Não estava nos meus planos gostar do casal secundário como gostei
Já começo dizendo que eu li o mangá Cherry Magic faz tempo, vi o anime e não cheguei a assistir a adaptação japonesa com o Keita Machida.Então sim… eu já fui assistir a versão tailandesa com carinho prévio pela obra, pois gostei muito do mangá. E isso com certeza influenciou minha experiência.
O mangá é relativamente longo, e dá tempo de desenvolver muita coisa com calma.
Sempre achei que tanto o anime quanto a versão japonesa provavelmente tiveram que cortar bastante conteúdo ou resumir arcos importantes.
Já a adaptação tailandesa foi pelo caminho oposto, 12 episódios com mais de 40 minutos cada. Tempo eles tiveram, tanto que precisaram de material além do original, então incluíram tramas totalmente novas.
Uma coisa que eu gostei muito foi a forma como adaptaram a história para o contexto tailandês. Não foi só “copiar e colar” o enredo no novo país. Eles souberam inserir elementos culturais próprios, como o Songkran, sem perder a essência da obra. Isso mostra que eles tiveram atenção aos detalhes. Nem tudo funciona igual em culturas diferentes, e foi bom que a série foi consciente disso.
Eu gostei dos TayNew como Adachi e Kurosawa (Achi e Karan). Em questão de personalidade, acho que ficou parecido. Só achei que os surtos dos pensamentos do Karan poderiam ser um tiquinho maiores e mais engraçados.
Até a metade do BL eu estava bem envolvida. Os acontecimentos principais foram mantidos, e algumas mudanças sutis funcionaram muito bem.
Mas… talvez pelo tempo maior de tela, senti que criaram uma certa “barriga” na narrativa. Algumas tramas paralelas, especialmente envolvendo colegas do Achi depois da mudança de trabalho, ficaram meio arrastadas e desinteressantes.
O ponto que mais me deixou com sentimento agridoce demais foi a revelação do Achi para o Karan sobre ler pensamentos.
No original, lembro de ter achado um momento muito bonito e emocional. Aqui foi… tranquilo até demais. Faltou impacto. O mesmo vale para o primeiro beijo e a primeira vez do casal. No mangá são momentos marcantes, daqueles que ficaram na minha memória. Aqui, mesmo tendo assistido recentemente, eu mal consigo lembrar dos detalhes.
Agora, sendo bem honesta. Meu foco estava todo nos JuniorMark
No mangá, sempre achei o casal secundário bem ok, nada de mais.
Só que na versão tailandesa eles transformaram completamente isso.
O personagem do Junior ganhou uma personalidade diferente da original, e eu achei que isso deu muito mais brilho pra ele. O Junior tem isso de acrescentar carisma aos personagens. Já o Mark conseguiu deixar o Min (que no mangá eu achava meio chatinho) muito mais fofo e cativante.
Gostei muito das mudanças e do acréscimo de história para o Jinta e o Min. Eles ficaram engraçados, carismáticos e ganharam mais profundidade, especialmente no que envolve a carreira deles, principalmente a do Min. Foi um desenvolvimento que pelo o que eu me lembro, o original não explorava tanto.
E aqui aconteceu algo curioso, eu gostei mais do casal secundário do que do principal. No mangá, era exatamente o contrário, eu tinha mais atenção ao casal principal.
Teve ainda um terceiro casal que eu nem estava esperando. Nem lembro se existe algo parecido no mangá, então acredito que tenha sido exclusivo da adaptação tailandesa. Mas, surpreendentemente, funcionou bem dentro da proposta.
No geral, eu gostei. É leve e divertidinho.
Não achei perfeito, pois alguns momentos icônicos do casal principal no mangá perderam um pouco da força. Mas como adaptação cultural, achei bem feito.
Acho que terminei de assistir mais por conta dos secundários porque realmente achei que os protagonistas perderam um pouco o brilho com algumas mudanças que fizeram.
Acho que pra quem não conhece nada da história, do mangá ou das outras adaptações, a probabilidade de gostar de tudo é bem mais alta. Então vale a pena dar uma chance 🍒
Gostei
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O que foi isso...
Se ignorarmos todos os elementos problemáticos, TharnType até poderia ser considerada uma série “ok”. Mas a questão é: dá para ignorar?Já começando com a base da história, pela sinopse, eu pensei que esse trauma do Type seria bem aprofundado. Estamos falando de abuso sexual na infância, não é um detalhe qualquer para ser usado apenas como justificativa de personalidade difícil. O tema tinha potencial para ser tratado com seriedade e sensibilidade.
Também imaginei que a aproximação entre o Tharn e o Type aconteceria aos poucos, respeitando esse trauma. Por isso, foi chocante ver que o próprio Tharn ultrapassa limites, e acredito que não foi nem uma, mas duas vezes. A narrativa tenta romantizar essas situações, mas, objetivamente, são abusos. Isso compromete completamente a base do romance.
Não entendo a razão disso.
Mas pelo menos, o trauma do Type faz a gente amar o personagem e sentir muita empatia por ele certo? Em partes, pois o type acaba sendo na maioria das vezes muito insuportável e impulsivo, parecia até um doidinho do centro negativamente falando.
Ele tinha uns pensamentos completamente hipócritas e sem sentido. Que de novo, poderia ter explicado e se aprofundado mais.
Tipo quando um cara dá em cima dele, ele chama o cara de gay nojento e afins, pra depois falar que quer ir pra casa pq está com saudade do namorado??
Quando eles já estão juntos, o relacionamento as vezes é até fofinho, quando não começam os problemas estruturais onde o Tharn sempre tem que ceder em absolutamente tudo, e eles discutem pelas coisas mais bestas possíveis, na maioria das vezes por culpa do Type. Além de serem extremamente obsessivos e da série aparentar querer romantizar isso.
Agora algo que me deixou desacreditada foi o personagem San
Que m3rda foi aquela?
A relação dele com o Tharn foi nojenta só de ouvir a história pela boca dos personagens. O San com 16 e o Tharn com 14. Se fosse só um namorico de adolescente eu não iria achar taaaao problemático (apesar de ainda ser), mas não foi só isso.
Acho estranhíssimo como todo mundo da família do Tharn trata esse acontecimento entre os dois com uma normalidade absurda.
O San passa muito a vibe de um p3dof1l0 nojento, e essa fala dele:
"Eu ficava maluco com aquela aparência inocente (do Tharn com 14), então cheguei nele"
Tipo????? 🤢 Me deu nojo de verdade.
Que personagem mais desnecessário e sem nada bom para acrescentar.
A parte mais interessante da trama foi o Twist do "amigo" do Tharn (Lhong). O cara era louco e foi o motivo dos relacionamentos do Tharn não durarem.
