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Não é uma obra prima, mas é legalzinha de assistir
Eu fui sem muita expectativa e realmente não esperava gostar o tanto que eu gostei!Foi meu primeiro bl com os Forcebook e simpatizei com eles até. O roteiro é bem simples, mas eles fazem funcionar.
Sobre os personagens Gun e o Cher, eles são muito fofos juntos, gostei do desenvolvimento que eles tiveram. Apesar que acho que não precisava de tantas indas e vindas.
Também gostei da ideia do drama envolvendo a personagem Tian, de quem o Cher gostava no passado, mas como houve um crime horrível, gostaria de ter visto um desfecho com o cara e aquela mulher na cadeia.
Simpatizei com o Jack, mas fiquei seriamente confusa em vários momentos em que achei que ele gostava do Cher. A depressão dele também foi abordada bem brevemente, acho que só por uma tentativa de dar profundidade ao personagem.
Casais secundários nem sempre chamam a minha atenção e aqui segue igual.
Agora falando sobre um episódio em específico Aaaaaaaa aquele EP 9 foi uma desgraça, eles ficaram se machucando atoa, que ódio 😭
Eu ficava o tempo todo pensando "Não digam nada que vocês possam se arrepender depois."
Só achei que depois dessa p*t4 discussão que eles tiveram, o casal se resolveu muito rápido. Ok que o momento pedia, mas ainda assim achei muito rápido. Pois considerando que eles falaram muitas coisas que não queriam ter falado, acho que a reconciliação deveria ter sido um pouco mais densa também
Admito que odeio essa ferramenta dramática recorrente em muitas narrativas de usar a mentira/omissão da verdade para gerar um grande conflito do meio pro final da história. Pq é sofrimento na certa para os personagens e para nós expectadores 🥲
E a gente sabe que em algum momento vai dar ruim pq certo personagem esconde algo e em algum momento vai vir a tona da pior forma possível. Poderia citar vários exemplos aqui em outros bls, mas me dói só de lembrar.
Não houve nenhum vilão ou algo muito emocionante que fizesse o casal se separar, foi apenas o clichê de rico e clt e "Meu filho merece coisa melhor que você e pi pi pi".
Mas no geral acho que A Boss And a Baby trouxe e fez uma trama básica, mas é aquele caso em que se faz o básico bem feito, então acabou sendo uma ótima obra leve com pitadas de dramas para não deixar os personagens e a trama muito rasos. E pra mim funcionou perfeitamente!
Fiquem aqui com algumas citações lindas, que só de ler eu consigo lembrar direitinho das cenas!
"Quero te ver todos os dias. Gosto de mim quando estou com você".
"Alguém como eu não ouve música. Eu só ouço a sua voz"
"Sua mãe lhe deu apenas um coração. Mas você deu tudo a ele".
"— Só porque você gosta de mim, não significa que vai gostar de tudo em mim. Os humanos nascem em condições diferentes e vivem estilos de vida diferentes. Não há como nos darmos (bem) 100%
— Mas eu estou disposto a me ajustar pra você".
"Terminar enquanto ainda está apaixonado é mais doloroso do que terminar depois de deixar de amar".
"— Ela(Tian) permanecerá para sempre no coração dele (Cher)
— Se ela é a pessoa no coração dele. E você (Gun)? Quem é você?
— Se Cher permitir, posso ser seu presente e seu futuro".
"Viver sem você é como viver com algo faltando".
GOSTEIIIII 🥰
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Legalzinha!
Esse é o meu primeiro contato com BigPark e eles me surpreenderam pois tem uma química melhor do que eu esperava. Acho que eles entregaram bastante no quesito romanceGosto desse tipo de plot de ir para outro mundo, assumir outra identidade ou reencarnar em alguma história, então já leva ponto comigo aqui.
Também gostei do humor da série, me tirou algumas gargalhadas boas.
Considero uma série mais leve do que agitada e cheia de acontecimentos.
Meu personagem favorito foi com certeza aquele mordomo/espião que apareceu na primeira metade do bl, que brother engraçado sério KK
Não costumo ter apego com casais secundários e aqui continuei na mesma. Mas dou crédito ao desenvolvimento deles porque teve um começo, um meio e um fim bonitinho.
A treta com a mãe foi ok, a treta com o pai logo depois eu achei um pouco forçado, não achei que precisava.
Ao invés dessa nova reviravolta do pai não aceitar o casamento e do ex doido da cabeça, eu preferiria muito mais que o Apo original tivesse voltado lá para o ep 7/8 pra gerar um drama e ter um reencontro bonito no final. Sei que seria um clichê, mas acho que é um clichê que funcionaria aqui.
Também não ficou muito claro se o Apo assumia a identidade do Thorn no outro mundo ou não, dava pra ter cortado aquela treta toda do casamento e ter desenvolvido um pouco mais o Apo, pois no final ficou claro que ele não era só um rico, esnobe e mimado e eu queria pode ter entendido melhor o porque.
Mas no geral é uma série gostosinha pra passar o tempo!
GOSTEI ATÉ 😄
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Dá pra dizer que é superestimado se bastante gente não gostou?
