulsiona o protagonista. O dorama esvazia a potência simbólica da doença de Mei Changsu - utilizada pontualmente como obstáculo, mas sem aprofundamento emocional - e trata a vingança como um jogo de inteligência, ignorando o drama humano que deveria sustentá-la. O que poderia ser uma jornada épica de dor e justiça torna-se, por vezes, um exercício excessivamente cerebral. A morte do protagonista ao fim do dorama reforça essa ética da renúncia: não há glória, apenas sacrifício. A justiça se cumpre, mas ao custo do sujeito. Nirvana encerra-se como começou - silenciosa, grave e distante -, propondo uma reflexão mais ética do que emocional sobre o que significa vencer em um mundo corrompido. Tem seu valor, mas poderia ser marco inesquecível.
PS: Sobre a Consort Jing, uma figura rara, uma mulher de força serena, que em nenhum momento abdica de sua dignidade ou dos valores que carrega, mesmo diante das pressões esmagadoras da corte. Sua postura, sempre firme e justa, transmite uma forma de poder silencioso, porém inabalável. É o tipo de personagem/mulher que desperta a vontade instintiva de proteger, não por fragilidade, mas justamente pela grandeza moral que ela representa.
PS2: Outro elemento digno de nota é a representação da lealdade feminina dentro do dorama. As mulheres, independentemente da moralidade dos homens a quem se afeiçoam ou servem, permanecem fiéis até o fim, mesmo que o fim seja a cova. Em uma época onde vínculos são facilmente descartados por conveniência, essa entrega total, esse sentido de honra e devoção, transmite uma força que muitas vezes falta à sociedade moderna. Essa fidelidade, que nasce não de submissão cega, mas de uma convicção ética enraizada, funciona como um lembrete poderoso do que significa realmente caminhar ao lado de alguém - para o bem ou para o mal.
























