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Bom com ressalvas
Acho que esse era um GL em que muita gente tinha uma certa expectativa. Eu, particularmente, não curto muito tramas de amigos com benefícios, amigos coloridos e afins, porque geralmente gera um drama danado quando a questão do amor começa a dar as caras.A Jan eu já conhecia de Cherry Magic. A JingJing eu conheci aqui e nossa! Que espetáculo de mulher, que sorrisão lindo que ela tem.
Na questão da compatibilidade das atrizes, achei que funcionou bem. Elas têm química e eu gostaria de vê-las em um próximo projeto.
Como casal, elas funcionam bem. Torci pelas duas durante a história e acho que formam um casal fofo e, quando a Wine não resolve se afastar do nada, são até levemente saudável.
O meu problema nunca foi a relação delas em si, mas sim a própria Wine. Depois de um tempo, o vai e volta acabou me cansando um pouco. Se eu não tivesse acompanhado a maior parte da série enquanto ela estava sendo lançada, provavelmente teria ficado com preguiça de continuar justamente por causa disso.
Tive um certo problema com a caracterização capilar de ambas. Além das falhas de continuidade, em que a cor e o aspecto do cabelo pareciam mudar entre as cenas, os apliques e o mega hair estavam bastante evidentes sempre que elas faziam algum movimento com os cabelos, deixando um acabamento artificial que quebrava um pouco a minha atenção.
No caso da Wine, foi mais a questão do mega hair muito óbvio. Já no caso da Lal, foi tanto o mega hair quanto a cor do cabelo dela, que uma hora parecia um loiro meio palha, depois cinza, castanho e rosa. Eu esperava aquele loiro mais vivo que aparece na capa atualizada do GL, então essa falta de consistência acabava desviando minha atenção da história. Essa questão da cor do cabelo da Jan me lembrou exatamente o que senti vendo o cabelo do Mark em Cherry Magic, coincidentemente.
Quando vi que o nome de uma das protagonistas era Wine, já fiquei super feliz, porque pensei: "opa, mais um personagem com o nome Wine que eu vou amar", já que, até então, o único personagem com esse nome que eu conhecia era o Wine de Perfect 10 Liners, de quem eu gosto e muito!
Mas, infelizmente, acredito que a Wine daqui foi a personagem que mais me decepcionou. Ela magoava a Lal sem necessidade. A situação da marmita que a Lal fez para ela, por exemplo: a Wine achou que a Lal tinha comprado e, por isso, jogou no lixo. Mas, mesmo se a Lal tivesse comprado, jogar no lixo foi uma falta de consideração tremenda.
Outra situação que me incomodou foi a forma como ela falou sobre o relacionamento delas na empresa. Precisava mesmo falar daquele jeito? Mesmo levando em consideração a questão do trabalho, achei desnecessário.
As vezes eu pensava que o problema da Wine era justamente esse: ela não pensava tanto nos sentimentos dos outros. Sempre que algo acontecia na vida dela, seja envolvendo o ex, os traumas ou o trabalho, ela acabava descontando na Lal, depois pedia desculpas e, pouco tempo depois, o ciclo se reiniciava.
Sobre a ameaça do ex dela para com a Lal. Ela poderia sim ter sido transparente com a Lal, elas poderiam pensar em algo juntas, pra já estarem preparadas pra confrontar todos. Mas naaaaao, terminar com a Lal, ficar de chororo e meio que humilhar a Lal na frente de todo mundo pra tirar a Lal da reta era melhor.
Já a Lal não foi nada além de uma grande green flag o GL inteiro. Era uma querida, sempre querendo confortar, estar ali pela Wine e apoiá-la. Mas senti que a Wine não respondeu à altura com as mesmas atitudes e deu uma bela escorregada em várias ações. Por isso, acho que ela acabou sendo uma yellow flag.
A questão da trama de escritório e dos problemas do trabalho eu achei meio chata, mas não sei se sinto isso com toda história de romance em escritório.
