Perfect Marriage Revenge
Perfect Marriage Revenge é envolvente, e mesmo não curtindo tanto o gênero de vingança ele me prendeu e me fez maratonar. Gosto muito do desenvolvimento e crescimento rápido da protagonista. Outrora ingênua, inocente e facilmente manipulada, Yi Joo muda da água pro vinho adota uma postura mais confiante e vingativa. Ao marcar o primeiro encontro com Do Guk para evitar que ele se case com sua irmã, ela já aposta em atitudes mais assertivas e o pede em casamento. Do Guk naturalmente já tem uma personalidade assim, e de imediato ambos se unem e se aproximam, iniciando não só a vingança que Yi Joo deseja como também uma atração um pelo outro. É a partir daí que a história cresce cada vez mais e os plots vão surgindo. O romance não apaga o brilho do drama, da vingança e do desenrolar das resoluções e descobertas acerca dos planos das pessoas que tentam derrubar o casal, e vice versa.Was this review helpful to you?
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As Beautiful As You
Gostei bastante, apesar de alguns tropeços!Ji Xing é uma mulher inspiradora, determinada, sonhadora, apaixonada e bondosa, e dá para ver como ela amadurece na história. Han Ting demorou muito para me conquistar, mas acabei finalizando a série gostando dele. Ele tinha uma personalidade difícil, mas era solitário desde criança. Um profissional admirável, mas tinha muito o que trabalhar no lado pessoal e na forma de se relacionar. Acho que ele acabou, por fim, aprendendo aos poucos a olhar mais para o mundo e menos para si. Os dois formaram um par muito bonito!
Infelizmente em diversos pontos senti incômodo ou não gostei do desenvolvimento, seja este o do casal, das atitudes de Han Ting, ou dos próprios dilemas individuais da protagonista. Além disso, achei as histórias/relacionamentos dos coadjuvantes chatas e que o final poderia ter sido menos apressado. A história prende e desenvolve de uma forma ótima, mas as pequenas frustrações que fui tendo com os desenrolares impediu que ela fosse algo maior pra mim. Futuramente quero reassistir! Vai ver eu veja com outros olhos…
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Summer Strike
Pedir demissão, largar tudo e ir pro litoral recomeçar a vida: quem nunca quis fazer isso? Eu já quis um milhão de vezes… E é exatamente o que Yeo Reum decide fazer em Summer Strike. Exausta de tudo, ela pede demissão e se muda para uma pequena vila litorânea. Na nova cidade, ela conhece An Dae Beom, um bibliotecário introspectivo. A partir disso, não é difícil esperar um romance como foco na trama, certo? Mas na verdade, a história caminho para outro lado, e se transforma em um suspense e mistério, onde a personagem precisa desvendar um tantão de coisas. É aí que eu percebi que não se tratava de um K-drama de romance fofo, aconchegante, em um cenário no meio dos livros da biblioteca ou no mar... e veio a decepção. As perguntas anteriores viraram “Quem matou?”, “Quem é o assassino?”, e sinceramente… não curto muito esses enredos.Acho que talvez, pelas minhas expectativas não atendidas, achei a história cansativa e o casal sem química pela falta de desenvolvimento. Não me culpo por essas expectativas pois acho que a sinopse e até as fotos promocionais enganam, e a gente pensa automaticamente que a história se trata de algo que, no fim, fica tão em segundo plano… mesmo assim segui acompanhando até o final e ela tem alguns lados positivos: as reflexões acerca da vida e dos traumas do passado são muito boas, alguns reviravoltas prendem e alguns personagens são muito especiais. Mas, no geral, achei Summer Strike um pouco decepcionante por não entregar o que promete e não ter uma personalidade: é romance? É suspense? É mistério? Ninguém sabe ao certo o que quiseram transmitir.
