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Não é uma obra prima, mas é legalzinha de assistir
Eu fui sem muita expectativa e realmente não esperava gostarFoi meu primeiro bl com os Forcebook e simpatizei com eles até. O roteiro é bem simples, mas eles fazem funcionar.
Sobre os personagens Gun e o Cher, eles são muito fofos juntos, gostei do desenvolvimento que eles tiveram. Apesar que acho que não precisava de tantas indas e vindas.
Também gostei da ideia do drama envolvendo a personagem Tian, de quem o Cher gostava no passado, mas como houve um crime horrível, gostaria de ter visto um desfecho com o cara e aquela mulher na cadeia.
Simpatizei com o Jack, mas fiquei seriamente confusa em vários momentos em que achei que ele gostava do Cher. A depressão dele também foi abordada bem brevemente, acho que só por uma tentativa de dar profundidade ao personagem.
Casais secundários nem sempre chamam a minha atenção e aqui segue igual.
Agora falando sobre um episódio em específico Aaaaaaaa aquele EP 9 foi uma desgraça, eles ficaram se machucando atoa, que ódio 😭
Eu ficava o tempo todo pensando "Não digam nada que vocês possam se arrepender depois."
Só achei que depois dessa p*t4 discussão que eles tiveram, o casal se resolveu muito rápido. Ok que o momento pedia, mas ainda assim achei muito rápido. Pois considerando que eles falaram muitas coisas que não queriam ter falado, acho que a reconciliação deveria ter sido um pouco mais densa também
Admito que odeio essa ferramenta dramática recorrente em muitas narrativas de usar a mentira/omissão da verdade para gerar um grande conflito do meio pro final da história. Pq é sofrimento na certa para os personagens e para nós expectadores 🥲
E a gente sabe que em algum momento vai dar ruim pq certo personagem esconde algo e em algum momento vai vir a tona da pior forma possível. Poderia citar vários exemplos aqui em outros bls, mas me dói só de lembrar.
Não houve nenhum vilão ou algo muito emocionante que fizesse o casal se separar, foi apenas o clichê de rico e clt e "Meu filho merece coisa melhor que você e pi pi pi".
Mas no geral acho que A Boss And a Baby trouxe e fez uma trama básica, mas é aquele caso em que se faz o básico de uma forma boa, então acabou sendo uma obra leve com pitadas de dramas para não deixar os personagens e a trama muito rasos. E pra mim funcionou
Fiquem aqui com algumas citações que achei bem bonitas:
"Quero te ver todos os dias. Gosto de mim quando estou com você".
"Alguém como eu não ouve música. Eu só ouço a sua voz"
"Sua mãe lhe deu apenas um coração. Mas você deu tudo a ele".
"— Só porque você gosta de mim, não significa que vai gostar de tudo em mim. Os humanos nascem em condições diferentes e vivem estilos de vida diferentes. Não há como nos darmos (bem) 100%
— Mas eu estou disposto a me ajustar pra você".
"Terminar enquanto ainda está apaixonado é mais doloroso do que terminar depois de deixar de amar".
"— Ela(Tian) permanecerá para sempre no coração dele (Cher)
— Se ela é a pessoa no coração dele. E você (Gun)? Quem é você?
— Se Cher permitir, posso ser seu presente e seu futuro".
"Viver sem você é como viver com algo faltando".
GOSTEIIIII 🥰
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Querendo ou não, é bem envolvente!
No geral gostei e fiquei bastante entretida.Achei a Su ji (prota) burra em vários momentos, mas acho que se dá por conta da perspectiva de que nós telespectadores, as vezes, sabemos as coisas antes dela, e quando ela está indo para o caminho errado, acaba sendo frustrante para a gente. Maaas ao mesmo tempo, também achei ela bem esperta, fria e fodona quando precisava ser.
A atuação dos atores é impecável, a gente vai sentindo o ódio crescendo com os personagens.
Só não curti muito a motivação da Ha rin (antagonista), achei o objetivo dela exagerado em torturar a Ja Eun pelo o resto da vida dela por causa de algo na verdade era tão pequeno se comparado a tudo o que ela fez.
Apesar de ser uma grande vítima, a ingenuidade e submissão da Ja Eun me irritava demais. Ela tentava resolver tudo no poder da amizade kk até que funcionou, mas tomaram bastante na cabeça antes.
Senti também que a resolução do jogo e de todo esse rolê estava sempre muito óbvia, mas eles ficavam dando voltas e voltas em planos que não davam certo.
Mesmo assim gostei que cada um que estava do lado errado lidou com as consequências no final.
Aquele finalzinho ali, sei não se vai ter outra temporada...
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Precisava?
Depois de terminar Peach and Me, a pergunta que ficou foi: precisava? Honestamente, não.Diferente de Me and Thee, que já contava a história dos dois, essa minissérie de apenas quatro episódios existe muito mais para revisitar esses personagens do que para acrescentar algo realmente importante à trama. Até porque, pelo que sei, a novel de Me and Thee não possui uma continuação focada no Peach e no Thee, e sim uma história voltada para o Rome e o Mok.
Então, Peach and Me acaba funcionando muito mais (para ganhar dinheiro), como um presente para os fãs que queriam ver mais daquele casal do que como uma continuação realmente necessária. Fizeram essa continuação justamente porque Me and Thee teve uma popularidade fora do normal.
Ainda assim, como gostei da série original, foi divertido passar mais um tempinho com esses personagens.
O primeiro episódio foi bem divertidinho justamente por trazer de volta aquela sensação que tive assistindo Me and Thee.
Já o segundo e o terceiro episódios foram mais irrelevantes e indiferentes para mim. A questão envolvendo o Rome e a personagem da Emi simplesmente não conseguiu me prender muito, pois pela quantidade de episódios, teve um desenvolvimento bem raso, então acabei ficando mais distante dessa parte da história.
O quarto episódio foi, sem dúvida, o melhor dos quatro justamente por trazer novamente a metalinguagem que foi algo que gostei do final de Me and Thee. O fato de o Thee ter comprado a GMMTV e estar fazendo a própria história dele com o Peach foi muito divertido. Achei muito legal essa ideia, porque combina bastante com a personalidade do personagem.
Além disso, trazer outros casais da GMMTV para interpretar momentos da história do Thee e do Peach em Me and Thee foi uma grata surpresa KK
Achei muito legal o P'X (diretor) ter chamado os JuniorMark, JimmySea e TayNew, principalmente porque ele já trabalhou diretamente com eles em outros projetos. Dá uma sensação de que existe um vínculo entre eles, e acho muito legal quando essas relações acabam aparecendo nas produções.
