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  • Last Online: 13 hours ago
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  • Join Date: April 28, 2024
Completed
10Dance
6 people found this review helpful
by Bibs
Dec 19, 2025
Completed 0
Overall 9.0
Story 7.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.5
This review may contain spoilers

COMO ASSIM ACABOU??

Gostei muito!!! De início fiquei meio apreensiva com as 2 horas de filme, já que hoje em dia é difícil prender a minha atenção por tanto tempo sem pausas, mas incrivelmente, nem vi o tempo passar.

O que posso falar dos atores?
Entregaram TUDO! Foi atuação, foi dança, foi química, foi sentimento!

Eles tiveram uma química absurda, e foi muito legal descobrir que eles já tinham trabalhado juntos antes.
Deu pra ver todo o esforço que eles colocaram nesses papeis, e acho que valeu muito a pena, porque os atores me convenceram completamente de que ambos eram dançarinos profissionais de ballroom.

Minhas únicas críticas negativas são em relação à confusão que senti em alguns momentos. Em certas partes, parecia que a cada hora eles estavam em um país diferente e que a linha do tempo não fazia muito sentido.

Em relação ao primeiro beijo, achei que foi muito do nada, pois nenhum dos dois tinha deixado transparecer para o outro que existia um interesse ali, ou que esse interesse fosse ao menos mútuo. Pelo menos eu não achei que ficou claro pro expectador, quanto mais para os personagens.

O último beijo também kkkk foi na frente de todo mundo, em um evento enorme e ninguém falou um A? Não mostrou a reação de ninguém e nem as possíveis consequências.

Outro ponto que me deixou meio assim, foi a questão latina da coisa. O estilo latino é tratado como puro erotismo, algo que o próprio Shinya comenta. Fiquei um pouco dividida com isso, porque não sei se dentro do meio do ballroom e da dança, realmente é visto dessa forma. E, se for, acho um pouco estereotipado, já que latinos não deveriam ser vistos apenas pela vulgaridade ou pela sexualidade.

Quando o filme acabou, eu fiquei tipo: “O quê?? Como assim acabou??”.
O final é aberto, e depois de pesquisar vi que o mangá tem vários volumes, então espero MUITO que eles estejam planejando um segundo filme.

E que eles coloquem Bailando no próximo filme, porque ficaram devendo 🙌

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Completed
Goddess Bless You from Death
4 people found this review helpful
by Bibs
Jan 31, 2026
13 of 13 episodes seen
Completed 0
Overall 8.5
Story 8.5
Acting/Cast 8.0
Music 10
Rewatch Value 7.5
This review may contain spoilers

O sobrenatural está dominando os BL

Acho que God Bless You From Death foi um BL muito bom para acompanhar enquanto estava em lançamento. Assistir semanalmente funcionou melhor do que maratonar tudo de uma vez, porque acredito que ver tudo seguido pode acabar ficando um pouco cansativo.

Os PoohPavel arrasaram e, mais uma vez, se provaram como shipp. A química entre eles continua ótima. Sinceramente, não entendo as críticas que surgem por causa dessa discussão de top/bottom, de que o Pavel “deveria” ser top e blá blá blá. Do jeito que está, funciona muito bem e, pra mim, é justamente isso que dá o molho do casal.

A relação do Singha com o Thup foi uma graça. Confesso que, quando eles se beijaram pela primeira vez, soltei um “naaaao”, porque não senti que aquele era o momento ideal. Acho que teria funcionado melhor um ou dois episódios depois. Mesmo assim, não acho que isso tenha estragado a relação ou a história deles.

Uma coisa que senti falta foi a heterocromia do Thup ser mais mencionada dentro da obra. Seja de forma negativa, com estereótipos, ou de forma positiva mesmo. A heterocromia completa é uma condição bem rara, então teria sido interessante ver mais reações, comentários ou até uma história por trás disso.

O casal secundário foi bem irritante no começo. Os dois eram meio tóxicos e simplesmente não conversavam. Sou um pouco adepta da ideia de que ex é ex por bons motivos. Ainda assim, eles tentaram fazer funcionar e até ficaram fofinhos juntos. Só senti falta de mais desenvolvimento individual dos personagens.

Soltei um gritinho na parte em que o Singha fala que aprendeu o feitiço com o namorado 🤭 demorou, mas veio aí kk.

Bati palmas quando o Singha finalmente reagiu no final. Ele fez exatamente o que eu queria: chegou atirando, surtou e chutou todo o ritual lá (apesar de que, né… podia ter atirado pra matar). Só acho que, depois de dar uns sacodes no velho, não deveria ter deixado ele lá. Esses personagens têm uma dificuldade enorme de finalizar o trabalho: ficam se abraçando e conversando enquanto o vilão ainda tá lá caído, ao invés de resolver logo.
E achei meio paia o Singha, sendo um policial treinado perder na mão para um maluco.

E aquela parte em que eles simplesmente começam a rezar do nada e os fantasmas somem ou mudam de lado? Fiquei tipo: ué. Por que não fizeram isso antes então? E se fizeram, porque não funcionava?

Fiquei com muita pena da mãe do Thup. A cena dela lutando pela vida foi bem triste e pesada. Queria que ela tivesse tido mais importância no fim.

Também senti que faltou mais relevância e história para a fantasma principal. Pensei que ela fosse ter todo um background, já que apareceu em grande parte da história.

Sobre o King, não tenho muito o que dizer. Foi basicamente uma pedra no sapato na maior parte do tempo. Achei que fosse morrer em algum momento, mas nem.

Por ser uma série mais puxada para o terror sobrenatural, ela acaba caindo naquele clichê que todo mundo odeia: os personagens fazendo escolhas burras. Falou pra não ir, ele vai. Falou pra não ficar sozinho, ele fica 🙄 é claro que vai dar ruim assim, né?

Em relação aos sustos, achei que a primeira metade da série deu mais medinho. Uma cena que lembro claramente de ter levado um susto real foi a da cabeça da fantasma dentro da caixa, foi um jump scare dos bons.

A produção da série, no geral, foi muito boa. A ambientação funciona super bem e a trilha sonora também arrasou. É aquele tipo de OST que não dá vontade de pular a opening.

No geral, gostei bastante da série. Tem uma vibe bem diferente, uma produção de qualidade e uma OST que realmente marca. O final foi agridoce, mas satisfatório.

PS: E uma das cenas que infelizmente cortaram, iria ser mais uma referência a Pit Babe, uma muito boa por sinal 😩🤌

GOSTEI!!!!

