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O drama não é sobre amor
Spoilers bem sutis.Antes de começar a assistir este drama é importante saber disso. Eu também assisti a versão sem cortes. O drama passa uma prévia impressão, que se mantém no primeiro arco, de que a história é sobre o romance dos protagonistas. E tudo bem se você suspeitar que a trama será intensa e trágica, isso não seria um problema. A questão é que esse romance fica em segundo plano pela maior parte do drama.
O drama se utiliza do recurso de perda de memória para validar alguns conflitos e atitudes. Sinceramente não gosto muito deste recurso, mas ele poderia ter sido interessante se bem aproveitado e utilizado por um tempo viável, mas parece que só existe para respaldar a fragilidade dos conflitos.
A trama acaba focando numa vingança do principe herdeiro. Apesar desse enredo político não ser tão desinteressante, o tempo que ele consome do drama acaba se tornando massante. Outra coisa é que as motivações para essa vingança existem, são válidas, porém não são convincentes o suficiente para nós, que assistimos. É uma trama de vingança na qual o protagonista se envolve repentinamente, com conexões emocionais fracas. Por exemplo, se vingar por sua mãe com a qual sequer conviveu por um único ano. Ele cria o desejo de se vingar apenas depois de saber a verdade, após estar crescido e ter uma conversa com a tia. Se ele tivesse crescido sabendo que sua mãe foi injustiçada eu entenderia mais.
E não pára por ai. Mesmo quando ele é capaz de atingir seus objetivos, ele o faz deixando a pessoa que ele realmente ama no escuro. É aquela premissa que vemos em muitos dramas, do mocinho querendo poupar a mocinha de se envolver nos perigos do palácio, mas ele faz isso a maltratando, a fazendo acreditar seriamente que ele não a ama.
O arco inicial em si é um tanto absurdo, mas muito bom. A gente consegue empatizar com a princesa e compreender a dor dela, ao ponto de torcer exclusivamente por ela. Esse sentimento se mantém a trama toda. No entanto, o arco que separa o começo do fim do drama é muito longo e repleto de mal entendidos que se estendem por muito tempo com desculpas e embasamentos pouco sólidos.
Volto a dizer que não é sobre amor. Só se for sobre o amor entre irmãs, entre mulheres que se ajudaram no decorrer da trama. Essa parte eu achei muito comovente e digna de me tirar lágrimas. A dama de companhia da princesa é quem foi leal e preocupada com ela, até o fim. A outra dama de companhia dela também a compreendia e cuidava dela com sinceridade. A relação entre as mulheres é bem desenvolvida e digna de uma boa nota.
O drama retrata mulheres fortes e homens egoístas.
Nenhuma novidade né.
Posso até concluir que o drama é realista. Mas não é essa sua premissa quando ele se promove falando sobre o casal principal. Seria mais fiel se disesse que é sobre guerra, traições, políticas, disputas pelo trono. No meio de tudo isso, um romance trágico que de amor de verdade não tem nada. O príncipe não deixar a princesa ir embora não é bonito, não é porque ele a ama demais. É porque ele ama a si mesmo e quer prendê-la. Por esse amor que ele alega sentir, ele se sente no direito de afastá-la das pessoas que ela ama, mesmo que ele tenha que matar essas pessoas. Isso é surreal.
O tanto que essa princesa sofre por conta desse "amor" é bem surreal. De um modo que, mesmo que num momento, ela tente transmitir que não consegue odiar sinceramente o protagonista (ou que ainda o ama) isso acaba não fazendo muito sentido pra quem assiste. O romance de verdade, esse amor dela, só existe no primeiro arco. Depois de tudo o que acontece, quando tá perto do fim da trama, um simples argumento de "eu me odeio por não conseguir odiá-lo" não é o suficiente pra nos comover e sentir que sim, é verdade, exite amor entre eles.
Um detalhe curioso é que eu também não senti aquele click que a faz a gente perceber que o protagonista se apaixonou. No primeiro arco eu senti isso numa cena, mas no segundo, com ambos perdendo a memória, eu não senti esse click emocional em nenhuma das partes.
A trama teve seu foco num homem egoísta que fez tudo pelo poder que ele almejava, pelo trono e pela vingança. Fez de tudo, inclusive usar quem ele dizia amar, deixá-la no escuro (com a desculpa vazia de poupá-la) e pisar nela por mais de uma ou duas vezes. Pra só depois que ele conquistar tudo o que queria, surgir todo alegre achando que seria possível juntar os cacos que sobrou dessa princesa. Mas não dá pra juntar esses cacos.
