Só assiste quem gosta desse tipo de história
"Se as pessoas em uma relação não confiam uma na outra, não tem como serem felizes."
Em Only Friends: Dream On, conhecemos seis amigos que estudam na mesma faculdade: Tua, aspirante a figurinista; Dean, aspirante a ator; Rome, aspirante a DJ (eu não entendi se ele realmente estuda lá ou só aparece na faculdade de pilantragem); Raffy, aspirante a ator; Jack, aspirante a diretor; e, por fim, Arnold, aspirante a dançarino que acaba entrando para o mundo da atuação.
A história começa quando Jack resolve escalar os dois atores principais da sua mais nova peça teatral: Romeu & Romeu. A partir daí, todos os seis garotos são incluídos na produção do espetáculo, e as confusões dos bastidores acabam fazendo o próprio enredo de Romeu & Romeu parecer tranquilo.
Entre romances, amizades, desentendimentos e uma quantidade questionável de decisões ruins, os seis acabam se metendo em uma verdadeira teia de conflitos que vai muito além do teatro.
Eu realmente não gosto do conceito de Only Friends, por isso nunca me atrevi a assistir à primeira temporada e nunca vou. Odeio esse joguinho de traição, briga e reconciliação no final, como se uma pessoa que teve a capacidade de trair quem "ama" simplesmente acordasse no dia seguinte e se tornasse uma pessoa melhor: um parceiro fiel, vulgo o mínimo.
"Ah, mas então por que você assistiu, Lenoca?"
Only Friends é extremamente famoso, mas nunca me chamou atenção justamente pelos motivos que citei acima. Mesmo amando de coração os ForceBook, eu não me odeio o suficiente para me torturar assistindo essa coisa. Porém, eu estava com muitas saudades dos JossGawin (🥹), e às vezes a saudade fala mais alto.
Também pode ser que um dos motivos tenha sido justamente a mudança de abordagem que a GMMTV tomou nessa temporada em relação à anterior. Como eu sabia que eles tinham pesado menos a mão, resolvi dar uma chance.
E ainda tinha os AouBoom. Desde Enchanté e Vice Versa, tenho um carinho enorme por esse CP, então quando eles se tornaram um ship fixo eu fiquei tão feliz! Afinal, eu estava lá desde o início, hein? Quero muito assistir a uma série solo deles, mas, por enquanto, juntei o útil (matar a saudade dos JossGawin) ao agradável (rever os AouBoom nas telinhas) e ao desagradável (Only Friends).
E, no fim, foi justamente essa combinação que fez a experiência ser melhor do que eu esperava.
Only Friends continua tendo uma premissa devidamente problemática. A série gira em torno de relações nas quais confiança, comunicação e limites parecem estar sempre em segundo plano, e boa parte dos conflitos nasce justamente da incapacidade dos personagens de conversarem como pessoas minimamente funcionais.
Ao mesmo tempo, Dream On funciona melhor quando deixa de lado a ideia de que todo relacionamento precisa ser uma grande montanha-russa de traição, ciúme e reconciliação. A temporada é mais leve nesse sentido, e isso fez com que eu conseguisse assistir sem sentir que estava sendo torturada a cada episódio.
Sobre os três casais principais, eu não vou fazer uma análise individual de cada um porque, sinceramente, acabaria escrevendo uma bíblia. O que posso dizer é que tive experiências bem diferentes com eles: alguns me interessaram genuinamente, outros me fizeram questionar minhas próprias escolhas de entretenimento e houve aqueles momentos em que eu só estava ali pelos atores mesmo.
No geral, Only Friends: Dream On não me fez mudar de opinião sobre a franquia. Continuo não gostando da premissa e continuo tendo ressalvas quanto à forma como algumas situações são tratadas, mas a abordagem mais leve desta temporada tornou a experiência muito mais agradável do que eu imaginava. Talvez eu continue não sendo uma grande fã de Only Friends, mas pelo menos agora posso dizer que Dream On conseguiu me entregar alguns bons momentos — e, principalmente, matar a saudade dos JossGawin e AouBoom.