Comecei a assistir meio que por obrigação, pois Zeenunew era um shipp que eu queria conhecer. E como Cutie Pie não funcionou pra mim e eu dropei, só me sobrou The Next Prince, que eu já tinha dado uma olhada e visto que tinha gente odiando e gente amando.De início até achei legalzinho (apesar de ter demorado eras pra engatar e assistir de vez), porque convenhamos que todo mundo gosta de uma boa história de romance com guarda-costas.
Quando a história começa de verdade lá no país, estado, cidade, sei lá, que apesar de eles falarem o nome diversas vezes, não foi o suficiente pra eu lembrar
Enfim, quando a história chega no reino e, conforme vai passando, um monte de outras histórias parecem se colidir como uma mistura de Harry Potter + Bridgerton + Jogos Vorazes. E vamos combinar que nada foi muito bem feito.
Sobre o plot do cara sem herdeiros estar por trás de tudo, eu já tinha imaginado a possibilidade, pois, pra alguém que não iria participar da competição pelo trono, ele estava muito tranquilo. Seria óbvio demais se fossem os outros. Mas, ainda assim, depois de mostrar a história dele, não me desceu muito bem ele ser considerado o vilão da história. Ele foi uma verdadeira vítima. Aquele velho daquele rei inútil não ligou para os problemas e para o povo do reino dele, e, como consequência, muitas pessoas morreram.
E o Khanin sequer ter lamentado a morte daquele velho me incomodou, porque, primeiro, ele mal o conhecia e, ainda mais depois de conviver um pouco, ver as atitudes e saber dos podres, não me agrada que ele tenha sido o “pobrezinho” no final.
O problema em si das minas lá e a intoxicação que estavam causando foi tratado de uma forma meio meh. Nenhuma das pessoas teve justiça ou qualquer coisa pelos anos de exposição.
E aquela cena do Khanin cantando do nada? KKKKK Aí eu senti que quiseram fazer algo tipo a cena de Jogos Vorazes, quando a Katniss e a multidão cantam “Árvore-Forca” (The Hanging Tree). Mas nesse BL eu achei tão aleatório e sem peso. Pareceu que só queriam deixar o Nunew cantar pra promover a carreira dele como cantor/dons artísticos. Tipo: “Olha! O nosso ator sabe cantar, viu??”
Sobre o romance
Como já disse, tramas com guarda-costas me agradam. Não desgostei do Khanin e do Charan; achei fofinhos até. Mas, sei lá… não senti que eles tinham aquela química de explodir os olhos. Eles entregaram, sim, bastante NC, mas achei que nem nelas entregaram a química que eu queria ver. Pois acho, sinceramente, que outros shipps já entregaram muito mais química em cenas onde tinha apenas uma troca de olhares, e às vezes até sem necessidade de NC.
Os demais casais não me instigaram: o príncipe Ramil e o coitado do masoquista dele, que ficou aceitando pisão na cara e humilhação por “amor”. E o príncipe Calvin e o Jay, que achei promissor, mas não tiveram tempo de entregar muito.
Sobre as competições
Vou dizer que foram patéticas apenas. A trama criou todo um auê por causa dessa competição pelo trono, e as “provas” foram tão toscas e rápidas em comparação à toda a preparação que os herdeiros fizeram pra ganhar nessas provas super difíceis.
E sobre toda a questão feminista e antimisoginia da princesa Ava, que foi simplesmente jogada no saco quando ela desistiu da competição??? Achei tãaao nada a ver. Até a justificativa dada pra abstenção da competição… seria muito melhor ela perder com honra do que desistir de algo que, de início, ela lutou tanto pra conseguir.
Concluindo: acho que realmente é uma série que tem um cenário e figurinos muito bonitos, mas que peca no roteiro, com episódios demais que, ainda assim, conseguiram um desenvolvimento fraco e arrastado.
GOSTEI +-
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Gêmeos a bordo
Acabei de assistir o primeiro episódio apenas e já tenho algumas críticas de coisas que achei, no mínimo, incoerentes.Primeiro: os pais desses gêmeos querendo dar uma de pais de Operação Cupido. Tipo “vamos nos separar, cada um leva um filho, e finge que o outro não existe e vida que segue”
Sério, isso é sempre tão?????
Agora, sobre o White passar dez anos na Rússia e voltar como se tivesse ficado dez dias fora da Tailândia… Porque, tirando o “ai, esqueci como fala isso em tailandês”, parecia que ele tinha acabado de voltar de um intercâmbio de duas semanas. Até o brother que ele não via a milênios sabia exatamente onde achar ele, e ainda veio avisar sobre o Black.
E assim… esse White é burro? Porque, sinceramente, precisava tatuar o braço e fazer piercings DE VERDADE? Quem tem tatuagem e piercing sabe perfeitamente que dá pra notar quando algo é recente e quando tem anos de feito. Acho que dava pra usar brincos de pressão e tatuagem falsa tranquilamente.
E o pior: ele simplesmente se enfiou no meio dos amigos do Black sem saber absolutamente nada do que o Black fazia lá, como ele agia, quem eram aquelas pessoas além do básico.