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Completed
Cat for Cash
8 people found this review helpful
by Bibs
Feb 18, 2026
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 6.0
Story 6.0
Acting/Cast 6.5
Music 6.5
Rewatch Value 5.0
This review may contain spoilers

Meh, quer dizer… Meow?

Comecei Cat for Cash sem grandes expectativas. Desde o início parecia aquele BL mais “slice of life”, o que não é um problema pra mim, eu até gosto do gênero, mas também não é algo que me empolgue automaticamente.

O primeiro episódio até surpreende, principalmente por causa da mãe do Linx. Mas aí vem essa história de maldição/magia (ou seja lá como devemos chamar isso) envolvendo entender os gatos… e eu fiquei completamente perdida. Não li a sinopse antes de começar, então achei bem???

Depois desse começo, a sensação que fica é que a história simplesmente não anda. Os episódios seguintes parecem girar no mesmo ponto, sem um avanço real no conflito ou nos personagens.

Sobre o Tiger

Ele definitivamente não me convenceu como cobrador de dívidas. Primeiro porque ele mal trabalha, passa praticamente o tempo todo no café de gatos.

Segundo porque não entendo muito bem por que ele tem esse emprego, considerando que a família dele aparentemente tem uma boa condição financeira. Pode ser que eu tenha perdido algum detalhe (estava assistindo em 2x, confesso), ou desviado a minha atenção já que a história não está me prendendo.

Terceiro, a alergia dele a gatos é outra coisa que me incomodou bastante. Ele simplesmente não pode encostar nos gatos e pronto? Fica o tempo todo no ambiente, mas isso não afeta? Nunca vi uma alergia tão seletiva assim. Pelo que eu sei, mesmo só estar no mesmo espaço já costuma causar reação, por causa dos pelos e das partículas no ar. Pra mim, isso fez zero sentido.

Sobre o Linx e os outros personagens, sinceramente, ainda não tenho muito o que comentar.

O romance é até ok. Funciona? eu acho, talvez por causa dos FirstKhao. E as vezes, mesmo o BL não sendo dos melhores, ganha mais engajamento e aceitação por causa do Shipp ser grande na indústria.

Mas também não estou verdadeiramente conectada. Não tem aquele elemento que me faça esperar ansiosamente pelo próximo episódio.

No geral, é uma série que não me envolveu. Nem a trama deles, nem dos gatos. E olha que meu sonho é ter um gato, então esperava me encantar bem mais, mas a narrativa não me ajudou.

Agora minhas conclusões finais após finalizar.

No geral, eu achei bem ok.
Não me afeiçoei a nenhum personagem, como já tinha comentado antes, e continuo achando que algumas questões não fizeram muito sentido.

Admito que me senti um pouco emotiva e até derramei algumas lágrimas por causa da vovó gata. Mas não acho que isso tenha sido mérito da narrativa ou dos personagens em si, e sim por um motivo pessoal que acabou sendo um gatilho pra mim.

Enfim, é uma história bem leve na e cotidiana na maior parte do tempo. Eu particularmente, terminei mais por insistência do que por envolvimento. Não me prendeu, nem pela história, nem pelo romance, nem pelos personagens. No meu caso foi um BL que passou, mas que não ficou, entendem?
Mas acredito que possa ter funcionado melhor para outras pessoas.

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Completed
Deep In
3 people found this review helpful
by Bibs
7 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 1
Overall 4.0
Story 5.0
Acting/Cast 5.5
Music 5.0
Rewatch Value 4.0
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Mais um tóxico pra lista

Sempre tento dar uma chance aos BLs chineses que ficam na boca do povo. Sei que, na maioria das vezes, eles seguem uma proposta diferente dos demais, geralmente apostando em histórias mais pesadas e personagens moralmente questionáveis. Mesmo assim, continuo insistindo, porque ainda espero encontrar um BL chinês que realmente seja do meu gosto.

Infelizmente, esse não foi o caso.

Desde o começo, a história não conseguiu despertar muito o meu interesse. Eu continuava assistindo mais na esperança de que em algum momento a série fosse engrenar.

A cena da neve foi bonita (se ignorarmos que ambos traíram as próprias parceiras para ficarem juntos), e confesso que pensei que, dali em diante, a série finalmente iria para frente. Mas acabou sendo só uma falsa esperança.

Eu também não estava interessada no BL tóxico que eles estavam filmando.

"Está louco pra ser est*pr4do de novo?"

Senhor... não sei nem o que dizer sobre essa frase diabólica. O relacionamento daqueles dois dentro do BL que eles estavam gravando já era péssimo por si só.

E a toxicidade na vida real deles também não foi muito mais cativante. A relação ioiô, que já começou de forma bastante tóxica, não conseguiu me conquistar em momento nenhum.

A ideia de dividir a história entre o BL que os personagens estavam gravando e a vida real dos atores até poderia ter sido interessante, se pelo menos uma das duas narrativas tivesse conseguido me prender. O problema é que os quatro personagens são tóxicos, tanto os protagonistas do BL fictício quanto os próprios atores.

Dito isso, com o plot lá de ser tudo o contrário, a situação chega a piorar. Fiquei mais confusa que cego em tiroteio, mas não me arrependo de ter assistido o suposto filme em 3x...
Quanto à química, fiquei em cima do muro. Eles até podem ter química, mas a história não ajudou muito nisso. Ter cenas hot em praticamente todos os episódios não é sinônimo de química. Para mim, gostar dos personagens influencia bastante nessa percepção e, como eu não consegui me envolver com eles, acabei não sentindo tanta conexão entre o casal.

Fiquei até com medo vendo só notas 10, 10 e 10 na avaliação desse BL. Acho que o pessoal mais nichado que acompanha BL chinês ama esse tipo de história. Nessa teve até uma reviravolta mas mesmo assim, infelizmente (ou felizmente), esse não é o tipo de história que eu gosto de assistir.
Mas continuo insistindo, porque ainda espero algum dia quem sabe encontrar um BL chinês que me fascine.

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Completed
ChermChey
2 people found this review helpful
by Bibs
23 days ago
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 4.0
Acting/Cast 5.0
Music 4.5
Rewatch Value 3.0
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Nada com nada

Até gostei do primeiro episódio, mas, conforme os episódios foram passando, percebi que a história não parecia saber para onde queria ir, o roteiro me pareceu perdido. Senti que a história estava indo rápido demais com eles com juras de amor em tão pouco tempo, mas também senti que se estendia demais em coisas desnecessárias.