Ele gostar do Tharn não foi uma surpresa, mas ter sabotado os relacionamentos dele e feito um garoto ser est*pr4d0 no processo foi doentio pra c4r4lh0
Acho que ele deveria ter apanhado bem mais.
No geral, se a série fosse só os momentos fofinhos dos tharntype como casal tirando toda essa questão de abuso, já que não desenvolveram isso direito, até poderia ser uma série aceitável.
Gostei muito não?
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Korosu foi minha expectativa
Não foi o que eu estava esperando, e eu estava esperando muito.Não sei se o fato de ter só 6 episódios atrapalhou o desenvolvimento, mas parece que tudo acontece rápido demais e, ao mesmo tempo, sem profundidade suficiente. Fica uma sensação de que faltou construção.
Já comecei estranhando demais o Kataoka em cima do Odajima enquanto ele dormia. Tipo… o que foi aquilo? Pra quê? Por quê? Aquela cena passa muito a impressão de falta de consentimento, e isso deixa tudo desagradável.
Se o sexo fosse tratado apenas de forma mais crua, como a série parece querer fazer, tudo bem. O problema é misturar essa crueza com situações que beiram o abuso e não trabalhar isso direito na narrativa. Não tem discussão, não tem consequência emocional clara, só é desconfortável.
Também senti que a relação dos dois não foi lá essas coisas pra sustentar essa intensidade toda que quiseram vender.
E o que mais me incomodou foi parecer que o Odajima “deixava” certas coisas acontecerem mais por obrigação do que por vontade, quase como da forma que ele era submisso ao outro chefe 🤢
Essa dinâmica pode até funcionar dentro da máfia, onde há hierarquia, mas quando isso começa a ser espelhado dentro de um romance, fica estranho. Não é uma comparação legal de se fazer quando se está tentando desenvolver uma relação, por mais tortos que os personagens sejam. Eu, particularmente, não curto isso.
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Um dos arcos me encantou num nível que nem sei explicar
Comecei Perfect 10 Liners já com uma certa preguiça. Mais um BL universitário, três casais principais, muitos personagens...Dos protagonistas, eu já conhecia apenas Force e Book, então naturalmente meu interesse inicial estava coincidentemente mais voltado para o arco deles.
Só depois de assistir oito episódios, que percebi que a série era dividida em arcos de aproximadamente oito episódios, cada um com foco maior em um casal específico e isso influenciou bastante a minha experiência.
🫂 Arco 1 – Arm e Arc 💕
Assisti esse arco há alguns meses (pois depois dele, dropei a série por preguiça dos outros casais), então minhas lembranças são mais vagas.
No geral, foi ok.
O Arm e os amigos dele eram bem divertidos, ajudavam bastante na leveza da trama, e o romance com o Arc caiu naquele clichê clássico do “eu já gostava de você há muito tempo, mas você nunca percebeu”. Não é algo ruim, mas também não trouxe nada muito marcante para mim.
Lembro de ter gostado da aparição do Sea para dar uma agitada na história.
Agora, não me recordo de um aprofundamento emocional muito forte ou de algum trauma realmente trabalhado de forma impactante. Foi um arco funcional, agradável talvez, mas que não me marcou tanto, já quem nem consigo lembrar dos detalhes e se os personagens dos outros casais apareceram mesmo que brevemente.
💡Arco 2 – Yotha e Gun ❤️🩹
Voltei para a série já sabendo que esse arco teria uma dinâmica mais grumpy x sunshine e um pouco de toxicidade. Já confesso que não sou muito fã de relacionamento tóxico ou excessivamente conflituoso.
O Gun não me desagradou, mas também não me conquistou taaaanto, achei ele bem parecido com o Arm em certos aspectos, bem espoletinha. Mas deu até pena de ver o brilho do bichinho se apagar aos poucos por causa do conflito interno do Yotha.
O Yotha, por outro lado, é mais fechado e introspectivo, mas às vezes soava desagradável demais.
A série trabalha os traumas dos dois, o medo do escuro do Gun e o medo de amar do Yotha, e eu confesso que esperava algo beem mais profundo e pesado que fossem a razão desses traumas e acabei me decepcionando um pouco.
Mas lembrei que a proposta da série é relativamente leve, então relevei dentro do que se propõe.
O ponto que mais gerou discussão foi a “traição” do Yotha. Sinceramente, existiam formas muito melhores de entender se ele ainda sentia algo pelo ex do que simplesmente beijar ele do nada, ainda mais considerando o contexto delicado envolvendo o namorado hiper ciumento do ex. Ele deu sorte que o outro não ficou sabendo. Acho que foi uma escolha me irritou um pouco.
O Yotha foi péssimo para o Gun nesse início de relação de amizade para algo mais.
Se ele não sabia ter responsabilidade afetiva, era só não se envolver caramba. Fez o garoto chorar sem necessidade.
Porém, se teve alguém que elevou completamente esse arco para mim foi o Faifa, irmão do Yotha. Ele roubou completamente a cena. Me encantei com ele e consequentemente com o ator Junior.
A amizade dele com o Gun foi fofa de acompanhar, principalmente quando ele protegia o amigo mesmo contra o irmão.
E foi nesse segundo arco que o desenvolvimento da relação do Faifa com o Wine se iniciou, e isso foi muito um motor para eu continuar assistindo, porque logo de início eu já achei a dinâmica deles muito instigante.
🔥 Warit e Klao 🫦
Antes de falar do terceiro arco, preciso comentar sobre Warit e Klao. Foi a primeira vez que assisti AouBoom, e eu não esperava muito. No geral, os personagens foram ok, mas nas cenas mais 🔥 eles simplesmente se destacaram demais. Inclusive, na minha opinião, eles tiveram as cenas mais calientes da série, até mais que os três casais principais. E achei isso inesperadamente interessante. Mas não apaga o fato do relacionamento deles ser cheio de problemas, perdi as contas de quantas vezes o Klao pediu desculpas. Adianta pedir desculpas e continuar errando?
Mas enfim, eles se resolveram, noivaram e foi ok
👑 Arco 3 – Faifa e Wine ❤️
Aqui a série se transformou para mim. Eu já tinha me encantado pelo pouco que vi dos dois no arco anterior, mas acompanhar o foco totalmente neles foi especial.
Pra começar, o Faifa é um personagem difícil de não gostar. Ele é um bom amigo, um bom namorado, um bom filho, uma boa pessoa.
Ele é hilário e brincalhão de uma forma bem autêntica e isso sem puxar para um lado mais infantilizado sabe?
Quem não gosta do P'Faifa possui um sério desvio de caráter e é melhor ir ver isso daí.
Gostei muito de como a relação do Faifa e do Wine foi construída, principalmente porque eles são bem diretos e honestos sobre os próprios sentimentos. Que é algo que eu prezo bastante, as vezes é cansativo quando os personagens ficam escondendo os sentimentos até não dar mais.