A química entre Pond e Phuwin continua praticamente a mesma para mim. Não acho que seja uma química ruim, mas também está longe de ser uma das melhores que já vi.
Na questão de eles serem personagens já casados e com filhos, não é tão crível pela atitude dos personagens, aquelas crianças parecem ser mais sobrinhos deles do que filhos. E sei que cada casal é diferente, mas eu não consigo enxergar neles a intimidade tanto pública quando particular de um casal casado sabe?
O Thee continua sendo o grande destaque para mim, porque a personalidade peculiar dele simplesmente carrega a série. Ele é o personagem que mais chama atenção e continua sendo a parte mais interessante da história, muito porque não sei o que esperar dele.
Outra relação que continuo gostando bastante é a do Thee com o Mok. Além da despedida dos personagens, senti que existia também uma espécie de despedida dos próprios atores, como se esse fosse um encerramento. Talvez eles não voltem a trabalhar juntos tão cedo, mas misturando ou não os sentimentos, conseguiram transmitir isso muito bem, principalmente o Est.
O final foi ok. Não senti aquela emoção de despedida novamente porque, para mim, eu já tinha me despedido desses personagens em Me and Thee. A série original já tinha encerrado a história deles, então Peach and Me acabou funcionando mais como um reencontro do que como uma nova despedida.
No geral, gostei até de Peach and Me, mas continuo achando que era uma continuação que não precisava existir. Não acrescentou algo realmente importante para a trama, mas foi divertido rever esses personagens, principalmente pelo carisma do Thee, pela metalinguagem e pelas participações especiais.
Para quem gostou de Me and Thee e queria passar mais um tempo com o Peach e o Thee, acho que vale a pena assistir.
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Tenho muito a dizer!
Fui atualizando a resenha enquanto acompanhava o lançamento do BL. Então acabou ficando muito mais extensa do que eu esperava.💰❤️🔥 Episódios 1, 2 e 3
Eu estou amando com todas as letras! Já me diverti muito até agora, está muito fofo e engraçado, isso até a tempestade chegar, porque sabemos que vai chegar.
Gosto quando a história começa com o casal praticamente junto. Não tem muitas obras que seguem essa narrativa. Acho que é mais arriscado, pois as pessoas podem não ter tido tempo para sentir o desenvolvimento do casal e criar apego por eles. Inclusive, já ouvi gente dizendo que só no primeiro episódio parece que já passou a história inteira de um BL mais tradicional.
Mas eu não ligo, eu gosto desse tipo de narrativa.
Estou amando o Tim e o Pai. Gosto muito dos JuniorMark, então isso pode ter contribuído. Eles são muito fofos. E os pequenos detalhes são tudo, como o Pai se incomodar quando as pessoas entram no escritório dele sem bater, e que até mesmo o avô (dono de tudo) bate na porta. E quando o Tim faz, o Pai fala que ele não precisa 🤭🤭🤭🤭
Além disso, por mais que o Tim esteja agindo estranho de forma um pouco óbvia, porque está se apaixonando, dá para ver que o Pai confia plenamente nele. E a quebra de confiança vai doer para um c4r4lh0. Já estou preparando meus lencinhos.
Agora, os OhmPoon e seus personagens, Yu e North, não me conquistaram logo de cara. Mas agora, no episódio 3, já estou bem mais envolvida com eles. Eles são fofos também, à sua maneira.
Ri quando falaram para o Tim que o Pai deve gostar dos red flags KKK.
E é extremamente fofo como o Tim notou que o Pai também gosta do traço da personalidade que ele tenta esconder, ou seja, o Pai também gosta dele como ele é, sem filtros.
Não estou achando, de forma alguma, que a história está rápida demais nem nada do tipo. Os desenvolvimentos estão graduais para o lado dos golpistas, já que são mais os sentimentos deles que estão em jogo nesse golpe todo, apesar de parecer o contrário.
E não lembro onde vi isso, mas o Pai e o North são total a Elsa e a Anna KK
💸💘🫣 Episódios 4, 5 e 6
Eu estranhei um pouco o Yu ter sido descoberto no episódio 4. Foi tão rápido e inesperado que fiquei sem entender. Demorei pra assimilar se aquilo seria um acerto para história ou se acabaria sendo um tiro pela culatra. Ainda não cheguei em uma conclusão definitiva.
Talvez quiseram mostrar um gostinho da queda de um dos golpistas, pra já deixar claro que o buraco do Tim vai ser bem mais embaixo?
Já no episódio 5, apesar de ter amado os momentos dos casais e do anjo que tocou a cabeça do Tim kk
Acho que o roteiro deu algumas escorregadas sobre o personagem do Tim, melhor, sobre a história dele.
Primeiro que foi uma surpresa saber que ele era arquiteto. Essa é uma série que estou assistindo com gosto, então não faz sentido eu ter deixado passar uma informação dessa. Talvez o roteiro quis deixar implícito essa questão e parando para pensar até faz sentido. Porque eu estranhava mesmo o Tim aparentar saber bastante sobre o assunto, mesmo se ele tivesse estudado um pouco para o golpe.
Segundo sobre a situação dele. Achei que esse resumo sobre a família dele ter ido pra China sem mais nem menos, bem superficial e até questionável? Não sei, ficou estranho. Espero que não fique só nisso e que dêem mais camadas para o que aconteceu de fato na vida dele para ter tantas dívidas.
Porque olhando pra coisa toda de forma lógica. Ele estava sozinho, com a casa dos pais, formado e empregado. O que deu tão errado pra ele arrumar dívidas que duplicam o valor da casa dos pais dele?
Estou torcendo muito para os roteiristas do BL não me decepcionarem
O Yu finalmente se provou no ep 6, e acho que ele fez tudo o que poderia fazer para se redimir, deu até gosto de ver.
Chega até ser engraçado, que enquanto o Yu e o North estão se acertando. O navio do Pai e do Tim já vai bater no iceberg, é rir para não chorar.
O Tim também se desfez das sugar mommies que ele tinha. Mas sei lá, foi fácil demais né, e a verdade sempre aparece. Não acho que ele teria coragem de contar toda a verdade para o Pai por contra própria depois deles se casarem.
Então que as cartas sejam expostas de uma vez mesmo.