O tom de comédia que resolveram utilizar também não é muito do meu gosto. Senti mais vergonha alheia do que diversão, então várias cenas que provavelmente eram para ser engraçadas simplesmente não funcionaram para mim.

Os protagonistas, Intha e Eung, pareciam personagens bem pra frentex, mas senti que eles mais ladravam do que mordiam, sabe? Viviam se provocando e fazendo insinuações um para o outro, mas raramente isso realmente levava a algo a mais. Dito isso, não consigo nem me lembrar de um beijo decente deles. Sei que há defensoras de que beijo não é tudo e, dependendo da temática da obra, eu poderia até entender. Mas estamos falando aqui de dois personagens adultos e aparentemente vividos, em uma história que acompanha justamente o romance e o cotidiano deles.
Eu não fazia questão de cenas íntimas, mas pelo menos um beijo em que eu olhasse e pensasse "nossa, que beijo bonito" era o mínimo. E nem digo "bonito" no sentido sexual da coisa, mas sim um beijo que passasse sentimento e romantismo. Eles chegaram a se lamber, mas beijar que era bom... nada que eu me lembre.

Os outros personagens e casais secundários foram um grande tanto faz. Se apareceram em dois episódios seguidos, foi muito. Não consegui criar simpatia por praticamente ninguém.

O bar do Eung, em que o Intha se tornou sócio, era para ser meio que a liga e o centro da história. Mas o bendito nem começou a funcionar e já foi jogado de escanteio de novo.

A trama do ex e do namorado também me incomodou bastante. Os dois foram extremamente tóxicos, cometeram crimes praticamente, para no final se perdoarem e ainda serem perdoados como se nada tivesse acontecido.

Mas é isso mesmo. Acho que, para quem gosta muito dos atores ou quer assistir a uma história com a cabeça mais desligada, talvez funcione melhor. Não foi para mim. Acabei empurrando com a barriga até o final... e preciso parar com essa mania.

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Completed
Yesterday
2 people found this review helpful
by Bibs
Apr 17, 2026
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 4.0
Story 5.0
Acting/Cast 7.0
Music 6.5
Rewatch Value 6.0
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Vai ficando chato

Já disse que não gosto de dark romance, mas fui assistir Yesterday de coração aberto, juro. No mínimo, eu esperava um bom desenvolvimento.

Vi que muita gente dropou logo nos primeiros episódios por causa da narrativa que fica indo e voltando entre passado e presente. Realmente é um pouco confuso, mas isso, por si só, não me desanimou.

O Peat entregou uma atuação incrível. Ele estava completamente dentro do personagem, em alguns momentos, chegava até a dar medo.

E nem preciso comentar sobre as cenas NC, né? Fort e Peat já são conhecidos por serem bem soltinhos nisso, e aqui não foi diferente.

Sobre a história, eu estava bem envolvida até a metade. Depois disso, a trama parece começar a girar no mesmo lugar, sem realmente avançar.

Entrei em contradição com o Veir várias vezes. No começo, achei que ele fosse oportunista e mentiroso. Depois, quando ele ajudou o Kevin, já não entendi direito como o relacionamento deles se desenvolveu, considerando que o próprio Veir dizia que só ficava com alguém uma vez.
Ainda assim, ele passa a se mostrar realmente apaixonado e investido na relação, até levar uma facada nas costas.
Fiquei com pena do que aconteceu com ele. Sinceramente, achei que ele seria firme e rejeitaria o Kevin até o final… mas não foi o caso.

O Kevin é completamente instável. E, no início, parecia que a trama não ia passar pano para as atitudes dele, o que eu achei interessante. Só que, no final, é exatamente isso que acontece. Revelam que ele tem bipolaridade e outros transtornos, como se isso diminuísse o peso de tudo que ele fez. E, ainda assim, ele e o Veir terminam juntos.

Foi uma novidade ver o Kevin, um personagem que precisava urgente de terapia, realmente fazendo terapia. Mas isso deveria ter durado mais.

Não acho que o romance funcione para esses dois personagens, mesmo com uma terapia a longo prazo, não acho que ele deveriam ficar juntos.
Mas se era para eles ficarem juntos de qualquer forma, preferiria que eles acabassem separados no último episódio, e que o roteiro desse um lampejo de esperança nos últimos minutos para que um relacionamento pudesse dar certo entre os dois em um futuro, acho que seria mais aceitável.

Outro ponto que me incomodou foi a morte do amigo do Veir. A forma como isso foi tratado pareceu não impactar ninguém de verdade. Não senti que alguém demonstrou luto real pelo coitado, parecia que ele só tinha ido viajar e não voltaria tão cedo.

Sobre o casal sáfico, virou tendência nos projetos do Fort e Peat?
É diferente, admito, mas tanto aqui quanto em Love Sea, sinto que não funcionou tão bem. Faltou desenvolvimento e profundidade, as personagens não são interessantes o suficiente para sustentar o núcleo. Mas não culpo as atrizes, a guarda costas e a Lisa do Blackpink tentaram com o que tinham.

No fim, a história acaba ficando bem entediante com o tempo, eu passei a não me importar já que a trama estava indo para o mesmo caminho de sempre.
Mas continuo esperando o dia em que um roteiro vai ter coragem de tratar um relacionamento tóxico como ele realmente é. Deixando assim os personagens separados, como deveria ser.

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Completed
Bloodhounds
2 people found this review helpful
by Bibs
Apr 17, 2026
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 8.0
Acting/Cast 8.5
Music 7.5
Rewatch Value 7.0
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Muito bom até certo ponto

Gostei muito, principalmente do começo.
A primeira metade do dorama foi muito boa: as coreografias de luta estavam incríveis, e os personagens já tinham um vínculo muito legal de acompanhar.

Gostei muito do U Jin. Achei que ele seria um personagem mais chato, mas a relação de bromance dele com o Geon U foi muito boa de acompanhar. Eles formam uma dupla que se complementa bem.

O Geon U é um querido, uma pessoa genuinamente boa. Mas isso também me incomodou, porque esse traço dele acaba atrapalhando a história em vários momentos. Ele era bom até com quem claramente não merecia.

Ele enfrentava os capangas e não matava ninguém, o que fazia com que eles tivessem que lutar contra os mesmos inimigos várias vezes. Isso acabou contribuindo para a morte de aliados, pessoas que talvez estivessem vivas se esses capangas tivessem sido eliminados ou, no mínimo, incapacitados desde o início.

