The Potato Lab
Quando comecei The Potato Lab, minha única missão era simples: dar risada. Eu não estava buscando um roteiro mega elaborado, só algo leve e divertido…. e nisso ele cumpriu!A proposta é boa, os cenários são aconchegantes e o melhor é… a comédia funciona! Dei risadas de doer a barriga em vários momentos. Por outro lado, o desenvolvimento da história não caminhou de uma forma que me agradou. Baek-ho, é travado emocionalmente, covarde em várias situações, incapaz de se comunicar de forma clara e muito acomodado. Ele mesmo se reconhece assim, inclusive, mas não fazia tanto esforço para mudar no momento presente. Por outro lado, a protagonista feminina é maravilhosa. Mi-kyung é carismática, engraçada, aquela mulher doida que cativa e tem força. Essas qualidades, entretanto, às vezes entram em contradição… pois ela é boa demais e aceitou algumas migalhas. Mas ok! Gostei dela. Os outros personagens são individualmente cativantes, menos o ex da Mi-kyung, um ser indeciso e perdido no próprio drama interno: não sabia se sofria pela esposa recém divorciada ou pela ex namorada. O final foi bem aberto, mas eu nem exijo uma próxima temporada… gostei de como foi: Mi-kyung viu uma chance de recomeçar e encontrou conforto para amar.
No fim das contas, The Potato Lab é aquele tipo de drama que te faz rir, te aquece em alguns momentos, mas também te faz revirar os olhos e pensar: “Ai, roteirista, por quê? Estava indo tão bem...”. Mesmo assim, cumpre o papel de uma comédia bobinha e leve.
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See You In My 19th Life
Eu não sou muito fã de histórias que abordam vidas passadas pois sou um pouco cética, mas quis dar uma chance para See You In My 19th Life, pois acredito que uma história bem construída é boa!No fim, não acho que o drama me atendeu nesse quesito. Além disso, por ter apenas 12 episódios, o final pareceu um pouco corrido para alguns arcos e a explicação de algumas questões, um pouco confusa. Os personagens, entretanto, são bons: a Ji-eum é uma mulher espirituosa, confiante e amorosa, marcada por suas 18 vidas anteriores. Apesar de parecer forte, feliz, sempre entusiasmada, ela carrega profundas tristezas, e vemos isso conforme o desenvolvimento de sua trama. Ela tem muitas camadas e é interessante desvendar todas elas. Seo-ha, por sua vez, é um homem fechado, solitário e traumatizado. Carrega muita culpa também, e isso vemos logo no começo. Seu desenvolvimento pessoal é um dos grandes focos emocionais da história e com Ji-eum, ele aprende a se permitir ser vulnerável e a aceitar que a vida é feita de perdas, mas também de novos começos, e eu achei lindo essa parte da história.
See You in My 19th Life não é só um romance, mas uma história de cura de traumas antigos e é contada de uma forma muito sensível e bonita. Queria ter gostado mais dela.
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Love Affair In The Afternoon
Love Affair In The Afternoon se propõe a explorar o desejo, a culpa, os limites da fidelidade e a sensação de estar viva de novo depois de muito tempo apenas existindo e sobrevivendo. O tema do adultério é tratado como algo mais emocional do que carnal, o que torna a narrativa ainda mais complexa. No começo, eu me senti presa à trama e interessada em acompanhar a história, mas muitas coisas me causaram frustrações...A história é boa mas tem um desenvolvimento ruim e a cada desenrolar eu me frustrava mais e mais. Ji-eun passa todos os episódios com uma expressão de coitada e sem muita força própria. Jung-woo, por sua vez, realmente não ajuda: ele é aquele tipo que foge dos problemas em vez de enfrentá-los. Não consegui gostar dele em nenhum momento e o relacionamento não funcionou e não teve química — mas ao final, talvez Love Affair in the Afternoon não seja uma história sobre adultério, e sim sobre a coragem das mulheres em se reerguerem. A vizinha de Ji-eun, por exemplo, que aparece na história bastante fora do tom. Ela fica ali, quase como uma força externa tentando empurrar a Ji-eun para o caso com o professor, mesmo sem uma conexão verdadeira entre elas. Isso tira a naturalidade do desenrolar da relação, porque a gente sente que a Ji-eun é manipulada pra tomar aquela decisão. A convivência delas não tem química, não parece uma amizade forte. Com o tempo passando e o dilema pessoal da vizinha sendo introduzido na história, até passei a gostar mais dela, mas não gostei do desfecho e resolução dos seus conflitos ao final.