Espero que tenham dado uma cena bem dramática para os JuniorMark, primeiro porque acho que eles dão conta, e segundo porque acho que uma revelação desse nível pede dor e sofrimento. Não sei se vai puxar para o lado de uma discussão mais emocional e contida ou para um lado mais escandaloso e dramático. Eu já ficaria satisfeita com uma dose da expressão que o Mark fez no episódio piloto 🥲
💔 Episódio 7
Ai, gente. Não sei viu...
Eu estava com um sorriso de orelha a orelha no início do episódio só esperando a casa cair. Mas eu queria que a casa caísse de verdade.
Eu gostei de como o roteiro trabalhou a parte da exposição do Tim até o momento em que o Pai é deserdado. Então eu gostei até mais ou menos 70% do episódio.
Os JuniorMark entregaram muito nas cenas dramáticas que deram para eles.
O Meowrek entregou muito na atuação. Eu me emocionei real vendo o Pai lá parado derramando lágrimas enquanto o caos acontecia atrás.
O Junior também entregou muito quando o Tim estava tentando conversar à beira das lágrimas.
Mas quanto ao restante… já vou adiantar que estou bem frustrada.
Na minha opinião, o roteiro pecou um pouco, ou melhor, pecou muito.
Fazer eles se reaproximarem no mesmo episódio? Sério isso?
Sinto que deveria ter sido MUITO mais dramático. Deveria ter ficado com uma vibe bem pesada e para baixo, mas eles voltaram para a comédia muito rápido.
Eu queria que eles ficassem minimamente afastados por pelo menos uns dois episódios, acho que isso seria muito necessário para o desenvolvimento dos dois de forma individual, sabe?
Mas o roteiro já quis juntar eles de novo por motivos meio forçados.
Fiquei com muita pena do Pai de verdade. Porque imagina o baque de descobrir que você perdeu um ano da sua vida em uma mentira completa, que perdeu tudo por causa de alguém em quem você onfiava?
Porque poxa, o Tim triturou o coração dele. A traição, a humilhação, a exposição e a bola de neve de mentiras.
Seria pedir muito deixar esse momento de desconexão dos personagens se prolongar por mais tempo?
E o que fizeram com o personagem do Pai?? Parece que ele superou tudo rápido demais. Eu queria ver muito mais melancolia ou raiva dele do que foi mostrado, até porque ele estava totalmente no direito.
Acho que a narrativa deveria ter deixado o Pai quebrado por muito mais tempo. Não necessariamente agressivo, mas pelo menos completamente frio com o Tim sem puxar isso tanto para a comédia, pelo menos não agora.
Até o North foi mais inflexível com o Yu do que o Pai foi com o Tim, e pra mim isso não tem sentido.
O Yu enganou o North por pouquíssimo tempo em comparação ao tempo que o Tim enganou o Pai.
Muita gente amando o North por ter ficado do lado do Pai em relação ao avô.
Mas só consegui pensar em como ele ficou super tranquilo ao descobrir que o Tim fez com o Pai o mesmo que o Yu fez com ele, e ainda mil vezes pior.
Eu esperava um North fulo da vida com o Tim, igual o Pai ficou com o Yu.
Mas ele ficou completamente de boa??
Sinto que os personagens foram meio descaracterizados da metade do episódio pra frente.
Na real acho que só o Yu se salvou.
E o tapa que o Pai deu no Tim seria muito mais significativo se acontecesse na cena em que o Pai pede para deixarem ele em paz e o Tim tenta segurar ele.
E deveria ter sido um belo de um tapa, bem forte sabe. Ou até um soco seria melhor, já que o Pai estava treinando boxe. Fiquei mais ressentida que o Pai e isso é frustante!
E sem falar do Pai e do North terem que ficar na casa do Tim. Tenho certeza que haveriam outras opções para eles. Os amigos de ambos, por exemplo.
Vi gente falando que o ego deles, principalmente do Pai, não aceitaria ir para a casa dos amigos. Mas ficar na casa do causador de tudo está ok?
Eu gosto do clichê de coabitação, mas não acho que ele era cabível aqui. Achei forçado...
Dei uma olhada e vi que esse episódio surpreendentemente dividiu bastante gente.
Eu obviamente estou do lado de quem não comprou o desenrolar da trama e que achou leve e apressado demais.
Até porque o BL tem 12 episódios, então daria tranquilamente para ter um afastamento entre eles até o episódio 9 pelo menos, para que o final também não fique apressado.
Eu entendo que o BL é mais voltado para comédia, mas caramba, é uma comédia que promete um drama.
Desde o início a gente está sofrendo antecipadamente pela era do divórcio e não acho que entregou o tanto de sofrência que a trama prometia.
E eu digo isso porque foi muito, mas MUITO rápido.
Eu pisquei e parecia que o Pai já tinha perdoado o Tim. Nem parecia que ele tinha sido exposto, traído, humilhado, enganado e deserdado.
Sei lá… me frustrei um pouco com o desenrolar.
Às vezes penso se é tão difícil assim ser roteirista, porque meu ego diz que eu faria um roteiro melhor… pelo menos para esse episódio.
💢🤔 Episódios 8 e 9
Eu ainda continuo frustrada com o rumo que as coisas tomaram. Não acho que essa questão de coabitação puxada para a comédia foi a melhor das ideias.
O Yu realmente teve um desenvolvimento legal.
A mãe dele é uma megera, nem dá pra chamar aquilo de mãe honestamente.
Vivi para ver um personagem virando as costas para um parente que não o merece. Cortar a mãe da vida dele, foi a melhor coisa que o Yu poderia ter feito.
Foi triste ver o Pai tentando entender quem era o Tim que ele amava e se aquela pessoa realmente nunca existiu. Foi meio que uma despedida para poder seguir em frente.
E eu tenho que dar esse mérito ao Pai, depois do divórcio, não dá pra dizer que ele não tentou seguir em frente com os contatinhos dele kk
Foi legal ver o Yu e o North terem a chance de se provar, principalmente para o North ter a oportunidade de amadurecer um pouco.
O beijo dos TimPai foi bonito. Não foi uma reconciliação de fato, mas o Pai entendeu que ele não superou, e provavelmente não vai superar.
🤬❤️🩹 Episódios 10 e 11
Já quero começar falando que peguei um pouco de raiva desse diretor P'New. Já tinha visto algumas cenas vazadas dos Timpai como a cena do início do episódio 10 e do início do episódio 7. E as cenas vazadas são melhores do que as versões que escolheram, parece que esse diretor quer cortar fora os melhores momentos...