E bom, parece que a trama se apropria da desculpa da perda de memória (de ambos) pra poder passar um pano. Mas não dá.
Isso não é amor. É manipulação, egoísmo, tortura psicológica, tudo menos amor de verdade. O príncipe insiste em perseguí-la porque tá pensando só em si mesmo, na própria felicidade e desejos, ele tá pouco se importando com o que ela quer, e isso é bem nítido na trama.
A gente acaba torcendo pra princesa ser feliz. A gente chega até a não se importar com o fato do romance não ser genuíno, e nos apegamos a ela, a uma princesa adorável pra quem a gente torce. Queremos ver ela superar seus obstáculos e ser feliz, com ou sem um amor. Esse é um bom ponto do drama.
No mais, o drama tem uma produção linda, personagens secundários cativantes, trilha sonora marcante, boas interpretações. Vale a pena assistir já preparado. Não espere um romance bonito, um amor verdadeiro. A trama romântica fica na maior parte do tempo em segundo plano, e o drama retrata um amor egoísta, idealizado e cruel. Mas para quem gosta de tramas políticas intensas é uma boa sugestão.
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les fruits du nihilisme en littérature
Chine – Good Bye my PrincesseHabits entre Tang et Song. Coiffures Song vers la fin du Drama
Référence aux problèmes d’examens (Song)
Marché Nocturne Song
Pas trouvé de Dynastie Li. Probablement une dynastie fictive relevant les problèmes de la fin des Tang, et des Song, (entre 600-1200, afin de parler …).
(^_^) …Ce Drama est joliment mis-en-scène. Belle Lumière !
(*_*) …Musique
La musique de fond, aux arrangements « bien-tempérés, est sublime. On y mélange instruments anciens et récents, d’occident et d’orient.
(°_°) …YoYo émotionnel
Pas de chaud froid émotionnel inutile et exaspérant, qui n’apporte rien à l’intrigue, très fournie ici. Et pourtant l’émotion est à couper au couteau., avant que le manque d’espoir à tous les étages, ne le rende lassant. Très poétique cependant.
(~_~) …Ce Drama n’est pas difficile à comprendre.
La narration y est linéaire, à part quelques analepses (retours vers le passé) et les personnages sont progressivement présentés avec des sous-titres pour leur noms, états et fonctions (on apprécie, merci).
(=_=) … La narratologie ?
Je cherche encore… En fait non ! Plus envie de chercher….
Peut-être, la volonté de nous mettre en garde sur les meules de Dieu qui broient lentement mais surement…
Peut-être l’envie de nous dire que le karma est une loi spirituelle aussi sûre que la loi de la gravité…
Sauf que Dieu n’est pas nihiliste, comme le scénario de ce Drama. Dieu n’enlève jamais l’espoir à l’humanité !
Connaissez-vous le mythe de la Boite de Pandore ?
On ouvre la boite de Pandore et en sortent, toutes les détresses et les vilénies de ce monde. Mais en dernier sort l’ESPOIR !!! L’espoir apporte l’espérance, la foi et l’amour au cœur humain, ce qui lui permet de retrousser ses manches et de recommencer. Sinon l’humanité se serait déjà suicidée en masse et il n’y aurait plus que des cloportes et des cancrelats se cachant sous des pierres.
(o_0) …Ce Drama au début, tout de go, n’est pas jojo.
On nous présente un Empereur qui s’est catalogué « fils du ciel », mais qui agit envers sa progéniture comme s’il prenait exemple dans les profondeurs des enfers. Chez lui, son cerveau limbique ou striatum a cavernisé totalement son néo-cortex.
Que peut-il donc y avoir de positif, dans les palais d’un système politique, où on mélange Empereurs et sujets, Parents et enfants ? Palais, où pour survivre, la famille se dézingue ? Empires, où, les vieux riches et l’Empereur ont tous les pouvoirs et ne se soumettent pas à loi et les jeunes et les pauvres doivent tout subir d’eux. Si tous ne se soumettent pas à la Loi, c’est de la tyrannie
À cette horreur, des hommes et quelques princesses gâtées ont superposé à la violence politique, une violence routinière et continuelle aux femmes. Car leur cerveau limbique, alias leur striatum qui n’aime faire que ce qu’il veut, a bouffé littéralement le néocortex, siège de la réflexion, de la conscience et de la mesure.