Dá para tirar reflexões incríveis sobre a história e sobre a realidade de tantas mulheres com Love Affair in the Afternoon, mas para mim foi uma experiência bem frustrante e decepcionante com o desenrolar de tudo.
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Because This Is My First Life
Essa história tinha tudo para ser o clássico K-drama clichê onde assistimos sorrindo, mas comigo não foi assim. Apesar de ter gostado da proposta do enredo, achei o desenvolvimento um pouco maçante e não me conectei tanto com os personagens. Se-hee é um cara introspectivo, que tem seus ideais e objetivos muito bem esclarecidos para si. Podemos pensar, no início do K-drama, que ele é frio. Mas vi uma doçura nele e aprendi a gostar de sua personalidade diferente. Só demorou um pouquinho para acontecer. Já Ji-ho tem uma personalidade que não aprecio muito: é mais ingênua, mas também possui forças incríveis. Consegui reconhecer suas qualidades, mas não amei tanto ela.Existem temáticas interessantes que fogem do romance e que achei essenciais estarem ali, fazendo o espectador refletir: o papel da mulher na sociedade, no relacionamento e no trabalho. Além disso, também admirei como as mulheres se levantam na série. A amizade das personagens femininas é tão bonita e faz diferença na vida delas. Só não consegui realmente gostar do casal e do desenvolvimento deles. Penso que a história é boa e pretendo rever um dia para tentar me conectar melhor!
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Our Secret
Histórias de ensino médio sempre me cativam, mas Our Secret não atendeu muito bem as minhas expectativas. Gosto mais da primeira parte da história, onde todos estão no ensino médio e são amigos. Na segunda parte, onde todos crescem e vão para a faculdade, as coisas se perdem...A protagonista feminina não me conquistou. Tudo o que fazia era em prol de agradar o garoto ou de provar algo para ele, deixando de lado o fato de que ela precisava se encontrar por ela mesma, buscar sua identidade, conhecer seus próprios gostos e estabelecer seus próprios sonhos e metas. Do outro lado, o protagonista lidava com problemas pessoais e não se sentia disponível para dar atenção para a menina que ele gostava há três anos Eu esperava no mínimo que ambos pudessem só serem amigos enquanto lidavam com seus problemas, mas aquela relação se tornou um pouco tóxica: ela corria atrás dele mesmo rejeitada, ele a rejeitava mas no off se arrependia, as atitudes eram contraditórias o tempo todo.
Os saltos temporais são decorrentes, mas causam confusão. Acabei não me conectando com os personagens coadjuvantes que eram interessantes, pois acho que já tinha desistido da história. Terminei na luta e senti alívio quando acabou.
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Best Choice Ever
Best Choice Ever é um daqueles dramas que aquece o coração!Chenghuan é uma protagonista forte e madura, do jeitinho que eu amo: ela é determinada e resiliente. Sua mãe, é controladora ao ponto de parecer sufocante. É uma personagem realmente difícil de gostar no início. Ela é fruto de sua época, do medo, da insegurança, uma típica mãe que cuida tanto dos outros a ponto de se tornar inconveniente. Com o desenrolar da história, vemos um crescimento e amadurecimento dela, o que fez com o que eu passasse a criar, aos poucos, uma conexão. Mesmo assim, terminei a história com sentimentos negativos em relação à ela. O pai e irmão de Chenghuan são doces, sua melhor amiga é uma mulher igualmente forte e admirável e com uma jornada marcante, a avó é a típica senhorinha sábia e fofa que traz um conforto a mais para a história e Zhi Ming, por último mas não menos importante, é aquele personagem que parece ser o típico homem de negócios frio e cético, mas ele tem camadas: cresceu tendo que se virar sozinho, carrega traumas e ausências e vive tentando equilibrar vulnerabilidade e responsabilidade. Eu acho incrível a construção e o crescimento dele na história, e principalmente a sua humanização. A relação entre os dois protagonistas é bonita também, não cresce no impulso, mas no afeto que se constrói aos poucos, e principalmente na confiança.
