This review may contain spoilers
Comer, Correr, Amar… e Sofrer!
Comer, Correr e Amar definitivamente não é um romance convencional. Apesar de existir uma história de amor no centro da trama, senti que o drama caminhou muito mais para o melodrama, com uma sucessão de conflitos, perdas, culpas, desencontros e escolhas difíceis.
Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a imaturidade dos personagens, que muitas vezes aparece justamente como parte da construção humana. Eles erram, tomam decisões impulsivas, carregam culpas, escondem sentimentos e, em vários momentos, parecem ter mais dificuldade de assumir a responsabilidade afetiva por suas escolhas do que de lidar com as consequências delas.
É uma história muito marcada pela culpa. Culpa pelo passado, pelas escolhas, pelas pessoas que foram magoadas e por aquilo que não foi dito. Mas, ao mesmo tempo, senti falta de mais responsabilidade afetiva de fato. Em algumas situações, conversar com honestidade e assumir os próprios sentimentos poderia ter evitado muito sofrimento.
Confesso que fiquei até surpresa com o final, porque, em determinado momento, eu realmente achei que a história caminharia para um desfecho em que eles não ficariam juntos. Depois de tudo o que aconteceu, parecia até que o caminho natural seria cada um seguir sua própria vida.
E talvez essa seja minha maior crítica ao drama: não precisava de tanto melodrama assim. 😂 Depois de tanta coisa ruim pela qual os personagens passaram, eu queria ter visto mais momentos de felicidade, leveza e paz. Afinal, depois de tantas perdas e dificuldades, não custava nada deixar os personagens simplesmente respirarem e viverem um pouco de felicidade.
No fim, Comer, Correr e Amar é uma história sobre pessoas que precisam amadurecer, enfrentar o passado e aprender a lidar com as consequências das próprias escolhas. E talvez seja justamente isso que torne os personagens tão humanos: eles estão longe de serem emocionalmente perfeitos.
Mas, sinceramente? Eu só queria que eles sofressem um pouquinho menos. 😂❤️
Porque depois de tudo que eles passaram, um pouco de paz não faria mal a ninguém.
Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a imaturidade dos personagens, que muitas vezes aparece justamente como parte da construção humana. Eles erram, tomam decisões impulsivas, carregam culpas, escondem sentimentos e, em vários momentos, parecem ter mais dificuldade de assumir a responsabilidade afetiva por suas escolhas do que de lidar com as consequências delas.
É uma história muito marcada pela culpa. Culpa pelo passado, pelas escolhas, pelas pessoas que foram magoadas e por aquilo que não foi dito. Mas, ao mesmo tempo, senti falta de mais responsabilidade afetiva de fato. Em algumas situações, conversar com honestidade e assumir os próprios sentimentos poderia ter evitado muito sofrimento.
Confesso que fiquei até surpresa com o final, porque, em determinado momento, eu realmente achei que a história caminharia para um desfecho em que eles não ficariam juntos. Depois de tudo o que aconteceu, parecia até que o caminho natural seria cada um seguir sua própria vida.
E talvez essa seja minha maior crítica ao drama: não precisava de tanto melodrama assim. 😂 Depois de tanta coisa ruim pela qual os personagens passaram, eu queria ter visto mais momentos de felicidade, leveza e paz. Afinal, depois de tantas perdas e dificuldades, não custava nada deixar os personagens simplesmente respirarem e viverem um pouco de felicidade.
No fim, Comer, Correr e Amar é uma história sobre pessoas que precisam amadurecer, enfrentar o passado e aprender a lidar com as consequências das próprias escolhas. E talvez seja justamente isso que torne os personagens tão humanos: eles estão longe de serem emocionalmente perfeitos.
Mas, sinceramente? Eu só queria que eles sofressem um pouquinho menos. 😂❤️
Porque depois de tudo que eles passaram, um pouco de paz não faria mal a ninguém.
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