Dos personagens secundários, só gostei e realmente me recordo do casal das KapookCiize. Elas são fofas juntas, a trama delas é bem rápida, mas também com problemas de comunicação que prolongam o drama todo. Acho que poderiam ter introduzido a história delas um pouco mais cedo.
No geral, eu acabei deixando os últimos dois episódios passarem, e só fui assistir semanas depois. Quase que não finalizo a série, me exigiu um certo esforço pra terminar e quando acabou eu pensei: "Até que enfim!".
Não é ruim, só a Wine que me estressou aqui da minha casa mesmo.
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Na régua
Acho que esse era um dos GLs que mais gerou expectativa. Muita gente já gostava das atrizes e dos ships antes mesmo da estreia, então era inevitável criar uma certa ansiedade para ver o resultado. Como a série acompanha três casais diferentes, vou falar de cada um separadamente, já que tive impressões bem distintas sobre cada núcleo.Acredito que o casal principal seja a Prim e a Bambi. Para não me estender muito, eu não gostava muito da personagem da Bambi. Sei que muita gente acabou achando ela "babilônica" por causa das atitudes dela, mas eu não sou muito chegada nesse tipo de personagem, ainda mais porque, no começo, obviamente eu não conhecia os motivos de ela agir daquela forma. As NamtanFilm têm química, mas o relacionamento delas foi muito ioiô ao longo da série, o que, para mim, acaba sendo bem irritante.
A Sasha e a Gorya foram as minhas favoritas. Coloquei muitas expectativas nelas. Só acho que demorou demais para elas ficarem juntas, e muito por causa da Gorya. Ela é aquele meme todinho: "CHEGOOOU a boneca cara de ku. Ela chega na sua casa com cara de ku, vai embora com cara de ku, nada muda, nada alegra, nada anima...". Ela e o Qin de Dwy podem dar as mãos quanto a isso. 😂
Também vi muita gente chamando a Sasha de tóxica, mas, sinceramente, eu não enxerguei dessa forma. Em nenhum momento ela iludia ninguém. Muito pelo contrário: ela sempre deixou claro que não tinha interesse em namorar. Acho que o fato de a Gorya também não ser uma personagem ingênua acabou contrastando muito bem com isso, porque, se fosse, a série provavelmente teria criado vários dramas desnecessários em cima dessa dinâmica.
Agora, sobre as ViewMim, acho que elas não têm química, pelo menos não com essas personagens. Eu achava taaao chatas as partes delas. Não tem tempero, sabe? Não consegui me envolver com a história delas. Também não senti vontade de ver um projeto solo das duas. Para mim, não tem faísca nenhuma, é 0.
Sobre a história em si, senti que as únicas personagens que realmente tinham uma trama mais desenvolvida eram a Sasha, a Bambi e a Min.
A da Sasha foi, de longe, a mais interessante. A questão de como modelos muitas vezes precisam se vender para crescer na carreira e acabam sendo vistas como meros objetos foi um tema muito bom. Pena que isso acabou sendo tratado praticamente em um único episódio. Acho que tinha pano para muito mais. Inclusive, na cena inicial desse episódio, a Milk arrasou na atuação. A câmera foi focando aos poucos no rosto dela e foi impecável a forma como ela conseguiu transmitir o desconforto, a vergonha e a tristeza da personagem.
A história da Bambi ganha uma nova camada quando descobrimos, já depois da metade da série, que a namorada que ela teve após a Prim faleceu em um acidente provocado pelas duas. Achei interessante acompanhar a culpa que ela carregava, a forma como lidava com isso e como esse trauma afetou tanto o relacionamento dela com a Prim quanto as atitudes que tinha com as outras pessoas. Também gostei do fato de a série mostrar a Bambi fazendo terapia, algo importante de ser retratado. A Film também foi muito bem nesse arco. Achei que ela conseguiu transmitir toda a culpa, o sofrimento e o peso que a personagem carregava de uma forma bem convincente.
Já a trama da Min gira em torno da descoberta de que ela não era hétero, podia gostar de mulheres e estava tentando sair do armário. Achei a proposta ok. Talvez eu tivesse gostado mais desse núcleo se tivesse conseguido gostar mais da própria Min como personagem.
