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Escorregou no final
Knock Out é uma série que, de início, parecia ter um grande potencial.Os primeiros episódios nos apresentam a suposta trama do BL e conseguem ser realmente interessantes; o problema está na velocidade com que a série desenvolve e resolve esses conflitos — coisa de dois ou três episódios depois. Principalmente o conflito entre Thun e Typhoon, que poderia ter sido muito mais explorado.
Por mais clichês que fossem, esses problemas moldaram minhas expectativas para a série. No fim, recebi algo completamente diferente.
Outra coisa: a cada episódio, a situação merda em que os personagens estavam envolvidos só piorava. Chegou um momento em que eu simplesmente taquei o foda-sekkkk. Há um tempo percebi que isso é recorrente em séries originais da iQIYI/WeTV: um padrão massante de criar problema atrás de problema, em que qualquer mísera esperança de solução é destruída minutos depois (vale lembrar que é só minha opinião, eu detesto séries assim).
Claro que existem exceções que seguem esse mesmo esquema, mas ainda assim conseguem compensar em outros aspectos, como Jack & Joker e Top Form.
Knock Out tenta trazer alguma crítica ao mundo do boxe… ou sei lá, porque eu honestamente não entendi nada. Do nada a série faz a gente odiar um personagem e, quando surge o arco de redenção, espera que a gente acolha ele como antes. De verdade: senti MUITO ódio do casal secundário, e olha que eu comecei gostando muito deles.
Não tenho críticas apenas ao casal secundário — muito pelo contrário. O casal principal também é meio “8 ou 80”. Mas a forma mequetrefe como desenvolveram os arcos dos personagens Ait e Win me pegou muito, principalmente considerando que o arco dos protagonistas também foi feito com uma certa preguiça.
Personagens ingênuos? Tem de rodo, ok? Não se surpreenda.
Apesar de tudo, darei 3 ★ para Knock Out. Tirando esses probleminhas, é uma série que entrega uma superprodução em quase tudo (menos no roteiro e no choro sem lágrimas). A cinematografia é ótima, as lutas são muito bem executadas, os efeitos especiais são tops, a tentativa — falha — de uma história profunda é pelo menos bem feita, e o casal principal, querendo ou não, exala química.
Sei que, pelo que falei, a série parece terrível, mas não é. Só abri meu coração e fui sincera na avaliação. Knock Out é recomendada para quem quer ver muitos homens sem camisa e tanquinhos, nhami nhami.
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Curtinho e fofinho
Esse dorama apresenta uma história bem redondinha, mesmo com apenas 8 episódios de cerca de 15 minutos cada. Ainda assim, consegue desenvolver bem a trama e aprofundar a história dos protagonistas, tudo isso acompanhado por um casal extremamente fofo.Claro, não é uma obra perfeita, mas é uma ótima escolha para maratonar em um único dia.
Ocean Likes Me transmite uma sensação muito agradável — quase como um abraço confortável. É uma minissérie leve e encantadora que definitivamente vale a pena assistir :D
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Zip zip zip
Wooju Bakery foi um caos desde o início da produção, mas depois de anos e diversos problemas, a série finalmente foi lançada!!Trazendo uma proposta completamente diferente e inovadora, a história nos apresenta um universo cheio de alienígenas 👽 zip zip zip
Logo no início, conhecemos Wooju, um garoto que sonha em continuar o legado do pai abrindo uma padaria e vendendo pãezinhos. Coincidência ou não, no dia da inauguração do estabelecimento, uma nave espacial colide com a fachada da padaria e, dela, surgem dois alienígenas: Raon, um príncipe poderoso e muito descolado (Jeff Satur 🤤), e Hachi, seu melhor amigo… ou pet?
Depois disso, muita coisa acontece — muita mesmo. Uns trinta personagens novos aparecem, temos reviravoltas, ação, mais alienígenas, máquinas destruidoras de mundos, romance, arma que apaga a memória e muito caos.