C’est Sparte et sa Dictature des Égaux de nazes.
Les Grecs anciens, chez les Ioniens et les Doriens, ont gouté à la tyrannie et l’ont rejetée et détesté.
La République romaine, levait des armées contre les tyrans.
Mais selon les Drama, en Asie, on s’est très, très longtemps, tyrannisés sans mesure et en famille, pour le pouvoir !!!
(°_+) …La justice ?
Depuis les Zhou (1600av JC, jusqu’au début du 20° Siècle ap JC… La justice n’y dépendait que de l’Empereur. S’il voulait être juste, tout le pays vivait des jours meilleurs. Si c’était un fou furieux….
Dans ce Drama, ledit Empereur Li Zé, se torche avec les codes Judiciaires.
Il cache et fait vivre des assassins pour qu’il n’y ait pas de scandale et tue des boucs émissaires pour la même raison. Ainsi, il massacrera des centaines de milliers d’hommes, pour cacher la mort de son 1° fils par le 2°. Il aime ce second fils, à qui il passe tout. Car il le considère comme son égal, le plus loup de tous ses fils.
À côté, Papounet-Emp sera d’une injustice et d’une brutalité sans bornes envers ses autres enfants. Mais son petit-loup chéri en sucre, son lupus-lounet d’amour, va lui faire à 25 ans, un coup d’État pour le trépasser et prendre le pouvoir. L’Empereur Zézinho va faire des vers de tristesse pendant que son armée effiloche la chair de son rejeton bien-aimé qui lui ressemblait tant et qui essaye de forcer les portes de son Palais.
(¤ _ ¤) … Les personnages ?
… 2 amoureux transits et leurs adjuvants, victimes de l’organisation politicienne scabreuse de Zécito, le papa ogre. 2 acteurs qui réalisent une belle performance, particulièrement très bien mise en scène).
(« _ ») … Les personnages ? …. Des personnages hideux, à la pelle
1) Ils veulent, outre le pognon et le pouvoir, des vendettas qui prolongent la haine et la mort de génération en génération, sous couvert de faire bien dormir les morts, en causant des cauchemars aux vivants
2) Parmi eux, le plus hideux, car manipulateur et hypocrite, le shifu (jeune enseignant-protecteur de l’héroïne bien plus jeune que lui, qu’il va convoiter et manipuler jusqu’à la lie. Je n’aime pas les traitres-hypocrites qui se servent de l’amour comme excuse ou comme écran.
3) Il y a encore, pléthore de « maitres » qui se veulent tous exemplaires, tel ce pourri qui abandonne sa jeune femme et sa fille de 4 ans pour qu’elles soient enterrées vivantes, et ne le regrette jamais.
4) Enfin, il y a des épouses à la pelle qui s’entretuent trucident et volent les enfants des autres.
(>_<) … Bref ! À partir de …
1) L’épisode trente et quelques…
Les massacres scénaristiques commencent… Mais ce sont des méchants… Et il faut savoir éliminer le mal au milieu de nous, en se séparant des malfaisants, sinon la pomme pourrie aura la peau de tout le cageot.
2) À l’épisode 40
J’ai commencé à me lasser. Le comportement de ceux qui veulent, non pas éliminer le mal, mais juste se venger, engendre mort et peine à des innocents.
3) À l’épisode 45
J’ai commencé à zapper et à avancer très vite… Si le but c’est la guerre thermonucléaire globale scénaristique de tous les personnages, il n’y a plus d’intérêt à regarder. Si vous tuez l’espoir, même dans un conte, on n’a pas envie de le connaitre votre conte. Chaperon rouge doit pouvoir être sauvée du méchant loup !!! Sinon il n’y a pas de leçon de prudence à apprendre et à enseigner et donc, pas d’intérêt à raconter l’histoire.
4) À l’épisode 49…
J’ai sauté au 55° >>> (les 5 dernières minutes, évidemment, ou presque…). Puis j’ai jeté le tout !
Quel gâchis !
Ce Drama, au final, se révèle être, une boite de pandore frelatée, au message éducatif absent. Ça développe une lassitude grandissante et un intérêt déclinant qui se réduira au néant…
Voilà donc, les fruits du nihilisme en littérature, à savoir, un rejet certain de l’ouvrage, pour le commun des mortels qui aime réfléchir à la vie et au devenir.
Comme disent les Chinois : Aille Yah !
L.N.A.-B.B. Jiao
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