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Bom no começo, ruim no final!
Olá, sente-se, se acomode e venha ler uma resenha duvidosa acerca de "We Are".O BL apresenta vários casais à audiência e, ao longo da série, que, por sinal, se passa dentro do ambiente universitário, procura desenvolver os romances entre eles. Desse modo, a série inicia muito bem, apresenta os personagens de forma clara ao passo em que narra as histórias dos casais.
Primeiro casal: "Phum e Peem", interpretados pelos atores "Pond e Phuwin". De modo geral, o casal tem uma ótima desenvoltura em cena. Sinto que me apaixonei pelos personagens na mesma proporção em que ambos, igualmente, se apaixonam. Contudo, como nem só de benesses vive o BLzeiro, eu tenho algumas críticas a fazer em relação à história desse casal. Vamos lá:
O personagem Phum tem uma história rasa e mal explorada! Sei que o tempo de cena é curto, tendo em vista a quantidade de atores no elenco, mas, considerando que eles, "Phum e Peem", têm mais tempo de tela que os demais, a produção poderia ter desenvolvido as relações familiares do Phum. Na história, o personagem é ressentido com o pai unicamente por ter sido "obrigado" a estudar no exterior (problemas de rico) e, ao final da série, ele faz as pazes com o pai em uma cena que não dura 10 segundos, essencialmente ao responder a uma pergunta feita pelo pai.
Ainda em relação ao personagem Phum, eu destaco que, infelizmente, ele aparenta ser tóxico em algumas cenas. Ele não deixa o Peem pagar nada e é um tanto quanto explosivo. A mágica do personagem emerge à medida que o público passa a credibilizar fofura a tais características que, a longo prazo, são um tanto quanto preocupantes! (Queria um tóxico para pagar minhas contas também).
O personagem do Peem não tem grandes problemas pessoais e transita exclusivamente em torno da sua vida universitária e da sua relação com o Phum. Logo, acredito que o ponto forte do personagem é o seu caráter: ele não deita para provocações e sempre mantém a sua palavra. Talvez você não concorde comigo, caro e gentil leitor, mas acredito, justamente por considerar a personalidade dos personagens, que, fora das telas, ambos não namorariam. A questão da disparidade de classe social não é explorada na série. Acredito que poderiam ter mencionado esse fato, levando em consideração que o Phum é extremamente rico e o Peem não.
Segundo casal: "Q e Toey", interpretados pelos atores "Winny e Satang". De modo geral, o casal também apresenta uma ótima desenvoltura em suas cenas. Eu amo os atores e acredito no potencial de ambos. Gosto da história que foi destinada a eles, contudo, eu a teria aplicado de outra maneira. Logo, sem desconsiderar o passado em que ambos os personagens não se conhecem, seria legal observar essa abordagem de forma prática. Ao meu ver, não existiria a necessidade de o Toey fingir não conhecer o Q. A produção poderia simplesmente considerar uma descoberta mútua entre ambos. Seria mais fofo, mais claro e menos trabalhoso.
Ao longo dos 16 episódios, não é mencionado NADA sobre a vida do Q. Não sabemos se ele tem mãe, pai, irmãos, se é rico ou pobre. Logo, considerando as roupas que separaram para o Winny, destaco que acreditei mesmo, por muito tempo, que o personagem fosse muito pobre. Já em relação ao Toey, somente no episódio dezesseis é que a produção, de forma descarada, joga a informação de que ele é rico e menciona, para surpresa de todos, que o Q também é. (Só o Peem que é lascado mesmo).
Ainda em relação ao Q e ao Toey, eu achei eles fofos. A história é muito boa, mas mal aplicada. Obs.: O WinnySatang funcionam bem mais nessa série que em That Summer.
Terceiro casal: "Tan e Fang", interpretados pelos atores "Aou e Boom". Esse casal carrega o alívio cômico da série, tendo em vista que o Tan é muito engraçado. Assim, eles não têm aprofundamento romântico justamente porque o enredo focaliza os demais casais nesse aspecto. Eles são fofos, mas a falta de expressão do Fang com relação ao Tan me fez questionar, ao longo do BL, se ele realmente gostava dele.
Quarto casal: "Chain e Pun", interpretados pelos atores "Marc e Poom". Eles têm um amor mais contido, o Chain gosta do Pun em segredo, eles não são tão explorados enquanto casal e somente no último episódio ocorre a declaração. Dessa maneira, ambos os personagens são retratados a partir de um ponto de vista do "ser amigo" para com os demais. Eles são maravilhosos, mas prefiro o Poom com o atual par dele mesmo.