Fiquei muito frustrada com a segunda metade da história. Não é legal quando os vilões se dão bem, ainda mais quando isso acontece porque os protagonistas insistem em manter uma integridade que, na prática, só piora a situação.

Eles evitavam matar a qualquer custo, e isso acabou resultando na própria queda deles e de quem estava ao redor. Ser bom é importante, mas também é preciso avaliar os prós e contras de cada situação.

Também gostei dos outros personagens do grupo, o vovô, a menina e os dois amigos. A dinâmica entre todos é interessante, funciona bem. Mas, ao mesmo tempo, sinto que faltou inteligência nas decisões. Eles provocavam um vilão poderoso e o vespeiro dele e simplesmente voltavam à rotina como se nada tivesse acontecido. Ficavam completamente expostos e nunca pareciam ter um plano B, C ou D etc

O que mais me incomodou foi o fato de continuarem na mesma casa mesmo depois de mexer com um mafioso. E não era por falta de dinheiro, o vovô tinha recursos suficientes para garantir um esconderijo, um plano de fuga ou alguma forma de proteção. Ainda assim, eles agiam como se não houvesse risco algum de serem encontrados.

As mortes foram bem pesadas e impactantes, e foi triste ver tantos personagens morrendo. Mas, sinceramente, ficou a sensação de que muito disso poderia ter sido evitado com mais preparo e estratégia.

No geral, a história foi mais frustrante pra mim do que qualquer coisa. Nem sei se vou assistir a segunda temporada, pois sinto que vão insistir nesse erro de ter piedade com quem não merece.

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Completed
Burnout Syndrome
2 people found this review helpful
by Bibs
Mar 4, 2026
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 6.5
Story 6.0
Acting/Cast 7.5
Music 8.0
Rewatch Value 5.0
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Triângulo sempre me estressa

Eu já comecei Burnout Syndrome com o pé meio atrás, porque triângulo amoroso simplesmente me irrita 😅 então a empolgação não estava lá muito alta.
Não é leve, não é fofinho. Ele tem uma atmosfera mais madura, mais densa e emocionalmente complicada.

Sobre os personagens… vou ser honesta: achei todos meio péssimos 😂 mas, curiosamente, isso não é necessariamente algo ruim. Eles erram, são egoístas, tomam decisões questionáveis e justamente por isso acabam parecendo humanos. Não são personagens feitos pra agradar ou parecer moralmente perfeitos. São falhos e isso torna tudo mais real. Isso é positivo mas eles acabam gerando um ódio na gente que não deixa um gosto legal na boca.

A fotografia e a ambientação são muito boas. Tem uma identidade visual bem marcante, e toda a parte artística da obra é bem peculiar, mas no bom sentido. Existe um cuidado estético que combina muito com o tema de burnout e com o universo criativo do Jira.

Falando do Jira: pra mim, o grande problema dele foi a falta de responsabilidade afetiva com o Pheem. Ele deu todas as esperanças possíveis, manteve o Pheem ali, paciente, esperando… e demorou demais pra encarar os próprios sentimentos. Eu não culpo ele por gostar do Ko, ninguém controla o que sente. Mas culpo, sim, pela demora em admitir isso, prolongando algo com o Pheem que já não era recíproco.

Agora o Pheem… vou ser honesta: desde o início eu não fui muito com a cara dele. A pose de bom moço não me convenceu. Ele não me parecia um green flag de alma, dessas pessoas que não precisam de motivo pra serem boas, elas simplesmente são. No caso dele, parecia mais uma postura do que algo genuíno. E depois a gente vê que ele não era tão transparente quanto parecia, ele ocultava ao máximo sua personalidade explosiva.

O Ko, por outro lado, apesar de meio filho da p*ta em vários momentos, pelo menos era honesto sobre o que pensava. Eu não julgo ele por ser introspectivo ou por preferir pagar pessoas para estarem no lugar dele em eventos públicos, se eu pudesse, faria o mesmo 😂
O que realmente pegou foi ele insistir no programa de IA que iria se apropriar de obras artísticas e replicá-las sem esforço. Eu entendo o argumento dele de que “se não for ele, outra pessoa vai fazer no futuro”, mas acho que o que mais doeu no Jira foi ter sido justamente o Ko. Doeria de qualquer forma, mas vindo dele foi pior. E o Ko não parecia entender isso a ponto de ceder.

Também senti que demorou demais para o Jira finalmente se decidir dentro do triângulo. E quando ele finalmente assume um relacionamento oficialmente com o Ko… dura, o quê? Dois episódios no máximo. Faltou tempo pra desenvolver aquilo depois de tanto drama.

No geral, eu preciso admitir que se eu não tivesse acompanhado em lançamento, episódio por episódio, acho que não teria conseguido terminar. Maratonando, talvez eu tivesse desistido no meio. Não foi uma experiência ruim, mas também não foi algo que me envolveu profundamente.

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Completed
Idol I
2 people found this review helpful
by Bibs
Mar 4, 2026
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 8.0
Acting/Cast 9.0
Music 7.5
Rewatch Value 7.5
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Não estava dando nada e me surpreendeu

Surpreendentemente, eu gostei bastante do dorama e fiquei bem envolvida com a trama.

O ator do Do Ra-ik merece um prêmio, viu. Ele chorou em basicamente quase todos os episódios, e não foi qualquer chorinho, não. O homem entregou sofrimento de verdade 😂 Eu achei que ele arrasou na atuação. Deu pra sentir todo o conflito e a frustração do personagem.
Só não sei se a mudança do personagem foi gradual o suficiente em questão de personalidade, porque ele era muito babaquinha com o pessoal com quem trabalhava no início. Mas vou relevar, porque gostei do desenvolvimento no geral.

De início, achei a Se-na meio exagerada. Tenho um certo pé atrás com pessoas que são obcecadas assim por celebridades. Mas ela me surpreendeu, porque mostrou que entendia o que era certo e errado nesse meio.

Vi gente dizendo que o dorama traz uma mensagem ruim, tipo aquela ideia de que se a gente sonhar muito e correr atrás da nossa celebridade favorita dá pra transformar isso num romance de filme. Mas eu sinceramente não vi assim. A partir do momento em que a Se-ra entra em contato com o Do Ra-Ik pessoalmente, ela é extremamente profissional e sabe impor limites pra ela mesma, e limites esses que são muito importantes, inclusive.
O romance funciona justamente porque eles têm uma história. Eles se conheceram brevemente no passado e mudaram a vida um do outro sem saber. É uma narrativa bem estruturada e que, pra mim, não deixa margem pra fãs saírem achando que podem viver um romance com seus ídolos só porque querem.