Confesso que adorei a proposta fantasiosa, porque eles realmente mergulharam de cabeça nisso e fizeram acontecer. Investiram nas edições malucas, nos atores, na produção — tudo é muito bonito visualmente. Também foi muito interessante acompanhar uma série com três idiomas diferentes — ou quatro, se contarmos a legenda em português KKK.
No fim, talvez tentar colocar tantas coisas tenha sido justamente o maior problema de Wooju Bakery. A série não tem tempo para desenvolver os próprios protagonistas, o que é engraçado, já que em certo momento eles parecem virar personagens secundários. São muitos casais, muitas histórias e muitos personagens para apenas 8 episódios curtinhos.
O drama é apressado e confuso, mas extremamente divertido. Mesmo sem conhecer os JeffBarcode, eu definitivamente assistiria.
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Não é um BL.
Oh meu deus! Um pôster com um casal homoafetivo e uma criança, que família feliz!Não caiam nessa. Isso é quase um clickbait emocional!!!
Oishii Rikon Todokemasu (ou I’ll Deliver a Delicious Divorce) é uma série muito mais pesada do que aparenta. Eu esperei todos os episódios serem lançados achando que seria algo leve, aconchegante e cheio de momentos fofos. Mas levei uma facada 😭
A sinopse não entrega muita coisa, mas o primeiro episódio já te mostra o tom da série inteira. Foi vendido como um BL, mas se você procura romance, não vai encontrar. O casal principal — o advogado Otokita Hajime e o detetive Iseya Kai — é de fato um casal homoafetivo confirmado. Em vários momentos a narrativa deixa claro que eles trabalham com divórcios justamente porque, como dois homens, não podem se casar legalmente no Japão.
O problema é que, apesar dessa confirmação, a série não desenvolve a relação deles de forma íntima. Não há demonstrações de afeto, nem mesmo algo simples como um abraço ou um toque mais significativo. O máximo que vemos é a rotina entre dois parceiros, onde um deles acaba assumindo quase o papel simbólico de “dona de casa”. Não é porque estão seguindo alguma obra original — simplesmente parece uma escolha da própria série, que opta por manter a relação deles mais sugerida do que mostrada. E isso acaba sendo frustrante quando você espera ver um casal de fato, e não apenas uma parceria silenciosa.
A parte da “família” com a Anna é realmente muito boa, mas é apenas um breve alívio dentro de uma série que, na maior parte do tempo, é densa.
Deixando isso de lado, os casos trabalhados na série são interessantes, tristes e, infelizmente, muito próximos da realidade de muitas pessoas. Um dos que mais me marcou foi o das mulheres que estavam juntas há dez anos — um caso que expõe, de forma dolorosa, como a sociedade pode ser cruel, injusta e completamente indiferente à vida das pessoas.
Enfim, minha conclusão: Oishii Rikon não é um BL romântico, é um drama sobre relacionamentos quebrados, expectativas sociais e a dureza da vida adulta. Vale pela reflexão, pela estrutura dos casos e pela crítica social, mas não pelo romance que o marketing te faz acreditar que existe.
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Perdeu um grande potemcial
"Não importa o que sua memória guarda. Eu te amarei no passado, no presente e no futuro."Eu tenho sentimentos mistos em relação a Melody of Secrets, até porque eu gosto muito dos ForceBook. Afinal, foram eles que me trouxeram para o mundo dos BLs live action com Enchanté. Acompanhei o lançamento de A Boss and a Babe e esperei ansiosamente por Melody of Secrets desde o dia da estreia, em 05/12/25.
E sim, pasmem: eu só consegui terminar essa série agora, seis meses depois.
Não posso dizer que fiquei decepcionada — mais uma vez — com um drama dos ForceBook, mas fiquei extremamente triste. Dessa vez, a série praticamente não teve marketing e, como consequência, também não teve público. E eu poderia dizer “poxa, a série merecia mais reconhecimento”, mas sinceramente acho que isso seria muito mais pelos atores do que pela trama em si.