E eles não ficam nesse chove não molha que os outros ficam, por isso achei que trouxeram um grande frescor pra história.
Também gostei do desenvolvimento pessoal de cada um.
O Wine lida com a culpa de ter gostado do irmão da sua ex e com o fato de estar no armário e o medo de não ser aceito, enquanto o Faifa carrega uma questão familiar envolvendo a mãe que reflete diretamente na personalidade dele.
E por falar na vaca, ela me estressou demais. Pode até ter sido sincera, mas dizer ao próprio filho (Faifa) que gostaria de ter levado o irmão dele (Yotha) no lugar dele foi algo EXTREMAMENTE cruel e desnecessário.
Eu já tinha achado um absurdo ela esquecer que o filho é alérgico a leite e ainda oferecer, mas imagina ouvir isso: "Eu levei você para ter uma razão para ver meus outros filhos" da sua mãe??? foi o cúmulo
Foi doloroso ver como o Faifa sempre tenta aceitar tudo pela família, sempre sendo gentil, sempre querendo ajudar todo mundo, sempre querendo transparecer que ele está bem quando não está e como isso está profundamente ligado à necessidade dele de ser aceito. Achei muito interessante como o roteiro conectou essa característica dele à relação com a mãe.
E vamos combinar que tanto os pais quanto os irmãos do Faifa não eram lá muito bons pra ele. E isso pois nem perceberem que o Faifa estava quebrado por tudo o que aconteceu.
O Faifa é, para mim de longe, o personagem emocionalmente mais interessante da série. À primeira vista, ele parece apenas o “cara perfeito”: gentil, bonito, popular, protetor, sempre sorrindo e sempre disponível para ajudar. Mas o arco dele deixa claro que essa gentileza não é apenas um traço natural, ela também funciona como um mecanismo de sobrevivência emocional.
A fala da mãe não foi apenas cruel, ela atingiu a identidade dele em cheio. Quando você cresce sentindo que talvez não seja a primeira escolha, que talvez seja o “filho que sobrou”, "a opção logicamente mais fácil", isso molda a forma como você se enxerga. O Faifa internalizou muito essa ideia de que precisava compensar. Precisava ser compreensivo. Precisava não dar trabalho. Precisava ser fácil de amar.
Isso explica por que ele aceita tanto e ao mesmo tempo tão pouco.
Por que ele raramente confronta. Por que ele sempre tenta entender o lado dos outros antes de olhar para a própria dor. A gentileza dele não era uma fraqueza, era meio que uma estratégia. Foi uma maneira que ele encontrou para garantir que não seria deixado de lado de novo.
E é justamente por isso que o relacionamento com o Wine é tão significativo!!
Pela primeira vez, ele não precisa ser “o perfeito”. Ele pode ser vulnerável. Pode admitir que se machucou. Pode falar sobre o que sentia sem aquele medo de ser descartado. O Wine não ama o Faifa porque ele é gentil com todos, ele o ama por quem ele é, inclusive nas partes quebradas.
O Faifa é o tipo de personagem que parece leve na superfície, mas carrega uma profundidade silenciosa. E talvez por isso ele tenha me marcado tanto, porque por trás do sorriso constante existe alguém que passou a vida tentando se provar.
Achei que essa questão da mãe foi bem resolvida e justa? não. Acho que o Faifa merecia bem mais do que ter que perdoar a mãe para manter a família em harmonia? sim.
Mas eu sinto que isso é, infelizmente, algo cultural. Percebo mesmo que em várias obras asiáticas, o respeitos pelos mais velhos, para pais e avós é algo praticamente absoluto que chega ao extremo independentemente de quem estiver errado na história.
No romance deles, o que mais me ganhou foi a maturidade emocional de ambos. Eles conversam, são honestos sobre o que sentem e enfrentam as inseguranças juntos.
O Wine é introvertido e MUITO fofo. Amo o jeitinho dengoso e ao mesmo tempo rígido dele kk
Gostei como ele se resolveu rápido sobre a questão do Tor para não machucar o Faifa.
Ele foi um querido em sempre estar lá quando o Faifa precisava, sem nem mesmo o próprio Faifa precisar pedir ou falar algo sobre.
O Faifa sempre foi a pessoa que cuidava de todo mundo, mas não tinha ninguém pra fazer o mesmo por ele. O Wine foi essa pessoa que cuidava do Faifa sem nem mesmo ter essa "obrigação". Eles são tão diferentes, mas tão TÃO perfeitos juntos
Era cada declaração linda que esses dois faziam 😭😭 sério, eu namorei demais o namoro deles
Essa daqui me pegou de um jeito:
“Obrigado por reduzir o que tenho em excesso e me preencher com o que me falta.”
A relação deles foi tão saudável, fofa e linda de se acompanhar que doeu quando acabou. Dava vontade de colocar eles num potinho.
Eles são meu casal conforto dos bl, sempre que a vontade bate, eu volto e reassisto o arco deles. As vezes só assim pra me tirar um sorriso sincero mesmo que eu já saiba tudo o que vai acontecer.
Para mim, os FaifaWine foram o grande destaque da série e acabaram eternizando JuniorMark no meu coração.
Honestamente, o Faifa é TÃO querido e tão Green Forest que virou um dos meus personagens favoritos dos BLs. E sei que tem muita gente que pensa igual com razão!
(inclusive, lembrei de um detalhe que me irritou. Achei bem hipócrita da parte do Yotha falar que o Faifa não sabia amar, que não sabia tratar alguém de forma especial 😤 logo ele que machucou o Gun pelo mesmo motivo praticamente)
Perfect 10 Liners é uma série que depende muito de qual casal você se conecta mais. Mas que no final você vai acabar simpatizando pelo grupo como um todo.
Alguns arcos podem parecer arrastados se você não estiver emocionalmente investida neles. A questão das pulseiras e dos “10 perfeitos” nunca me prendeu muito, achava até meio chatinha, exceto quando envolvia os personagens que eu gostava mais.
Se fosse só pelo arco dos FaifaWine, o BL seria um 10, mas como tenho que considerar que EU achei que os outros arcos tiveram altos e baixos, provavelmente vou ficar entre 8,5/9
No geral, é uma série leve na maior parte do tempo, divertida e com conflitos e personagens que podem te levar a refletir se você estiver aberto.
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Pega no emocional
A história é meio pesada. Tem uma vibe melancólica do início ao fim.Eu gostei do relacionamento deles e do desenvolvimento. Os atores têm uma química legal com cenas com bastante tensão.
Mesmo quando o ritmo é mais lento, você acredita no que está vendo.
Eu não suuuper me conectei com os personagens, mas torci por eles.
Torci para que o Hirukawa se livrasse daquele abusador de m3rda do pai dele.
