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  • Last Online: 5 hours ago
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My Stand-In thai drama review
Completed
My Stand-In
0 people found this review helpful
by vic
5 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 8.0
Rewatch Value 7.0
This review may contain spoilers

uma experiência estressante

Eu acho que esse foi um dos dramas mais estressantes que eu já assisti, de verdade. Cheguei a pausar episódios para respirar, surtar... Só faltava arrancar os cabelos. Mas, ao mesmo tempo, não foi um drama que me fez ter vontade de dropar. Na verdade, eu gostei bastante de assistir e terminei relativamente rápido. Mesmo passando tanta raiva, você sente vontade de continuar para descobrir onde a história vai dar.

O Ming com certeza é um dos protagonistas mais detestáveis que eu já assisti. Ele é aquele tipo de personagem que não erra uma, erra todas. Primeiro, ele usa o Joe¹ para suprir a necessidade que sente pelo Tong (outro personagem simplesmente tenebroso). Quando o Joe¹ morre, não satisfeito, ele começa a usar o Joe² para suprir a falta que o Joe¹ faz. Nesse primeiro momento, o Ming passa a impressão de ser um personagem incapaz de aprender com os próprios erros, e isso acabou sendo extremamente frustrante para mim.

Quando ele descobre que a alma do Joe¹ está no corpo do Joe², começa, aos poucos, a tentar mudar e reparar tudo o que fez no passado. Mas, em vários momentos, eu me peguei pensando: será que isso realmente remedia alguma coisa? Afinal, uma pessoa morreu por causa das atitudes dele. A vida do Joe¹ nunca mais foi a mesma, ele perdeu o próprio corpo e jamais conseguiu recuperá-lo. Então fica a dúvida: mesmo com toda a mudança do Ming, será que isso é realmente perdoável? Eu, sinceramente, não sei responder.

O Joe também é um personagem que não se valoriza tanto quanto deveria. Mesmo percebendo que era apenas um substituto do Tong na vida do Ming, ele continua preso a esse relacionamento abusivo, no qual, aparentemente, só ele ama de verdade. Pelo menos nesse primeiro momento, o que o Ming parece sentir por ele é muito mais uma obsessão e um sentimento de posse do que amor. Quando morre e ganha uma segunda chance de viver uma nova vida, em vez de construir um novo caminho, ele acaba buscando exatamente o mesmo ciclo: as mesmas pessoas, o mesmo trabalho e, principalmente, o mesmo Ming. O que também é meio frustrante de acompanhar.
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