Indo pro segundo episódio, eu achei hilário o quanto eles tiveram que revisar o plano cinquenta vezes (que nem era tão complicado assim). Mas, claro, super conveniente pro White, já que ele não sabia nada mesmo. Ele não convence como Black nem por um segundo. Está o tempo todo com cara de cachorro assustado e, sinceramente, a sorte dele é que aparentemente todo mundo ao redor é mais lerdo do que ele, porque ninguém percebe nada. Nem parece que ele tenta agir como o irmão, ele tenta agir como ele acha que os outros acham que o irmão dele age. Deu pra entender?
E isso porque, né… dez anos é MUITA coisa. Ele praticamente não conhecia mais o próprio irmão.
Mas beleza, todo mundo começa a ensinar tudo do zero pro White como se fosse suuuuper normal "O Black" ter esquecido/ficado pior em tudo o que sabia. Só o Sean mesmo pra desconfiar antes e por motivos muito óbvios.
Eu ri demais que tentaram dar um ar da audácia de Divergente na parte deles pulando os lugares lá e fazendo parkour KK
Mais a frente o White solta a seguinte frase: “Tenho certeza que ninguém sabe que eu não sou o Black.”
E nossa KKKKK… alguém tem que avisar que ele está sendo um pouco pretensioso. Pq não é como se ele estivesse interpretando muito bem o papel de Black 🙄
Sobre o plot: eu sabia que o Todd era o responsável. Primeira vez na vida que descubro um plot twist antes da hora.
Agora: pra mim não fez sentido nenhum o Sean não perceber que o Black não era o Black. Até um pouco antes do primeiro beijo, eu tinha CERTEZA que ele sabia. Tive ainda mais certeza quando o White perguntou se estaria tudo bem se ele não fosse o Black que o Sean conhecia. Mas não, ele realmente não sabia...
COMO ELE NAO SABIA??? Jurei que ele tinha visto a identidade do White quando ele dormiu na casa do Black e mexeu nas coisas
E o White dava tanto na cara com vários deslizes e atitudes que o Black nunca faria. Então achei meio zoado que o Sean tenha bjado o White ainda pensando que ele era o Black.
No geral, acho que estava esperando muito do personagem do Black. Ele ficou meio apagado, e pelo o que diziam dele pensei que ele seria o maioral, intocável que amedronta todo mundo, mas ele apanhou mais do que eu esperava. Na real ele era bem babaca com todo mundo, até com o irmão... Sim, fiquei ressentida com o tapa gratuito que ele deu no White, deveria ter recebido de volta.
Sobre o romance…
Eu não estava muito empolgada com os dois no começo. Foi meu primeiro BL do ship OffGun, então eu nem tinha aquela relação de já conhecer os atores em outras obras. E o personagem do Gun me irritou um pouco no início, achei ele meio chatinho e burrinho.
Mas, surpreendentemente, o romance fluiu melhor do que eu esperava.
Sobre o outro casal eu não tenho muito oq dizer, não me conectei muito com eles.
Aquela cena da bandeira foi linda, acho que é uma das mais marcantes do BL pra todo mundo que viu.
Sobre a parte do tema político
Além de toda a novela dos gêmeos, Not Me tá claramente querendo falar de política, injustiça e do jeito que o poder funciona. A série bate muito na ideia de que quem tem dinheiro e influência controla tudo polícia, decisões, justiça… literalmente a vida das pessoas comuns. Eles mostram empresários e políticos passando por cima de qualquer um, enquanto o povo não tem voz nenhuma.
E por mais que no final o grupo consiga derrubar “o cara poderoso da vez”, a mensagem é que isso não resolve o problema estrutural. Porque esse tipo de poder é um ciclo sem fim: você tira um, aparece outro. A estrutura podre continua lá, intacta. Ou seja, a luta nunca pode parar porque sempre vai ter alguém tentando usar o poder pra se beneficiar.
É aquela realidade amarga: justiça não é um troféu que você conquista uma vez é uma batalha constante.
Posso dizer que até gostei, mas não o amei o BL
Acho que eu estava esperando uma história diferente, até mais pesada, mas isso da gangue deles ficarem criando planos infalíveis (que sempre falhavam) quebrou um pouco pra mim.
GOSTEI, MAS ME ESTRESSEI 🙂
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Vale a pena assistir pelo menos uma vez !
Vou contar minha experiência na medida em que fui assistindo alguns episódios, então vai ser um texto longo rs.A história começou a me conquistar no EP 2 e eu estava achando perfeito. Mas fiquei com medo, pois vi comentários de gente cheia de ódio falando que depois do EP 9 desandava, então minhas expectativas entraram em conflito e fiquei esperando o pior.
Estou escrevendo essa parte depois de terminar o EP 8 e, até agora, não tenho reclamações. O Mhok e o Day são muito fofos, o desenvolvimento foi muito bom e com a sensibilidade que a história pedia.
Agora... assistindo o EP 10, a mãe do Day soltou a seguinte frase para o Mhok:
"Você o colocou em risco. Só porque você tira ele do quarto não quer dizer que pode levar ele pra qualquer canto. No final das contas, Day ainda é meu filho."
