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Marry My Husband
Quando comecei Marry My Husband, não imaginei que ao terminar, ficaria obcecada e pensando na história por dias. A trama aborda vingança, reencarnação e a busca por justiça de forma muito envolvente. As atuações são impecáveis e os personagens complexos, mas encantadores.Eu adoro a construção da personagem feminina. Ji-won, antes uma mulher doce, inocente e ingênua, se transforma em alguém completamente diferente: ela tem força e busca a vingança e justiça de forma determinada. Apesar disso, lida com dilemas emocionais. Acho tão realista como deram ênfase para a humanidade dela, pois ao me reparar com o plot de uma nova chance, esperava que ela fosse a óbvia personagem vingativa e com sangue nos olhos, mas me surpreendi ao ver um lado fragilizado da personagem, lidando com a culpa, a raiva e a busca pela paz interior. Seus traumas a marcam na nova vida, mas ela deseja ser feliz apesar de tudo - isso juntamente com a vingança que ela busca, é um equilíbrio perfeito!
Temos também um personagem importante para a trama que surge com mais ênfase depois da viagem no tempo: Yoo Ji-hyuk, o chefe de Ji-won que passa a ser uma figura de apoio para ela em sua jornada. Ele também carrega suas próprias bagagens emocionais, o que o torna um personagem com várias camadas, e possui um plot que eu não esperava ou imaginava na história.
O grande trunfo de Marry My Husband são as suas reviravoltas. Cada episódio é mais interessante que o outro, e eu realmente esqueci que tinha vida enquanto assistia! Simplesmente foi um dos melhores K-dramas do gênero vingança que já vi.
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When I Fly Towards You
Um belo dia, resolvi dar uma chance para assistir um C-drama pela primeira vez e When I Fly Towards You foi a minha escolha. Desde então, ele sempre vai ter um lugar muito especial no meu coração! Ele me trouxe uma sensação de nostalgia da adolescência e dos tempos de escola muito especial. Durante todo a história, todos os amigos passam pelo primeiro, segundo, terceiro ano… eis que chega a faculdade e vem aquele apertozinho no peito pois é ali que todos percebem que nada mais será como antes. Mas as memórias sobrevivem e elas são intocáveis.O casal principal é especial e o vínculo ali é forte. Ambos crescem juntos a cada ano que passa, amadurecem e se tornam cada vez mais parceiros, e a relação não se abala, mas se fortalece com as dificuldades. O casal coadjuvante também tem seu valor e todos os personagens individualmente são excelentes. Ao final, é muito bonito olhar para trás e ver a jornada de todos desde o início que aquele grupinho foi se formando, no primeiro ano até o momento presente, onde já são adultos e têm suas carreiras. A juventude é uma dádiva, e eles viveram ela intensamente e de uma forma linda a ficar marcada para sempre neles, e fica também em nós, que os acompanhamos.
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Twinkling Watermelon
Twinkling Watermelon está naquela categoria: “eu apagaria da minha memória para assistir novamente”. Ele por inteiro é precioso e especial e toca em um lugar muito especial no coração da gente.Eun-gyeol é um personagem valioso. Ele teve uma infância solitária por ser o único da família a escutar e falar, sofreu bullying e carregava uma responsabilidade grande do cuidado, até que a música chega em sua vida e o acolhe. Ha Yi-chan — o pai, é cativante ao extremo! Eu já gostava tanto dele mais velho, mas quando ocorre a viagem no tempo somos apresentados à sua versão jovem, mais nova, mais esperançosa e cheia de energia e tudo fica ainda melhor. Eu ri em tantos momentos genuinamente por conta dele e do seu jeito tão único de ser. E não só ele, mas neste momento da trama todos os personagens são especiais: a avó de Yi-chan, bisavó de Eun-gyeol é uma daquelas vózinhas que dá vontade de guardar num potinho. Cheong-Ah, a mãe de Eun-gyeol possui uma vida difícil em 1995, mas é tão fofa e seus momentos acolhem. Temos também Se-Kyung, a garota que o pai de Eun-gyeol gosta e que possui uma ligação desconhecida com Eun-gyeol. O dono da loja. Os garotos da banda…. Todos são personagens especiais! Ri e chorei do começo ao fim. Amei a trilha sonora e como a música é um personagem também. Cada cena da banda tocando fez com que eu torcesse tanto para que eles pudessem alcançar o sucesso. A viagem no tempo não é uma temática que gosto muito em K-dramas, mas nesse ela tem tanto propósito e ao final vemos que valeu a pena - pois Eun-gyeol vê que não pôde evitar algumas coisas de acontecerem mas outras, ele mudou para melhor — além de também ter visto seus pais com outros olhos, olhos mais empáticos e curou feridas que existiam. Ele precisava entender o passado para reconciliar sua própria identidade.