Sobre a questão do Do Ra-ik ter matado ou não o amigo, é um mistério que realmente prende. No fundo, a gente sabe que não foi ele… mas às vezes o roteiro quase convence a gente do contrário, porque o próprio Do Ra-ik não é tão confiável assim no começo.
Agora, sobre quem matou o amigo e como, eu ainda não sei se gostei ou não. A ex dele não matou de propósito,ela era doida? Sim, era mentalmente bem instável. Mas foi um homicídio culposo. E não vou dizer que foi uma grande surpresa, porque chega um momento na história em que você já consegue eliminar todos os personagens relevantes da lista de suspeitos e só sobra ela mesmo.

Uma coisa que eu realmente não gostei foi a resolução envolvendo aquele promotor idiota que fez a vida escolar da Se-na um inferno. Ok, ele abriu os olhos no final e se posicionou contra o pai sobre o que significa exercer aquela profissão. Mas ele nunca pediu desculpas apropriadas pra Se-na pelo que fez com ela, só pelo possível erro na condenação do pai dela. Eu esperava mais. Muito mais.

No geral, foi uma história que me prendeu mais do que eu imaginava. O romance foi gostoso de acompanhar e, ao mesmo tempo, um pouco sofrido, principalmente na parte em que ele descobre que ela era fã dele o tempo todo.

Mas eu gostei, sim. Fiquei envolvida e terminei relativamente satisfeita.

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Completed
I Cannot Reach You
2 people found this review helpful
by Bibs
Feb 6, 2026
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 8.0
Story 7.0
Acting/Cast 8.0
Music 7.0
Rewatch Value 7.5
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Gostinho de quero mais

É incrível como todo BL japonês que eu pego pra assistir tem protagonistas que são simplesmente lindos de parar o trânsito.

Kakeru… pelo amor. Cada cena em que a iluminação era usada pra refletir no rosto dele parecia pensada pra humilhar o espectador de tão bonito 😍

E o Ohara é um personagem que é o pacote completo: lindo, fofo, inteligente.

Confesso que normalmente tenho certa preguiça de friends to lovers. A linha da amizade prolongada costuma ser difícil de cruzar, ironicamente, acho muito mais fácil comprar um enemies to lovers do que essa transição lenta do afeto já estabelecido. Porque sempre tem a questão de não querer se declarar para não perder a amizade, e isso prolonga um pouco a espera.

Mesmo assim, I Cannot Reach You conseguiu me conquistar.

Vi muita gente dizendo que o romance era unilateral, vindo só do Ohara, e sinceramente… não entendi essa leitura.

O próprio Kakeru é honesto sobre o que está sentindo e pede tempo pra entender seus próprios sentimentos. Em vários momentos fica claro que ele também se deixa balançar pelo Ohara. Não é ausência de sentimento, é confusão emocional. E na questão de demonstrar afeto, é muito relativo pra cada pessoa.

Eles funcionam muito bem juntos e são bem fofos.

Minha única frustração é algo recorrente nos BLs japoneses: a história praticamente acaba quando o casal finalmente fica junto de verdade. Eu gosto de ver a fase do namoro, o cotidiano, a intimidade construída.

Mas considerando o número reduzido de episódios e a curta duração, entendo que o foco tenha sido o desenvolvimento emocional e nisso a série acerta, mas não reclamaria de mais.

É uma história bem básica, sem muitas tramas, mas que em um dia que você quer algo leve funciona bem.

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Completed
A Tale of Thousand Stars
2 people found this review helpful
by Bibs
Feb 5, 2026
10 of 10 episodes seen
Completed 0
Overall 6.5
Story 7.5
Acting/Cast 7.0
Music 7.0
Rewatch Value 6.0
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Cadê o romance que me prometeram?

Que medo de ser apedrejada...
Mas vou tentar destrinchar o que eu achei

A Tale of a Thousand Stars foi um BL que eu não desgostei, mas que me deixou bastante frustrada.
Ele tem uma proposta bonita, temas interessantes e momentos realmente sensíveis, só que, pra mim, a execução não acompanha tudo o que a história poderia ter sido.

Falando primeiro sobre o que não me agradou

Um dos maiores problemas foi o ritmo da relação dos personagens. Em vez de um slowburn envolvente, o desenvolvimento muitas vezes transmite a sensação de estagnação.

O romance entre Tian e Phupha foi construído de forma muito contida, quase fria em alguns momentos, parecia o tempo todo que algo estava faltando. A química até existe com os desentendimentos deles no início e com o entendimento que passam a ter no decorrer. Mas ainda assim, acho que foi explorado de maneira econômica demais, o que dificultou o meu envolvimento com o casal.

Um ponto que me incomodou bastante foi o próprio Phupha. Pra começar, até o nome dele me causou um certo estranhamento, nada contra, mas me remetia o tempo todo a um anime diabólico (não procurem, sério).
Mas o incômodo maior veio com o desenvolvimento do personagem ao longo da trama. Ele foi alguém que foi me perdendo conforme os episódios avançavam. Pela sinopse, eu imaginava que a resistência dele em admitir sentimentos pelo Tian estaria ligada à confusão emocional em relação à Torfun, mas isso se desfaz quando ele deixa claro que sempre a enxergou como uma irmã. Ou seja, essa dúvida nunca existiu de verdade. E aí fica difícil entender por que ele relutou tanto em admitir o que sentia. A demora deixa de ser conflito e vira enrolação. A declaração acontecer praticamente nos últimos minutos do segundo tempo foi demais até pra mim.
Eu até achava ele fofo no início, pois parecia ser alguém tímido que tinha dificuldades para se expressar, mas esse pensamento foi caindo por terra em cada oportunidade que ele perdia, e foram MUITAS.

Sinceramente, acho que a história teria funcionado muito melhor se eles tivessem se declarado depois do momento em que o Phupha leva um tiro protegendo o Tian, e só então viesse a separação temporária após a revelação sobre a Torfun, para que cada um resolvesse esse conflito com mais maturidade.

Não sei como me sentir sobre o pai do Tian ter deixado o Phupha encarregado da proteção do filho. Acho que guardaram esse plot muito pro final. Foi só mais uma questão que só trouxe mais mal entendidos e distanciamento entre os personagens.

