This review may contain spoilers
Querido
Assim como outras resenhas, eu também achei que esse dorama teria outra abordagem e confesso que ainda não consigo entender as motivações por trás da escolha desse pôster, mas enfim. Não foi um daqueles que me fez chorar ou ter insights e reflexões profundas, mas ele tem uma coisa que me deixou muito encantada: a escolha por caminhos não ideais, que correspondem aos infortúnios e às circunstâncias da vida, se mantendo fiel a isso até o final.
A história nos conduz por essa jornada pessoal e profissional da personagem principal, Umi Shikamori, com tendências a sempre se sobrecarregar com demandas alheias. Primeiramente, nós a vemos tendo dificuldades com o seu atual emprego, pegando para si tarefas que não são dela sem pestanejar e fazendo o possível - e o impossível - em prol da empresa que ela trabalha. Graças ao acaso, Umi se vê diante de uma oportunidade de mudar de emprego e é a partir daí que a história começa a se desenrolar.
Desde o início, Umi estabelece uma conexão com Kazao, um fotógrafo alguns anos mais novo que ela, e a amizade dos dois se desenvolve lindamente durante a história, até o momento em que ambos se deparam com seus próprios sentimentos. Umi passa pelas inquietações de quem está apaixonada e sequer percebe e, Kazao, por uma decepção amorosa de quem acha que a pessoa amada não retribui seus sentimentos. O final, no entanto, é otimista na medida certa, tanto em relação ao desfecho do casal, quanto às oportunidades e limitações que o destino reserva aos dois individualmente. O percurso profissional de Umi, por exemplo, não dá uma tremenda reviravolta e ascende, indo por um caminho cheio de oportunidades rumo ao sucesso. Pelo contrário, trepida e derrapa, assim como os seus próprios sentimentos. Essas mudanças de rotas nos deixa com essa impressão de que ficaram pontas soltas no desenvolvimento de personagem, que o ideal não foi estabelecido e que ela ficou um pouco à deriva. Porém, isso é compensado com o fortalecimento de suas relações e, acima de tudo, seu amadurecimento. E é aí que mora a graça desse dorama. Pode não ter sido executado da melhor maneira possível, mas conseguiu me conquistar e muito.
A história nos conduz por essa jornada pessoal e profissional da personagem principal, Umi Shikamori, com tendências a sempre se sobrecarregar com demandas alheias. Primeiramente, nós a vemos tendo dificuldades com o seu atual emprego, pegando para si tarefas que não são dela sem pestanejar e fazendo o possível - e o impossível - em prol da empresa que ela trabalha. Graças ao acaso, Umi se vê diante de uma oportunidade de mudar de emprego e é a partir daí que a história começa a se desenrolar.
Desde o início, Umi estabelece uma conexão com Kazao, um fotógrafo alguns anos mais novo que ela, e a amizade dos dois se desenvolve lindamente durante a história, até o momento em que ambos se deparam com seus próprios sentimentos. Umi passa pelas inquietações de quem está apaixonada e sequer percebe e, Kazao, por uma decepção amorosa de quem acha que a pessoa amada não retribui seus sentimentos. O final, no entanto, é otimista na medida certa, tanto em relação ao desfecho do casal, quanto às oportunidades e limitações que o destino reserva aos dois individualmente. O percurso profissional de Umi, por exemplo, não dá uma tremenda reviravolta e ascende, indo por um caminho cheio de oportunidades rumo ao sucesso. Pelo contrário, trepida e derrapa, assim como os seus próprios sentimentos. Essas mudanças de rotas nos deixa com essa impressão de que ficaram pontas soltas no desenvolvimento de personagem, que o ideal não foi estabelecido e que ela ficou um pouco à deriva. Porém, isso é compensado com o fortalecimento de suas relações e, acima de tudo, seu amadurecimento. E é aí que mora a graça desse dorama. Pode não ter sido executado da melhor maneira possível, mas conseguiu me conquistar e muito.
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