Achei que foi bom o Yu e o North se desentenderem por causa do trabalho. Foi uma bela provação de que eles conseguem superar as coisas juntos.
Que coisa engraçada né, achei que sentiria raiva da tia do Pai, que de alguma forma ela seria a vilã, mas surpreendente não foi bem assim.
Meu ódio é todo daquele velho cretino mesmo. Ele está me irritando desde o episódio 7. Primeiro por culpar o Pai e punir ele por um erro não premeditado.
Depois por chutar o Pai na sargeta só com as roupas do corpo.
Mas quando ele falou sobre o Pai rastejar de volta, NOSSA, meu sangue ferveu de ódio. Que coisa horrível de se dizer sinceramente.
Eu pensei que os pais do Pai estavam mortos iguais aos do North de tão presentes que eles eram na vida dele. Se importavam tanto com o filho que deixaram o avô pisar nele por um erro que ele nem teve culpa, o bichinho foi o que mais sofreu de todo esse rolê e ainda foi deixado de lado.
O Pai podia muito bem tacar um grande fds para toda essa "família". Esse vô e esses pais inúteis dele. Quem merecia um pedido de desculpas era o Pai e não o contrário!
E eu por fim amoleci um pouco...
O momento dos Timpai me pegou
Aquele beijo de esquimó foi TÃO lindo
Eles conseguiram transmitir uma delicadeza e ao mesmo tempo uma intensidade que me deixaram encantada 🥹
Acho que o Tim está perdoado...
O episódio 11 foi muito divertido com o Yu e o North explanando o Kuea para o Tim KK
Sobre o Kuea, eu sinto pena dele. Mas não acho que ele necessariamente merecia uma chance agora.
Primeiro que o Pai não sente o mesmo. Segundo que em anos de amizade, ele aparentemente nunca se esforçou pra transformar a relação deles em algo a mais. Tanto que o Pai não tinha nem ideia dos sentimentos dele.
Fiquei com dó do Kuea, mas o mundo gira e ele provavelmente deixou passar todas as chances dele.
O momento do Pai e do Yu foi uma graça, o Yu todo felizinho por poder chamar o Pai de Hia 🥰 Também depois de quase ter sido estrangulado pelo Pai lá no começo, quem não ficaria kkkk
E o pedido do Yu foi simplesmente muito fofo. Ele e o North combinam e merecem só amor daqui em diante!
Não queria me estressar, mas de novo isso???
Pais do Pai 🤝 Pais do Tim = serem completamente inúteis
O que foi isso? O Tim pedindo perdão aos pais?
Eu não entendi real como eles se fazem de coitadinhos e bons samaritanos quando deixaram o filho sozinho pra carregar tudo nas costas. A maneira que o Tim fez não foi correta, mas esses pais dele não são melhores que ele nem aqui nem na china.
Fico inconformada como isso parece ser algo estruturado em boa parte das culturas asiáticas. Essa questão de respeito inestimável aos mais velhos e aos pais. Sempre o filho que tem que se humilhar e dizer que errou mesmo quando não for o caso.
💍 Episódio 12
Aaaaaah gente, vivi para ver a dinâmica deles como dois casais de fato, um conforto que só.
Dou muita risada com a cumplicidade e as intrigas entre os quatro!
O episódio foi bem gostosinho, com alguns desentendimentos aqui e ali, mas acho que faz parte.
AAFFFF admito que queria ter visto o casamento grandioso deles, mas foi fofo ver eles apostando no simples e no agora.
E foi muito bom ver que tudo o que aconteceu fez a relação do Pai e do North melhorar, convenhamos que eles não tinham a melhor das relações no começo, guardavam muita coisa sobre como se sentiam na família e em relação um ao outro. E o Tim e o Yu apesar de trazerem um caos para a vida dos dois, eles também fizeram com que o laço e a compreensão entre o Pai e o North se fortalecesse.
As mensagens que o Pai, o North, o Tim e o Yu deixaram um para o outro foram lindas, eles sim se tornaram uma família de verdade, que se apoia tanto nos bons quanto nos maus momentos 🥹❤️
Chegou uma hora que pensei que fosse chorar de emoção, não estava pronta para me despedir desses personagens 🥹
🔸Considerações Finais
Eu tive sim meus problemas com várias das decisões do roteiro a partir do episódio 7. Especialmente no episódio 7...
Ignorando completamente o arco de todos os pais dos personagens. Porque todos eles tem pais péssimos. Eu vou inclusive fazer vista grossa para a questão do perdão nesses casos, pois sinto que é algo já muito enraizado na cultura deles.
A história do Tim com os pais e a dívida, eu achei meio confusa também, senti que faltou desenvolvimento pra trazer um pouco de coerência para todo esse rolê.
Eu disse que perdoei o Tim, mas honestamente ainda sinto um certo ressentimento. Eu nunca teria perdoado se fosse comigo, e no fundo acho que o Pai também não deveria, ainda mais considerando que tudo pareceu muito fácil para o Tim.
Senti falta de uma explicação de tudo o que o Tim fez pelas costas do Pai, a gente viu, mas o Pai não sabia dos detalhes. Senti falta de desculpas mais impactantes, mais sentimentais. Honestamente, queria o Tim se humilhando mais...
E o que mais me estressou foi o pouco tempo de drama o Pai teve, deveria ter tido muitas cenas dele sofrendo horrores, mais triste do que bravo puxando para o humor. Eu queria mais lágrimas rolando e que o divórcio fosse tipo MUITO dramático entre eles, não que virasse uma comédia como aconteceu, pelo menos é o que eu sinto que a história prometeu e não entregou.
Sobre as coisas boas!
Os quatro protagonistas! eu gostei dos personagens e mais ainda da dinâmica entre eles.
Em questão de desenvolvimento, eu tenho que admitir que o Yu e o North foram melhores desenvolvidos de forma individual e de forma conjunta. Mas como já comentei, acho que só o Yu escapou da descaracterização que os outros sofreram em alguns momentos.
Apesar do humor ter sido usado em momentos errados, quando era nos momentos certos eu me diverti horrores. Senti que os quatros eram personagens muito autênticos, era gostoso de acompanhar eles. O que foi suficiente para eu me apegar e não querer largar.
Os atores são muito bons como esperado!
O Markji se entregou ao Pai com maestria, a gente conseguia sentir tudo o que ele queria passar.