Torci para o Minase se encontrar na vida.
E, principalmente, torci para que um desse propósito ao outro, e é isso que a gente vê.
Não é uma história leve. Não é confortável o tempo todo. Mas é sobre dois jovens tentando sobreviver às próprias dores e, no meio disso, encontrando apoio um no outro.
Gostei
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Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss!
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Divertidinho
Nossa, eu me diverti muito com esse daqui. Principalmente no começo, com o Fukuhara narrando tudo de uma forma super dramáticamente fofa e falsa, e depois mostrando a realidade completamente diferente 😂 Essa quebra de expectativa inicial funcionou demais.Gostei bastante do casal. Eles são fofos, leves e têm uma dinâmica divertida. É aquele tipo de série que você assiste sorrindo.
De início achei meio estranho essa aceitação e quase paixão instantânea que o Shinomiya demonstra pelo Fukuhara. Mas depois isso é explicado com o famoso clichê de que ele já observava o Fukuhara há muito tempo, já gostava dele em silêncio, e aí tudo começa a fazer mais sentido. Não é nada inovador, mas funciona dentro da proposta da obra.
Sobre o tema sorte e azar não tenho muito o que dizer sobre. A mensagem é basicamente que o azar não definia o Fukuhara. Era só uma circunstância.
Mas achei covardia ter só o beijinho do começo. Porque a gente fica esperando… esperando… e nada. E isso acaba sendo frustrante, principalmente quando o próprio título é “Mr. Unlucky Has No Choice But to KISS".
Gostei
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Não esperava nada e me surpreendeu
Achei a sinopse um pouco enganosa. Ela dá a entender que o Toma descobre o segredo do Natsume e passa a coagi-lo com algumas descrições indo ainda mais longe, sugerindo até uma relação de “amigos com benefícios” por causa disso. Então fiquei tipo???E ainda bem que não foi assim.
Gostei bastante da forma como a série aborda o trabalho, de maneira profunda e realista algo que nem todo BL se preocupa em fazer. Ainda mais trazendo um trabalho que eu particularmente não conhecia muito bem.
Os dois têm personalidades bem diferentes, o que gera choques constantes e vários mal-entendidos ao longo da trama. Isso às vezes cansa, mas também faz sentido dentro do que os personagens são.
Eu ficava nervosa só de ficar pensando "Para de se intrometer Natsume!" e "Seja mais claro e direto Toma!" para evitar os conflitos.
O que mais me encantou foi como as conversas entre eles sempre ganham peso quando eles decidem parar de esconder as coisas e serem honestos. Gosto muito que eles sentam e conversam cara a cara. Esses momentos de diálogo são muito bonitos.
Sahashi Toma 🛐 que homem! que olhar!
Na real os dois são lindos, gostei da química e da atuação de ambos. Eles sabem beijar e tem um dos beijos mais naturais que já vi em jbl🤌🤌
E foi finalmente um BL japonês que mostra a fase de namoro de verdade incluindo eles morando juntos. É exatamente esse tipo de desenvolvimento que eu gosto de ver.
No geral, me irritei um tiquinho com o fato de que sempre que tudo parecia bem, surgia algum mal-entendido ou uma pessoa só pra gerar afastamento. Ainda assim, gostei muito dos personagens e da dinâmica deles como casal.
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Algum personagem está com dor nas costas por carregar a história
Assisti ao BL e depois fui ler o mangá, mais por curiosidade mesmo. No geral, a adaptação é bem fiel, embora obviamente tenham cortado a maior parte das safadezas.Ainda assim, confesso que teria preferido que tivessem mantido uma cena de beijo mais intenso do que aquela cena de sonho com o Chiaki.
O grande destaque da série, sem dúvida, é o Yasunari. Tanto como Enaga quanto como AI, ele é um verdadeiro colírio para os olhos.
Na real, tenho a sensação de que o personagem dele carregou a série nas costas.
Inclusive, gostei mais da versão do BL do que do mangá nesse ponto.
No mangá, o Enaga passa basicamente uma vibe mais séria, enquanto o AI é só sedutor, sem muito além disso. Já no BL, o Enaga ganha mais personalidade, mais carisma, ele é fofo, divertido e o AI também ganha um pouco mais de profundidade.
Essa dualidade ficou muito mais interessante de acompanhar na adaptação.
Agora… o Chiaki.
Essa estética punk dele me incomodou bastante. Achei forçado, sinto que ele não era autêntico.
Além de ter uma personalidade bem irritante talvez? sei lá, não me passou muita credibilidade e afinidade
Um dos pouco pontos que gosto do personagem foi ele ter se apaixonado pelo Enaga e rejeitado o AI num primeiro momento.
Mas acho que a história teria funcionado melhor se o Chiaki tivesse se declarado ou que de algum jeito eles ficassem juntos e só depois ele descobrisse. Porque acho que assim ficaria mais claro para o Enaga que o Chiaki não gostava apenas de uma parte dele.
E, novamente, um problema recorrente dos BLs japoneses: a história termina justo quando os personagens ficam juntos.
Eu realmente sinto falta de ver a fase de namoro, a dinâmica do casal já estabelecido, algo que quase nunca é explorado.
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O sucesso é por causa do alcance internacional?
Ai gente, vamos láAntes de assistir, eu já tinha ouvido muita coisa negativa sobre 2gether. Inclusive muita gente dizendo que o BL era, na verdade, um bromance. Cheguei até a perguntar para pessoas de confiança se era BL mesmo, e me confirmaram que sim, e realmente é, porque não fica implícito que eles se gostam e que eles são um casal.
A premissa me chamou atenção por ser um clichê de fake dating, que normalmente funciona bem. A história em si é ok, mas poderia ter menos episódios, porque senti várias partes meio enroladas.
Acho que a maior questão da série, e o que muita gente odeia, é o fato de que o casal parece muito mais um casal quando está fingindo do que quando começa a namorar de verdade.
Depois que eles começam a namorar, já passam a morar juntos, o que me pegou totalmente de surpresa. Mas a custo de quê? Eles praticamente não têm interação física de casal. É sempre aquela ameaça de que vão se beijar pra valer… e nada acontece. Tudo é cortado, o tempo todo. Isso é bem frustrante.
Uma parte bem chata é a do irmão do Tine, que fica empacando a relação dos dois por zero motivos. É uma trama que gira em círculos e não leva a lugar nenhum.
Outra parte totalmente desnecessária e estressante é a volta da amiga do Sarawat. Nossa, é mal-entendido atrás de mal-entendido, eles não conversam, não resolvem nada e ficam só sofrendo pelos cantos.
Sobre a revelação de que o Sarawat gostava do Tine desde antes de tudo, é aquele clichê clássico que a gente já viu mil vezes. Mas, diferente de outros casos, o Sarawat conseguiu disfarçar tão bem que eu cheguei a achar que fosse mentira.