A música da opening é de fazer os ouvidos sangrarem, bem ruinzinha, a produção do clipe também. Ainda mais se compararmos com as músicas dos dois Only friends. Acredito que Girl Rules era pra ser Only friends versão GL, não sei se foi o que eles queriam.
Vi que a série recebeu muitas críticas e acabou não sendo o GL que muita gente esperava. Pelo que vi, boa parte das pessoas coloca essa culpa no diretor. Eu, particularmente, não tinha tanta expectativa antes de assistir, mas senti que a história enrolou demais em alguns momentos, ficando rodando em círculos com briguinhas para cá, ciúmes para lá e conflitos que pareciam não sair do lugar. No fim, achei uma série bem na régua, mas que poderia ser melhor em certos aspectos.
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Não dava nada
Já quero deixar minha impressão em relação aos atores. O JJ e os LatteKim eu não conhecia. O Net eu conhecia levemente por Bed Friend, mas não era apegada ao shipp dele com o James, porque dropei o BL. Então não fui uma das pessoas que lamentaram ou criticaram ele estar com outro parceiro. Estava com o coração aberto para conhecer esse Shipp como casal principal!De início, achei a história meio chatinha, porque começa em uma universidade e normalmente tenho preguiça de histórias universitárias. Mas, como essa parte dura praticamente só o primeiro episódio, consegui levar tranquilamente. Gosto de histórias de viagem no tempo e sempre fico curiosa para ver como vão resolver a questão dos personagens ficarem juntos, já que as opções costumam ser bem limitadas.
Começando pelo que eu gostei na história.
Foi legal conhecer um pouco mais da questão cultural do país na época em que a história se passa. Achei que esses detalhes deram mais personalidade para a ambientação e fizeram a viagem no tempo parecer importante para a história, e não apenas uma desculpa para o romance acontecer. Achei os personagens bem interessantes, e a química foi ótima. O Phop é muito devoto e fiel. Ele tem uma intensidade e um carinho pelo Klao que achei muito envolventes. O desenvolvimento dele até o ponto de se render aos próprios sentimentos foi de tirar o fôlego. Acho que o Net tem uma intensidade difícil de explicar, principalmente nas cenas mais emocionais. Para um primeiro projeto juntos como parceiros, eles foram muito, muito bem, e a trama ser legal e diferente agregou ainda mais.
Eles entregaram demais nas NCs, mas acho que isso já é pré-requisito para a DMD, sinceramente kkk, porque muitos BLs deles têm cenas íntimas mais visuais e intensas.
O romance do Kaew e do Jom me desagradou no início por causa das inúmeras rejeições que o Kaew levou. Mas gostei muito da explicação envolvendo o desejo e de como, na vida seguinte, os papéis seriam o contrário. Depois dessa revelação, passei a entender muito melhor a dinâmica entre os dois.
Gostei bastante do final. O fato de o Phop não ter nascido com as memórias e só se lembrar de tudo quando já estava na faculdade, se não me engano, deixou muito mais plausível ele não ter ido atrás do Nakun antes. Também achei muito interessante ele comentar que, quando recuperou as lembranças, o Nakun ainda nem tinha viajado no tempo. Então ele simplesmente esperou para ver se ele voltaria com as memórias. Achei fantástica essa resolução, porque respeita a lógica da viagem no tempo sem criar uma solução conveniente só para o casal ficar junto. Eles realmente formam um bom casal.
Agora, sobre o que eu não gostei tanto.
Senti que a história ficou muito repetitiva naquilo do Nakun ir na casa dos prazeres praticamente todo santo episódio atrás da sonsa da Pim para descobrir o que aconteceu com o Klao. Quase achei bem feito ela ter morrido. Não foi útil em praticamente nada e ainda apunhalou ele pelas costas.