Nos primeiros episódios, eu realmente estava imersa naquele universo, intrigada pelo mistério e completamente curiosa para descobrir mais sobre a história. Infelizmente, todo esse mistério é quebrado rápido demais, sem deixar uma base sólida para sustentar o interesse de quem continua assistindo.
A série fica vivendo apenas da promessa de que “o mistério ainda não está completo”, mas demora tanto para entregar algo realmente impactante que acaba cansando.
Confesso que o plot do oitavo episódio realmente me surpreendeu, mas o que é uma lasquinha de ouro no meio de um quilo de areia?
No final, eu só queria terminar essa história maçante e lamentar pela bomba que a GMMTV entregou pros meus ForceBook mais uma vez.
E isso me frustra ainda mais porque Melody of Secrets tinha potencial de sobra. A série mistura mistério, assassinato, desconfiança constante, romance e até tenta criar momentos de tensão psicológica. Os ingredientes estavam todos ali. Mas nada parece realmente desenvolvido até o fim. É como assistir algo que poderia ter sido incrível, mas que escolheu permanecer raso. Não é uma série ruim — ela simplesmente não consegue se sustentar.
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School Trip: Joined a Group I’m Not Close To
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Clichê interessante
Um clichêzão, né. Quem me conhece sabe que eu detesto clichês, então já comecei esse BL com um pé atrás. Ainda assim, estavam falando tão bem — mas tão bem — que acabei cedendo e assisti.E, sinceramente, como era de se esperar, não achei nada demais. A série é boa, divertida e daquele tipo que te faz surtar junto com o protagonista por coisas bobas ou fofas.
O Japão raramente erra nesse estilo, e aqui não foi diferente.
O casal é fofo e tem química, e a construção da relação entre eles é bem feita. A produção também merece elogios: a série é visualmente bonita e bastante caprichada.
O problema, pra mim, é que ela não conseguiu me fisgar justamente por ser algo que eu não curto muito: histórias que reciclam fórmulas e clichês já bem conhecidos.
Dito isso, se você gosta de romances previsíveis e confortáveis, *título gigantesco* com certeza é pra você 🫵
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Gracinha
Me and Who foi definitivamente algo. Mais uma vez, eu me surpreendi com a forma como a trama se desenrolou. Ao ler a sinopse, eu já tinha uma ideia do que estaria por vir — só não esperava uma verdadeira bomba de açúcar de tão doce que esse boys love é.Uma das mensagens mais bonitas que essa obra transmite é a transformação que o amor permite: quando você ama, também ganha o apoio da pessoa amada e, com isso, se torna quase inabalável.
Confesso que precisei me arrastar nos episódios finais para conseguir terminar a série, mas enfim… a conclusão veio 😭
Quero dar um destaque especial ao casal secundário porque, mds — eles são uma fofura! :((💗
No fim, Me and Who não é nada grandioso ou mirabolante. Ele se apresenta com um enredo simples, que se mantém do começo ao fim. Fofo, confortável e muito tranquilo.
Sinceramente, é uma ótima obra para assistir devagarinho. Mas como eu me conheço, sei que se começasse outra ao mesmo tempo, acabaria dropando, rs.
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Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss!
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Ótimo para passar o tempo
Omg! Eu estava à procura de um drama leve e divertido e acabei caindo nesse aqui. Foi uma surpresa enorme, porque ele é exatamente o que eu estava querendo assistir ^^A história não tenta ser mirabolante ou super original, mas funciona porque é charmosa, divertida e — acima de tudo — muito fofa.
Eu costumo dividir dramas japoneses em duas categorias:
1. os que parecem live actions de anime, com personagens exagerados e situações super caricatas
2. e os que seguem uma linha mais séria e madura.
Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss definitivamente se encaixa na primeira opção. No começo, isso me incomodou um pouco, porque geralmente esse tipo de drama cai naquele estereótipo clássico: o bottom fofíssimo, virginal e nervoso com qualquer contato físico; e o top/seme com aquela vibe responsável, calma e adultona.
Sinceramente, é o único ponto que me pegou. No fim das contas, acabei gostando pra caramba mesmo assim.
O que me conquistou de verdade foi ver o Kota (Fukuhara) entendendo que o Shinomiya não é perfeito — mesmo com toda a sorte que carrega — e o Shinomiya percebendo que nem todos os sorrisos do Kota eram tão sinceros quanto pareciam. Aos poucos, eles vão aprendendo quem o outro realmente é.
No final, é um drama boys love simples, completinho e ótimo para passar o tempo. Cumpre tudo o que promete e entrega exatamente o tipo de conforto que eu estava buscando.
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Melhor drama de IDOL
Bem, é um boys love da Coréia que tenta adaptar um manhwa também da Coréia. A diferença é que os mangás coreanos costumam não temer a censura, enquanto os live actions fazem de TUDO mas não se arriscam a petiscar mais do que um beijo (muitas vezes nos contentamos apenas com um selinho).Isso quebra bastante a imersão de quem já havia lido o manhwa e esperava algo mais (meu caso). Porém, para aqueles que buscam uma série de romance em que um dos prontas é um idol, isso é INCRÍVEL.
Mesmo se distanciando parcialmente da obra original, My Bias is Showing é um seriado bem bom. É uma série que adapta bem os personagens e faz a história acontecer sem muita pressa.
O casal principal entrega fofura atrás de fofura, enquanto o casal secundário dá raiva e mais raiva. Enfim, acaba tudo bem!
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MUITO cozy
A capa de Love in Translation foi uma das primeiras capas de BL que eu vi na vida. Eu queria assistir essa série fazia tempo, mas sempre acabava adiando. Até que um dia criei coragem, dei o play e… uau. Que surpresa.Foi aqui que eu finalmente conheci os famosos DaouOffroad!!!!!!
Eu tinha expectativas para Love in Translation, mas não imaginava que a história seguiria por caminhos tão diferentes do que eu esperava no início. A trama começa simples, quase cotidiana, mas aos poucos vai se expandindo, trazendo novas situações e conflitos que mantêm o interesse, mesmo quando a narrativa fica um pouco confusa em certos momentos.
A história acompanha principalmente o crescimento ligado ao mercadinho (ou loja?) e às pessoas ao redor dele. Nós vemos o esforço diário, as tentativas frustradas, os erros e os acertos, e como tudo isso vai moldando os personagens com o passar do tempo. Nada acontece de forma repentina; o progresso é gradual, e isso faz a história parecer mais real.
Phumjai e Yang são o centro de tudo. A relação deles é construída no cotidiano, em interações simples e naturais, e é justamente isso que sustenta a série quando o roteiro não brilha tanto. A química entre os dois protagonistas carrega a narrativa e torna fácil se apegar à história.
Nem tudo funciona perfeitamente. Alguns conflitos se arrastam mais do que o necessário, e o irmão do Phumjai é um ponto que realmente me incomodou. Ele existe para gerar tensão, mas acaba sendo mais cansativo do que interessante para a trama. Ainda assim, isso não apaga o que a série constrói de bom.
No fim, Love in Translation não tenta ser grandioso. Ele se apoia nos personagens e no caminho que eles percorrem juntos — e é exatamente isso que faz esse BL funcionar tão bem.
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Chefonas divas
“Para você, talvez eu tenha sido uma inimiga. Mas, para mim, você sempre foi a única em meu coração. E talvez seja por isso que eu nunca tenha conseguido amar mais ninguém. Porque nenhuma delas era você.”Harmony Secret foi uma surpresa — ainda que, de certa forma, esperada. Enquanto eu não terminava GAP (o que já faz uns dois meses), comecei a procurar outro GL com uma proposta diferente, já que o que acabou me paralisando na outra série foi justamente a dinâmica chefe x funcionária, algo de que eu nunca fui muito fã.