No geral, a falta de interação física entre eles me incomodou bastante e tirou a veracidade da história pra mim. Não é como se eles estivessem no ensino médio. Já vi séries que nem beijo têm, mas que conseguem transmitir muito mais com uma história coesa e boas atuações.
Falando nisso, achei os dois atores bem razoáveis. Entendo que pode ter sido um dos primeiros trabalhos dos atores como protagonistas, então a gente releva um pouco.
Na minha opinião, o Win se saiu um pouco melhor. Não senti que o Bright conseguiu entregar bem as emoções mais tristes e, nos poucos selinhos que tiveram, ele fazia uma expressão que parecia até que estava sendo forçado.
Enfim, acho que 2gether entrega bem pouco para uma série tão aclamada. Entendo que muita gente gosta mais por ter sido o primeiro BL que assistiu, então existe uma questão afetiva envolvida.
Tambem é aclamado por ser um BL que teve um grande alcance internacional, meio que estourou a bolha desse mercado para o resto do mundo. Mas não é por isso que é necessariamente melhor que outros.
Sobre a segunda temporada, acho que cheguei a assistir 3/5 episódios. Fui com esperança de que melhorasse um pouco, mas é praticamente a mesma coisa, se não mais chato. Por isso, dropei de vez.
Gostei muito não...
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Boa para passar o tempo
Eu estava em dúvida se assistiria Love Sea, porque não me senti muito conectada aos personagens do FortPeat em Love in the Air.Vi que bastante gente se decepcionou porque esperavam mais do novo BL dos FortPeat, mas como eu não esperava nada, acabei não tendo essa expectativa toda.
Vamos lá, não vou me demorar muito
Inesperadamente, gostei do casal. Eles têm uma química boa e entregam bastante nesse aspecto. E ô atores que gostam de beijar na boca viu, tinha cena que eu ficava passada. Muito profissionais eles 👀
Eu esperava que mais da metade da história se passasse na praia, então fiquei um pouco desapontada quando eles saíram dali em poucos episódios. A ambientação tinha potencial para ser mais explorada.
Resumindo os protagonistas, o Rak é uma pessoa um pouco difícil de lidar, enquanto o Mut é muito mais fácil, o que chega a ser até engraçado.
No fim, acho que eles combinam justamente por serem tão diferentes.
Inclusive acho que focaram todo o desenvolvimento de personagem para o Rak, do Mut a gente só sabe sobre coisas superficiais, sem tanto aprofundamento.
Fui pega de surpresa com um casal secundário sáfico, e foi a primeira vez que vi algo assim em um BL. Achei uma surpresa muito positiva, mas acredito que o desenvolvimento delas poderia ter sido melhor. Durante boa parte da série, parecia que era sempre a Khaimuk atacando e a Vivi fugindo. Inclusive, admiro a paciência que a Khaimuk teve.
Depois que o amigo do Mut apareceu, fiquei o tempo todo esperando ver o tal marido dele, que telefonou mas isso nunca aconteceu, o que achei estranho.
Sobre o conflito principal, achei… ok. Não entendi muito bem as motivações reais do pai do Rak, e o personagem em si me pareceu fraco e pouco crível.
Sempre me incomoda quando os personagens demoram demais para assumir um namoro, especialmente quando já estão se relacionando fisicamente.
Entendo o trauma do Rak e a forma como ele associa amor à dor, mas as coisas que ele disse e fez com o Mut durante o “rompimento” foram MUITO doloridas e desnecessárias. Por isso, achei mais do que justo ele precisar se entender sozinho e depois correr atrás do prejuízo.
No geral, Love Sea é uma série legalzinha de acompanhar. Em alguns momentos fica um pouco cansativa e parece que a trama não avança, mas nada a ponto de estragar totalmente a experiência.
Não é tipo um BL maravilhoso e inesquecível, mas não achei horroroso igual já vi muita gente falando.
Gostei até
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Cansativo
The Sign começou com uma premissa que eu achei bem interessante: um romance entre personagens ligados por vidas passadas. Nos primeiros episódios, especialmente na parte do treinamento, a série funcionava melhor e até me prendeu.Mas conforme os episódios passam, a coisa começa a se perder um pouco. O romance até parecia promissor no início, só que a série insiste demais em sonhos dos próprios personagens em que eles estão se pegando, o que é frustrante. Fica tudo muito nisso de “ah, de novo, não é real”, enquanto eles demoram uma eternidade pra admitir qualquer sentimento. Isso acaba esfriando a relação em vez de fortalecer, parece até enrolado. E não é porque eu não gosto de slowburn, tá? Longe disso, sou a embaixadora do slowburn quando é bem feito. Só que aqui, quando eles ficaram juntos de verdade, eu já não estava mais ligando.
Me surpreendeu logo de início ver tanta bunda na tela KK pensei, nossa, vai sair umas NC tipo Kinnporche daqui... Mas foi tudo bem meh, como já disse, senti que a química do casal esfriou no decorrer.
Eu também senti que a personalidade do Phaya mudou muito drasticamente, de alguém fechado e até recluso para alguém que fica bêbado com os amigos, faz piada, é atacante. Foi uma transição muito rápida que eu estranhei.
A mistura de tramas também não ajudou muito. Tirando o começo com o treinamento, achei a investigação bem chatinha e pouco envolvente.
Quando estava apenas no EP 5, já estava me sentindo mais cansada do que eu esperava. Também achei bem aleatória a forma como inseriram a parte sobrenatural/mística, com uns poderzinhos do nada. Foi confuso.
E não é nem por ser uma trama complexa, isso não me incomoda. Eu assisti 4 Minutes, por exemplo, e curti muito. A diferença é que, em comparação, The Sign fica jogando conceitos sem preparar o terreno direito. Mistura investigação + karma + sobrenatural, mas sem amarrar tão bem. Pelo menos na minha experiência, isso não me gerou curiosidade, e sim cansaço.
Ou seja:
4 Minutes me confundiu, mas me instigou.
The Sign me confundiu, mas me desconectou.
Então, eu basicamente empurrei com a barriga, porque realmente não gostei dessa parte da vida passada deles, nem das lutinhas com a cobra dragão aquática lá e o homem-pássaro kk. Deve ser algo bem cultural, mas não me conectou em nada com a história.
O problema não é a ideia deles serem amantes em outra vida, e sim como isso foi desenvolvido. Esse mesmo tema aparece em Khemjira e Century Love, e eu gostei muito mais de como foi trabalhado nessas obras.
Mais pra frente, quando as avós dos dois aparecem juntas no episódio 10, aí eu finalmente entendi por que eu achava que elas eram a mesma pessoa, acho que a caracterização pecou um pouco.