O Junior também, nas chances que ele teve de entregar, ele entregou.
O Poon não teve tantas cenas especialmente dramáticas, mas acho que ele tem um ótimo timing para o humor.
O Ohm me surpreendeu muito como ator! O que ele fez com o personagem do Yu foi incrível, nunca tinha visto ele transmitir tantas emoções assim.
Bem amigos, terminou 🥹
Foi um final bem agridoce e até satisfatório apesar dos tropeços pelo caminho. Minto, acho que deveria ter mostrado um tiquinho da vida de casados deles ao invés de acabar no casamento.
Mas é isso, agradeço e admiro quem leu minha resenha até aqui 😅🫰
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Batido, não me cativou
Head 2 Head não funcionou pra mim. Em vários momentos, a sensação foi a de estar assistindo a uma colagem de ideias que já vi antes, sem identidade própria.A dinâmica dos protagonistas lembra muito Bad Buddy mas sem o mesmo desenvolvimento gradual que fez a relação ali funcionar.
Senti que os personagens tinham muito o que chamamos de problemas de gente rica, ficavam criando rivalidade e intriga onde não tinha. Não tem nada realmente profundo e compreensível por trás dessas desavenças, como em Bad Buddy por exemplo.
Ao mesmo tempo, a trama tenta flertar com um tom quase místico/dramático que fez lembrar de The Magic Prophecy, só que de forma superficial, como se os elementos estivessem ali mais pelo impacto do que pela construção da história.
Acho que é uma história sem personalidade. A série parece querer ser várias coisas ao mesmo tempo, mas que na minha opinião acaba não se destacando em nenhuma.
Os personagens também não me passam aquela sensação de "Nossa, que pessoas interessantes, não vejo a hora de ver como a história deles vai se desenrolar". Acho que os personagens não tem brilho, não tem algo que faça eles mais únicos sabe.
Não acho que seja ruim, mas é uma história batida, com personagens e casais que não me cativaram.
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Que sono
Estou achando a trama completamente confusa e enfadonha. E não é que eu goste só de histórias fáceis e básicas.É legal quando a história é complexa mas que deixe a gente com vontade de entender. Aqui não está sendo o caso.
Sem brincadeira, eu dormi tentando assistir o primeiro episódio e cochilei no episódio 3 várias vezes, isso raramente me acontece.
Assim que sai episódio novo, eu fico enrolando pra assistir, pois não há nada na trama que me deixe ansiosa por mais. Até então, os personagens estão bem desinteressantes.
Gosto dos ForceBook em A Boss And a Baby, mas a química deles aqui está inexistente. Não sinto o sentimento deles, é um grande vazio. O relacionamento dos personagens é muito rápido, e eu como uma boa apreciadora de slow burn, gosto quando o terreno do romance é bem preparado aos poucos, com foco nos pequenos detalhes, uma troca de olhares, um toque acidental que exala sentimentos que estão florescendo.
Entendo que aqui não é a proposta da obra, mas faz com que tudo pareça muito rápido, apesar de a história em si parecer arrastada.
Consegui chegar na metade da história 5/10 episódios e tive 0 apego com qualquer personagem, tudo está um grande tanto faz pra mim. Não quero mais me forçar a terminar de assistir obras que não estão funcionando comigo, portanto estarei dropando mesmo.
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Passou e foi isso
Achei levemente divertido no início. Mas, no geral, a história e os personagens não me prenderam. Foi mais um BL que empurrei com a barriga até o final.Acho que os BossNoeul têm química e convencem como casal, tanto nas cenas fofas quanto nas cenas mais intensas. Já os outros dois casais... não poderia ligar menos, principalmente o casal mais novo, que achei só muito chato.
O humor ficou no meio-termo para mim. Teve alguns momentos em que funcionou, mas, na maioria das vezes, não arrancou mais do que um sorrisinho.
A trama, num geral, também não me deixava morrendo de vontade de ir assistir ao próximo episódio. Era aquele tipo de série que eu assistia mais porque já tinha começado do que por realmente estar curiosa para saber o que ia acontecer.
O motivo de o Moo rejeitar o Fu eu já suspeitava. É um clichê, afinal. Esse tipo de mal-entendido me cansa um pouco, porque custava conversar sobre? Os dois eram próximos, tanto que o Fu era um Hia para o Moo, eles conviviam. Deixar esse mal-entendido se estender por anos só tornou tudo mais cansativo. E, para você ver o quão bobo era, foi resolvido em uma simples conversa que já deveria ter acontecido há muito tempo.
O Moo é aquele típico protagonista básico: correto, legal, trabalhador... mas, para mim, não teve muito mais a acrescentar. Já vi algumas comparações dizendo que o Fu seria uma cópia do Thee, de Me and Thee, mas sinceramente não achei as histórias tão parecidas assim. As únicas relações que vejo é que os dois são ricos, completamente apaixonados e muito devotos por alguém que não dá o braço a torcer.
Uma coisa que gostei foi o penúltimo episódio. O Fu aparentemente leva um tiro de uma forma tão novelesca que achei até cômico. Na hora pensei: "não é possível que eles vão meter esse clichê". Para minha surpresa, no episódio seguinte descobrimos que quem levou o tiro foi outra pessoa. Achei uma quebra de expectativa positiva, porque esse drama de protagonista levar um tiro já é bem batido. Trabalhar isso por apenas um episódio, ainda mais sendo o último, teria forçado bastante a barra.
O final em si achei ok. E gostei também de que, no último episódio, teve uma espécie de bastidores em que os próprios atores falaram um pouco sobre os personagens, sobre a experiência de fazer uma comédia e outras curiosidades. Achei um extra bem legal, penso isso por quem gosta muito dos atores.
No geral, não foi uma série que funcionou tanto para mim. Acho que quem gosta muito de BossNoeul provavelmente consegue aproveitar mais, mas, para mim, acabou sendo só mais uma série que terminei sem realmente me envolver com a história. Não me senti tão cativada e já sinto que não vai ser uma série, nem personagens, que vão ficar marcados na minha memória.
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Não foi ruim como imaginei
Our Sky começou de um jeito até divertidinho pra mim.O que realmente me chamou atenção desde o início foi o fake dating, porque eu gosto desse trope e de todos os clichês que normalmente vêm junto.
O Teerak é um personagem bem bobinho e chega até ser infantilizado demais para o meu gosto. Os amigos dele são divertidinho e ajudam a gente a não se irritar taaaanto com o Teerak.