Outra questão é que eu não lembro se foi explicado que o Nakun era a reencarnação do Klao. Porque, para mim, o Phop era apaixonado pelo Klao, não pelo Nakun. Eu sei que o Phop não tinha motivo para acreditar que aquela pessoa não fosse o Klao, até porque ninguém sabia o que realmente tinha acontecido com ele e todos apenas achavam que ele tinha enlouquecido. Mesmo assim, senti falta de a série explorar mais essa diferença de personalidade. Não acho possível que eles fossem iguais em tudo só porque tinham a mesma aparência. Então não senti muito essa percepção de que o Phop foi se apaixonando pelo "Klao". Queria que a série tivesse deixado mais claro se, ao longo da convivência, ele percebia essas diferenças ou se simplesmente acabou se apaixonando por essa nova versão do Klao. Não lembro nem se o próprio Klao sequer correspondia aos sentimentos do Phop antes de morrer.
O vilão também não foi nenhuma surpresa. Me irritou um pouco eles terem demorado tanto para perceber. Na verdade, o próprio Phop já suspeitava, então acho que ele deveria ter agido antes. Acabou sendo um daqueles casos em que quem está assistindo já entendeu quem era o culpado, mas os personagens continuam demorando para ligar os pontos. Isso tirou um pouco da tensão para mim.
A trama dos traficantes de drogas também achei meio chata. Foi outro núcleo que senti ficar repetindo demais ao longo da história. Entendo que ela era importante para movimentar a trama principal, mas acabou não prendendo muito a minha atenção e, depois de um tempo, parecia estar andando em círculos.
No geral, foi uma série de que eu gostei bastante e já estou esperando o próximo projeto dos NetJJ.
PS: Tenho que dizer, com todo respeito, mas que homem é esse Net, viu? Que pele maravilhosa que ele tem. Nunca vou entender o preconceito dos próprios tailandeses com tailandeses que não têm a pele clara. É ridículo. 🙄
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Legalzinha?
Sei que The Sun From Another Star faz parte de Forever You e que esse não é o primeiro arco. Mas, como cada casal tem sua própria história e elas funcionam de forma independente, resolvi assistir só esse por enquanto. Então, minha opinião é baseada apenas nesse arco.Então, é história universitária novamente... (já comentei outras vezes que normalmente tenho uma certa preguiça de começar histórias universitárias kk). De novo eu tinha zero apego com os personagens que iam aparecendo, já que provavelmente eram os casais e personagem dos arcos anteriores. Mas isso também não chegou a atrapalhar meu entendimento da história.
Os protagonistas, Arthit e Dao, eu gostei até. Acho que o início da história envolvendo fantasmas e todo o mistério em torno disso atiçou bastante a minha curiosidade. Achei os primeiros episódios bem interessantes e fiquei querendo descobrir o que realmente estava acontecendo.
O Dao tem uma personalidade bem nonchalant, sabe? É despreocupado, indiferente na maioria das vezes, o que acaba gerando situações engraçadas, porque ele sempre reage de um jeito diferente do esperado... ou simplesmente não reage. Gostei bastante desse contraste na personalidade dele.
A história do primeiro fantasma, tentando descobrir se a namorada realmente tinha matado ele, também foi interessante. Foi bem triste eles se despedindo. Mesmo sendo uma história curta, acho que conseguiu passar emoção e foi um dos momentos de que mais gostei na série.
Queria ter visto mais a fundo sobre as outras fantasmas que estavam naquele ap, mas sei que em 8 episódios não dava para desenvolver tudo.
Agora, quando a série começou a focar mais na questão da mãe falecida do Arthit, achei uma chatice. Eu entendo que a intenção era aprofundar o personagem e, de certa forma, aproximar ainda mais os dois, mas esse núcleo simplesmente não me prendeu tanto quanto o mistério do início.
Não lembro muito do final, mas acho que a fase de namorados deles ficou mais para os últimos episódios. Gostei bastante dos dois juntos e achei que eles funcionaram bem como casal.
E isso se eu ignorar a questão da falta de consentimento de uma cena em específico, não entendo como ainda colocam esse tipo de cena hoje em dia.