E o vilão... Nossa que brother chato 🙄
Era mi mi mi pra lá mi mi mi pra cá. Supera, eu hein. No final com ele aceitando deixar o Tharn e sumindo, não poderia ter sido mais sem sentido para o personagem.
E um detalhe curioso: eu estava assistindo Knock Out ao mesmo tempo que The Sign, e o ator Gap estava nas duas. Foi engraçado gostar do personagem dele aqui e odiar no outro kk. O personagem dele em The Sign, o Yai, apesar de ser bem sem noção, ainda rendeu alguns momentos divertidos.
No final, tanto a resolução da questão mítica quanto a investigação foram bem tanto faz.
GOSTEI MUITO NÃO 😬
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Não indico como prioridade se há séries melhores na lista pra assistir
Eu, particularmente, não tinha muita vontade de assistir Between Us. Normalmente, o que me dá vontade de ver um BL são os atores ou a sinopse da história, e aqui nenhum dos dois funcionou pra mim. Eu não conhecia o shipp BounPrem, então essa parte era bem tanto faz, e a sinopse era tão simplória que não me despertou interesse.Depois de pedir recomendações, vi tanta gente falando tão bem de Between Us que pensei que deveria existir algum diferencial na história. Então resolvi dar uma chance, mais pra tirar da lista de uma vez do que por empolgação.
E como eu já estava cansada de histórias que se passam na faculdade, quase desisti. Mas, nos episódios iniciais, os personagens já começam a se atracar com um fogo que me surpreendeu. Eu sou a embaixadora dos slowburns, amo de paixão, mas ver os personagens se envolvendo fisicamente antes de se envolverem emocionalmente trouxe um frescor inesperado. Aquilo me deu esperança de que realmente pudesse ser muito bom.
Maaas eu estava errada. Depois que começam a desenvolver a parte emocional, tudo fica empacado na eterna questão do “o que nós somos?”.
O Team, se apegou rápido demais, e para o Win foi quase como uma paixão instantânea, só que ele simplesmente não conseguia demonstrar isso nem no básico ato do “vamos namorar”.
Demorou uma eternidade pra oficializarem, e independentemente das questões emocionais que cada um estava lidando, isso não justifica tamanha demora. Em vários momentos eu me senti cansada e só queria que acabasse logo.
A história ainda tentou desenvolver uns dez casais ao mesmo tempo, o que quebrou muito a narrativa. Nem todos tinham pano para a manga e, sendo bem honesta, a maioria era bem qualquer coisa.
E você pode rebater com “Ah, mas eles já agiam como namorados.”
Sim, mas é diferente. Pra algumas pessoas, como o Team, a oficialização é algo importante: por conta de questões como insegurança e ansiedade. E isso, infelizmente, não foi muito bem trabalhado.
Me senti angustiada vendo todas as oportunidades que o Win teve para se declarar, a cada momento eu ficava tipo "É agora!", e nunca era. No início eu até botei fé nele, pois o Win mostrou interesse primeiro, então pensei que ele guiaria o relacionamento mas nem.
No geral, Between Us começou até ok, mas foi ficando cada vez mais cansativo por causa da falta de atitude dos personagens e momentos que não pareciam agregar em nada.
Gostei? 🥱
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Vale o estresse?
▫️Primeiramente, fiquem com meus comentários enquanto eu estava assistindo os episódios:Que cara babaca, eu hein
Só passaram 2 episódios e o Ming já está mandando minha paciencia para o Brejo
Só acho que depois desse "Não seja cheio de si, você é só um substituto", o Joe faria muito bem em pular para o próximo sem olhar pra trás, ficar aguentando humilhação de graça assim não dá. Mas provavelmente ele vai ser tapado e eu vou me estressar mais ainda.
Não liguem pra mim, é que essa coisa de substituto pegou em uma ferida antiga de quando eu jogava amor doce KK, quem sabe sabe
Senti uma química forte entre o Sol e o Joe quando eles estavam lutando, foi só eu? 😏
O Joe quase matando o garoto 😂😂
Fico com pena do Joe, ele vai ter que aprender na raça a decepção de gostar de uma pessoa tóxica
"Eles saberão que você é meu" 🤮🤮
Ô ódio que eu tenho desses brothers que ficam cheios de ciúmes mas assumir que é bom eles não querem.
A irmã do Ming foi certeira. Queria saber como uma pessoa legal igual ela foi acabar com um idiota como o Tong
PQP odeio esse negócio de falar o nome do outro...
Gente, tô passada, chocada. Não estava esperando isso de cárcere não 😨😨🏴
Nossa, estou revoltadissíma só em pensar que o Joe no final vai ficar com o Ming mesmo depois dele ter perdido a oportunidade da vida dele porque foi impedido de comparecer na conferência. O cara literalmente arruinou a vida dele
Ai gente, coitado do Joe, o bichinho só se ferra
Aaaah mas essa história vai ter que fazer o Ming penar muito para eu sentir pena dele
Até o episódio 6, eu e a legender estamos fechadas em ter ranço do Ming, desculpa mingueletes 😬
O Joe é um querido mas meio sonso tbm né, não sabe disfarçar que não é a mesma pessoa. Tem que pensar nas coisas antes de fazer
Tá vendo, era só dessas pessoas que o Joe precisava, pessoas que fazem bem pra ele, que acreditam nele como o Sol, Irmão Wut e a mãe.
É pedir demais querer que ele fique com o Sol no final? Ou que pelo menos ele não fique com o Ming.
"Eu comprei você, então você deve abanar o rabo para mim". Aaaah vai sfd vai
Amei essa discussão do ep 9
"— Eles enviaram você para mim mais uma vez. Você pode me dar uma chance de compensar você?
— Eles me enviaram para você? Você acha que é a sua chance? Essa é a minha chance! Eles me enviaram para concertar o que eu tinha feito de errado. E um dos meus erros, foi você Ming".
Pisou bonito 💅
Mas a troco de que se aceitou ele de volta?
Enfim, quero ver se vai virar gente já que foi perdoado 🙄
▫️Minhas conclusões após terminar o BL
Até agora eu sigo me perguntando como o Ming e a irmã conseguiram se apaixonar por um lixo ambulante como o Tong. Sério, o cara é egoísta, oportunista e só pensa no próprio umbigo. A tal redenção no final simplesmente não colou comigo, pra mim ele podia muito bem ter explodido e não faria falta nenhuma.
A clássica questão familiar do rico que não pode ficar com alguém “inferior” socialmente também deu as caras aqui. O pai do Ming é aquele tipo de personagem que a gente já reconhece de longe. Inclusive, fica a dúvida: o ator só pega esse tipo de papel? Porque em Jack & Joker não foi tão diferente assim, só um pouco menos insuportável, talvez.