Achei o final da trama um pouco acelerado e gostaria de ter visto mais alguns desenvolvimentos que acho que faltaram. Algumas lacunas ficaram abertas. Mesmo assim, Twinkling Watermelon ensinou tanto a mim e despertou sentimentos únicos.
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Welcome To Samdalri
Eu gosto muito de histórias que se passam em Jeju, e Welcome To Samdalri é uma dessas histórias que trazem um sentimento de aconchego tremendo. Gosto muito dos personagens dessa história. Sam-dal, de início, pareceu distante e arrogante para mim, como alguém que “subiu na vida” e esqueceu de onde veio. Mas a narrativa se encarrega de desconstruir essa ideia com muita sutileza: a vida na cidade grande cobrou demais, e essa cobrança a tornou ríspida e dura. Com o tempo, fui percebendo que ela tinha essa vulnerabilidade e a nossa conexão passou a existir. Seu amadurecimento na história me tocou muito e me deixou muito contente. A relação com Yong-pil é muito preciosa. Ele já é precioso por si só: sempre prestativo, amoroso, cuidadoso, valoriza a comunidade local, cuida da cidade e das pessoas… e eles têm um passado. Não é só uma história de amor, mas uma ligação daquelas que se formam quando duas pessoas crescem juntas. A forma como o amor deles se reconstrói com calma, presença e sem pressa é o ponto alto do drama para mim.Outros personagens da trama também são especiais: os amigos são elementos importantes na vida de Sam-dal e as irmãs são o porto seguro dela. Gosto tanto da irmã mais nova de Sam-dal, uma mãe solo forte e resiliente, e como são fofas as cenas com sua filha e o desenvolvimento de uma nova relação com o pesquisador de golfinhos! A irmã mais velha, por sua vez, é a que menos me encantou, mas reconheço que ambas trazem camadas preciosas pra história, reforçando como os laços familiares são essenciais. Os pais das irmãs são personagens incríveis também! A mãe é uma que, no início, parece apenas submissa ou conciliadora. Mas aos poucos vamos percebendo o peso que ela carrega em silêncio.
O drama todo é recheado de pequenas cenas que não são sobre reviravoltas dramáticas, mas sobre pessoas reais, com dores reais, tentando encontrar um caminho para o afeto em meio às perdas. Ao final, refleti sobre como é bom demais ter um lar para voltar, quando se precisa descansar, recomeçar e ressignificar as coisas e a vida. Voltar para casa pode não é um retrocesso, mas uma chance de recomeçar com mais maturidade, mais consciência e mais compaixão. Obrigada, Welcome To Samdalri, por ter me lembrado disso!
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Would You Like A Cup Of Coffee
Uma história aconchegante. A fotografia e o cenário de Would You Like A Cup Of Coffee são a melhor parte dele, pois toda a harmonia construída traz um sentimento de delicadeza que aquece o coração como um café quentinho! A trama se desenvolve bem e em muitos momentos senti que estava ali, dentro do café, rodeada pelos personagens e seus dilemas pessoais. Apesar disso, não gostei de alguns dos desdobramentos da história e acho que poderia ter tido algo a mais para complementar ela ao final do drama. Mesmo assim, vale a pena assistir em um dia ruim.Was this review helpful to you?