E eu te pergunto então: onde estava você, hein, mãezona?? Que não pode tirar alguns dias pelo filho??
Essa cachorra hipócrita me deixou bem estressada. Isso tudo foi beeeeem irracional da parte dela.
E piora. Essa foi a conversa entre o Night (irmão do Day) e a mãe deles logo depois:
"— Você quer que ele se tranque dentro do quarto novamente?
— Vou perder ele de qualquer forma, não importa o que eu faça. Pelo menos me sinto mais confortável sabendo que ele está dentro do quarto."
Tipo????? Minha filha??? P*t4 justificativa egoísta essa sua, viu.
Continuando no EP 10:
O Night (irmão do Day) se emocionando, e eu me emocionando junto com ele, dizendo:
"Eu pensei que todos tinham esquecido que ensopado de carne é o meu favorito."
O que dizer?? 🥹🥹Parece não significar nada, mas aí você lembra que ele se sentia completamente culpado pelo irmão e até negligenciado pela mãe.
E só agora que percebi que o nome dos irmãos se complementam sendo Day e Night. Nem tinha me ligado antes.
Finalizando o EP 10 e sigo achando 10/10, mas estou com um mau pressentimento, vulgo os emojis que deixaram no EP 11 como: 😭💔🤬💩😨
Devo me preocupar?
Okay... vendo o EP 11, acho que não precisava me preocupar tanto assim.
A grande questão foi o término, porque o Mhok foi escolhido pra ir trabalhar no exterior. Eu entendi na hora, mas achei a revolta do pessoal que odiou meio exagerada, esse tipo de término é bem clichê. Não fiquei irritada, na verdade, achei até bem coerente dentro das opções do roteiro.
Eu não sei ao certo, mas seguindo esse clichê, o término é pra ser algo pensado de propósito pelo Day, porque ele sabia que será uma oportunidade desperdiçada se o Mhok não ir por causa dele. Por isso ele terminou propositalmente, e não porque o Mhok mentiu e sente pena dele e afins, como ele alegou. Mas vamos ver né? Partiu último episódio.
Tá, terminei o BL e aqui vão minhas considerações finais
A questão de se passar três anos para o reencontro deles não me incomodou como geralmente me incomoda. E esse tempo obviamente era necessário e importante pra ambos se descobrirem como indivíduos sem tanta dependência um do outro.
Quase teve o clichê do encontro no aeroporto, mas não veio aí.
E sobre o Day voltar a enxergar: eu gostei sim. Mas, sinceramente, se ele não tivesse voltado, eu também teria gostado. Não é todo mundo que tem a oportunidade que ele teve, então seria igualmente realista se optassem por deixar o personagem cego. Independente disso, achei que terminou bem.
Agora sobre o que não me agradou 100%
Eu particularmente teria preferido se o Mhok tivesse mesmo pego o vôo depois da rejeição no casamento, e que o Day fosse atrás dele até o outro país lá. Acho que tornaria um pouco mais significativo, considerando que foi o Day que rejeitou o Mhok ao longo da história não uma, nem duas, mas três vezes.
O motivo pelo qual o Day resolveu terminar não foi o motivo clichê (mas funcional) que pensei.
A série tenta mostrar que ele realmente terminou por causa da mentira e por achar que o Mhok sentia pena dele por ser cego. Só que isso nunca fez sentido pra mim. Em nenhum momento o Mhok agiu por pena, e nem acho que ele estivesse errado nesse ponto.
Quando o Day pergunta se, caso ele fosse “normal”, o Mhok também teria mentido, a resposta mais coerente com quem o Mhok é seria “sim”. Não por causa da deficiência do Day, mas porque ele estava completamente apaixonado e, além disso, carregava um gatilho enorme por causa do que aconteceu com a irmã. (que inclusive ele revelou ali na hora que a irmã se desviveu e ninguém reagiu a isso tipo???)
O Mhok só tinha medo real de perder outra pessoa importante na vida dele, e esse medo guiou muitas das atitudes dele.
Então, pra mim, o conflito final não encaixa tão bem, porque a série foca a motivação no lugar errado. Senti que isso não bate com o personagem que o Mhok foi criado pra ser, não bate com o que vimos dele até agora, ele não mentiu por pena ou por ver o Day como alguém frágil. Ele mentiu por amor, porque não queria deixar o Day e porque o trauma que ele viveu o deixou hiper-sensível a essa ideia de culpa por não estar presente. É algo profundamente humano, não capacitista!
Outra coisa que me incomodou um pouco foi o Day ter culpado o irmão Night e perdoado o pai num estalar de dedos.
O pai deles literalmente escolheu deixar a esposa pra ficar com outra mulher, já o Night nunca quis o mal do Day. O coitado ia só vomitar (okay que foi consequência das inconsequências dele com bebida), eu entendo que o Day precisava de alguem para descontar a culpa e a frustração. Mas o acidente não foi proposital por isso a gente chama de acidente.