No meio de várias opções, a capa de Harmony Secret imediatamente me chamou atenção. Ela transmitia a sensação de um GL mais maduro, menos “good vibes” e muito mais intenso emocionalmente. Mesmo assim, me apaixonei pela proposta de chefona x chefinha. Romance de escritório normalmente não funciona comigo, mas HS conseguiu me prender com facilidade. E a maior surpresa foi perceber que a relação entre as protagonistas era muito mais conturbada do que eu esperava — algo que permanece do início ao fim da série.
Enfim, sem mais delongas.
Aiwarin e Maevika são duas herdeiras extremamente confiantes — talvez até arrogantes — que se reencontram depois de anos marcados por uma falsa intriga. Agora mais velhas e maduras, elas voltam a se enfrentar, disputando o lance mais alto enquanto lideram as empresas de suas famílias e carregam uma responsabilidade enorme sobre os ombros.
Maevika está determinada a conquistar o respeito dos executivos mais velhos da sua empresa e provar que merece ocupar o posto de próxima líder. Já Aiwarin, mais experiente nesse mercado, tenta desesperadamente conquistar o reconhecimento do próprio pai. Assim, as duas entram em uma guerra silenciosa, jogando sujo uma com a outra sempre que necessário. Mas, no meio desse caos corporativo, nasce um sentimento inesperado — principalmente da parte da Mae.
Por mais que Harmony Secret não seja a série mais confortável do mundo, ela trabalha seus conflitos de uma maneira extremamente humana e madura. Isso fica evidente na relação entre as protagonistas, que constantemente precisam lidar com consequências causadas tanto pelo mundo ao redor quanto por elas mesmas.
E acho que é justamente isso que faz Aiwarin e Maevika funcionarem tão bem juntas. As duas possuem personalidades fortes, orgulhos enormes e formas completamente diferentes de lidar com seus sentimentos, mas, ainda assim, existe uma conexão muito sincera entre elas. A química das atrizes funciona em praticamente todas as cenas — desde os momentos de tensão até os mais vulneráveis — e isso torna impossível não se envolver emocionalmente com o relacionamento delas. Aiwarin pode até ser a lésbica emocionada, enquanto Maevika assume perfeitamente o papel da bissexual confusa, mas existe algo genuinamente bonito na forma como elas se entendem e se apoiam, principalmente como mulheres ocupando espaços tão difíceis.
No meio de todo o caos, as secretárias também brilham como casal secundário. E cara… como não falar delas? Que química absurda.
Também não consigo falar desse drama sem citar Yam, a secretária da Aiwarin, que carrega um dos backstories mais interessantes da série inteira. Sinceramente, eu adoraria ter visto ainda mais dela.
Eu assisti poucos girls love na vida, então talvez não tenha repertório suficiente para apontar grandes defeitos ou fazer uma crítica extremamente técnica. Ainda assim, como uma obra completa — com começo, meio e fim bem definidos — Harmony Secret consegue se destacar muito. A produção é excelente em praticamente todos os aspectos: figurinos, cenários, fotografia, direção e até o uso do áudio ajudam a construir toda a atmosfera intensa da série.
Claro, digo isso como alguém completamente leiga nesse assunto. Talvez o que funcionou perfeitamente para mim não funcione para outras pessoas — e tudo bem. No fim, acho que Harmony Secret me conquistou justamente por não tentar ser leve o tempo inteiro. A série abraça o caos emocional das protagonistas sem medo, e isso faz com que cada conflito, cada reconciliação e cada momento de vulnerabilidade pareçam muito mais reais.
PS: a música de abertura dessa série é ABSURDAMENTE viciante, sério.
