Personally, I don’t see it that way. In my opinion, discussing it with him wouldn’t have changed the outcome. A man in that situation wouldn’t genuinely support the decision to have an abortion; he would most likely try to persuade her not to go through with it. But ultimately, the decision was hers. Whether she told him beforehand or afterward, the outcome would have been the same. And considering he later chose to cheat on her, I don’t think he was a good person to begin with.
As for her being “crazy” or possessive, I honestly think that’s just a common trope used by writers who don’t know how to write a compelling cheating storyline. They often turn the ex into an irrational, obsessive woman so the audience feels less sympathy for her and the cheater looks more justified.
Poderia ter sido incrível. Não foi, mas ainda assim é adorável.
Apesar de ser um emaranhado de clichês típicos dos dramas da época, a história tem seu toque de originalidade ao acompanhar Jin Pal Kang: uma garota fútil e irresponsável que, após a morte dos pais, precisa cuidar de cinco irmãos mais novos e acaba trabalhando como empregada doméstica na casa de um advogado rico e arrogante.
O amadurecimento dela, que subitamente deixa de ser apenas irmã mais velha para se tornar uma mãe, é um dos pontos mais emocionantes do drama, junto com a dinâmica do núcleo infantil. Todas as crianças são carismáticas e garantem os momentos mais tocantes da trama.
Também foi interessante ver o desenvolvimento do casal principal. Won Kang Ha, um homem frio e traumatizado, cresce cercado por barreiras emocionais e só tem estima pelo irmão mais novo, Jun Ha. Justamente por isso, é cômico e reconfortante ver essa couraça se quebrar aos poucos pela convivência com as crianças e pelo jeito batalhador da protagonista.
O problema é que, depois de uma primeira metade divertida e envolvente, o drama se perde e estica situações até ficarem cansativas, dá mais espaço a personagens secundários do que ao casal principal e aposta em triângulos/quadrados amorosos desnecessários.
O protagonista vira alvo de assédio constante de Jae Young, que não chega a ser vilã, apenas uma inconveniência interminável. Já a protagonista passa a sofrer perseguições tanto do sobrinho de Kang Ha – investidas que perdem o humor ao longo do tempo e se tornam desconfortáveis – quanto do próprio cunhado, Jun Ha.
Jun Ha foi, inclusive, minha maior decepção. Apresentado a princípio como honesto e gentil, se transforma em alguém dúbio e mesquinho em decorrência do amor unilateral que sentia por Jae Young, passando a perseguir a protagonista Pal Kang, que só está tentando sobreviver a todo custo, e tentando "roubá-la" do irmão.
Com o tempo, ele supostamente passa a ter sentimentos genuínos por Pal Kang, mas tal mudança é mal delineada e nunca fica claro em que momento deixou Jae Young de lado para se apaixonar de fato pela protagonista.
Quanto a Jae Young, tinha potencial, mas foi uma personagem desperdiçada durante 17 longos episódios, reduzida a uma mulher sem amor próprio e obcecada pelo protagonista. Sua redenção surge de forma súbita, claramente por pressa de encerrar a história, quando poderia ter sido uma personagem muito mais digna de empatia.
Na reta final, ainda incomoda a escolha de colocar os protagonistas num “voto de pobreza”, mesmo com sete bocas para alimentar. Pequenos absurdos de roteiro que comprometem, mas não apagam totalmente a doçura do drama.
Também houveram outras narrativas que não me convenceram, como o protagonista aceitar se envolver em um casamento com Jae Young, alguém que ele claramente despreza, apenas para esconder do próprio irmão que eles são filhos de mães diferentes.
Com base em tudo isso, acredito que Stars Falling from the Sky tinha potencial para ser memorável, mas foi mal aproveitado. Pode agradar quem gosta de clichês datados e busca algo leve, ainda que frustrante.
Mesmo assim, não deixa de ser um drama familiar divertido e emocionante, capaz de aquecer o coração mesmo com todas as falhas.
As for her being “crazy” or possessive, I honestly think that’s just a common trope used by writers who don’t know how to write a compelling cheating storyline. They often turn the ex into an irrational, obsessive woman so the audience feels less sympathy for her and the cheater looks more justified.
That’s just my personal opinion, though.
Apesar de ser um emaranhado de clichês típicos dos dramas da época, a história tem seu toque de originalidade ao acompanhar Jin Pal Kang: uma garota fútil e irresponsável que, após a morte dos pais, precisa cuidar de cinco irmãos mais novos e acaba trabalhando como empregada doméstica na casa de um advogado rico e arrogante.
O amadurecimento dela, que subitamente deixa de ser apenas irmã mais velha para se tornar uma mãe, é um dos pontos mais emocionantes do drama, junto com a dinâmica do núcleo infantil. Todas as crianças são carismáticas e garantem os momentos mais tocantes da trama.
Também foi interessante ver o desenvolvimento do casal principal. Won Kang Ha, um homem frio e traumatizado, cresce cercado por barreiras emocionais e só tem estima pelo irmão mais novo, Jun Ha. Justamente por isso, é cômico e reconfortante ver essa couraça se quebrar aos poucos pela convivência com as crianças e pelo jeito batalhador da protagonista.
O problema é que, depois de uma primeira metade divertida e envolvente, o drama se perde e estica situações até ficarem cansativas, dá mais espaço a personagens secundários do que ao casal principal e aposta em triângulos/quadrados amorosos desnecessários.
O protagonista vira alvo de assédio constante de Jae Young, que não chega a ser vilã, apenas uma inconveniência interminável. Já a protagonista passa a sofrer perseguições tanto do sobrinho de Kang Ha – investidas que perdem o humor ao longo do tempo e se tornam desconfortáveis – quanto do próprio cunhado, Jun Ha.
Jun Ha foi, inclusive, minha maior decepção. Apresentado a princípio como honesto e gentil, se transforma em alguém dúbio e mesquinho em decorrência do amor unilateral que sentia por Jae Young, passando a perseguir a protagonista Pal Kang, que só está tentando sobreviver a todo custo, e tentando "roubá-la" do irmão.
Com o tempo, ele supostamente passa a ter sentimentos genuínos por Pal Kang, mas tal mudança é mal delineada e nunca fica claro em que momento deixou Jae Young de lado para se apaixonar de fato pela protagonista.
Quanto a Jae Young, tinha potencial, mas foi uma personagem desperdiçada durante 17 longos episódios, reduzida a uma mulher sem amor próprio e obcecada pelo protagonista. Sua redenção surge de forma súbita, claramente por pressa de encerrar a história, quando poderia ter sido uma personagem muito mais digna de empatia.
Na reta final, ainda incomoda a escolha de colocar os protagonistas num “voto de pobreza”, mesmo com sete bocas para alimentar. Pequenos absurdos de roteiro que comprometem, mas não apagam totalmente a doçura do drama.
Também houveram outras narrativas que não me convenceram, como o protagonista aceitar se envolver em um casamento com Jae Young, alguém que ele claramente despreza, apenas para esconder do próprio irmão que eles são filhos de mães diferentes.
Com base em tudo isso, acredito que Stars Falling from the Sky tinha potencial para ser memorável, mas foi mal aproveitado. Pode agradar quem gosta de clichês datados e busca algo leve, ainda que frustrante.
Mesmo assim, não deixa de ser um drama familiar divertido e emocionante, capaz de aquecer o coração mesmo com todas as falhas.