This review may contain spoilers
Khemjira é uma obra prima
Khemjira é de fato um dos maiores bl's já produzidos nesta indústria, eu o considero uma obra prima pela história que vai muito além de um romance leve e fofo entre esses dois personagens principais, os personagens que compõem essa história são essenciais e marcantes, a trilha sonora é muito bonita e cativante nos momentos certos e pela forma como a história mergulha na cultura local trazendo elementos de xamanismo tailandês, crenças tradicionais, folclore sobrenatural
Quando eu comecei assistir ao bl,tudo o que eu sabia pela sinopse é que teríamos a história da nossa Khemjira, que nasceu em uma família amaldiçoada onde os homens morrem antes dos 21 anos e que para protegê-lo, sua mãe lhe deu um nome feminino, mas ao completar 19 anos, fantasmas vingativos começam a persegui-lo, e com isso ele deve lutar pela sua vida.
Enquanto busca formas de sobreviver com a ajuda do seu amigo Jet, Khem é apresentado ao Xamã Pharan, que embora relutante em se envolver com a maldição kármica devido a uma promessa que ele fez ao seu avó, o antigo Xamã da aldeia de nunca se envolver no karma de ninguém (o que é explicado logo no segundo ep e retomado em outro ep sobre os motivos do seu avó pedir para ele prometer. Mas o Mestre não consegue ignorar o impulso de querer proteger o Khem, lutando contra tudo o que lhe foi ensinado e pela promessa feita, ele é movido por uma força transcendental que os conecta Pharan ao Khem, então aos poucos ele começa a protegê-lo não só para proteger sua aldeia e sim para proteger o Khem.
Era um pouco óbvio que o Khem teria uma par romântico que de alguma forma estaria junto com ele lutando pela sua sobrevivência, o que eu não esperava de nenhuma forma é que a história iria se mostrar muito mais do que apenas aquela sinopse, quando entendemos a maldição que ronda o Khem, o motivo dela e de quem lançou, como vidas passadas estão ligadas ao agora tudo fica ainda melhor e os episódios conseguem transmitir e contar essas histórias de vidas passadas.
Todos os episódios são ótimos, mas quando vamos chegando no episódio 7 para frente tudo fica ainda melhor, a ligação com os personagens deixa a gente tão envolvido que quando conhecemos a história de Ramphueng não é difícil entender a sua dor e a partir daí é uma sucessão de momentos tristes que fazem os olhos ficam encharcados. Os primeiros minutos do último episódios fizeram me debulhar em lágrimas, aquela cena do Khem e do Mestre é de cortar o coração principalmente pela carga emocional que o episódio anterior já vinha trazendo.
Não vou mentir que em alguns momentos a Khemjira me deu uma irritada, o pai ausente dele então nem se fala, o garoto amaldiçoado desde sempre, a mãe morreu também devido a maldição e o pai se ordenou monge e deixou o Khemjira largado no mundo. Mas como isso é só uma irritação da minha parte em nada diminuindo a história desse bl que é uma das coisas mais tristes e bonitas ao mesmo tempo.
Quando eu comecei assistir ao bl,tudo o que eu sabia pela sinopse é que teríamos a história da nossa Khemjira, que nasceu em uma família amaldiçoada onde os homens morrem antes dos 21 anos e que para protegê-lo, sua mãe lhe deu um nome feminino, mas ao completar 19 anos, fantasmas vingativos começam a persegui-lo, e com isso ele deve lutar pela sua vida.
Enquanto busca formas de sobreviver com a ajuda do seu amigo Jet, Khem é apresentado ao Xamã Pharan, que embora relutante em se envolver com a maldição kármica devido a uma promessa que ele fez ao seu avó, o antigo Xamã da aldeia de nunca se envolver no karma de ninguém (o que é explicado logo no segundo ep e retomado em outro ep sobre os motivos do seu avó pedir para ele prometer. Mas o Mestre não consegue ignorar o impulso de querer proteger o Khem, lutando contra tudo o que lhe foi ensinado e pela promessa feita, ele é movido por uma força transcendental que os conecta Pharan ao Khem, então aos poucos ele começa a protegê-lo não só para proteger sua aldeia e sim para proteger o Khem.
Era um pouco óbvio que o Khem teria uma par romântico que de alguma forma estaria junto com ele lutando pela sua sobrevivência, o que eu não esperava de nenhuma forma é que a história iria se mostrar muito mais do que apenas aquela sinopse, quando entendemos a maldição que ronda o Khem, o motivo dela e de quem lançou, como vidas passadas estão ligadas ao agora tudo fica ainda melhor e os episódios conseguem transmitir e contar essas histórias de vidas passadas.
Todos os episódios são ótimos, mas quando vamos chegando no episódio 7 para frente tudo fica ainda melhor, a ligação com os personagens deixa a gente tão envolvido que quando conhecemos a história de Ramphueng não é difícil entender a sua dor e a partir daí é uma sucessão de momentos tristes que fazem os olhos ficam encharcados. Os primeiros minutos do último episódios fizeram me debulhar em lágrimas, aquela cena do Khem e do Mestre é de cortar o coração principalmente pela carga emocional que o episódio anterior já vinha trazendo.
Não vou mentir que em alguns momentos a Khemjira me deu uma irritada, o pai ausente dele então nem se fala, o garoto amaldiçoado desde sempre, a mãe morreu também devido a maldição e o pai se ordenou monge e deixou o Khemjira largado no mundo. Mas como isso é só uma irritação da minha parte em nada diminuindo a história desse bl que é uma das coisas mais tristes e bonitas ao mesmo tempo.
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