Até o episódio 4 eu estava engajada e acompanhando tranquilamente. O problema começou a partir do episódio 5, quando a história ficou morna e meio monótona. Inclusive, fiquei semanas parada nesse episódio antes de voltar a assistir, mas dessa vez por obrigação, só pra conseguir tirar o BL da lista mesmo. Acabei me forçando a continuar até mais ou menos o episódio 7/8, pois depois disso dá uma leve melhorada.
Em vários momentos achei meio besta o Teerak e o P’Fah não saberem nem como dar as mãos, fingindo um namoro de forma tão pouco convincente. Eles fingiam mal mesmo, e o que talvez enganasse algumas pessoas ao redor era o fato de que o P’Fah realmente gostava do Teerak e já demonstrava isso.
Depois disso, a relação começa a avançar. Quando eles finalmente passam a questionar o que sentem, a resolução até que vem rápido, o que me surpreendeu positivamente, já que eles são bem diretos nas declarações. Também não esperava muita coisa no quesito 🔥, mas acabou entregando mais do que eu imaginava, eu nem estava esperando muito beijo, então fui pega de surpresa.
Também gostei de conhecer aqui os Teeteepor.
Acho que a parte mais marcante foi a forma como a série abordou a aceitação do relacionamento do Teerak com o P’Fah pela família do Teerak.
A irmã do Rak foi uma querida desde o começo.
A reação da mãe foi simplesmente esplêndida. Em poucos minutos, a atriz conseguiu entregar tudo: o espanto inicial, o receio, o medo. E todas essas emoções sendo dissipada pelo amor que ela tinha pelo filho. Deu pra ver claramente esse conflito interno no rosto dela.
Já a reação do pai foi dura, mas também bastante realista. A explosão dele dói de assistir, e imagino que, na vida real, muitas situações sejam ainda piores. Ele é ríspido, machuca com palavras e atitudes, mas a série deixa claro que, do ponto de vista dele, tudo vem de uma preocupação com a felicidade do Teerak, mesmo que expressa da pior forma possível.
Ainda assim, é impossível não ficar triste, porque embora existam pais assim, que ao menos acreditam estar pensando no bem dos filhos, a realidade muitas vezes é ainda mais cruel. Em muitos casos, não há preocupação alguma com felicidade ou futuro, apenas a abominação ao que é fora do padrão, e sem espaço para mudar de ideia.
No geral foi uma série com altos e baixos. Algumas partes eram um pouco repetitivas, outras eram doces com risco de dar diabetes.
Seria interessante ver os ThomasKong em papéis diferentes e mais frenéticos.
Gostei até
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Não indico como prioridade se há séries melhores na lista pra assistir
Eu, particularmente, não tinha muita vontade de assistir Between Us. Normalmente, o que me dá vontade de ver um BL são os atores ou a sinopse da história, e aqui nenhum dos dois funcionou pra mim. Eu não conhecia o shipp BounPrem, então essa parte era bem tanto faz, e a sinopse era tão simplória que não me despertou interesse.Depois de pedir recomendações, vi tanta gente falando tão bem de Between Us que pensei que deveria existir algum diferencial na história. Então resolvi dar uma chance, mais pra tirar da lista de uma vez do que por empolgação.
E como eu já estava cansada de histórias que se passam na faculdade, quase desisti. Mas, nos episódios iniciais, os personagens já começam a se atracar com um fogo que me surpreendeu. Eu sou a embaixadora dos slowburns, amo de paixão, mas ver os personagens se envolvendo fisicamente antes de se envolverem emocionalmente trouxe um frescor inesperado. Aquilo me deu esperança de que realmente pudesse ser muito bom.
Maaas eu estava errada. Depois que começam a desenvolver a parte emocional, tudo fica empacado na eterna questão do “o que nós somos?”.
O Team, se apegou rápido demais, e para o Win foi quase como uma paixão instantânea, só que ele simplesmente não conseguia demonstrar isso nem no básico ato do “vamos namorar”.
Demorou uma eternidade pra oficializarem, e independentemente das questões emocionais que cada um estava lidando, isso não justifica tamanha demora. Em vários momentos eu me senti cansada e só queria que acabasse logo.
A história ainda tentou desenvolver uns dez casais ao mesmo tempo, o que quebrou muito a narrativa. Nem todos tinham pano para a manga e, sendo bem honesta, a maioria era bem qualquer coisa.
E você pode rebater com “Ah, mas eles já agiam como namorados.”
Sim, mas é diferente. Pra algumas pessoas, como o Team, a oficialização é algo importante: por conta de questões como insegurança e ansiedade. E isso, infelizmente, não foi muito bem trabalhado.
Me senti angustiada vendo todas as oportunidades que o Win teve para se declarar, a cada momento eu ficava tipo "É agora!", e nunca era. No início eu até botei fé nele, pois o Win mostrou interesse primeiro, então pensei que ele guiaria o relacionamento mas nem.
No geral, Between Us começou até ok, mas foi ficando cada vez mais cansativo por causa da falta de atitude dos personagens e momentos que não pareciam agregar em nada.
Gostei? 🥱
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ok
Acho que essa temporada não conseguiu alcançar o nível da primeira.Não é ruim, o casal continua tendo uma relação legal e é interessante acompanhar os dois, mas tudo pareceu mais morno, como se a história não evoluísse tanto quanto poderia.
Um ponto que eu gostei foi ver o Toma mais vulnerável dessa vez, mostrando insegurança e buscando conforto no Natsume. Isso trouxe um lado diferente da dinâmica deles e deixou a relação mais equilibrada.
Por outro lado, algumas situações ficaram repetitivas, principalmente em relação ao trabalho dos dois. Os conflitos acabam girando muito em torno disso e não avançam tanto.
E o que mais me decepcionou foi a questão do Toma ir para Paris. A temporada inteira constrói isso como algo importante, então eu fiquei esperando ver esse desenvolvimento, ele indo, passando um tempo lá, mostrando como isso impactava na relação deles e afins, mas ele só vai para Paris no final do último episódio kk
No geral, é uma temporada bem ok. Não acho que tenha momentos inesquecíveis e importantes, então tudo bem ficar só na primeira temporada, não perde grandes coisas.
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Deprê
No geral, The Sparkle in Your Eye é uma obra bem dramática, melancólica e até filosófica. É o tipo de BL que pesa mais no emocional.O Pei Jia começa a história sendo extremamente babaca, aparentemente sem motivo, o que até lembra a forma como muitas celebridades são retratadas (e às vezes realmente como realmente se comportam) na vida real.
