Eu confesso que, por um segundo, quase dropei esse drama. Mas foi mais por uma impressão boba, porque achei que ele estava caminhando para um casal imaturo. Só que isso durou bem pouco. Conforme a história foi avançando, deu para perceber que era justamente o contrário. A gente vê uma maturidade muito grande em um casal que realmente quer dar certo. É claro que o prota acaba tendo mais atitude, e eu acredito que isso aconteça porque ele é mais velho e também mais maduro quando o assunto é relacionamento. Ele entende as inseguranças dela, dá espaço para que ela sinta tudo aquilo e consiga resolver no tempo dela, sem se afastar e sem transformar isso em um conflito gigante.
Lá pela metade do drama eu fiquei um pouco com o pé atrás, porque parecia que ela seria aquela personagem muito insegura, infantil e difícil de lidar. Mas não era isso. Na verdade, ela só estava lidando com feridas que ainda não tinha resolvido. Nem era sobre a pessoa com quem ela estava naquele momento, mas sobre os sentimentos que ela ainda carregava.
Eu vi muita gente dizendo que a prota era chata. Mas eu acho que isso acontece porque, no começo, ela estava muito presa a uma zona de conforto. Ela tinha criado um mundo em que se sentia segura. Quando o prota entra na vida dela, ela é obrigada a sair desse lugar confortável, tanto na carreira quanto no romance. E eu acho que a gente costuma associar autenticidade com coragem e ousadia. Só que, às vezes, ser autêntico é simplesmente dar um passo para fora da própria zona de conforto. E foi exatamente isso que aconteceu com ela. Não era uma personagem chata, era uma pessoa insegura, tentando aprender a lidar com as próprias dificuldades enquanto as enfrentava.
Porque é muito fácil falar sobre essas coisas. É muito fácil dizer que basta escolher viver diferente e no dia seguinte, já agir com coragem e segurança. Mas a realidade não funciona assim. Existe um processo, e esse processo normalmente é a parte mais difícil. Acho que a gente espera que os dramas acelerem esse crescimento dos personagens. Só que quando a gente olha para a história como um todo, consegue entender a mensagem por trás e passa a enxergar certos comportamentos com “outros olhos”. No fim, eu me peguei pensando: Agora faz sentido ela ter tomado aquela atitude que eu tinha odiado, porque para chegar onde ela chegou, ela precisava passar por aquele momento.
A gente sempre quer chegar ao final da caminhada, mas esquece que o processo é justamente a parte em que a gente precisa enfrentar as maiores dificuldades. E eu acho que essa foi a pegada do romance e até mesmo da carreira.
No fim , é um drama gostoso de assistir, divertido e que entretém muito. Mas, além disso, ele também faz refletir. Eu adoro quando um drama me faz passar o tempo inteiro criticando algumas atitudes (devo me achar a perfeituda né) e no final me faz entender por que tudo precisava acontecer daquela forma. E, para mim, o maior acerto dessa história foi justamente mostrar relacionamentos maduros, tanto no casal principal quanto nos secundários.
Lá pela metade do drama eu fiquei um pouco com o pé atrás, porque parecia que ela seria aquela personagem muito insegura, infantil e difícil de lidar. Mas não era isso. Na verdade, ela só estava lidando com feridas que ainda não tinha resolvido. Nem era sobre a pessoa com quem ela estava naquele momento, mas sobre os sentimentos que ela ainda carregava.
Eu vi muita gente dizendo que a prota era chata. Mas eu acho que isso acontece porque, no começo, ela estava muito presa a uma zona de conforto. Ela tinha criado um mundo em que se sentia segura. Quando o prota entra na vida dela, ela é obrigada a sair desse lugar confortável, tanto na carreira quanto no romance. E eu acho que a gente costuma associar autenticidade com coragem e ousadia. Só que, às vezes, ser autêntico é simplesmente dar um passo para fora da própria zona de conforto. E foi exatamente isso que aconteceu com ela. Não era uma personagem chata, era uma pessoa insegura, tentando aprender a lidar com as próprias dificuldades enquanto as enfrentava.
Porque é muito fácil falar sobre essas coisas. É muito fácil dizer que basta escolher viver diferente e no dia seguinte, já agir com coragem e segurança. Mas a realidade não funciona assim. Existe um processo, e esse processo normalmente é a parte mais difícil. Acho que a gente espera que os dramas acelerem esse crescimento dos personagens. Só que quando a gente olha para a história como um todo, consegue entender a mensagem por trás e passa a enxergar certos comportamentos com “outros olhos”. No fim, eu me peguei pensando: Agora faz sentido ela ter tomado aquela atitude que eu tinha odiado, porque para chegar onde ela chegou, ela precisava passar por aquele momento.
A gente sempre quer chegar ao final da caminhada, mas esquece que o processo é justamente a parte em que a gente precisa enfrentar as maiores dificuldades. E eu acho que essa foi a pegada do romance e até mesmo da carreira.
No fim , é um drama gostoso de assistir, divertido e que entretém muito. Mas, além disso, ele também faz refletir. Eu adoro quando um drama me faz passar o tempo inteiro criticando algumas atitudes (devo me achar a perfeituda né) e no final me faz entender por que tudo precisava acontecer daquela forma. E, para mim, o maior acerto dessa história foi justamente mostrar relacionamentos maduros, tanto no casal principal quanto nos secundários.
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