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Once Upon a Small Town
Once Upon a Small Town até que vale a pena pelos pequenos momentos cotidianos: os atendimento aos animais, os encontros, os passeios, os momentos em que os personagens interagem são bons e aconchegantes. Mas de resto, o desenvolvimento é bastante lento e por vezes, maçante. O romance é bom, mas sem química. Os conflitos não convencem, e o mistério do passado entre os protagonistas é explorado de forma meio morosa.Ji-yul, em minha opinião, não é um personagem marcante, mesmo sendo protagonista. Não há nada de errado com ele, no geral. Seu comportamento rabugento no início é compreensível, já que a vida no interior é diferente da que ele costumava ter na cidade. O problema é que ele possui uma personalidade contida e é reservado, mesmo para o espectador, então ele simplesmente existe ali na história, sem grandes camadas ou momentos que o tornem memorável. Ja-young, por sua vez, consegue cativar. Ela é carismática e possui ânimo, mesmo que no início da trama, achava um pouco exagerado e até chato o excesso de entusiasmo e seu comportamento sempre energético. Os moradores da vila/personagens coadjuvantes são ótimos e ajudam a criar aquele clima leve, mas a história não se aprofunda muito neles.
Once Upon a Small Town foi, para mim, como um dia no interior: calmo, leve, com aquele ar aconchegante — mas que, ao final, deixa a sensação de que faltou um pouquinho de sol para aquecer. Mesmo assim, não foi uma grande perda de tempo e valeu a pena conhecer mais uma história da vida interiorana com personagens amáveis que sempre desperta aquela vontade de voltar pra casa.
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Destined With You
Quando li a sinopse de Destined With You e assisti aos episódios iniciais, achei que a trama abordaria a história de um advogado que foi amaldiçoado e uma funcionária pública com um livro que era a chave para quebrar um feitiço. O começo da história entrega bem essa promessa: temos rituais em noites de lua cheia, maldições hereditárias, um livro selado por séculos e até um toque sombrio que sugere algo mais profundo. Mas ao longo dos episódios, a trama parece perder o fio da própria proposta. O elemento sobrenatural, tão central no início, some sem grandes explicações e a história passa a focar em um triângulo amoroso e memórias de vidas passadas.No fim, a mudança de tom e foco me decepcionou e impediu que eu me conectasse muito. Mesmo assim, valeu a pena conferir Destined With You, pois a química do casal principal era forte, sendo capaz de superar as falhas narrativas que eu encontrei e me fazer torcer por ambos do começo ao fim. É aquele tipo de história, por fim, em que o relacionamento principal funciona, mesmo quando a história se perde em várias direções.
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King's Affection
King's Affection foi o meu primeiro K-drama de época e essa primeira experiência foi muito positiva! O romance dos protagonistas se desenvolve num terreno cheio de tensão, justamente porque Ji Woon, o protagonista masculino, acredita estar se apaixonando por outro homem, o que traz uma camada pouco comum nos dramas históricos sul coreanos, desafiando os papéis de gênero e as normas sociais da época. Nesse momento, é engraçado ver os conflitos internos dele e o personagem consegue cativar com o seu carisma. Por outro lado, Lee Hwi vive o amor de forma dolorosa. Ela precisa constantemente se lembrar que ceder aos seus sentimentos é, potencialmente, uma sentença de morte — tanto para ela quanto para Ji Woon. A tensão entre o desejo e a impossibilidade percorre praticamente toda a série e me prendeu bastante na história. A consequência disso foi uma boa química entre os dois personagens, um dos pontos mais altos da história.Apesar dos personagens cativantes, a parte política da história é bastante arrastada. Além disso, a reta final resolve algumas questões de forma um pouco apressada. Mesmo assim, gostei muito de ter King’s Affection como o meu primeiro K-drama de época e acompanhar um romance doce e memorável!
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Extraordinary You
Premissa boa, o crescimento de Dan-oh é inspirador pois ela passa de uma menina que aceita seu destino trágico para alguém que luta para ser dona da própria vida, enfrentando o autor da história e até seus próprios sentimentos e o romance dela com Haru é cativante. Mesmo assim, Extraordinary You sofre com episódios que se arrastam — sendo na minha opinião muito grande em número deles, além de conflitos que se repetem e algumas decisões dos personagens que parecem não avançar a história. Além disso, me incomodou o desfecho relacionado ao “autor” e ao mundo do manhwa, onde tudo me deu a sensação de um final e resoluções corridos e mau feitos. No geral, é uma história que encanta pela criatividade e pela força dos personagens, mas que perde pontos por um ritmo irregular e um desenvolvimento que, por vezes, não funcionou.Was this review helpful to you?