Já o Su Yi é um aspirante a ator, um desafortunado, que definitivamente não merecia a humilhação pela qual passou.
Confesso que passei muita raiva no início, mas gostei da virada quando o Pei Jia se apaixona. Ele muda bastante, vira outra pessoa, e isso faz diferença na dinâmica do casal.
Não curto muito quando a trama envolve doenças, principalmente quando afeta diretamente os protagonistas, mas isso é uma questão pessoal minha. Ainda assim, entendo a proposta narrativa.
Achei interessante a abordagem da trama do empresário abusador e a forma como a indústria do entretenimento funciona quando há uma relação de poder tão desigual entre alguém influente e alguém que está começando.
Isso é muito real, o que não faltam são casos na vida real de empresários assediadores envolvendo atores, cantores e até produções infantis.
Porém, não sei se a forma como a obra tratou o tema do est*pr* foi a mais adequada.
Já tinha esquecido do casal secundário, mas lembro que não gostei deles juntos.
O casal principal funciona, mas de um jeito triste, muito marcado pelas consequências de tudo o que acontece. Ainda assim, foi bonito ver como o Pei Jia não abandona o Su Yi, mesmo diante de tantas dificuldades.
O final é aberto, já que não dão mais detalhes sobre a possível cirurgia que o Su Yi poderia fazer, uma cirurgia que pelo menos salvasse a sua vida.
Isso deixa um clima meio deprê, com aquela sensação de incerteza que acompanha a obra até o último momento.
Gostei? 😞
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Definitivamente um BL assistido...
Depois de assistir ao meu primeiro BL taiwanês e simplesmente amar, fui correndo procurar outros, com as expectativas lá no alto. E talvez tenha sido exatamente isso que impactou negativamente a minha experiência com Kiseki: Dear to Me.Na real, eu nem tenho tanto o que dizer. A série foi um pouco diferente do que eu esperava. Pela sinopse, imaginei que o menino seria preso logo no início da história, algo que daria o tom da narrativa desde cedo, mas isso demora bastante pra acontecer, o que já quebrou um pouco minhas expectativas.
Vi muita gente comentando sobre o age gap e, no começo, não achei nada de mais, porque algo na minha cabeça me fez pensar que o menino estivesse na faculdade. Só que depois fica claro que ele ainda está no ensino médio… e aí as coisas realmente se complicam. Prefiro nem entrar muito nesse ponto.
A química do casal principal foi ok. As intrigas foram meio… sei lá, não me prenderam. O casal secundário até parecia promissor, achei que iria gostar, mas basicamente o brother passa a história inteira fazendo o outro de otário e, quando o outro finalmente tenta seguir em frente, adivinha? Não pode.
No fim das contas, Kiseki: Dear to Me foi uma série que eu assisti, terminei… e é isso. Não foi ruim, mas também não foi marcante. Só ficou naquele lugar do “ok” e do “sla”, sem deixar muita coisa depois que acabou.
Gostei? Não gostei?
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Esperava um pouco mais
▫️Essas são as minhas impressões enquanto eu assistia aos episódios:Achei algumas cenas meio bregas, mas gostei da premissa no geral. Fiquei questionando várias coisas que, pra mim, eram óbvias, tipo: se o San tem que ficar sofrendo toda noite, ele realmente precisava escolher o chão pra ficar se revirando de dor, né?
E o final do primeiro ep 😂😂
Eu já estava achando muito estranha aquela rapidez toda, então cheguei à conclusão de que seria um surto ou um sonho… e bingo.
Achei meio aleatório ele virar criança na lua cheia, porque isso não foi explicado quando falaram da tal maldição no começo. Até então, só existia a questão da dor.
Sabiaaaa que o tio estava de tramóia.
Agora, falando sério: qual a necessidade do San ir até o covil dos leões e dizer que a pedra era falsa?? Não faz o menor sentido. Era muito mais fácil deixar eles achando que tinham vencido e simplesmente “fazer a egípcia” pra ganhar tempo até a data do ritual chegar.
E ainda por cima ele solta um monte de informação relevante sobre a pedra, inclusive que ela só pode ser entregue por vontade própria. Aí fica fácil, né? É só ameaçarem o Vee ou a família dele e pronto. Parece que ninguém pensou dois passos à frente 🙄
Achei lindo o momento em que o San conhece a avó do Vee e descobre que eles já se conheciam
“San salvou a vida da vovó uma vez. Você vai deixar a vovó roubar o resto da vida dele?”
Vovó, você foi extremamente precisa e querida nisso 🥹
Aaaah, pqp né… essa daí é uma impostora. A Wad de verdade desejou felicidade para o San. Não faz sentido nenhum ela querer a pedra. Mas todo mundo é tão lento que não percebe 🙄
E até os vilões são burros o suficiente pra cair nessa da pedra supostamente replicada kkkkk.
▫️Agora minhas Impressões finais tendo terminado o BL
Acho que eu estava esperando uma história mais dramática, num tom melancólico, mas quase tudo o que vi de drama soou como novelão. O roteiro fica repetitivo em várias partes e parece que nunca avança de verdade, tanto na dúvida do Vee sobre roubar ou não a pedra quanto na questão de ele ser ou não a verdadeira Wad.
As cenas de ação e a maioria das cenas dramáticas me renderam um total de zero emoções. As lutas e trocas de tiro são toscas, e os momentos dramáticos entre o San e o Vee são extremamente previsíveis, muito porque todo mundo só toma decisões burras.
Tanto o Vee quanto o San me irritaram em inúmeros momentos.
O Vee, por exemplo, estar sempre sorrindo começou a me incomodar. Em vários momentos eu cheguei a achar que ele estava sendo falso. O interesse instantâneo dele pelo San também não me convenceu.
Já o San, em alguns momentos, é ríspido demais com o Vee sem um motivo claro, o que mais afasta do que constrói empatia.
Os personagens que realmente salvaram a história pra mim foram os secundários, principalmente a família do San. Gostei bastante da Ju, ela é divertida e traz um alívio necessário pra narrativa.
As únicas cenas que me lembro que me emocionaram foram a da vovó do Vee e parte do último episódio.
No geral, a premissa é interessante, mas a execução me passou a sensação de uma história que poderia ser muito mais emocional e contida, mas opta por exageros, repetições e decisões pouco inteligentes para mover o roteiro.