Ao final da história, queria menos tempo de tela para os dilemas da mãe, que causa um grande mousse na história, com momentos de drama exagerados e um egoísmo gigantesco. Os dois últimos episódios para mim, talvez por essa ausência do foco no casal, no hotel ou em qualquer outra coisa mais interessante, foram cansativos. Mesmo assim, Best Choice Ever me cativou de um jeito que eu não esperava! O Zhi Ming, que começou sozinho e fechado, termina amando e sendo amado de forma tranquila, agora tendo uma família. E Chenghuan também tem uma jornada linda, de bastante crescimento e superação.
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Suspicious Partner
Suspicious Partner é bem grande e tem uma história bem detalhada e movimentada, não se limitando apenas a ser sobre romance. Ele, na verdade, fica em segundo plano. Não posso dizer que fiquei presa o tempo todo, pois não sou a maior fã de histórias policiais e de suspense que existe, mas também não achei a trama ruim.Bong Hee é uma personagem que achei um pouco imatura e ingênua, portanto nem sempre gostava dela. Também acho que era um pouco desleixada, e é engraçado que isso é frequentemente abordado na trama, nas várias vezes em que Ji Wook pede para ela tomar banho hahahah. Ji Wook é bastante sagaz, um típico advogado/promotor brilhante e ambos fazem um casal bonito e com muita química, apesar da enrolação que antecede o momento em que ficam juntos. O vilão era incrível, apesar de me causar frustrações pois sempre conseguia escapar, mas ele foi tão bem construído na história, melhor do que muitos vilões mais famosos e conhecidos por aí. No geral, Suspicious Partner é envolvente, desenvolve bem e tem ótimas atuações.
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Fishbowl Wives
Em Fishbowl Wives, mergulhamos nas vidas de seis mulheres casadas, todas residentes de um mesmo condomínio de luxo, que enfrentam dilemas em seus casamentos. A protagonista Sakura aparece em todos os episódios e foi a personagem que mais me prendeu, mas as outras tramas femininas também são importantes. A história é melancólica, sensível e ao final de tudo, bonita. Os cenários são sempre limpos, minimalistas, o que amplia a sensação de que essas mulheres vivem em aquários de verdade: vitrines de uma vida que não tem profundidade emocional.Mesmo com algumas cenas eróticas, o foco está sempre no afeto, na dor, na solidão e no desejo, não necessariamente sexual, mas o de ser vista, ouvida e tocada de verdade. Como fã de finais assertivos, gostaria de que tivesse algo a mais. Mesmo assim, a história é incrível e me possibilitou me conectar tanto com sua protagonista e desejar genuinamente que ela pudesse viver fora do aquário.
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Perfect Marriage Revenge
Perfect Marriage Revenge é envolvente, e mesmo não curtindo tanto o gênero de vingança ele me prendeu e me fez maratonar por horas seguidas! Gosto muito do desenvolvimento e crescimento rápido da protagonista. Outrora ingênua, inocente e facilmente manipulada, Yi Joo muda da água pro vinho adota uma postura mais confiante e vingativa. Ao marcar o primeiro encontro com Do Guk para evitar que ele se case com sua irmã, ela já aposta em atitudes mais assertivas e o pede em casamento. Do Guk naturalmente já tem uma personalidade assim, e de imediato ambos se unem e se aproximam, iniciando não só a vingança que Yi Joo deseja como também uma atração um pelo outro. É a partir daí que a história cresce cada vez mais e os plots vão surgindo. O romance não apaga o brilho do drama, da vingança e do desenrolar das resoluções e descobertas acerca dos planos das pessoas que tentam derrubar o casal, e vice versa.Was this review helpful to you?