A Torfun é um ponto que, pra mim, nunca funcionou emocionalmente do jeito que deveria. Eu sei que ela é mostrada, sei que o acidente que tirou a vida dela é triste e que a série faz questão de reforçar o quanto ela era uma pessoa boa e querida por todos. Ainda assim, não sei explicar direito, mas eu precisava de mais dela. Mais tempo, mais cenas, mais personalidade. Mesmo com alguns flashbacks, eu nunca consegui criar um laço real com a Torfun, e isso fez com que toda a trama que gira em torno dela soasse um pouco vazia pra mim. É como se ela existisse mais como um conceito, a pessoa perfeita, o símbolo do bem, do que como alguém que eu realmente conheci enquanto assistia.

Os problemas da comunidade como desigualdade, falta de recursos, educação precária e abandono do interior foram apresentados de forma um pouco superficial e, muitas vezes, romantizada. A série parece querer mostrar "consciência social”, mas sem se comprometer de verdade com a complexidade e o peso dessas situações.

Ainda assim, a série tem méritos importantes. O arco do transplante de coração de Tian é uma das ideias mais interessantes da trama. O questionamento moral sobre a origem do coração, especialmente a dúvida sobre ele ter ou não atropelado a Torfun, cria uma tensão ética real e pouco comum em BLs. Caso tivesse sido confirmado que Tian foi o responsável, o conflito seria extremamente pesado, complexo e até difícil de defender emocionalmente, o que mostra o quanto essa linha narrativa tinha potencial. O alívio ao descobrir que não foi ele é quase inevitável, e prova que, nesse ponto, a série conseguiu gerar impacto emocional genuíno.

Outro aspecto bastante positivo é tudo o que envolve as crianças da vila. Elas são carismáticas, funcionam bem narrativamente e ajudam a dar vida ao espaço onde a história se passa. A relação de Tian com os alunos é um dos momentos mais sinceros da série, trazendo leveza e afeto de forma natural.

Nesse sentido, a decisão de Tian de querer cursar Pedagogia é particularmente tocante. Trata-se de uma escolha que foge de idealizações fáceis: é um trabalho cansativo, pouco valorizado socialmente, mas profundamente necessário e capaz de ser repleto de amor e significado. Esse desejo revela um lado mais humano e coerente do personagem, e é um dos poucos momentos em que a série realmente conecta discurso social, desenvolvimento pessoal e emoção.

No fim, achei que foi um BL que deu uma sensação constante de quase. Quase emocionante, quase profundo, quase envolvente. Ele tem ideias boas, temas sensíveis e momentos que realmente tocam, mas se perde um pouco na execução, principalmente no romance e nesse slowburn que as vezes nem parecia que estava sequer queimando.
O Phupha, que deveria ser um pilar da história, acaba enfraquecido por escolhas narrativas confusas.

Não é uma série que eu odiei, longe disso, mas é impossível ignorar o quanto ela poderia ter sido melhor se tivesse coragem de avançar no relacionamento dos personagens, aprofundar conflitos e confiar menos só na própria atmosfera do interior. Acho que me deixou mais frustrada do que qualquer coisa.

Gostei, apesar dos apesares...

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Completed
Me and Thee
4 people found this review helpful
by Bibs
Dec 14, 2025
10 of 10 episodes seen
Completed 1
Overall 8.5
Story 7.5
Acting/Cast 7.5
Music 7.0
Rewatch Value 8.0
This review may contain spoilers

O Thee é a cereja do bolo

Essa parte da minha resenha é após o lançamento da metade da série que serão 10 episódios.

▫️Até o episódio 5, eu não tenho muito do que reclamar.

O humor do BL é ótimo, é mais legal ainda porque a história quando focada nessa parte, não tenta se levar a sério, igual naquela cena em que eles começam a cantar do absoluto nada KK. Tenho problemas com personagens que começam a cantar quando a história deles não está ligada a música de alguma forma, mas aqui como eu já disse, eles não levam a sério e é feito para ser cômico.
Já perdi a conta de quantas vezes eu gargalhei, principalmente nos primeiros episódios.

O Thee é dramático de uma forma hilária. As vezes pode parecer passar do ponto por não entender coisas simples, mas não deixa de ser engraçado. É aquelas, seria fácil conviver com uma pessoa assim na vida real? Sinceramente não sei, acho que a partir de um momento seria cansativo. Mas não chegou ao ponto de me incomodar tanto.

O Peach é um querido, mas a cegueira dele me irritou um pouco. Tipo "OQ MAIS ESSE HOMEM (Thee) PRECISA FAZER/FALAR, PRA VOCÊ ENTENDER QUE ELE TE QUER????"

O Est aqui está um sabor 🤌🤌

Por enquanto é isso, está bem leve, fofo e divertido. Não sei se vão querer mudar o tom da história nos 5 episódios restantes, mas estou amando até aqui!

▫️Depois do episódio 7

Já considero que todo mundo naquela empresa é cego ou muito burro. Eles (principalmente o Thee) dão muito na cara.

Faltam 3 episódios pra acabar, e sinceramente, não acho que vai haver uma grande intriga, uma grande trama ou algum Plot Twist. Aparentemente a história vai ficar mais no romcom e tudo bem.

▫️Após o penúltimo episódio

Percebi que a trama realmente se dispôs a permanecer onde começou, e com isso eu quero dizer que o tom da história não mudou. É um romance leve e divertido.

Apesar da história já estar se encaminhando para o final, ainda conseguiu me fazer ter uma quebra de expectativas quanto aos pais do Thee, que pareciam uns monstros desalmados, mas que aceitaram e se mostraram uns queridos a respeito do relacionamento dele com o Peach. Foi tão fácil e sem dramalhões que me deixou genuinamente surpresa.

▫️E o que dizer do final de Me And Thee?

Como eu já tinha mencionado enquanto eu assistia, o bl não foi para um lado mais ação e Thriller com máfia, e tudo certo. As vezes só passava a impressão que a série não era muito agitada pela falta de vilões que dão trabalho.
Foi realmente uma obra bem tranquila, leve e divertida.

Acho que os casais secundários tiveram um desenvolvimento bem ok, o que só prova que os principais eram os PondPhuwin e que aquelas brigas, antes do BL estrear, por qual shipp iria receber mais atenção, foi bem desnecessária.

