Desenvolvimento e potencial da protagonista na primeira temporada
Apesar da ideia de um aplicativo de celular que encontra sua alma gêmea e a crítica à dependência eleotrônica e como isso afeta a saúde das pessoas, principalmente a saúde mental, o roteiro peca na questão do desenvolvimento da personagem principal, Kim Jojo, que parece ser a mesma em todos os oito episódios da primeira temporada.
Mesmo que a primeira parte seja mais para contextualização sobre a vida da personagem e como ela se relaciona com outras pessoas, ainda assim é necessário que Jojo tenha um arco completo e amadureça ao longo do tempo, não apenas na segunda temporada. É claro, ela vai errar, mas tem que aprender com seus erros e evoluir com eles, para que novos problemas apareçam e ela tenha mais maturidade para lidar com eles, tanto os mais simples quanto os mais complexos.
E essa personagem tinha um grande potencial, porém ele foi jogado totalmente para escanteio a partir do momento no qual o roteiro decide, quando ela realmente consegue andar para a frente, volta atrás em decisões e toma atitudes não muito legais e condizentes.
Sim, ela é adolescente no início, e adolescentes erram, assim como todas as pessoas. Ainda assim, não é certo que uma trama que prega as críticas que Love Alarm tem , o roteiro faça a protagonista parecer sonsa algumas vezes e, praticamente, voltar à estaca zero em determinado momento.
Em questões técnicas como fotografia, atuação e trilha sonora, não há muitas reclamações. Na verdade, todos trabalham muito bem em conjunto, inclusive com a iluminação apresentada nas cenas.
Mesmo que a primeira parte seja mais para contextualização sobre a vida da personagem e como ela se relaciona com outras pessoas, ainda assim é necessário que Jojo tenha um arco completo e amadureça ao longo do tempo, não apenas na segunda temporada. É claro, ela vai errar, mas tem que aprender com seus erros e evoluir com eles, para que novos problemas apareçam e ela tenha mais maturidade para lidar com eles, tanto os mais simples quanto os mais complexos.
E essa personagem tinha um grande potencial, porém ele foi jogado totalmente para escanteio a partir do momento no qual o roteiro decide, quando ela realmente consegue andar para a frente, volta atrás em decisões e toma atitudes não muito legais e condizentes.
Sim, ela é adolescente no início, e adolescentes erram, assim como todas as pessoas. Ainda assim, não é certo que uma trama que prega as críticas que Love Alarm tem , o roteiro faça a protagonista parecer sonsa algumas vezes e, praticamente, voltar à estaca zero em determinado momento.
Em questões técnicas como fotografia, atuação e trilha sonora, não há muitas reclamações. Na verdade, todos trabalham muito bem em conjunto, inclusive com a iluminação apresentada nas cenas.
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