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Melhor Bl de 2025?
Minhas impressões vão ser feitas à medida em que fui assistindo os episódios.▫️Após assistir apenas os dois primeiros episódios.
Vamos começar falando de como o Armin é meio lento?
Sério que ele perguntou pro Thada porque eles não se conheceram no passado que ele lembrava. E tipo? Obviamente, pq no passado ele não teve um surto e saiu que nem um doido da gravação. Ele está mudando as coisas, lógico que nem tudo vai acontecer igual.
Então é meio inútil ele ficar surtando com todo mundo, sendo que já sabe que está no passado e que as outras pessoas não sabem do fucking futuro...
Tenho pena do assistente do Thada kk espero que ele ganhe o equivalente ao quanto se desdobra coitado.
Os primeiros episódios são um pouco lentos pra amar logo de cara, o que está me segurando é que a relação deles pelo menos está minimamente interessante.
Vindo aqui diretamente do episódio 4, tive que parar pra expressar meu surto 🙌🙌🙌
Que química meus amigos!!!!!!! Que primeiro bjo lindoo de se ver
A única coisa é que sendo cedo demais assim, geralmente é um mau sinal, mas estou torcendo pra estar errada e que não haja separação e mal entendidos no decorrer 🥲
Puts, o episódio não precisou nem acabar pra eu saber que vai dar ruim por causa desses garotos que o Thada já teve 😓
Dito e feito, f*deu foi tudo 🙄
Que desgraça de episódio 4 hein, comeca te fazendo um cafuné pra depois dar um tapa na cara, credo. O relacionamento mal começou e já acabou.
Nisso o Thada me irritou um pouco desde o início, todo mundo sabe que mentiras viram uma bola de neve e que ocultar a verdade sempre dá ruim.
E eu odeio esse clichê ABC onde o ex C quer conversar, abraçar e beijar o B. E o B que já está em uma situationaship com A não faz nada pra parar. Quer dizer, deixa pra reagir só quando A já viu tudo e foi embora.
Tipo agora, fiquei tipo "C4cete Thada! não sabe abrir a boca e falar um não encosta em mim p0rr4???".
Aaaaaeee caramba finalmente né! Espero que do ep 6 pra frente não tenha mas DR, pq já deu de DR
E o que dizer dos beijos "super" técnicos desses dois? Eles se engolindo como se não fosse nada, me senti atrapalhando real 😳😳😳😳
Sobre o Armin ter salvado a vida do Thada/TD e esse ser o motivo da devoção dele (TD), eu já imaginava, era a unica coisa que fazia sentido, então não foi uma surpresa.
Ri muito da iQIYI engrandecendo ela mesma no próprio BL kkkkk
Tá, o "irmão" do Thada ser secretamente "apaixonado" (de uma forma distorcida), por ele era algo que eu não esperava 😐 mas também não achei que foi bem desenvolvido
Desculpa gente KKKK mas a atuação dele discursando e surtando horrores foi muito engraçado e não positivamente falando.
▫️Minhas considerações finais tendo terminado o bl
Apesar do ritmo um pouco lento, eu estava gostando até a metade do episódio 4. Depois foram acontecendo várias situações infelizes de desentendimentos e afins.
Me irritei sim com ambos Armin e Thada por atitudes burras e impensadas em muitos momentos aqui e ali.
Eu soltava um "Aaaah de novo não", a cada momento que o Armin se decepcionava com o Thada e ficava coringando sozinho pensando que a história dele iria se repetir, e que ele sempre é traído e afins.
E o Thada ficar enrolando uma década pra esclarecer coisas que poderiam ser ditas em poucos minutos...
Estranhei o irmão do Thada surtando no último episódio e indo parar num hospital psiquiátrico. Porque não achei que nos demais episódios foi construída essa questão de ele ser literalmente uma pessoa mentalmente desequilibrada. Desesperado e buscando dinheiro, poder e vingança? Sim, claro.
Mas ele parecia bem são e não um fugitivo do CAPS
Outra questão é que eu não entendi porque o Thada nunca contou para o Armin que ele meio que voltou para o passado também e que ele lembrava de alguns acontecimentos do futuro.
No geral eu gostei do romance, eles entregaram uma ótima química. Fiquei passada com o quanto o Pond se entregou nos bjos 👀
O episódio 4 e a ost deles me marcaram demais. Mas vamos combinar que repetiram a mesma ost vezes de mais, poderiam ter variado um pouco.
Viagem no tempo é sempre uma complicação para se trabalhar. Não acho que teve algum furo enorme ou algo do tipo que me incomodou nessa questão.
Apesar de tudo, achei que a trama estava funcionando bem até o episódio 9. A partir dele, eu comecei a sentir uma ponta de cansaço e uma sensação de que a resolução dos mistérios não estavam sendo tão extraordinários como imaginei.
Quero deixar minha gratidão ao Janine e o Assistente Wenai, vulgo, melhores personagens 💅
Enquanto eu assistia, sentia que o Pond me lembrava alguém, e depois que percebi que na minha cabeça ele realmente parece muito uma mistura dos atores coreanos Ro Woon com o Kim Jae-young. Estou viajando em pensar assim?
Gostei do Shipp PeterPond/PanPond enquanto durou, eu entendo que essa questão de shipp fixo pode ser bem tóxica e exaustiva com relação aos fãs, mas no fundo fico triste, pois gostei muito dos dois trabalhando juntos e não reclamaria de outra série com eles!
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School Trip: Joined a Group I’m Not Close To
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Simples e fofo
School Trip é exatamente o que o título entrega: algo simples e fofo. Não tenta ser mais do que é, e talvez esse seja justamente seu maior acerto.O BL segue um caminho bem clichê e leve, focado em um romance escolar que funciona para quem quer assistir algo tranquilo, sem grandes dramas ou reviravoltas.
A história se passa quase inteiramente dentro do mesmo ciclo escolar, o que acaba limitando um pouco o aprofundamento dos personagens. Não dá tempo de conhecer muito além do básico sobre eles, e isso fica perceptível ao longo da trama.
Ainda assim, o objetivo do BL nunca parece ter sido contar uma história complexa ou profunda. Ele aposta no conforto, na delicadeza e na simplicidade, e nisso acerta. Não é o romance mais marcante ou inesquecível que já vi, mas cumpre bem o que promete: leve, agradável e fácil de assistir.
É o tipo de obra perfeita para quem quer algo rápido, doce e sem grandes expectativas.
GOSTEII
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