Em Only Friends: Dream On, conhecemos seis amigos que estudam na mesma faculdade: Tua, aspirante a figurinista; Dean, aspirante a ator; Rome, aspirante a DJ (eu não entendi se ele realmente estuda lá ou só aparece na faculdade de pilantragem); Raffy, aspirante a ator; Jack, aspirante a diretor; e, por fim, Arnold, aspirante a dançarino que acaba entrando para o mundo da atuação.
A história começa quando Jack resolve escalar os dois atores principais da sua mais nova peça teatral: Romeu & Romeu. A partir daí, todos os seis garotos são incluídos na produção do espetáculo, e as confusões dos bastidores acabam fazendo o próprio enredo de Romeu & Romeu parecer tranquilo.
Entre romances, amizades, desentendimentos e uma quantidade questionável de decisões ruins, os seis acabam se metendo em uma verdadeira teia de conflitos que vai muito além do teatro.
Eu realmente não gosto do conceito de Only Friends, por isso nunca me atrevi a assistir à primeira temporada e nunca vou. Odeio esse joguinho de traição, briga e reconciliação no final, como se uma pessoa que teve a capacidade de trair quem "ama" simplesmente acordasse no dia seguinte e se tornasse uma pessoa melhor: um parceiro fiel, vulgo o mínimo.
"Ah, mas então por que você assistiu, Lenoca?"
Only Friends é extremamente famoso, mas nunca me chamou atenção justamente pelos motivos que citei acima. Mesmo amando de coração os ForceBook, eu não me odeio o suficiente para me torturar assistindo essa coisa. Porém, eu estava com muitas saudades dos JossGawin (🥹), e às vezes a saudade fala mais alto.
Também pode ser que um dos motivos tenha sido justamente a mudança de abordagem que a GMMTV tomou nessa temporada em relação à anterior. Como eu sabia que eles tinham pesado menos a mão, resolvi dar uma chance.
E ainda tinha os AouBoom. Desde Enchanté e Vice Versa, tenho um carinho enorme por esse CP, então quando eles se tornaram um ship fixo eu fiquei tão feliz! Afinal, eu estava lá desde o início, hein? Quero muito assistir a uma série solo deles, mas, por enquanto, juntei o útil (matar a saudade dos JossGawin) ao agradável (rever os AouBoom nas telinhas) e ao desagradável (Only Friends).
E, no fim, foi justamente essa combinação que fez a experiência ser melhor do que eu esperava.
Only Friends continua tendo uma premissa devidamente problemática. A série gira em torno de relações nas quais confiança, comunicação e limites parecem estar sempre em segundo plano, e boa parte dos conflitos nasce justamente da incapacidade dos personagens de conversarem como pessoas minimamente funcionais.
Ao mesmo tempo, Dream On funciona melhor quando deixa de lado a ideia de que todo relacionamento precisa ser uma grande montanha-russa de traição, ciúme e reconciliação. A temporada é mais leve nesse sentido, e isso fez com que eu conseguisse assistir sem sentir que estava sendo torturada a cada episódio.
Sobre os três casais principais, eu não vou fazer uma análise individual de cada um porque, sinceramente, acabaria escrevendo uma bíblia. O que posso dizer é que tive experiências bem diferentes com eles: alguns me interessaram genuinamente, outros me fizeram questionar minhas próprias escolhas de entretenimento e houve aqueles momentos em que eu só estava ali pelos atores mesmo.
No geral, Only Friends: Dream On não me fez mudar de opinião sobre a franquia. Continuo não gostando da premissa e continuo tendo ressalvas quanto à forma como algumas situações são tratadas, mas a abordagem mais leve desta temporada tornou a experiência muito mais agradável do que eu imaginava. Talvez eu continue não sendo uma grande fã de Only Friends, mas pelo menos agora posso dizer que Dream On conseguiu me entregar alguns bons momentos — e, principalmente, matar a saudade dos JossGawin e AouBoom.
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