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Muito fofo, porém vergonhoso
“Eu decidi amar ele e não tenho intenção de parar.”Duang With You foi, sem dúvida, o boys love mais vergonha alheia que eu já assisti na vida.
Enquanto via, sentia vontade de tacar o celular na parede e simplesmente desaparecer de vergonha. Em vários momentos, pensei seriamente em dropar a série — mas não fiz.
A dinâmica de golden retriever e gato preto é extremamente comum em diversas obras — basicamente o clássico casal sol e lua. Em Duang With You, ela também está presente, mas de uma forma exagerada demais, principalmente por parte do Duang. Não é uma dinâmica nova, a história não é inovadora, muito menos o enredo ou os plots. Ainda assim, de alguma forma inexplicável, a série te prende.
Talvez seja pela química dos atores, pela leveza de vários episódios ou pelos arcos dos personagens… sinceramente, não sei dizer ao certo. Mas eu gostei — gostei de verdade.
E, sendo bem honesta, o personagem mais interessante de toda a obra é o Qinn. Ele carrega um passado extremamente pesado, com uma história profunda e um trauma que ainda impacta seu presente. Acabou se tornando meu favorito e, facilmente, um dos principais motivos para continuar assistindo até o final.
Agora, saindo um pouco do casal principal… o que foi aquele casal secundário? A química entre Jettana e Marvis é absurda. E aquele final? Sério, o que foi aquilo? Como espectadora, eu esperava algum tipo de fechamento ou virada significativa, mas não aconteceu nada. Foi frustrante demais — eles simplesmente continuam na mesma e é isso, né? kkk
Enfim, finalizando: Duang With You é uma boa série. Divertida, leve na maior parte do tempo, com alguns momentos mais intensos aqui e ali. Eu entendo perfeitamente quem não gostou — a personalidade do protagonista já afasta muita gente logo de cara — mas, com um pouco de paciência, dá pra ir até o fim.
E, sinceramente? Eu preciso de uma nova série só do casal secundário.
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Linda série
“E então, que você dissipe a minha escuridão e a preencha com uma nova luz — assim como a alvorada sempre faz.”Never Forget Your Enemy é um BL com um plot que, à primeira vista, não traz nada de muito novo — mas que, ainda assim, conseguiu me prender completamente. E eu digo isso sem hesitar: eu me apeguei. Muito.
Durante a espera pelos episódios, eu sentia falta dos protagonistas de um jeito quase estranho. A química entre eles, a harmonia em cena… tudo contribuía pra essa sensação. Mas o que realmente me marcou foi como a série brinca com isso. Mesmo nos momentos mais leves, sempre existia uma tensão silenciosa, um mistério latente, algo não dito pairando no ar. Nunca dava pra relaxar de verdade — sempre havia a sensação de que um choque estava por vir.
E talvez seja justamente por isso que o final me decepcionou.
Os episódios finais parecem apressados, como se faltasse tempo pra desenvolver tudo o que foi construído antes. Algumas decisões soam pouco trabalhadas, e certas revelações não recebem o peso que prometiam. Eu esperava uma entrega mais intensa — emocionalmente e narrativamente. A série sugere um conflito mais profundo, algo mais complexo, mas, quando finalmente revela suas cartas, o impacto não acompanha essa expectativa.
Com mais tempo — talvez dois episódios a mais — isso poderia ter sido resolvido com muito mais cuidado e força.
Ainda assim, não apaga o que eu senti assistindo.
Fazia muito tempo que um dorama não me deixava tão envolvida, tão ansiosa por cada novo episódio. Tem algo aqui que funciona, mesmo com as falhas. Algo difícil de explicar, mas fácil de sentir.
Never Forget Your Enemy é, no fim, um BL muito promissor: entrega fofura, tensão, mistério e picância (muita picância).
Escorrega no final, sim — mas não o suficiente pra apagar o quanto ele consegue te envolver ao longo do caminho.
