Um passatempo simpático e sem culpa
The Wonderfools parece ter entendido desde o primeiro episódio que não precisava competir com a grandiosidade de produções como Moving para funcionar. Em vez disso, escolhe o caminho mais difícil e, curiosamente, mais honesto: assumir sua própria natureza de aventura despretensiosa, temperada com humor e uma boa dose de galhofa. O resultado é um drama leve, consciente de seus limites e bastante confortável dentro deles. Grande parte desse mérito vem do elenco. Park Eun-bin, Choi Dae-hoon e Im Sung-jae formam um trio de excelente sintonia, sustentando um humor que raramente parece forçado e que encontra seu melhor momento justamente nas interações entre eles. Há uma química cênica evidente e uma energia coletiva que mantém o drama constantemente agradável.
Nem tudo funciona com a mesma eficiência. Falar de Cha Eun-woo já se tornou quase um ritual obrigatório para quem acompanha sua carreira: a presença física continua sendo inegável, mas a atuação permanece excessivamente plana, incapaz de acompanhar colegas muito mais expressivos. Em contrapartida, os antagonistas se mostram surpreendentemente fortes, especialmente graças a Bae Na-ra, que entrega mais uma performance sólida e confirma uma evolução constante como intérprete. Quanto à história, ela abraça sem vergonha seus clichês de ficção científica: crianças usadas como cobaias, poderes sobrenaturais e acidentes improváveis envolvendo lixo contaminado. Nada disso resiste a uma análise muito rigorosa, mas também não parece querer resistir. No fim, é um drama simpático, divertido e funcional, feito para entreter sem grandes pretensões de profundidade.
Nem tudo funciona com a mesma eficiência. Falar de Cha Eun-woo já se tornou quase um ritual obrigatório para quem acompanha sua carreira: a presença física continua sendo inegável, mas a atuação permanece excessivamente plana, incapaz de acompanhar colegas muito mais expressivos. Em contrapartida, os antagonistas se mostram surpreendentemente fortes, especialmente graças a Bae Na-ra, que entrega mais uma performance sólida e confirma uma evolução constante como intérprete. Quanto à história, ela abraça sem vergonha seus clichês de ficção científica: crianças usadas como cobaias, poderes sobrenaturais e acidentes improváveis envolvendo lixo contaminado. Nada disso resiste a uma análise muito rigorosa, mas também não parece querer resistir. No fim, é um drama simpático, divertido e funcional, feito para entreter sem grandes pretensões de profundidade.
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