No geral, foi uma série de que eu gostei até. Mas não foi algo que marcou talvez pq eu não acompanhei o arco de todos os personagens de Forever You pra gostar da dinâmica de grupo como um todo.
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Aliens?
Primeiramente, QUE VIAGEM FOI ESSA??Segundamente, acho que as expectativas, de quem não gostou tanto, atrapalharam esse BL. Sinto que todo mundo estava tão ansioso para ver JeffBarcode mais uma e última vez que a empolgação e as expectativas estavam lá em cima, ainda mais depois de adiamento atrás de adiamento.
Talvez eu tenha um pouco de culpa também, porque não li a sinopse. Quando a história apresentou aliens, eu fiquei tipo: "???". Mas, enfim, tirando essa surpresa inicial, fiquei muito confusa com a mistura linguística. Cada personagem parecia falar uma língua diferente: era tailandês, coreano e inglês. Fiquei tão confusa que cheguei a duvidar da minha própria capacidade de diferenciar os idiomas. Não entendi muito bem essa escolha narrativa. Não chegava a atrapalhar o entendimento da história, mas me tirava da imersão o tempo todo.
A história dos aliens foi um grande tanto faz. Teve episódio que me exigiu mais do que outros para conseguir terminar, mesmo tendo só uns vinte e poucos minutos. Não consegui me apegar a ninguém. Não me importava com os personagens secundários, nem com os vilões. Nem os próprios protagonistas eram tão interessantes assim. Parecia que a série não dava tempo suficiente para desenvolver a personalidade deles além do básico.
Poderia dizer aqui que pelo menos me diverti, mas não foi o caso. Se me tirou algumas risadas, foram muito poucas. O romance tinha potencial, mas, com uma história e personagens tão rasos, ficou difícil segurar a barra. Tivemos um beijinho de JeffBarcode? Tivemos. Mas valeu por tudo isso? Alguns podem dizer que sim, já que foi uma despedida do shipp.
A questão da padaria que os aliens transformaram... sério, aquilo era para ser uma padaria alternativa, mas ficou parecendo muito mais uma rave. Pensei que seria muito melhor uma padaria daquelas que tem uma vibe bem acolhedora porém com um toque diferente, mas enfim.
O suposto plot da história, como já disse, não poderia me importar menos. O orçamento da série também pareceu ser um pastel e um caldo de cana. Não era o que eu esperava.
Também não acho que seja uma abominação de série. Só não consigo pensar em muitos pontos para exaltar. Talvez ela nem seja TÃOO horrível quanto eu fiz parecer. Só que realmente não funcionou para mim.
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Clichêzinho divertidinho
Posso dizer que amei logo de início. Eu nem conhecia as atrizes, então fui assistir sem expectativa nenhuma.Achei a série bem divertida, funcionando como uma verdadeira comédia romântica, ainda mais com os clichês de casamento por conveniência e da dinâmica em que uma é patricinha e superficial, enquanto a outra é do campo e mais desapegada de bens materiais, mesmo sendo riquíssima.
Acho que a série foi muito bem até mais ou menos o episódio 5, quando o foco estava na vida no campo e no início da relação delas. Mais para frente, começam a focar em umas tramas que achei bem chatas, como a da ex doida da Si.
Gostei muito do personagem do menino. Fiquei meio assim com a questão da saúde dele, mas, como era uma comédia, não imaginei que ele realmente iria morrer. Acabei pegando esse spoiler sem querer, mas o que mais me incomodou foi a forma como isso foi tratado. O personagem simplesmente sumiu e, depois, só falaram que tinha morrido. Achei tudo muito anticlimático, sabe?
Às vezes, quando a Klao acabava forçando um pouco a situação com a Si, ela sempre pedia desculpas. Na minha opinião, era melhor nem ter forçado a barra, mesmo que a Si fosse difícil de lidar. Sabemos que não justifica.
Pelo menos ela reconhecia que tinha errado, revia suas atitudes e pedia desculpas, né?
Então, se relevamos isso, dá pra dizer que a Klao é uma Green Flag.
