Relação de amor e ódio: é o tema da série e a minha reação após assistir.
Honestamente, eu não sabia muito sobre o drama antes de começar a assistir. Tudo se resumia a um cara que não consegue superar a morte da amada e a reencontra três anos depois, agora como noiva do irmão dele.
Eu esperava plot de perda de memória, de “por favor, lembre de nós”, de conflito “meu irmão ama a mesma mulher que eu”, mas, meus amigos… Overdoo não tem nada disso.
Pelo contrário. Nossa protagonista sabe exatamente quem é, o quanto o protagonista foi injustiçado e sofreu, e a mensagem é clara: siga em frente, ou você sofrerá muito mais.
E a reação de Qing Yi, meus queridos, é trazer o inferno que ele sentiu para a vida dela.
E acho que foi essa situação inesperada que me prendeu logo nos primeiros episódios.
Overdoo vai além da vingança, do amor, do clichê.
Tem uma tensão – tanto de sedução quanto de desastre – que nos deixa tensos, nervosos, ansiosos e com medo. É uma experiência interessante.
Ainda estou tentando decidir qual a versão mais bonita de Zhang Ling He nesse drama: doutor apaixonado, bad boy rebelde, gangster ou líder de esquadrão… De todas as formas, ele está impressionante, um ator muito versátil. E um personagem que vai da terra ao inferno muitas vezes (e praticamente nunca ao céu, infelizmente).
O visual da série é igualmente maravilhoso. Gosto da paleta de cores, dos enquadramentos e nem vou falar dos figurinos, é de tirar o fôlego!
Wang Chu Ran também está maravilhosa, tem um brilho de malícia e paixão no olhar que nos faz entender por que Qing Yi não consegue esquecê-la.
E, tenho que admitir, que gosto da motivação da protagonista. Por seus ideais, ela está disposta a vender sua alma e a alma do homem que ama sem pensar duas vezes. Ela tem uma crueldade e força singular e, justamente por isso, temos cenas em que a química transborda da tela.
Sem dúvidas, a minha favorita é a do ateliê. As provocações, os toques que beiram o proibido… Se tornou uma das minhas favoritas. Uma certa cena também, que envolve máscaras e disfarces, tem um certo magnetismo que me deixou fascinada e impressionada com toda a sequência executada com maestria. E, por fim, devo citar a cena em que finalmente dançam o prometido tango… Deixarei para vocês assistirem.
Os secundários também têm seu próprio charme, cada qual em seus tons de cinza. Realmente vale a pena.
Então, por que não dar dez?
Infelizmente, tem alguns pontos falhos. Algumas cenas com falhas de transição, que extrapolam o realismo da história, algumas atitudes de personagens sem muita fundamentação e uma segunda fase que mergulhou em um lago gelado me fizeram assistir aos últimos episódios com um olho na tela e outro jogando paciência.
Parece que os roteiristas até sabiam onde queriam chegar, mas não sabiam como – e nem se o destino final ainda fazia sentido.
Por fim – e aqui entra um spoiler –, o final deixa algumas questões em aberto. E não é nem aquele final programado para ser aberto; parece aquela redação que você se preparou e começou inspirado, então percebe que faltam cinco linhas e você ainda está no desenvolvimento. Pareceu corrido, apressado, cortado, e nem dá para dizer que foi falta de tempo de tela: dava para cortar uns flashbacks tranquilos.
Principalmente por esse motivo, temos uma classificação baixa.
Não se tornou o meu favorito, mas também não entrou pra lista negra: é o tipo de cdrama que irei parar para ver os recortes do tiktok e irei visitar em dias de chuva.
E acho que isso resume Overdoo.
P.s: Mais um cdrama pra lista em que o personagem de Zhang Ling He força a protagonista a beijar ele em algum momento da história. Isso é um novo fetiche, dona China?
Eu esperava plot de perda de memória, de “por favor, lembre de nós”, de conflito “meu irmão ama a mesma mulher que eu”, mas, meus amigos… Overdoo não tem nada disso.
Pelo contrário. Nossa protagonista sabe exatamente quem é, o quanto o protagonista foi injustiçado e sofreu, e a mensagem é clara: siga em frente, ou você sofrerá muito mais.
E a reação de Qing Yi, meus queridos, é trazer o inferno que ele sentiu para a vida dela.
E acho que foi essa situação inesperada que me prendeu logo nos primeiros episódios.
Overdoo vai além da vingança, do amor, do clichê.
Tem uma tensão – tanto de sedução quanto de desastre – que nos deixa tensos, nervosos, ansiosos e com medo. É uma experiência interessante.
Ainda estou tentando decidir qual a versão mais bonita de Zhang Ling He nesse drama: doutor apaixonado, bad boy rebelde, gangster ou líder de esquadrão… De todas as formas, ele está impressionante, um ator muito versátil. E um personagem que vai da terra ao inferno muitas vezes (e praticamente nunca ao céu, infelizmente).
O visual da série é igualmente maravilhoso. Gosto da paleta de cores, dos enquadramentos e nem vou falar dos figurinos, é de tirar o fôlego!
Wang Chu Ran também está maravilhosa, tem um brilho de malícia e paixão no olhar que nos faz entender por que Qing Yi não consegue esquecê-la.
E, tenho que admitir, que gosto da motivação da protagonista. Por seus ideais, ela está disposta a vender sua alma e a alma do homem que ama sem pensar duas vezes. Ela tem uma crueldade e força singular e, justamente por isso, temos cenas em que a química transborda da tela.
Sem dúvidas, a minha favorita é a do ateliê. As provocações, os toques que beiram o proibido… Se tornou uma das minhas favoritas. Uma certa cena também, que envolve máscaras e disfarces, tem um certo magnetismo que me deixou fascinada e impressionada com toda a sequência executada com maestria. E, por fim, devo citar a cena em que finalmente dançam o prometido tango… Deixarei para vocês assistirem.
Os secundários também têm seu próprio charme, cada qual em seus tons de cinza. Realmente vale a pena.
Então, por que não dar dez?
Infelizmente, tem alguns pontos falhos. Algumas cenas com falhas de transição, que extrapolam o realismo da história, algumas atitudes de personagens sem muita fundamentação e uma segunda fase que mergulhou em um lago gelado me fizeram assistir aos últimos episódios com um olho na tela e outro jogando paciência.
Parece que os roteiristas até sabiam onde queriam chegar, mas não sabiam como – e nem se o destino final ainda fazia sentido.
Por fim – e aqui entra um spoiler –, o final deixa algumas questões em aberto. E não é nem aquele final programado para ser aberto; parece aquela redação que você se preparou e começou inspirado, então percebe que faltam cinco linhas e você ainda está no desenvolvimento. Pareceu corrido, apressado, cortado, e nem dá para dizer que foi falta de tempo de tela: dava para cortar uns flashbacks tranquilos.
Principalmente por esse motivo, temos uma classificação baixa.
Não se tornou o meu favorito, mas também não entrou pra lista negra: é o tipo de cdrama que irei parar para ver os recortes do tiktok e irei visitar em dias de chuva.
E acho que isso resume Overdoo.
P.s: Mais um cdrama pra lista em que o personagem de Zhang Ling He força a protagonista a beijar ele em algum momento da história. Isso é um novo fetiche, dona China?
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