Certo, se você aguentou até aqui, saiba que eu amei essa série. Ela traz a amizade como uma parte essencial do ser, algo que fomenta as suas relações e as suas subjetividades. O ponto positivo do BL é justamente a amizade que os personagens nutrem entre si. Eles se ajudam sempre que possível.
Não obstante, o ponto negativo da série é, precisamente, a repetição de cenas e diálogos. A história não aguentava 16 episódios. Em muitas cenas, podemos observar a presença do mesmo diálogo, como "Eu amo ser amigo de vocês". Tem 3 ou 4 cenas idênticas dos personagens observando os quadros, tem cenas idênticas dos personagens repetindo brincadeiras e provocações, tem cenas idênticas de beijos nas bochechas para cumprir roteiro, entre outras.
Até o episódio 9, o BL andava. Depois, é só repetição desnecessária. O aniversário do Phum, no episódio 15, que, por sinal, consome o episódio todo, é tão genérico que parece que foi minha amiga Mylenna que escreveu, gente! (kskksksk).
Até mais, e só para finalizar: o "PondPhuwin" não beija bem!
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Bom, porém…
That Summer é bom, porém apresenta, ao meu ver, algumas problemáticas referentes à sua produção. Desse modo, vou dividir esta resenha em três partes: abordarei, inicialmente, as minhas considerações em relação à escolha do elenco e à atuação e, posteriormente, explanarei as minhas observações a respeito da história e da produção em si.PERSONAGENS:
Gostei bastante da escolha dos atores responsáveis por interpretar os personagens principais, Lava e Wave. A atuação de ambos é satisfatória e eles não pecam nesse sentido. Contudo, senti que a direção pesa a mão em algumas cenas. A respeito dessas cenas, destaco, sobretudo, aquelas em que o Wave tenta "irritar" o Lava. Ao jogar um balde de água no Lava, o Wave perde o apreço de grande parcela do público, justamente porque o personagem, além de "mimado", mostra-se, a partir dessa cena, assustadoramente chato.
O Lava é extremamente encantador; ele é a melhor parte do BL. O personagem é seguro de si, sabe o que quer e vai atrás disso. O Lava vê no seu tio um refúgio e não fica se martirizando em relação aos problemas da vida. Isso é mágico. Em resumo: "Ele tem o molho" (o molho todo).
Os personagens secundários salvam o romance do BL. Sim, eles carregam nas costas mesmo! O Mond é perfeito; ele tem uma energia magnífica e um instinto de liderança único. O Ryu é fofo, bem-sucedido e complementa o Mond.
HISTÓRIA E PRODUÇÃO:
A história tem muitos furos. O Wave só é príncipe para a direção, tendo em vista que essa questão foi totalmente deixada de lado ao longo do BL. Além disso, o Wave perde a memória de forma equivocada, o que faz com que o episódio 09 seja totalmente forçado e "tirão".
De modo geral, acredito que esse BL poderia ter sido bem melhor. Eles tinham tudo para produzir algo LINDO E BEM-FEITO, mas optaram por preencher lacunas com cenas e mais cenas de um romance mal produzido. A ideia de que o Wave é um príncipe poderia ter sido deixada de lado; ele poderia unicamente ser um rico comum.
Não se espantem com a minha resenha pessoal. Eu recomendo essa série, sim. Contudo, sou fã do Win Ynny e acredito que ele merecia mais.
(Alguém dê uma boa história para ele, por favor. Ele vai entregar; agora, milagre, infelizmente, o CAT ainda não sabe fazer.)
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O melhor de todos!
Caro e gentil leitor, esse é o melhor de todos!Gente, acho um tanto quanto exagerada a afirmação de que uma série pode mudar nossas vidas, mas confesso que, desde que assisti a Last Twilight, nunca mais fui o mesmo. Uma amiga, de forma despretensiosa, me sugeriu esse BL e, mal sabia ela, que ele se tornaria o meu fav supremo hahaha.
Last Twilight é muito bem produzido, a história segue um fluxo impressionante e deixa o espectador extremamente imerso na tela. Logo, é nessa perspectiva que acompanhamos a trajetória dos personagens Mhok e Day, interpretados pelos atores Jimmy e Sea.
Mhok é um mecânico que está passando por dificuldades financeiras, e Day é um jovem rico que, após sofrer um acidente, perde grande parte da visão. De forma geral, é sob os cuidados de P'Mhok que o jovem Day volta a acreditar na vida e escolher continuar, mesmo quando o caminho parece totalmente incerto.
Durante o BL, sentimos a angústia de Day enquanto perde o restante da sua visão, ao passo que somos convidados a refletir sobre a vida, sobre o amor e sobre tudo aquilo que, no fim, realmente importa.
