This review may contain spoilers
Prepare-se para chorar, passar raiva e angústia.
A série começa com muitas cenas de ação que já me causaram um espanto (num bom sentido), não vai ser apenas um romance comum e isso já me deixou animado. Nunca vi tanta reviravolta na minha vida, acho que o roteirista pecou um pouco aí. Houve o desenvolvimento de 3 casais, vou elaborar um por um.
Porsche e Kinn: amo demais o desenvolvimento deles, mas acho que faltou diálogo na hora de resolver os problemas, nem tudo se resolve na cama. O arco da floresta, a luta final (eles com tesão de mil Anittas, nossa que homens), como são o casal principal, com certeza iriam ter o melhor desenvolvimento. Outra coisa que achei diferente até, eles sofreram com tudo, menos com homofobia, o pai do Kinn podia ser mentiroso, egoísta, ganancioso, cruel, sanguinário e tudo, menos homofóbico.
Kim e Porschay: não viraram um casal no final (até onde eu entendi né) graças a Deus. Porschay só se aproximou dele por interesse e depois se apaixona? Faça-me o favor, isso é trama para o principal, além de que todas as cenas deles juntos, o Porschay se mostrava apático, não sei se ai já é culpa do ator, mas ele demonstrar paixão não aconteceu em nenhum momento na minha perspectiva.
Vegas e Pete: A Des e a Graça, horrível, o roteirista comeu merda na hora de escrever isso aqui. Pete foi abusado e torturado e se apaixona por quem fez isso pra ele? Isso se chama síndrome de Estocolmo, a série tentou romantizar isso e falhou miseravelmente. Em La casa de papel, a Estocolmo "só" foi sequestrada e estava com dependência emocional além de grávida e não foi essa aberração que aconteceu aqui. Sinto muito, o Vegas deveria ter morrido na luta final. Quem gostou deles juntos é no mínimo doente.
Porsche e Kinn: amo demais o desenvolvimento deles, mas acho que faltou diálogo na hora de resolver os problemas, nem tudo se resolve na cama. O arco da floresta, a luta final (eles com tesão de mil Anittas, nossa que homens), como são o casal principal, com certeza iriam ter o melhor desenvolvimento. Outra coisa que achei diferente até, eles sofreram com tudo, menos com homofobia, o pai do Kinn podia ser mentiroso, egoísta, ganancioso, cruel, sanguinário e tudo, menos homofóbico.
Kim e Porschay: não viraram um casal no final (até onde eu entendi né) graças a Deus. Porschay só se aproximou dele por interesse e depois se apaixona? Faça-me o favor, isso é trama para o principal, além de que todas as cenas deles juntos, o Porschay se mostrava apático, não sei se ai já é culpa do ator, mas ele demonstrar paixão não aconteceu em nenhum momento na minha perspectiva.
Vegas e Pete: A Des e a Graça, horrível, o roteirista comeu merda na hora de escrever isso aqui. Pete foi abusado e torturado e se apaixona por quem fez isso pra ele? Isso se chama síndrome de Estocolmo, a série tentou romantizar isso e falhou miseravelmente. Em La casa de papel, a Estocolmo "só" foi sequestrada e estava com dependência emocional além de grávida e não foi essa aberração que aconteceu aqui. Sinto muito, o Vegas deveria ter morrido na luta final. Quem gostou deles juntos é no mínimo doente.
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