Sobre a cena deles bebendo juntos!
Curto, como a própria proposta pede. E, considerando o tamanho da produção e os recursos disponíveis, até funciona bem no que se propõe a fazer.
Mas, independentemente disso, não vou mentir, eu me peguei chorando em uma cena específica. Aquela em que eles estão bebendo juntos e o fantasma comenta que nem nos próprios rituais póstumos ele bebia.
E, se a gente parar para pensar um pouquinho mais sobre isso, existe um subtexto muito triste ali.
O personagem foi abandonado por ser gay e, por causa disso, nem depois de morto teria alguém para realizar os rituais que garantiriam que sua memória continuasse viva dentro daquela cultura.
Cara...
Isso me deu um apertinho no peito.
Porque ser gay em vida já significa, muitas vezes, ter partes da sua existência apagadas, negadas ou silenciadas. Em morte então...
Enfim.
Me desculpem pela reflexão pesada em uma produção que, em teoria, deveria ser tão superficial. Mas foi uma daquelas coisas que passaram pela tela e ficaram martelando na minha cabeça depois.
Mas, independentemente disso, não vou mentir, eu me peguei chorando em uma cena específica. Aquela em que eles estão bebendo juntos e o fantasma comenta que nem nos próprios rituais póstumos ele bebia.
E, se a gente parar para pensar um pouquinho mais sobre isso, existe um subtexto muito triste ali.
O personagem foi abandonado por ser gay e, por causa disso, nem depois de morto teria alguém para realizar os rituais que garantiriam que sua memória continuasse viva dentro daquela cultura.
Cara...
Isso me deu um apertinho no peito.
Porque ser gay em vida já significa, muitas vezes, ter partes da sua existência apagadas, negadas ou silenciadas. Em morte então...
Enfim.
Me desculpem pela reflexão pesada em uma produção que, em teoria, deveria ser tão superficial. Mas foi uma daquelas coisas que passaram pela tela e ficaram martelando na minha cabeça depois.
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