Vi que muita gente não gosta do Day. Eu não desgostei dele em seus momentos de amargura no início, pois foram completa e totalmente compreensíveis. Quem tem ou já teve doenças ou problemas que afetam o corpo de alguma forma sabe bem como é a mistura forte de frustração, melancolia e aquele sentimento de desesperança. Não acho que ele estava errado nessa questão, mas acho que ele estava errado no término dele com o Mhok e na culpa que ele fazia questão de jogar no Night. Tirando isso, ele era uma pessoa muito doce, com um sorriso brilhante que me conquistou em seus melhores momentos, e por isso eu não senti taaaanta raiva dele.
Já o Mhok é um querido, praticamente uma green flag ambulante. Ajudou a ex/amiga grávida, ajudou a melhorar a relação da família do Day e só faltou beijar o chão que o Day pisava.
O casamento e o pequeno, mas fofo, desenvolvimento da Porjai com o Night foi uma graça. Por sinal, gostei muito da personagem da Porjai.
No geral, acho que é um bl muito bom, entendo muito o reconhecimento e porque muitas pessoas gostaram. Eu recomendaria sem nem pensar, pois acho que apesar de algumas decisões de roteiro aqui e ali que eu mudaria, é uma história que vale muito apena!
AMEIII MUITO 🥹🥹🥹❤️
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Uma gracinha!!
Gosto demais de musicais e tramas que envolvam músicas.Mas admito que quando o assunto era a banda, eu só pensava naquele meme "Ah, eles cantam...", kk mas não é algo negativo ou inesperado pois é a proposta da história.
Pulei uma ou outra música, mas as que eu resolvi escutar em momentos de bom ânimo, eu gostei bastante.
O Tinn (Gemini) me fez dar boas risadas, e me surpreendeu que ele fosse um romântico de carteirinha que faz de tudo pelo amado KK
O Gun (Fourth) tbm é um fofo e obstinado.
Achei que o relacionamento deles cresceu de uma forma bem natural e saudável, foi muito gostosinho de assistir. Eles eram colegiais então eu não esperava nada picante com razão. E foi isso mesmo, me senti de volta nos Doramas onde cada cena de mão dada e beijinho na bochecha era um surto, eles são um casal muito fofo e doce.
Os casais secundários... foram secundários rs
brincadeira, acho que cada um teve um tempinho merecido, mesmo que não muito aprofundado.
Admito que me emocionei quando nem estava esperando, no que envolveu a mãe do Gun.
E cara! por mais mães assim, o que ela disse pro Gun quando ele assumiu a relação com o Tinn me marcou demais, ela disse algo como "Eu amo quem você amar" e isso me pegou de um jeito que eu nem consigo explicar 🥹❤️
Na verdade a mãe do Tinn também me surpreendeu em seu momento, acho que essa questão de se assumir e o processo de aceitação de cada mãe foi muito bem desenvolvido e necessário!
Enfim, é super fofinho e consideravelmente leve para desintoxicar um pouco a alma de quem quer dar um tempo de obras tóxicas.
GOSTEI!!!!! 🥰
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Morninho
Já esperava a vibe que a capa e a sinopse transmitiam, e é bem isso mesmo, um drama um pouquinho melancólico, com um pouquinho de ação e romance.Primeira vez acompanhando o Shipp PondPhuwin, e fiquei até bem satisfeita com o desempenho deles como par, acho que eles tem uma química legalzinha de se acompanhar.
A história não é lá essas coisas, assim como o vilão e o "grande" conflito bem recorrente nesse tipo de história com herdeiros.
Admito que o arco escolar também não me pegou muito, ainda bem que não insistiram tanto nisso.
Todo mundo falando bem e mal da fotografia, mas nem a fotografia eu notei, pra mostrar que de fato não me chamou muito a atenção.
O Nueng (Phuwin) me causou muitos sentimentos mistos de início.
Já o Palm (Pond) foi um querido do início ao fim, bandeira 100% verde pra ele 🏳️🟢
Só não tankei o que o Palm fez como demonstração de afeto kk, foi até bonitinho mas na vida real eu acho algo beeeeem brega e questionável de se fazer, mas enfim.
O desenvolvimento do casal foi legal também, nada tipo UAU, mas legal de acompanhar e ver no que ia dar.
Eu particularmente não sou muito fã dessa trama onde o casal tem que fugir ou acaba acontecendo uma situação onde eles vão parar em uma ilha ou um lugar um pouco mais isolado, geralmente colocam isso no roteiro pra aproximar ou reaproximar os personagens. Kinnporche e The Heart Killers estão aí pra provar meu ponto. Mas nem sempre eu curto esses momentos, aqui acho que não chegou a me incomodar tanto.
Eu estava esperando que tivesse uma passagem grande de tempo (tipo de anos, para formalizar a história com eles adultos) depois do primeiro EP ou pelo menos em algum momento da história, mas não veio aí. Acho que teria sido mais interessante assim, já que a parte do colégio não é foco de qualquer maneira.
Houveram algumas incoerências onde o tom da história mudava de uma hora pra outra, onde acontece algo muito importante e logo depois é esquecido ou tratado de forma um pouco rasa demais.
Acho que no geral, a palavra que vou usar pra resumir é morno, mas não é um bl ruim sabe.
