This review may contain spoilers
O melhor de todos!
Caro e gentil leitor, esse é o melhor de todos!
Gente, acho um tanto quanto exagerada a afirmação de que uma série pode mudar nossas vidas, mas confesso que, desde que assisti a Last Twilight, nunca mais fui o mesmo. Uma amiga, de forma despretensiosa, me sugeriu esse BL e, mal sabia ela, que ele se tornaria o meu fav supremo hahaha.
Last Twilight é muito bem produzido, a história segue um fluxo impressionante e deixa o espectador extremamente imerso na tela. Logo, é nessa perspectiva que acompanhamos a trajetória dos personagens Mhok e Day, interpretados pelos atores Jimmy e Sea.
Mhok é um mecânico que está passando por dificuldades financeiras, e Day é um jovem rico que, após sofrer um acidente, perde grande parte da visão. De forma geral, é sob os cuidados de P'Mhok que o jovem Day volta a acreditar na vida e escolher continuar, mesmo quando o caminho parece totalmente incerto.
Durante o BL, sentimos a angústia de Day enquanto perde o restante da sua visão, ao passo que somos convidados a refletir sobre a vida, sobre o amor e sobre tudo aquilo que, no fim, realmente importa.
As cenas são extremamente gráficas, a dor dos personagens nos proporciona um senso de empatia do qual nunca deveríamos, enquanto humanidade, ter nos distanciado. Na cena em que Day se perde de P'Mhok na rua, enquanto ninguém o ajuda, refletimos acerca das inúmeras dificuldades que enfrenta uma pessoa com deficiência. A sensação é a de que o jovem Day é um estranho dentro do seu próprio país; isso, evidentemente, corta o coração do espectador.
Do outro lado, está Mhok, um jovem pobre que perdeu a irmã e que praticamente não tem família. Desse modo, a magia emerge à medida que Mhok vai se apaixonando por Day. Mhok trata Day exatamente como nós gostaríamos de tratá-lo e, sem desconsiderar seus problemas e inseguranças internas, a produção nos apresenta um personagem que carrega consigo o peso de várias tragédias. A história de Mhok não o impede de amar sem limites; ele não desconta as frustrações nos indivíduos que o cercam. A série nos convida a refletir acerca das nossas próprias escolhas: afinal, nós escolhemos amar igual ao Mhok ou não?
Uma série íntima. Tenho a impressão de que os episódios descreviam a minha própria vida, tanto com relação aos problemas familiares, como em relação à forma de ver a vida.
Acreditem na luz, não na luz que existe no fim do túnel, não! Acreditem na luz da trajetória. Esse BL é sobre trajetória e se faz a partir da trajetória.
Desculpe se esta resenha não faz jus ao BL, o que sinto por ele não consigo colocar em palavras.
Day: “Mesmo que eu não consiga enxergar, ainda posso sentir.”
Gente, acho um tanto quanto exagerada a afirmação de que uma série pode mudar nossas vidas, mas confesso que, desde que assisti a Last Twilight, nunca mais fui o mesmo. Uma amiga, de forma despretensiosa, me sugeriu esse BL e, mal sabia ela, que ele se tornaria o meu fav supremo hahaha.
Last Twilight é muito bem produzido, a história segue um fluxo impressionante e deixa o espectador extremamente imerso na tela. Logo, é nessa perspectiva que acompanhamos a trajetória dos personagens Mhok e Day, interpretados pelos atores Jimmy e Sea.
Mhok é um mecânico que está passando por dificuldades financeiras, e Day é um jovem rico que, após sofrer um acidente, perde grande parte da visão. De forma geral, é sob os cuidados de P'Mhok que o jovem Day volta a acreditar na vida e escolher continuar, mesmo quando o caminho parece totalmente incerto.
Durante o BL, sentimos a angústia de Day enquanto perde o restante da sua visão, ao passo que somos convidados a refletir sobre a vida, sobre o amor e sobre tudo aquilo que, no fim, realmente importa.
As cenas são extremamente gráficas, a dor dos personagens nos proporciona um senso de empatia do qual nunca deveríamos, enquanto humanidade, ter nos distanciado. Na cena em que Day se perde de P'Mhok na rua, enquanto ninguém o ajuda, refletimos acerca das inúmeras dificuldades que enfrenta uma pessoa com deficiência. A sensação é a de que o jovem Day é um estranho dentro do seu próprio país; isso, evidentemente, corta o coração do espectador.
Do outro lado, está Mhok, um jovem pobre que perdeu a irmã e que praticamente não tem família. Desse modo, a magia emerge à medida que Mhok vai se apaixonando por Day. Mhok trata Day exatamente como nós gostaríamos de tratá-lo e, sem desconsiderar seus problemas e inseguranças internas, a produção nos apresenta um personagem que carrega consigo o peso de várias tragédias. A história de Mhok não o impede de amar sem limites; ele não desconta as frustrações nos indivíduos que o cercam. A série nos convida a refletir acerca das nossas próprias escolhas: afinal, nós escolhemos amar igual ao Mhok ou não?
Uma série íntima. Tenho a impressão de que os episódios descreviam a minha própria vida, tanto com relação aos problemas familiares, como em relação à forma de ver a vida.
Acreditem na luz, não na luz que existe no fim do túnel, não! Acreditem na luz da trajetória. Esse BL é sobre trajetória e se faz a partir da trajetória.
Desculpe se esta resenha não faz jus ao BL, o que sinto por ele não consigo colocar em palavras.
Day: “Mesmo que eu não consiga enxergar, ainda posso sentir.”
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