As cenas são extremamente gráficas, a dor dos personagens nos proporciona um senso de empatia do qual nunca deveríamos, enquanto humanidade, ter nos distanciado. Na cena em que Day se perde de P'Mhok na rua, enquanto ninguém o ajuda, refletimos acerca das inúmeras dificuldades que enfrenta uma pessoa com deficiência. A sensação é a de que o jovem Day é um estranho dentro do seu próprio país; isso, evidentemente, corta o coração do espectador.
Do outro lado, está Mhok, um jovem pobre que perdeu a irmã e que praticamente não tem família. Desse modo, a magia emerge à medida que Mhok vai se apaixonando por Day. Mhok trata Day exatamente como nós gostaríamos de tratá-lo e, sem desconsiderar seus problemas e inseguranças internas, a produção nos apresenta um personagem que carrega consigo o peso de várias tragédias. A história de Mhok não o impede de amar sem limites; ele não desconta as frustrações nos indivíduos que o cercam. A série nos convida a refletir acerca das nossas próprias escolhas: afinal, nós escolhemos amar igual ao Mhok ou não?
Uma série íntima. Tenho a impressão de que os episódios descreviam a minha própria vida, tanto com relação aos problemas familiares, como em relação à forma de ver a vida.
Acreditem na luz, não na luz que existe no fim do túnel, não! Acreditem na luz da trajetória. Esse BL é sobre trajetória e se faz a partir da trajetória.
Desculpe se esta resenha não faz jus ao BL, o que sinto por ele não consigo colocar em palavras.
Day: “Mesmo que eu não consiga enxergar, ainda posso sentir.”
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Rapaz, eu gostei!
Uma história simples, mas que prende né. O lado cômico das cenas deixa até um pouco engraçado. Eu gostei do personagem do Nick, ele provoca mesmo. No fim das contas a monogâmia foi pro espaço aqui kkkkkkkkk.Vou seguir com carácteres aleatórios pq o MDL só deixar postar com no mínimo 500 carácteres. Ihhh vchhb. cgjnn chukkjyyhb. vujhbvhjj. jjjhtffvhhb. vujhggvvhjn. buikhggvhuijju. hjjjngffvhhkjhgggggjj. hiurfggfdfftyhgffffgh. bjtffvhujjhggfv. vhhttfffghhu vhutfvvhuuggyyggvv. vuytfggyggggggyy
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Eu senti que devia assistir!
Esse BL é maravilhoso! Foi o meu primeiro contato com um BL taiwanês e estou surpreso.Acredito que a história seja o ponto forte da produção. Ao longo dos episódios, eu fui me identificando com os personagens, principalmente com o He Xiang Yong. Uma vez dentro da história, ao voltar para a ilha onde nasceu, depois de concluir os estudos, He Xiang Yong sofre com um clássico problema, a cobrança dos moradores que aparentemente nutrem por ele um grande afeto e uma grande admiração. Ao sucumbir à pressão que o cerca, o personagem acaba por desejar que todos o esqueçam. Ao ter seu desejo atendido, ele começa a passar por inúmeros problemas. De modo particular, a decisão de He Xiang Yong me fez refletir acerca da minha própria vida e, diversas vezes ao longo da série, me peguei questionando as cobranças sociais e os malefícios que essas exigências acarretam à nossa saúde mental.
O par do He Xiang Yong é o personagem Chen Hao Wei, ele é muito fofo e complementa muito bem o Yong, que já é mais "cabeça quente". O amor que ambos sentem um pelo outro é retratado na série de forma magnífica, é possível sentir o desespero que o He Xiang Yong sente, enquanto busca fazer com que Chen Hao Wei lembre-se de quem ele é. (Aplausos para a cena mais "quente" já produzida na história dos BLs protagonizada pelo casal).
O casal secundário é composto dos personagens Li Wan Zhe e Hamaguchi Aomi / "Xiao Hai", eles são EXTREMAMENTE fofos. Após o Li Wan Zhe desejar um amor avassalador, o Hamaguchi Aomi, que era até então seu amigo, surge e passa a se declarar loucamente por ele. As cenas do casal são carregadas de humor e muito AMOR, é claro. Talvez o seu maior desejo seja encontrar alguém que te ame completamente e que faça de tudo para provar isso. Essa sorte o Li Wan Zhe teve, acredite, o Hamaguchi Aomi não vai desistir por nada! kkk
De modo geral, esse BL reforça a importância de valorizar o simples, ele relembra que você não precisa ser o melhor para ser amado. Afinal, é possível ser feliz com as lembranças do que se foi, com a perspectiva do que pode vir a ser, mas sem esquecer o que se é e, sobretudo, valorizando o que já se tem. Abordando conceitos como: amizade, paternidade, luto e amor romântico, a série aquece o nosso coração. Obrigado e parabéns aos atores e à produção!
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