Estou dando 8, mas pode ser que minha nota mude conforme o tempo passar e como esse bl vai ficar na minha memória.
GOSTEI ATÉ 😄
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Entendo a fama
Já sabia que esse bl tinha uma certa popularidade, e depois de ter assistido eu entendo o apelo.O humor nem sempre fez o meu estilo, mas admito que algumas cenas específicas me fizeram gargalhar.
O romance principal estava até me ganhando antes de certo acontecimento. Não detestei como o perdão foi tratado sobre o assunto, mas ainda assim o ressentimento ficou em mim e por isso acabei não amando o casal.
Outro ponto que me incomodou foi a quantidade de plots que tentaram enfiar nos últimos oq? 3 episódios?
Por exemplo foi tipo acontecimento atrás de acontecimento:
"Ah mds, fulano morreu", "espera, não morreu não"
"OMG, tal personagem é o verdadeiro vilão", "espera não é não", "espera de novo... é sim!"
"Não acredito! Tais personagens morreram dessa forma", "na verdade, foi de outra forma", "na verdade mesmo, ninguém morreu".
E por aí vai. Esse vai e vem foi um pouco cansativo
No geral, não achei ruim. Conseguiu me entreter, só achei que ficou meio repetitivo em algumas partes.
GOSTEI? SIM E NÃO 🤔
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Estranhamente melancólico e reconfortante
Estranhei muito o começo da história, até a ost era estranha. Mas conforme foi passandos os episódios, me vi rendida, fui ficando cada vez mais envolvida com os personagens e seus dramas.Gostei muito do casal, e do desenvolvimento deles. Achava todos os poderes meio inúteis, de alguma forma, minha opinião mudou...
Os plots foram de partir o coração. No final, só senti que queria mais, que ficou faltando algo pra fechar o drama com chave de ouro.
Prefiro fechamentos que mostram uma sequência indicando o futuro da maioria dos personagens, como uma despedida, pra não ficar só pra nossa imaginação. Mas eles optaram por algo mais na vibe de Monstros S.A (quem entendeu, entendeu )
o que é legal sim, mas também é bem frustrante. A minha criança inferior sabe bem 😅
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Não é pra mim
É aquela coisa né, tóxico que só e eu não sou a maior fã desse tipo de trope.A história num geral é meio chatona. É sempre dá balada pro escritório, do escritório pra casa, de volta pra balada.
Falando das coisas ruins que o Fan Xiao já fez, até parece que a verdade não vai vir a tona
Principalmente de assuntos tão sérios como o Fan Xiao sendo o responsável por seduzir, manipular, enganar, drogar e est*pr4r o You Shu Lang. Além ser o pivô do término do relacionamento dele.
Seria interessante se o You Shu Lang coringasse e fosse pior depois que descobrisse tudo. Já que é pra ser tóxico, acho que seria justo equilibrar a balança.
Queria ver a casa caindo mas já perdi as esperanças depois do "Se precisa mentir pra mim, então continue mentindo. Não me deixe descobrir", tipo?? 😐
Depois do episódio 10, posso só dizer que o You Shu Lang deveria ter batido mais, porque foi pouco.
E que o Fan Xiao tem uma obsessão doentia...🏴
Já que tem dinheiro, deveria voltar pra terapia
Tipo, o cara é louco mesmo. É uó ver ele se vitimizando, até o Hua Yong era mais convincente.
▫️Agora com a série finalizada, vamos falar seriamente sobre o que eu achei.
Eu normalmente não tenho problema nenhum em abandonar uma história quando não estou gostando. To My Shore quase entrou nessa lista várias vezes. O que me fez insistir foi a quantidade absurda de avaliações positivas, porque eu ficava me perguntando se em algum momento aquilo ia clicar pra mim. Não clicou.
O maior problema, pra mim, é que a obra se apoia fortemente em uma dinâmica de dark romance. A relação entre os protagonistas é pesada e desconfortável. Em muitos momentos, eu não estava torcendo pelo casal, eu só queria que aquela dinâmica acabasse.
A tentativa de redenção do Fan Xiao é onde a história tenta se justificar, mas também onde ela mais falha pra mim.
Ele era um adulto plenamente consciente do que fazia e nem um pouco confuso sobre isso. Não foram erros inocentes, nem atitudes impulsivas de alguém perdido. Foram escolhas feitas com clareza, repetidamente, sabendo exatamente o impacto que teriam sobre o You Shu Lang.
O roteiro até deixa clara a mudança simbólica, do vinho pra água, como se fosse um processo de purificação. E tá, ele sofreu e afins, tudo isso pra se tornar um ser humano minimamente decente. Mas não gosto muito dessa ideia de que sofrimento e mudança pessoal
automaticamente geram direito à reconciliação.
Porque convenhamos, inicialmente ele não se arrependeu dos atos que cometeu e sim de ter sido pego e das consequências disso.
Um ponto que me surpreendeu positivamente foi o You Shu Lang. Ele não perdoa fácil, não cede de imediato, não apaga o passado. Existe resistência, mágoa real, e por um momento eu achei que a série teria coragem de sustentar esse limite. Pra mim, esse foi um dos poucos acertos da narrativa.