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As Beautiful As You
As Beautiful As You não se trata só de uma história de romance, mas também de cultura empresarial e de coragem para recomeçar. Ji Xing é uma mulher inspiradora, determinada, sonhadora, apaixonada e bondosa, e dá para ver como ela amadurece na história. Han Ting demorou muito para me conquistar, mas acabei finalizando a série gostando dele. Ele tinha uma personalidade difícil, mas era solitário desde criança. Um profissional admirável, mas tinha muito o que trabalhar no lado pessoal e na forma de se relacionar. Acho que ele acabou, por fim, aprendendo aos poucos a olhar mais para o mundo e menos para si.Em diversos pontos senti incômodo ou não gostei do desenvolvimento, seja este o do casal, das atitudes de Han Ting, ou dos próprios dilemas individuais da protagonista. Além disso, achei as histórias/relacionamentos dos coadjuvantes chatas e que o final poderia ter sido menos apressado. A história prende e desenvolve de uma forma ótima, mas as pequenas frustrações que fui tendo com os desenrolares impediu que ela fosse algo maior pra mim. Futuramente quero reassistir! Vai ver eu veja com outros olhos…
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Summer Strike
Pedir demissão, largar tudo e ir pro litoral recomeçar a vida: quem nunca quis fazer isso? Eu já quis um milhão de vezes… E é exatamente o que Yeo Reum decide fazer em Summer Strike. Exausta de tudo, ela pede demissão e se muda para uma pequena vila litorânea. Na nova cidade, ela conhece An Dae Beom, um bibliotecário introspectivo. A partir disso, não é difícil esperar um romance como foco na trama, certo? Mas na verdade, a história caminho para outro lado, e se transforma em um suspense e mistério, onde a personagem precisa desvendar um tantão de coisas. É aí que eu percebi que não se tratava de um K-drama de romance fofo, aconchegante, em um cenário no meio dos livros da biblioteca ou no mar... e veio a decepção. As perguntas anteriores viraram “Quem matou?”, “Quem é o assassino?”, e sinceramente… não curto muito esses enredos.Acho que talvez, pelas minhas expectativas não atendidas, achei a história cansativa e o casal sem química pela falta de desenvolvimento. Não me culpo por essas expectativas pois acho que a sinopse e até as fotos promocionais enganam, e a gente pensa automaticamente que a história se trata de algo que, no fim, fica tão em segundo plano… mesmo assim segui acompanhando até o final e ela tem alguns lados positivos: as reflexões acerca da vida e dos traumas do passado são muito boas, alguns reviravoltas prendem e alguns personagens são muito especiais. Mas, no geral, achei Summer Strike um pouco decepcionante por não entregar o que promete e não ter uma personalidade: é romance? É suspense? É mistério? Ninguém sabe ao certo o que quiseram transmitir.
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Once Upon a Small Town
Once Upon a Small Town até que vale a pena pelos pequenos momentos cotidianos: os atendimento aos animais, os encontros, os passeios, os momentos em que os personagens interagem são bons e aconchegantes. Mas de resto, o desenvolvimento é bastante lento e por vezes, maçante. O romance é bom, mas sem química. Os conflitos não convencem, e o mistério do passado entre os protagonistas é explorado de forma meio morosa.Ji-yul, em minha opinião, não é um personagem marcante, mesmo sendo protagonista. Não há nada de errado com ele, no geral. Seu comportamento rabugento no início é compreensível, já que a vida no interior é diferente da que ele costumava ter na cidade. O problema é que ele possui uma personalidade contida e é reservado, mesmo para o espectador, então ele simplesmente existe ali na história, sem grandes camadas ou momentos que o tornem memorável. Ja-young, por sua vez, consegue cativar. Ela é carismática e possui ânimo, mesmo que no início da trama, achava um pouco exagerado e até chato o excesso de entusiasmo e seu comportamento sempre energético. Os moradores da vila/personagens coadjuvantes são ótimos e ajudam a criar aquele clima leve, mas a história não se aprofunda muito neles.