Run On
Run On me deixou dividida. Eu não odiei, mas não consegui apreciar a história como eu acho que deveria, por achei ela chata.A protagonista parece estar presa a uma visão idealizada do que o amor deveria ser, o que a torna rígida demais. Essa insegurança não evolui muito durante a história, o que a mantém em um estado estagnado. O protagonista, por sua vez, oscila entre querer um relacionamento estável e a vontade de se proteger. Ele também enfrenta uma certa pressão para corresponder a expectativas de sucesso profissional, o que dificulta ainda mais sua vulnerabilidade. A vulnerabilidade nas pessoas não é algo ruim, mas nessa história ela excessivamente exagerada, e na minha opinião quando os personagens estão sobrecarregados por tantos conflitos, e esses conflitos não são bem equilibrados nem trabalhados de forma que construam química, o efeito acaba sendo o oposto — cria distância e desconforto. Em nenhum momento senti proximidade entre eles, nem aquela conexão que nos faz torcer e nos envolver pela história.
Curiosamente, o casal secundário roubou a cena, mostrando uma dinâmica muito mais genuína e interessante. Eles tinham dilemas mais leves e uma conexão que me fizeram desejar acompanhar sua trajetória com mais atenção do que a dos protagonistas. No fim, foi fácil torcer por eles porque a relação era menos carregada e mais divertida.
Apesar das falhas no relacionamento central e da falta de química entre os protagonistas, uma coisa que me chamou atenção foi a força e a resiliência de Eun-ji. a busca dela por independência, a vontade de construir seu próprio caminho e conquistar seu espaço no mundo são um alento nessa trama. É inspirador ver uma personagem feminina que, mesmo atravessando dúvidas e medos, mantém seus sonhos vivos e luta para realizá-los.
No fim, ficou a sensação de que a história poderia ter sido muito mais, mas se perdeu na própria falta de ritmo e profundidade.
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Tomorrow
Tomorrow combina fantasia e drama para abordar temas profundos relacionados à saúde mental. Achei que a temática diferente e o desenvolvimento foi o ponto alto da história. Tomorrow não hesita em abordar assuntos sensíveis como suicídio, depressão e traumas. O foco na trama é justamente as complexidades desses temas, incentivando os espectadores a refletirem sobre a importância da empatia e do apoio mútuo.Os personagens tem dilemas pessoais, mas não são abordados como prioridade, o que para mim, foi um pouco decepcionante. Goo Ryeon, líder da equipe, possui um passado traumático. Um dos arcos mais tocantes da série é quando ela precisa lidar com os casos que espelham sua própria história. Ryoong-koo também lida com questões pessoais difíceis, carregando uma culpa consigo. Mesmo com todas as questões pessoais dos personagens, me conectei melhor com as histórias que eles atendem pois acho que o desenvolvimento pessoal e individual ficou um pouco de lado, e, quando acontecia, não era consistente. Também achei que algumas histórias foram mais tocantes e outras menos, o que causou em mim uma oscilação no envolvimento. Mesmo assim, a história tem um final emocionante e nos faz refletir sobre temáticas relacionadas à saúde mental, então vale a pena assistir!
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Joseon Marriage Agency
Joseon Marriage Agency pode até aparentar ser só mais uma história simples sobre um romance na dinastia Joseon, mas é uma verdadeira joia e merecia mais reconhecimento. Os personagens são muito bem construídos, o desenvolvimento do romance é bom e a trama acerca das questões do palácio do rei prendem bem. Gosto do final, apesar de ter demorado de fato para acontecer a união do casal principal, já que eles passaram por muitos altos e baixos. É uma daquelas histórias que madrugados assistindo e maratonamos em um dia só. Ela te prende com sua trama interessante e com o desenvolvimento impecável de todos os personagens e dilemasWas this review helpful to you?