Mas esse acerto é anulado no final.
A redenção não funciona pra mim justamente porque eles ficam juntos. Eu até consigo aceitar o perdão, o You Shu Lang perdoar faz sentido dentro da jornada dele.
O que não faz sentido é o roteiro tratar esse perdão como um passe livre pra um final feliz. A punição do Fan Xiao deveria ter sido exatamente essa: não ficar com ele no final, mesmo tendo mudado, mesmo tendo sofrido, mesmo tendo supostamente aprendido com os erros.
Redenção não é recompensa. É responsabilidade. O Fan Xiao poderia se tornar alguém melhor e ainda assim precisar viver com as consequências definitivas do que fez. Um final em que o You Shu Lang segue em frente, livre, enquanto o Fan Xiao aprende a ser melhor sem receber o amor como prêmio, teria sido muito mais honesto.
E, por fim, vale deixar isso bem claro: eu não sou fã de dark romance. Nunca fui. E isso não significa que eu não tenha o direito de assistir esse tipo de obra, muito menos de avaliá-la criticamente. Dizer “é só não assistir” não invalida uma leitura negativa, assim como gostar do gênero não torna a obra automaticamente imune a críticas.
Minha dúvida sincera para quem consome esse gênero é: a proposta aqui é realmente torcer pelo casal ou apenas acompanhar uma dinâmica tóxica tratada como narrativa, sem necessariamente romantizá-la?
Pergunto isso porque, honestamente, desconheço obras de dark romance em que o público não espere, ou não torça, por um final feliz do casal. Não me parece um gênero em que a separação seja celebrada ou vista como uma resolução satisfatória. Se eles terminam juntos, é vitória, se não, a obra costuma ser rejeitada.
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Esperava mais
De início, até uns 2 ou 3 episódios, eu lembro de ter gostado da trama. A proposta da investigação, a química do casal, a proposta mais sombria... tudo isso me prendeu no começo.Parecia que vinha algo interessante aí.
Sobre os protagonistas
Acho que o Joong ficou bem confortável no papel do Jade. Ele parecia seguro, natural, encaixou bem no personagem. Já o Dunk como Kamin… não posso dizer o mesmo. Eu sei que o Kamin era pra ser sério, mais fechado, mas a atuação dele me passou uma sensação de engessado mesmo. Não era só frieza do personagem, parecia travado.
Muita gente fala que o Dunk atua mal, mas eu não assisti tantas coisas dele pra bater o martelo. Porém, comparando, eu senti que ele estava bem mais à vontade como Style em The Heart Killers. Achei que lá ele passou um tiquinho mais de naturalidade.
Sobre o romance… achei que entregaram bem pouco.
Sei que teve toda aquela questão em que o Joong comentou que o diretor ficava incomodado/tímido? com as cenas mais íntimas, e que cortaram bastante coisa.
E sinceramente?
Foi exatamente essa a sensação que ficou. Parece que seguraram demais o casal. E isso acabou desanimando, porque nem os personagens individualmente nem a própria história conseguiram me prender o suficiente pra compensar o que achei que ficou faltando.
Depois daqueles primeiros episódios que eu até curti, a série virou um vai e vem cansativo com a investigação e o tal cara mascarado.
Era sempre Jade e Kamin brigando e flertando no meio das investigações, às vezes literalmente com corpos frescos logo ali do lado. Ficou estranho. A mistura de tensão criminal com flerte acabou tirando um pouco o peso dos assassinatos que foram até criativos.
Os adolescentes? Não consegui me importar com nenhum. Todos eram péssimas pessoas. Isso significa que deveriam ter tido as mortes pesadas que tiveram? Não necessariamente… mas também não consegui sentir empatia quando as coisas aconteciam.
Sobre o plot do legista e da menina
No começo eu fiquei com pena dela. Ela realmente sofreu na mão daqueles “amigos”, foi humilhada, traída, excluída. E com consequências ela acabou ficando com uns parafusos a menos.
E o que me incomodou foi que parece que a série quase passou pano pros amigos da onça, enquanto ela, que claramente ficou mentalmente instável por tudo que sofreu, virou basicamente o grande problema. A abordagem ficou meio estranha moralmente.
E o final? Extremamente corrido. Meio tanto faz
Quando acabou, eu só pensei: “ok… acabou”. Não consegui me importar o suficiente.
No geral, começou com potencial, tinha uma proposta interessante, mas se perdeu no caminho. Não é uma série péssima, mas faltou aprofundar melhor tanto o suspense quanto o romance, e no fim, nada me pegou de verdade.
Gostei muito não...
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Que sono
Estou achando a trama completamente confusa e enfadonha. E não é que eu goste só de histórias fáceis e básicas.É legal quando a história é complexa mas que deixe a gente com vontade de entender. Aqui não está sendo o caso.
Sem brincadeira, eu dormi tentando assistir o primeiro episódio e cochilei no episódio 3 várias vezes, isso raramente me acontece.