Joe e Ming ficaram juntos no final. Uau. Quem diria, né. Não sei exatamente como me sentir sobre isso. O Ming errou feio em várias atitudes e falas, machucou muito o Joe e passou fácil do limite em diversos momentos.
Mas enfim né, foi perdoado, mas não deixa de fazer parte do grupinho dos red flags.
A trama do Joe estar em outro corpo, inclusive, achei que rodou demais e entregou menos do que prometeu. Fiquei esperando um plot que simplesmente não veio.
Esperava que tivesse uma reviravolta e que o moço do corpo tivesse ido para o corpo do Joe e que por algum milagre bem explicado estaria vivo e que ambos iriam mudar pela experiência quase morte e voltar para seus próprios corpos por algum ritual daquele xamã que o Ming conhecia.
É estranho acompanhar a história sabendo que ele agora é fisicamente e para sempre aquela pessoa no espelho, eu mesma levava susto toda vez que aparecia.
Falando dos atores, vou acompanhar mais os trabalhos do shipp Uppoom. Gostei da química e das atuações, só torço para que eles peguem papéis que não me façam passar tanta raiva no futuro.
No fim das contas, Stand In é aquele tipo de BL que pelo menos te mantém interessada apesar do ódio. Não é uma história confortável, não é um romance saudável. Dá raiva, faz questionar escolhas e deixa aquela sensação de “ele merecia algo melhor”. E se uma coisa a série conseguiu fazer, foi essa: pelo menos me manter assistindo, reclamando? Sim, mas assistindo e querendo saber até onde aquela bagunça ia dar.
Gostei... eu acho
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DIFERENTE E IMPACTANTE!
Primeiramente, vou resumir o plot da história pra quem ficou confuso. E não, eu também não entendi de primeira. Tive que ver algumas explicações depois, o que de forma alguma diminui o valor narrativo da obra, pelo contrário: só reforçou meu interesse em realmente entender o que estava sendo contado.4 Minutes basicamente constrói sua narrativa a partir da ideia de consciência, culpa e trauma, mostrando um cérebro que, nos seus últimos instantes, tenta desesperadamente “consertar” o que deu errado. O título vem do conceito médico de que, após a parada do coração, o cérebro ainda pode manter alguma atividade por cerca de quatro minutos, e é exatamente nesse intervalo que a história se desenrola.
A série apresenta duas "realidades".
Na primeira, eu acreditava que a trama girava em torno apenas de viagem no tempo.
Na segunda, já estava convencida de que tinha entrado num multiverso da loucura, e, sinceramente, eu também estava ficando meio louca, pois de fato parecia que seriam realidades alternativas. Mas aí está o pulo do gato.
Na primeira "realidade", que ocupa aproximadamente os cinco primeiros episódios, acompanhamos uma versão em que Great parece ter a chance de refazer escolhas. Onde somos levados a acreditar que a trama é sobre viagem no tempo. Onde os acontecimentos se organizam de forma quase ideal: conflitos são evitados, decisões erradas podem ser corrigidas e o relacionamento com Tyme nasce de maneira saudável, com um timing quase perfeito, como se tudo estivesse exatamente onde deveria estar.
Já a segunda "realidade", a partir do episódio 6, revela o que é a linha verdadeira dos acontecimentos. E aí tudo desanda. Onde tudo é uma desgraça e onde geral se ferra. Onde o relacionamento entre Great e Tyme surge de um jeito que não é o melhor pra desenvolver uma relação com alguém, é marcado por manipulação e pelo fato de Tyme se aproximar do Great movido puramente por vingança.
A primeira realidade não representa viagem no tempo, mas sim o embate final da mente de Great enquanto ele está morrendo, entre o que ele provavelmente se arrepende de ter feito e mudaria se pudesse, e o que realmente aconteceu.
Então, do episódio 1 ao episódio 5 tudo é falso. Great nunca teve a chance de mudar nada, e tudo o que ocorreu do episódio 6 em diante é verdadeiro.
Agora, algo que realmente me confundiu foi em relação à morte do personagem Dome, irmão do Tonkla. Pois na "primeira realidade" ele é dado como morto pela polícia e o Tonkla faz até um funeral e tudo. Mas como isso, se o Great levou ele para o hospital?
Eu tive que pesquisar isso e a resposta mais compreensível que encontrei foi essa:
"Na primeira realidade, a morte de Dome é tratada como fato consumado: há declaração oficial de óbito, funeral e luto. Esses elementos não são erros narrativos, mas parte do processo mental de Great, que primeiro reconhece a perda como real antes de tentar alterá-la. A posterior “sobrevivência” do irmão na mesma realidade não apaga a morte, funcionando como uma tentativa tardia de reparação, em que a mente ensaia um desfecho diferente para uma injustiça que já aconteceu."
Acho que dá pra entender… mais ou menos. Porque eu fiquei MUITO confusa com quem realmente tinha morrido naquele momento, já que Dome foi levado para o hospital e o "amigo" do Great apareceu pra bater nele depois. Fiquei genuinamente tipo: ué? Quem é o irmão do Tonkla então??? E ele sair do hospital e aparecer na casa do Tonkla só piorou minha confusão.
Basicamente, a confusão em torno de Dome não é um erro de continuidade, mas um sintoma da própria narrativa: quando a mente tenta consertar algo irreparável, ela entra em contradição.
Assim como em jogos narrativos como Until Dawn e Life is Strange, 4 Minutes constrói sua história a partir da ilusão de escolha. Cada decisão parece capaz de alterar o destino, mas, na prática, as “correções” só surgem depois que um erro moral já foi cometido. O que muda não é o passado, mas a consciência de quem escolheu mal.
A presença da outra paciente que também vivencia os “4 minutos” inicialmente sugere uma ligação direta com Great, quase como se ambos compartilhassem um destino ou um passado em comum. No entanto, essa expectativa nunca se concretiza. E aí fica claro que essa personagem não existe para explicar nada, mas para funcionar como um espelhamento narrativo. Ela reforça que o fenômeno não é exclusivo de Great, nem um privilégio ou dom especial. Assim como ele, ela está presa nesse intervalo final de consciência, tentando reorganizar memórias, culpas e desejos antes do fim. Quando a narrativa não cria uma conexão direta entre os dois, a história deixa claro que o foco não é o sobrenatural, mas o psicológico.
Acho que a série trabalha constantemente com zonas cinzentas, onde escolhas são feitas não necessariamente por maldade explícita, mas por medo, hesitação e autopreservação. E é justamente dessas falhas humanas que nascem os conflitos centrais da obra.