Once Upon a Small Town foi, para mim, como um dia no interior: calmo, leve, com aquele ar aconchegante — mas que, ao final, deixa a sensação de que faltou um pouquinho de sol para aquecer. Mesmo assim, não foi uma grande perda de tempo e valeu a pena conhecer mais uma história da vida interiorana com personagens amáveis que sempre desperta aquela vontade de voltar pra casa.
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Destined With You
Quando li a sinopse de Destined With You e assisti aos episódios iniciais, achei que a trama abordaria a história de um advogado que foi amaldiçoado e uma funcionária pública com um livro que era a chave para quebrar um feitiço. O começo da história entrega bem essa promessa: temos rituais em noites de lua cheia, maldições hereditárias, um livro selado por séculos e até um toque sombrio que sugere algo mais profundo. Mas ao longo dos episódios, a trama parece perder o fio da própria proposta. O elemento sobrenatural, tão central no início, some sem grandes explicações e a história passa a focar em um triângulo amoroso e memórias de vidas passadas.No fim, a mudança de tom e foco me decepcionou e impediu que eu me conectasse muito. Mesmo assim, valeu a pena conferir Destined With You, pois a química do casal principal era forte, sendo capaz de superar as falhas narrativas que eu encontrei e me fazer torcer por ambos do começo ao fim. É aquele tipo de história, por fim, em que o relacionamento principal funciona, mesmo quando a história se perde em várias direções.
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King's Affection
King's Affection foi o meu primeiro K-drama de época e essa primeira experiência foi muito positiva! O romance dos protagonistas se desenvolve num terreno cheio de tensão, justamente porque Ji Woon, o protagonista masculino, acredita estar se apaixonando por outro homem, o que traz uma camada pouco comum nos dramas históricos sul coreanos, desafiando os papéis de gênero e as normas sociais da época. Nesse momento, é engraçado ver os conflitos internos dele e o personagem consegue cativar com o seu carisma. Por outro lado, Lee Hwi vive o amor de forma dolorosa. Ela precisa constantemente se lembrar que ceder aos seus sentimentos é, potencialmente, uma sentença de morte — tanto para ela quanto para Ji Woon. A tensão entre o desejo e a impossibilidade percorre praticamente toda a série e me prendeu bastante na história. A consequência disso foi uma boa química entre os dois personagens, um dos pontos mais altos da história.Apesar dos personagens cativantes, a parte política da história é bastante arrastada. Além disso, a reta final resolve algumas questões de forma um pouco apressada. Mesmo assim, gostei muito de ter King’s Affection como o meu primeiro K-drama de época e acompanhar um romance doce e memorável!
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Extraordinary You
Premissa boa, o crescimento de Dan-oh é inspirador pois ela passa de uma menina que aceita seu destino trágico para alguém que luta para ser dona da própria vida, enfrentando o autor da história e até seus próprios sentimentos e o romance dela com Haru é cativante. Mesmo assim, Extraordinary You sofre com episódios que se arrastam — sendo na minha opinião muito grande em número deles, além de conflitos que se repetem e algumas decisões dos personagens que parecem não avançar a história. Além disso, me incomodou o desfecho relacionado ao “autor” e ao mundo do manhwa, onde tudo me deu a sensação de um final e resoluções corridos e mau feitos. No geral, é uma história que encanta pela criatividade e pela força dos personagens, mas que perde pontos por um ritmo irregular e um desenvolvimento que, por vezes, não funcionou.Was this review helpful to you?