Assim que sai episódio novo, eu fico enrolando pra assistir, pois não há nada na trama que me deixe ansiosa por mais. Até então, os personagens estão bem desinteressantes.
Gosto dos ForceBook em A Boss And a Baby, mas a química deles aqui está inexistente. Não sinto o sentimento deles, é um grande vazio. O relacionamento dos personagens é muito rápido, e eu como uma boa apreciadora de slow burn, gosto quando o terreno do romance é bem preparado aos poucos, com foco nos pequenos detalhes, uma troca de olhares, um toque acidental que exala sentimentos que estão florescendo.
Entendo que aqui não é a proposta da obra, mas faz com que tudo pareça muito rápido, apesar de a história em si parecer arrastada.
Consegui chegar na metade da história 5/10 episódios e tive 0 apego com qualquer personagem, tudo está um grande tanto faz pra mim. Não quero mais me forçar a terminar de assistir obras que não estão funcionando comigo, portanto estarei dropando mesmo.
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Começou MUITO bem
Eu estava achando foda até o EP 3, triste e sofrido lógico, mas muito bom mesmo 10/10.A gente simpatiza com a injustiça do personagem e a gente quer ver ele se reerguendo, o episódio 2 então que mostra ele treinando e se aperfeiçoando em várias coisas com aquela música meio Miles Morales de fundo foi incrível.
A partir do episódio 5 quando eles são levados da prisão, e começa uma espécie de round 6, a série me perdeu um pouco.
Começou tão original e ficou tão mais do mesmo.
Eu estava muito curiosa sobre o vilão do D.O, que ele era milionário, já era obvio, mas ter a tecnologia do Tony Stark? Achei um pouco exagerado
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Bem tanto faz?
A história, no geral, trabalha com esse plot de perda de memória e “inimigos” que, na prática, nem chegam a ser inimigos de verdade. Não consegui comprar muito bem o que a narrativa tentou vender.O twist da menina obcecada e o motivo do menino ter perdido a memória foram ok.
No geral, a narrativa não me pegou mesmo. Não consegui me importar com os personagens e consequentemente com a relação deles.
Inclusive, acho que isso impacta até na forma como eu falo da obra, não consigo fazer uma resenha mais aprofundada justamente porque não me conectei o suficiente com a história, nem ao ponto de conseguir explicar em detalhes tudo o que não gostei.
Por outro lado, admito que a Coreia está ficando bem ousada nas cenas mais picantes.
Gostei muito não
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Não era o que eu estava esperando
Eu fiquei muito surpresa enquanto assistia Thundercloud Rainstorm, porque fui esperando algo extremamente tóxico. Não que não tenha problemas, mas acabou não sendo tão pesado quanto eu imaginava.O Seo Jeong Han se apaixonar quase em um estalar de dedos, inclusive, quase não me pareceu plausível, foi muito rápido para um personagem que parecia ser tão complicado.
Achei confuso pois em alguns momentos eles se pegavam tão do nada que eu pensava que era algum sonho ou surto de um deles.
Acho que a quantidade de episódios acaba tendo peso nessas questões.
Para o tipo de história que parecia prometer, a humilhação foi até pouca. E, sinceramente, a questão de cozinhar e limpar a casa foi bem ok, considerando que o Lee Il Jo estava morando ali de graça.
O romance tem seus altos e baixos, mas o início não é muito agradável. A dinâmica começa meio torta e demora um pouco para engrenar de verdade.
Sobre a questão deles serem primos, eu entendi o que a história tentou fazer. No começo é, sim, meio incômodo, mas é aquele tipo de situação em que as pessoas ainda assim acabam querendo que eles fiquem juntos. A revelação de que, na verdade, eles não são primos parece existir mais para aliviar a consciência dos espectadores do que para realmente mudar algo na narrativa.
O Seo Jeong Han foi simplesmente ridículo em vários momentos. Sentia ciúmes, agia de forma possessiva, mas não tinha coragem de pegar na mão assumir. Então, achei até bem feito ele ter sofrido um pouquinho enquanto demorava pra aceitar os próprios sentimentos.
Mas o que mais me incomodou foi o comportamento do Lee Il Jo. Achei ele extremamente besta e irresponsável emocionalmente. Primeiro, corre atrás, se declara o tempo todo, não perde uma chance de demonstrar. Depois, quando o Seo Jeong Han finalmente se apaixona e quer estar com ele de verdade, começam a surgir problemas e ele simplesmente decide encerrar tudo. É difícil não ficar frustrada, porque ele plantou os sentimentos no barquinho pra depois pular fora.
Incrível como uma simples falta de comunicação pode sabotar um relacionamento.
No geral, a história me passa um clima frio, quase deprimente. Não sei explicar exatamente, mas senti que faltou alguma coisa, talvez mais profundidade emocional, mais desenvolvimento.
Quando o casal entra numa fase mais saudável do relacionamento, eles até são fofos. Mas, mesmo assim, não consegui me conectar tanto quanto eu gostaria.
Apesar de tudo, Thundercloud Rainstorm não é ruim como eu esperava. Não é uma obra prima, mas também não foi o desastre que eu imaginei que seria.
GOSTEI?
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