Nao gostei do casal dos PerthSanta por motivos óbvios, as coisas entre eles foram mal resolvidas. O Tawan era um péssimo namorado, o Aran tinha dependência emocional e merecia mais.

O casal dos WilliamEst era bem promissor, deixaram o gostinho de quero mais. Ficou claro que o Mok e o Rome estavam em uma situationship, não reclamaria de ter visto mais deles. Ouvi falar que na novel, os personagens tem uma obra própria, então quem sabe isso saia do papel, já que o BL fez sucesso.

Agora sobre o Peach e o Thee
Achei que o relacionamento e a história deles teve um desenvolvimento até redondinho. O casamento foi bonitinho com as crianças e a Plub fazendo parte da família!

Fiquei um pouco desapontada com os beijos deles, sinto que em Never Let Me Go eram um tiquinho melhores. Talvez seja impressão minha, mas acho que o Phuwin não se entrega taanto como o Pond.
Eu percebi também que de uns tempos pra cá, alguns bls tem cortado bastante das cenas hot, não é uma reclamação! Só algo que eu reparei.

O ponto mais positivo que destacou a obra na minha opinião, foi o humor! Me diverti horrores principalmente no início.

O final com The(e) End me tirou um sorriso sincero

E eu gargalhei com a situação envolvendo a GMM Tv. Tragam um prêmio pra pessoa que pensou em GMM Thee v, essa pessoa foi muito gênia.

Muito interessante saber que o Thee é dono da GMM KKKKKKK eu apoiaria manter o nome.

Dá pra ver que o Pond simplesmente brilhou como Thee, e acredito que isso foi um marco para a empresa.

Ainda assim, acho que foi uma série um tiquinho superestimada, é divertida, mas não acho que tenha nada que seja tipo "Oh! que espetáculo de história! wow que espetáculo de atuação..."

Mas, é uma série que eu super indico pra quem quer algo leve e divertido sem muitos acontecimentos ou dramalhões de novela.

GOSTEI 😂

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Completed
Duang with You
2 people found this review helpful
by Bibs
Jul 1, 2026
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 6.5
Story 6.0
Acting/Cast 7.0
Music 6.5
Rewatch Value 5.0
This review may contain spoilers

Mais um bl assistido

Tá, então. Vou citar primeiro o que eu gostei.

Eu até gostei e achei divertidinho os dois primeiros episódios.
No geral, o TeeTee e o Por têm uma química boa, entregam bons beijos e afins. Quando os personagens já estão namorando, parece uma relação natural. Eu acredito na relação que estou vendo, e isso é ótimo.

Agora vamos falar do elefante na minha sala: o Duang.

Como eu disse, achei ele divertido... até achar cansativo. A infantilidade dele foi demais pra mim. Já vi outros personagens carismáticos e brincalhões que eram melhores construídos e não tão exagerados a ponto de eu achar forçado. Entendo que a proposta fosse justamente fazer dele um personagem fofo e engraçado, mas, para mim, acabaram exagerando tanto nessas características que, depois de um tempo, ele deixou de ser divertido e passou a me causar vergonha alheia e impaciência.

O que levanta outra questão que me incomodou: o Qin rejeitou o Duang mais de uma vez, e o Duang continuou atrás dele igual um espírito obsessor.
Eu sei que na Tailândia existe essa questão de cortejar alguém que você quer namorar, mas, sei lá, eu achei incômodo.
O Duang nem amigo do Qin era, ele nem conhecia o Qin, nem interesse em iniciar uma amizade primeiro ele tinha. Ele deixou claro desde o começo que o objetivo dele era namorar, e achei meio chato isso. Além disso, mesmo que o Qin gostasse dele no fundo, o Duang não tinha como saber disso. Na perspectiva dele, ele só estava insistindo atrás de uma pessoa que já tinha dito "não" mais de uma vez.
Acho que a relação teria sido mais interessante se essa aproximação tivesse acontecido de forma mais natural. Pensa só: se o Qin fosse uma mulher, que problemão iria ser. Mas só porque ele também é homem está tudo certo? Esse foi um dos pontos que mais me incomodou durante a série, e está diretamente ligado a personalidade do Duang.

A personalidade do Qin eu achei ok. Ele é meio inexpressivo e frio até a metade +-
O que me faz lembrar que ri muito desse meme que usaram com ele: "CHEGOOOU a boneca cara de ku, ela chega na sua casa com cara de ku, vai embora com cara de ku, nada muda, nada alegra, nada anima..." 😂😂😂

Mas acho que o Por conseguiu mostrar um pouco da dualidade do personagem. O arco dele também é interessante, principalmente a história com a babá e o problema com os pais, que dão tudo para ele, menos a atenção que ele realmente precisa. Aos poucos, fui entendendo melhor o que levou ele a ser do jeito que era.

Já o Duang, diferente do Qin, não me passou profundidade nenhuma. Talvez esse tenha sido outro motivo para eu não amar e nem conseguir me conectar tanto com o personagem. Enquanto o Qin tinha um arco que me ajudou a entender suas atitudes, senti que o Duang ficou muito preso em círculos, sem um desenvolvimento que me fizesse criar uma conexão maior com ele. A série claramente queria que eu me apaixonasse pelo Duang, mas eu nunca consegui.

Sobre os personagens secundários, não tenho muito o que acrescentar. Nem lembro muito deles, para ser bem honesta. O casal secundário também não me chamou muita atenção. Não foram personagens que marcaram ou foram muito essenciais na história para mim.

Eu costumo achar bls universitários bem repetitivos e desnecessariamente longos, com algumas exceções. Em histórias assim, se eu não me apegar aos casais, eu pelo menos espero me divertir. Aqui, minha diversão não durou tanto quanto eu queria. Como eu não estava tão imersa na história, principalmente por causa do Duang, tive a sensação de que a série era mais longa do que realmente precisava ser.

A parte musical da série... eu queria ter gostado mais. Não foi ruim, mas senti 0 personalidade. Não teve nenhum momento musical que eu me lembre pra dizer que me marcou.

Eu não li a novel, então não sei se foi o roteiro que extrapolou na personalidade do Duang, se foi o roteiro que foi o grande vilão dessa história, que fez com que ela fosse pra mim, apenas mais uma...

Para resumir, acho que é um BL que pode ser relativamente agradável para várias pessoas, mas eu achei bem superestimado. Acho que esse BL se tornou tipo o Me and Thee da DMD. Já comentei que também acho Me and Thee superestimado, mas, ainda assim, gosto mais dele. E não estou de favoritismo.