Great é o exemplo mais evidente dessa lógica. Apesar de ter um caráter extremamente duvidoso. Todas as vezes em que a narrativa “retorna” na "primeira realidade", o gatilho é sempre o mesmo: uma falha moral. Ele foge após atropelar uma mulher, hesita em ajudar a amiga de Tyme e falha novamente diante da situação envolvendo Dome. Não são atos de crueldade deliberada, mas escolhas impulsionadas pelo instinto de sobrevivência e pela incapacidade de agir corretamente no momento decisivo. É essa culpa acumulada que empurra sua mente a tentar reorganizar tudo, criando a ilusão de que ainda seria possível consertar o que já estava quebrado.
Tyme, por sua vez, também está longe de ser uma figura moralmente limpa. Na linha original dos acontecimentos, sua aproximação de Great é movida por vingança, e não por afeto. Mesmo partindo de uma dor legítima, suas ações frequentemente cruzam limites éticos, como ao expor momentos íntimos de Great ao pai, sem saber se ele tinha plena consciência das questões que envolviam sua família. Ainda mais quando descobrimos que os pais de Great não tiveram participação direta na morte dos pais de Tyme. Isso não os transforma em santos, já que escolheram trabalhar numa indústria podre e exploratória, mas muda completamente o peso da vingança.
O triângulo entre Tonkla, Korn (irmão de Great) e o policial foi um núcleo inesperadamente interessante, mesmo eu não entendendo muito bem como ele se conectava ao arco principal.
O policial vai carregar a culpa de ter matado alguém que amava e terá de conviver com essa escolha.
O Tonkla mostrou uma dependência emocional intensa e egoísta: sua necessidade de se apoiar em quem estivesse presente, independentemente de como isso afetaria os outros, se mistura a um lado violento e psicopata. Ele matou o próprio pai e atirou no Great com intenção de matar. Pode até soar como justiça diante do monstro que o pai foi, mas isso não deixa de ser moralmente errado. Eliminar alguém ruim não torna o ato correto, apenas compreensível dentro da dor dele.
O Korn também foi uma incógnita. Ele se envolvia com coisas erradas, mas talvez não fosse de todo ruim. Digo isso, pois não dá pra saber se ele estava diretamente relacionado à morte das pessoas envolvidas no esquema ilegal. E porque ele disse para o capanga cuidar da espiã (amiga do Tyme), e não pra matá-la. E, como irmão, ele nunca demonstrou intenção de machucar o Great. Ele não estava presente quando Tonkla precisou, mas demonstrava um afeto genuíno e nunca mostrou uma intenção clara de abandono, mesmo após descobrir a traição. A série não responde o que teria acontecido se ambos tivessem sobrevivido, e isso acabou soando quase filosófico.
Eu já conhecia o Bible de KinnPorsche, mas essa foi minha primeira vez assistindo o Jes, e não esperava muito do shipp. Ainda assim, os dois entregaram uma química ótima.
E o que dizer das NC? 👀 Posso dizer que realmente são +18, bem mais cruas do que eu esperava, com muita nudez posterior. Me lembrou KinnPorsche, mas aqui me deixou ainda mais chocada.
Vi que muita gente não gostou do final, mas, particularmente, achei coerente com tudo o que a série construiu. Também teria gostado de ver mais sobre como Great e Tyme se recuperaram de ferimentos que quase os levaram à morte em tão pouco tempo. Sobre o Great tentar se acertar na vida, não acho que ele precisasse necessariamente se entregar à polícia, mas é evidente que aquilo o corroía. Se não podia mudar o passado, ao menos podia encarar as consequências da forma certa. Para mim, o desfecho é agridoce, mesmo com aquele sustinho final.
Sinceramente, não entendo como 4 Minutes não agradou parte do público. Foi uma história que, em poucos episódios, conseguiu me deixar completamente vidrada. Alugou um triplex na minha cabeça, me fez repensar diálogos e reorganizar tudo o tempo todo. É um BL diferente, que não entrega respostas fáceis e realmente obriga o espectador a botar a cabeça pra trabalhar. Pode não ser confortável, nem simples, mas é justamente isso que torna 4 Minutes tão marcante pra mim.
GOSTEI MUITO!!
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Lindooooo Demaaais
Ai gente, o que dizer?Algo que me prendeu muito desse o início foi o humor da série, é o tipo de humor que eu gosto muito e eu posso dizer que me diverti demais!!
Por ter essa pegada de humor, pensei que seria bem leve, mesmo com o tema da surdez, mas eles resolveram deixar para aprofundar isso mais pra depois da metade da história.
Me encantei com o romance dos dois, achei que foi tão natural e bem desenvolvido que eu não conseguia parar de assistir só para ver mais deles. O casal secundário inesperadamente teve uma dinâmica interessante também.
Achei lindo como foi trabalhando a relação do Jiang Shao com a família e com as dificuldades e sentimento de impotência que alguém que possui deficiência auditiva pode ter.
Também gostei de como foi trabalhada a culpa em relação a personagem Song Shu He (amiga do Jiang Shao), o que aconteceu com ela foi muito triste, mas o que ela disse para o Jiang Shao foi muito cruel, porque foi algo que ele guardou com ele e desencadeou o pensamento de não ser suficiente para alguém.
Só que como entraram na questão de abuso a mulheres, isso poderia ter sido mais explorado na propria personagem, pois não ficou claro como isso afetou a vida dela, como ela seguiu em frente, se o crime foi denunciado e afins.
O Zi Xiang também teve um certo aprofundamento em relação a ele querer ser livre das amarras do pai, isso ficou aberto no final, mas acredito que deixa implícito que o pai dele parou de importunar.
As únicas coisas negativas que tenho pra falar é que primeiro:
Em relação ao Zi Xiang ter aprendido a língua de sinais MUITO rápido, eu entendo que tem pessoas que tem mais facilidade como ele mesmo disse. Eu não prestei atenção se teve alguma passagem de tempo, mas ainda assim, achei que foi muito acelerado
O Dorama Tell Me That You Love Me, por exemplo, tratou a situação de uma forma mais crível e natural, onde a protagonista realmente penou pra aprender.
E segundo
O primo/irmão do Zi Xiang, até agora não entendi qual foi a dele???
Ele ficou pistola porque o pai do Zi Xiang salvou o próprio filho primeiro??? qual o sentido disso?
E não era nem uma briga pelas posses porque o Zi Xiang já disse que suceder o pai não era o objetivo dele.
Até cheguei a pensar que esse primo fosse obcecado com ele ou algo assim, mas nada disso fez muito sentido...
No geral, acho que foi uma série bem fluída, não vi o tempo passar enquanto assistia, gostei muito do romance, que foi aconchegante e de aquecer o coração, e da sensibilidade que a série trata o tema da surdez/mudez.
Vou ficar de olho se os atores vão fazer mais algum projeto juntos, pois eles tem uma química muito boa. E eu fiquei o tempo todo pensando em como o Raiden Lin me lembrou o Boom em questão de atuação e aparência.
AMEI 🥰🥰
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