Love Scout
Acho que tudo o que eu precisava no momento era um K-drama com personagens maduros, e Love Scout entrega isso e muito mais. Tem uma história emocionante e com personagens adoráveis, além de uma trilha sonora linda! Todos os personagens são maduros e resilientes, possuem suas próprias lutas internas e a série constrói essa parte onde eles lidam com passado e presente de uma forma única e muito sensível. Até personagens sem muita participação principal são cativantes. Se Love Scout tivesse 1000 episódios, eu assistiria a todos eles!Was this review helpful to you?
The Story Of Park’s Marriage Contract
No geral, eu tinha expectativas altas com The Story Of Park’s Marriage Contract, pois ela parecia ser bem interessante e original. Mesmo não sendo a maior fã de histórias de viagem no tempo, me parecia que o roteiro deste drama iria funcionar e sustentar esse plot, mas no fim, tive diversas decepções com incoerências na histórias que me faziam pausar e questionar “ué?”, “como assim?” o tempo todo, sem contar que assisti em um momento onde eu acho que não estava a fim de tanto drama e mistério. Talvez se eu tivesse assistido em outro momento teria gostado mais? Não sei. Não que eu não tenha entendido a história, apesar de ela ser bem confusa, mas achei cansativa e cheia de contradições no desenvolvimento, pois no começo até que funcionava.Apesar disso, achei a personagem cativante, engraçada e me encantava com os seus momentos descobrindo as coisas na modernidade. Achei ela um verdadeiro símbolo do empoderamento feminino. Também gostei muito de alguns personagens secundários. O protagonista masculino é ok, nada de especial. No geral, eu não acho que vou tentar reassistir um dia. Algumas histórias realmente não são para nós.
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Do You Like Brahms?
Do You Like Brahms? é sensível e emocionante! A história fala sobre amizade, amor e realização profissional. O casal é muito fofo e precioso e a música presente na trama é abordada de uma forma linda, já que ela também é uma protagonista. Eu particularmente amo histórias onde a música transmite os sentimentos! Os personagens são ótimos, cada um cativante do seu jeito. A "vilã" é uma chata hahahah. O ponto negativo para mim foi só o ritmo do desenvolvimento da trama. Gosto de melodramas e dessa atmosfera calma e serena, mas aqui senti frequentemente uma sensação de fadiga, mesmo gostando dos personagens e da história contada, e acho que isso pode ter sido culpa da construção vagarosa.Was this review helpful to you?
Poong, The Joseon Psychiatrist
O enredo de Poong, The Joseon Psychiatrist é muito especial e trata de todas as histórias e dilemas pessoais dos personagens de uma forma bonita e sensível. Todos carregam traumas e feridas ainda abertas do passado, alguns escondem segredos e também vemos uma pitada de suspense na trama, envolvendo as conspirações contra a família real. Ao final, os personagens viram uma família e cuidam uns dos outros em momentos difíceis, superando seus traumas juntos. Ele certamente não é mais um K-dramas sobre a dinasnia Joseon, parecido com milhares... ele se destaca por ter uma história e personagens únicos, uma temática diferente abordando medicina, saúde mental e traumas e me prendeu do início ao fim por ter uma construção tão bem feita.Was this review helpful to you?
Doctor Slump
Doctor Slump é mais do que romântico; é uma narrativa sobre a importância da saúde mental. A trama aborda temas como burnout, depressão e pressão social com sensibilidade, sem perder o tom leve e esperançoso. Foi uma jornada que me lembrou da importância de desacelerar, de buscar apoio e de que, mesmo após os colapsos, é possível se reconstruir e encontrar felicidade. Gosto de como o relacionamento dos protagonistas evolui de forma orgânica: o romance não nasce de idealizações, mas da convivência sincera em momentos difíceis. Eles se tornam confidentes, compartilham momentos de alegria e tristeza, e aprendem a confiar um no outro.Was this review helpful to you?

