História perfeita do início ao fim
Uma Família Inusitada traz um enredo que poderia cair na mesmice, porém nos apresenta uma visão do que está por trás das capas e dos uniformes chamativos dos heróis, que cotidianamente lidam com perdas, pressões externas e internas e, de certa forma, com um desapego forçado dos laços da vida pessoal. Aqui não vemos pessoas invencíveis, mas sim indivíduos que, ao lutarem pelos outros, sofreram perdas. Uma sociedade que coloca pessoas influentes em um pedestal esquece que, no fim do dia, ao nos deitarmos em nossas camas, somos todos seres humanos que respiram, sofrem e lidam com constantes transformações e com o luto daquilo que não fomos capazes de fazer ou enfrentar em nossas vidas.
A temática de apresentar uma família de heróis que perdeu seus poderes ou vem sofrendo diversas falhas ao utilizá-los, seja por problemas de ansiedade, depressão ou até pela compulsão alimentar como tentativa de preencher um vazio interno ou apagar uma dor indesejada, é, sem dúvidas, extremamente original e até inovadora. A obra coloca pessoas que possuem o poder de mudar o mundo em situações cotidianas e nos mostra que, por trás de grandes responsabilidades e deveres, existem perdas. Esses heróis, muitas vezes colocados em pedestais, acabam sendo desumanizados, como se possuir grandes poderes significasse não ter fragilidades psicológicas e emocionais.
A protagonista não surge para ser aquela personagem padrão, fofa e meiga, que ajuda a família de maneira clássica. Ela aparece com seus próprios traumas, como qualquer outro ser humano, e realiza uma mudança gradativa na vida de uma família marcada por uma tragédia que deixou profundas cicatrizes. Ela traz à tona a humanidade que muitas vezes esquecemos e, ao lado do protagonista, embarca em uma jornada de perdão e autoconhecimento.
O protagonista, por sua vez, não é um homem perfeito. Ele possui traumas que precisa enfrentar e, quando finalmente os encara, sendo muito sincero, eu chorei, pois me coloquei no lugar de alguém que se dedicou de corpo e alma aos outros, mas que, em troca, perdeu aquilo que mais amava. Porém, chega um determinado momento em que ele precisa seguir em frente e se perdoar para conseguir se curar e ajudar no processo de cura de toda a sua família, que foi brutalmente atingida por sua depressão e pela falta de vontade de viver.
Esse dorama aborda temas fortes, mas também nos mostra que encarar os traumas do passado e se permitir perdoar são algumas das maiores dádivas que podemos oferecer a nós mesmos, pois somente assim poderemos seguir em frente.
A temática de apresentar uma família de heróis que perdeu seus poderes ou vem sofrendo diversas falhas ao utilizá-los, seja por problemas de ansiedade, depressão ou até pela compulsão alimentar como tentativa de preencher um vazio interno ou apagar uma dor indesejada, é, sem dúvidas, extremamente original e até inovadora. A obra coloca pessoas que possuem o poder de mudar o mundo em situações cotidianas e nos mostra que, por trás de grandes responsabilidades e deveres, existem perdas. Esses heróis, muitas vezes colocados em pedestais, acabam sendo desumanizados, como se possuir grandes poderes significasse não ter fragilidades psicológicas e emocionais.
A protagonista não surge para ser aquela personagem padrão, fofa e meiga, que ajuda a família de maneira clássica. Ela aparece com seus próprios traumas, como qualquer outro ser humano, e realiza uma mudança gradativa na vida de uma família marcada por uma tragédia que deixou profundas cicatrizes. Ela traz à tona a humanidade que muitas vezes esquecemos e, ao lado do protagonista, embarca em uma jornada de perdão e autoconhecimento.
O protagonista, por sua vez, não é um homem perfeito. Ele possui traumas que precisa enfrentar e, quando finalmente os encara, sendo muito sincero, eu chorei, pois me coloquei no lugar de alguém que se dedicou de corpo e alma aos outros, mas que, em troca, perdeu aquilo que mais amava. Porém, chega um determinado momento em que ele precisa seguir em frente e se perdoar para conseguir se curar e ajudar no processo de cura de toda a sua família, que foi brutalmente atingida por sua depressão e pela falta de vontade de viver.
Esse dorama aborda temas fortes, mas também nos mostra que encarar os traumas do passado e se permitir perdoar são algumas das maiores dádivas que podemos oferecer a nós mesmos, pois somente assim poderemos seguir em frente.
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