No fim, foi uma série que simplesmente não funcionou para mim. Não acho que seja uma série ruim a ponto de dizer que ninguém deveria assistir, mas, para mim, foi uma experiência bem abaixo do que eu esperava.

Esperava que os atores pegassem uma série não universitária para um próximo projeto. Infelizmente irão sim ter outra série universitária. Eu entendo que os atores devem se sentir mais confortáveis nesse tipo de projeto, afinal, são novos realmente.
Mas acho que após Duang With You, seria interessante sair um pouco dessa bolha, mas preferiram continuar surfando no hype dela, o que definitivamente vai funcionar, mas talvez não vá trazer nenhuma experiência mais diferentona do que eles já estão acostumados.

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Completed
My Personal Weatherman
2 people found this review helpful
by Bibs
Feb 12, 2026
8 of 8 episodes seen
Completed 0
Overall 5.0
Story 6.0
Acting/Cast 6.5
Music 6.5
Rewatch Value 5.0

Há melhores para passar o tempo

Não fui esperando amar, pois não sou a maior fã de relacionamento tóxico, mas estava esperando pelo menos me intrigar.

Me surpreendeu que a série abordou relações sexuais e afins de uma forma mais crua e sem muito mi mi mi.
Mas a dinâmica dos personagens e toda a situação deles me incomodou mais do que me envolveu.

Não é que seja uma história sobre abuso explícito. Não é isso. Mas é uma relação construída em cima de silêncio, dependência e uma comunicação tão falha que chega a cansar.
O tempo inteiro parece que estamos esperando uma conversa que nunca acontece.

Segasaki não é um vilão, mas também não é emocionalmente disponível. Ele é fechado, controlador em pequenas atitudes, e raramente verbaliza o que sente. E quando resolve verbalizar se torna meio babaca.

Yoh, por outro lado, vive num estado constante de insegurança. Ele escolhe ficar, mas parece que fica sempre com medo.
O trabalho dele está acontecendo ali, mas a gente não vê aprofundamento.

E aí a série vende essa tensão como intensidade romântica. É uma falta de comunicação do caramba, tudo na base do achismo.

Honestamente pra mim, faltou equilíbrio.
Faltou maturidade emocional.
Faltou desenvolvimento real.

O amor existe ali? Deve até existir.
Mas ele é mal comunicado, mal estruturado e, em vários momentos, desconfortável e frustante.

Gostei não.

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Completed
Love of Silom
1 people found this review helpful
by Bibs
7 days ago
12 of 12 episodes seen
Completed 0
Overall 7.5
Story 7.0
Acting/Cast 7.5
Music 7.0
Rewatch Value 6.5
This review may contain spoilers

Legal

Eu já conhecia o Up e o Poom por My Stand-In, um BL que considero bem discutível e bastante tóxico. Então, quando comecei Love of Silom, já esperava uma vibe completamente diferente.

Preciso dizer que os primeiros episódios me chamaram muito a atenção. Ri e muito por causa do Wayu. Nossa, que personagem carismático e fofo! Na verdade, achei ele um personagem muito bom e, em alguns aspectos, até me lembrou o personagem anterior do Poom.

Já o Krit, personagem do Up, acabou me decepcionando um pouco. Ele é meio sem vida e inexpressivo na maior parte do tempo. Não era esse tipo de papel que eu queria ver o Up fazendo depois do Ming, de My Stand-In. Acho que eu esperava um personagem mais marcante.

Apesar disso, acho que os papéis exigiram bastante dos dois atores. O Up, por conta do treinamento necessário para interpretar um policial. Já o Poom também deve ter treinado bastante para executar todas as coreografias das apresentações no bar onde o Wayu trabalhava como acompanhante.

A trama do tráfico humano acabou se estendendo praticamente até o final da série. Apesar de eu entender que era o principal conflito da história, ainda assim senti que esse é um tema muito mais profundo e pesado do que a forma como foi tratado. É contraditório que a trama tenha tomado um tempo relativo da história e ainda assim não foi suficiente para aprofundar esse tema.

Mais uma vez tivemos o clichê de alguém levar um tiro e ficar em coma, dessa vez com o Krit. Também tivemos outro clichê: o Krit terminar com o Wayu por causa dos pais e os dois sofrerem horrores por conta disso. Particularmente, achei esse tipo de conflito um pouco batido.

Apesar desses clichês, gostei bastante do Wayu e do Krit como casal. Acho que eles têm química e torci pelos dois durante a história. A fase de namoro deles também foi bem melosa, do jeito que eu gosto. O problema é que os BLs parecem seguir sempre um de dois caminhos: os protagonistas começam a namorar relativamente cedo e algum problema aparece para separá-los, só voltando a ficar juntos no final, ou eles só ficam juntos nos últimos episódios e quase não vemos nada da relação. Eu, particularmente, gosto de acompanhar a fase de namoro por vários episódios, vendo o casal simplesmente sendo um casal.

O neném da história é uma graça. Dá para sentir muito o instinto paternal do Wayu e do Krit em relação a ele, e achei muito bonito acompanhar esse lado mais cuidadoso dos dois. Foi um dos núcleos de que mais gostei.

Agora, a mãe do Wayu... para mim, ela não deveria ter sido perdoada. Nunca que uma pessoa daquela mudaria tão facilmente. Também não é novidade que muitos BLs acabam forçando a barra nessa questão de perdoar os mais velhos, sejam pais, mães ou avós. Imagino que isso tenha uma influência cultural, porque raramente vejo o contrário acontecer.

Eu até simpatizei com a irmã do Wayu, mas, sinceramente, também acho que não teria perdoado. Pqp, ela largou o filho à própria sorte e, depois de tanto tempo, voltou como o próprio cão arrependido, provavelmente porque as coisas não deram certo para ela. Achei difícil comprar as duas redenções, principalmente a da mãe, por ser uma personagem que me irritou muito mais ao longo da história.

No geral, gostei de Love of Silom. Apesar de alguns clichês, de sentir que certos temas poderiam ter sido tratados com mais profundidade e de algumas decisões do roteiro não terem funcionado tão bem para mim, foi uma série que consegui aproveitar. Acho que Wayu carregou boa parte da história nas costas com o carisma dele, torci pelo casal do começo ao fim. Acharia interessante para um próximo projeto deles, que o Up interpretasse um personagem mais engraçadinho e carismático e o contrário para o Poom.

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