E, sinceramente? Eu gostei. Gostei muito.
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Obra-prima japonesa
10 Dance foi um filme muito aguardado por mim — e por uma pá de gente — e carregado de expectativas. Não consigo resumir essa obra em outra frase que não seja: um verdadeiro tutorial de como engolir o básico e o genérico para nos entregar, com destreza, algo original, belo e esplêndido.Nesse filme, conhecemos dois Shinya e a complexidade de sua relação. Enquanto, no início, Suzuki Shinya sente ódio, repúdio e talvez até inveja do outro, Sugiki Shinya, ao observá-lo, enxerga um potencial enorme, escondido em cada gesto e movimento.
A forma como Suzuki vai se entregando a Sugiki poderia, sim, ter sido melhor distribuída ao longo do filme, e não concentrada nos primeiros 30 minutos. Com o passar do tempo, fica subentendido que ele já se sentia atraído por Sugiki desde o início, mas resistia em aceitar isso. Ainda assim, cai rapidamente nos encantos do parceiro de aula e logo se vê extasiado, apaixonado demais. Em contrapartida, Sugiki — que no começo se mostrava mais interessado — constrói uma parede entre eles, apresentada de maneira mais profunda e complexa.
Mais do que subentendido, o que vemos ali é paixão em estado puro. Eles dançam apaixonados. Dançam os dez estilos que ensaiaram juntos por meses, fazendo da relação o verdadeiro eixo do filme. São aplaudidos — mas não o suficiente. Os Shinyas mereciam muito mais do que aplausos.
A tensão entre os dois homens é palpável e indiscreta. Eles se rendem a ela e, a partir daí, tornam-se um só. Desde a cena do metrô, já não há separação: existe conexão. Cada beijo, cada dança e cada toque revelam uma paixão sincera, finalmente reconhecida por Sugiki no final da trama.
Eu me entreguei completamente enquanto assistia. Fiquei fisgada de um jeito raro, sem conseguir desviar os olhos. A cinematografia é belíssima, a dublagem em português é espetacular, e os figurinos, as danças e as atuações são entregues com precisão. A química entre os atores é evidente em todas as cenas em conjunto. Os personagens são carismáticos e cheios de personalidade, cada um em seu próprio mundo — e, quem diria, esses mundos colidem.
Minha única crítica fica no desenvolvimento individual da relação. O filme sabe mostrar o desejo, mas hesita em aprofundar o conflito interno. Vemos os dois muito juntos, porém emocionalmente separados; seus pensamentos nem sempre se encontram. O estopim da história acontece por conta dos conflitos internos de Sugiki, que são apresentados, mas apenas parcialmente explicados.
Senti falta de algo mais de Suzuki. Sabemos que ele é de Cuba, dança ritmos latinos, dorme com muitas mulheres e adora festas — mas Suzuki parece carregar histórias que o filme escolhe não contar. Não há um verdadeiro “X da questão” para ele. Ainda assim, essa ausência não diminui a força do filme; apenas evidencia o quanto seria interessante explorá-lo melhor em uma possível continuação.
Sem mais delongas, 10 Dance entende o amor como movimento: quando para de dançar, perde o ritmo — mas enquanto dança, é impossível desviar o olhar.
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UM DOS MELHORES DE 2025
Me recomendaram "Reset" no twitter, eu quis dar uma chance pois falaram que a série era MUITO boa e concorreria facilmente como o melhor boys love do ano.De verdade, quem sou eu para discordar??
Reset é uma obra prima, o visual é tão fantástico! As atuações não deixam a desejar, também. A história chega a ser repetitiva em um momento, o que dá raiva, mas foda-se, isso é muito bom para eu simplesmente abaixar a nota.
O romance dos protagonistas já faz Reset fechar com 5 estrelas.
Thada e Armin, que química!!!! Me adotem pfvr!!
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