Linda série
“E então, que você dissipe a minha escuridão e a preencha com uma nova luz — assim como a alvorada sempre faz.”
Never Forget Your Enemy é um BL com um plot que, à primeira vista, não traz nada de muito novo — mas que, ainda assim, conseguiu me prender completamente. E eu digo isso sem hesitar: eu me apeguei. Muito.
Durante a espera pelos episódios, eu sentia falta dos protagonistas de um jeito quase estranho. A química entre eles, a harmonia em cena… tudo contribuía pra essa sensação. Mas o que realmente me marcou foi como a série brinca com isso. Mesmo nos momentos mais leves, sempre existia uma tensão silenciosa, um mistério latente, algo não dito pairando no ar. Nunca dava pra relaxar de verdade — sempre havia a sensação de que um choque estava por vir.
E talvez seja justamente por isso que o final me decepcionou.
Os episódios finais parecem apressados, como se faltasse tempo pra desenvolver tudo o que foi construído antes. Algumas decisões soam pouco trabalhadas, e certas revelações não recebem o peso que prometiam. Eu esperava uma entrega mais intensa — emocionalmente e narrativamente. A série sugere um conflito mais profundo, algo mais complexo, mas, quando finalmente revela suas cartas, o impacto não acompanha essa expectativa.
Com mais tempo — talvez dois episódios a mais — isso poderia ter sido resolvido com muito mais cuidado e força.
Ainda assim, não apaga o que eu senti assistindo.
Fazia muito tempo que um dorama não me deixava tão envolvida, tão ansiosa por cada novo episódio. Tem algo aqui que funciona, mesmo com as falhas. Algo difícil de explicar, mas fácil de sentir.
Never Forget Your Enemy é, no fim, um BL muito promissor: entrega fofura, tensão, mistério e picância (muita picância).
Escorrega no final, sim — mas não o suficiente pra apagar o quanto ele consegue te envolver ao longo do caminho.
E, sinceramente? Eu gostei. Gostei muito.
Never Forget Your Enemy é um BL com um plot que, à primeira vista, não traz nada de muito novo — mas que, ainda assim, conseguiu me prender completamente. E eu digo isso sem hesitar: eu me apeguei. Muito.
Durante a espera pelos episódios, eu sentia falta dos protagonistas de um jeito quase estranho. A química entre eles, a harmonia em cena… tudo contribuía pra essa sensação. Mas o que realmente me marcou foi como a série brinca com isso. Mesmo nos momentos mais leves, sempre existia uma tensão silenciosa, um mistério latente, algo não dito pairando no ar. Nunca dava pra relaxar de verdade — sempre havia a sensação de que um choque estava por vir.
E talvez seja justamente por isso que o final me decepcionou.
Os episódios finais parecem apressados, como se faltasse tempo pra desenvolver tudo o que foi construído antes. Algumas decisões soam pouco trabalhadas, e certas revelações não recebem o peso que prometiam. Eu esperava uma entrega mais intensa — emocionalmente e narrativamente. A série sugere um conflito mais profundo, algo mais complexo, mas, quando finalmente revela suas cartas, o impacto não acompanha essa expectativa.
Com mais tempo — talvez dois episódios a mais — isso poderia ter sido resolvido com muito mais cuidado e força.
Ainda assim, não apaga o que eu senti assistindo.
Fazia muito tempo que um dorama não me deixava tão envolvida, tão ansiosa por cada novo episódio. Tem algo aqui que funciona, mesmo com as falhas. Algo difícil de explicar, mas fácil de sentir.
Never Forget Your Enemy é, no fim, um BL muito promissor: entrega fofura, tensão, mistério e picância (muita picância).
Escorrega no final, sim — mas não o suficiente pra apagar o quanto ele consegue te envolver ao longo do caminho.
E, sinceramente? Eu gostei. Gostei muito.
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