Zip zip zip
Wooju Bakery foi um caos desde o início da produção, mas depois de anos e diversos problemas, a série finalmente foi lançada!!
Trazendo uma proposta completamente diferente e inovadora, a história nos apresenta um universo cheio de alienígenas 👽 zip zip zip
Logo no início, conhecemos Wooju, um garoto que sonha em continuar o legado do pai abrindo uma padaria e vendendo pãezinhos. Coincidência ou não, no dia da inauguração do estabelecimento, uma nave espacial colide com a fachada da padaria e, dela, surgem dois alienígenas: Raon, um príncipe poderoso e muito descolado (Jeff Satur 🤤), e Hachi, seu melhor amigo… ou pet?
Depois disso, muita coisa acontece — muita mesmo. Uns trinta personagens novos aparecem, temos reviravoltas, ação, mais alienígenas, máquinas destruidoras de mundos, romance, arma que apaga a memória e muito caos.
Confesso que adorei a proposta fantasiosa, porque eles realmente mergulharam de cabeça nisso e fizeram acontecer. Investiram nas edições malucas, nos atores, na produção — tudo é muito bonito visualmente. Também foi muito interessante acompanhar uma série com três idiomas diferentes — ou quatro, se contarmos a legenda em português KKK.
No fim, talvez tentar colocar tantas coisas tenha sido justamente o maior problema de Wooju Bakery. A série não tem tempo para desenvolver os próprios protagonistas, o que é engraçado, já que em certo momento eles parecem virar personagens secundários. São muitos casais, muitas histórias e muitos personagens para apenas 8 episódios curtinhos.
O drama é apressado e confuso, mas extremamente divertido. Mesmo sem conhecer os JeffBarcode, eu definitivamente assistiria.
Trazendo uma proposta completamente diferente e inovadora, a história nos apresenta um universo cheio de alienígenas 👽 zip zip zip
Logo no início, conhecemos Wooju, um garoto que sonha em continuar o legado do pai abrindo uma padaria e vendendo pãezinhos. Coincidência ou não, no dia da inauguração do estabelecimento, uma nave espacial colide com a fachada da padaria e, dela, surgem dois alienígenas: Raon, um príncipe poderoso e muito descolado (Jeff Satur 🤤), e Hachi, seu melhor amigo… ou pet?
Depois disso, muita coisa acontece — muita mesmo. Uns trinta personagens novos aparecem, temos reviravoltas, ação, mais alienígenas, máquinas destruidoras de mundos, romance, arma que apaga a memória e muito caos.
Confesso que adorei a proposta fantasiosa, porque eles realmente mergulharam de cabeça nisso e fizeram acontecer. Investiram nas edições malucas, nos atores, na produção — tudo é muito bonito visualmente. Também foi muito interessante acompanhar uma série com três idiomas diferentes — ou quatro, se contarmos a legenda em português KKK.
No fim, talvez tentar colocar tantas coisas tenha sido justamente o maior problema de Wooju Bakery. A série não tem tempo para desenvolver os próprios protagonistas, o que é engraçado, já que em certo momento eles parecem virar personagens secundários. São muitos casais, muitas histórias e muitos personagens para apenas 8 episódios curtinhos.
O drama é apressado e confuso, mas extremamente divertido. Mesmo sem conhecer os JeffBarcode, eu definitivamente assistiria.
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