Lá para o final, depois do casamento, se não me engano, colocaram outra menina do nada na história só para fazer ciúmes na Si. Achei isso muito jogado. A personagem sumiu tão rápido quanto apareceu, servindo apenas para separar as duas e depois elas voltarem mais fortes juntas e afins.
A Si teve um desenvolvimento legal até. Passou a se importar mais com os outros, a ver beleza na simplicidade e a rever suas atitudes.
Acho que gostei da forma como as coisas foram resolvidas com a família da Si. Eu entendo eles não confiarem nela no início, porque ela realmente era muito superficial e zero interessada em trabalhar quando isso não a beneficiava, o que por muitas vezes era irritante como ela se sentia deixada de lado quando era apenas uma consequência das ações da mesma.
Mas achei que a Si teve um bom desenvolvimento nesse aspecto, principalmente quando comparada ao início da série.
No geral, acho que a história começou muito bem, mas foi perdendo a força conforme os episódios passaram, se repetindo demais com as mesmas tramas, e quando aparecia uma trama nova parecia algo jogado.
Ainda assim, considero um GL bom e divertido de assistir.
Agora algo não relacionado as personagens e a série e sim a atriz da Klao, a Lookmee.
Enquanto assistia, senti que a atriz parecia ser bem magra, o que não é problema se ela estiver saudável, eu mesma sou um palito. Mas por curiosidade, fui ver como ela estava em outros gls e acho que ela não era tão magra assim. Senti um pouco de preocupação, como não vejo muito sobre elas, acabei não vendo se o fandom delas também chegou a comentar sobre isso.
Acho que é algo relevante de ser abordado por causa da volta da moda da magreza extrema. Mas espero que a atriz esteja bem e saudável!
P.S.: A música que elas cantam é MUITO viciante.
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Fraquinho
Achei a história ok, mas com uma execução fraca, nada que me fez pensar tipo "uau". Pra mim foi um daqueles BLs que até podem entreter enquanto você assiste, mas marcam em nada depois.Uma coisa que me incomodou foram os efeitos especiais das borboletas. Sinceramente, achei bem desnecessários e, em alguns momentos, acabavam parecendo efeitos de centavos que mais distraíam do que acrescentavam algo à história.
O romance entre Scent e Gaysorn começou de forma interessante. Esse foi o meu primeiro contato com os atores, então não tenho outras obras deles para comparar, mas achei que eles têm uma química legal até.
Como não acompanho esse ship nem conheço os atores de outros trabalhos, não tenho como dizer se a química deles aqui foi melhor ou pior em comparação a outras séries. Porém, uma coisa que senti foi que os beijos foram bem xoxos.
Como a trama gira em torno de um personagem enganando o outro, eu esperava um grande momento de revelação, daqueles que realmente causam impacto, mas achei que essa parte também ficou bem mais ou menos.
Outro ponto foi o twist principal da história. Desde cedo achei bastante previsível toda a questão da mãe do Gaysorn, do tio do Scent e do que realmente aconteceu no passado. Para mim, teria sido muito mais surpreendente se um dos pais do Gaysorn estivesse vivo, por exemplo. Acabou seguindo exatamente o caminho mais óbvio.
Já o casal secundário foi um grande tanto faz. Os personagens pareciam meio perdidos dentro da própria história. Em vários momentos tive a sensação de que nem eles sabiam a forma que deveriam agir, as vezes pareciam egoístas, mas depois não eram mais. As vezes pareciam querer ajudar mas não de bom grado, mas depois do nada se importavam muito, sei lá.
O último episódio foi tão fraquinho. Sei que não fui a única que pensou que o Scent tinha morrido. Aquele corte bruto na cena dele passando mal não ajudou. Jurava que ele e o Gaysorn estavam se encontrando no além, mas enfim.
Acho que o fato de a série ter apenas 8 episódios pode ter atrapalhado bastante o desenvolvimento. Tudo acontece muito rápido, os conflitos são resolvidos com facilidade e várias situações que poderiam ter tido mais peso acabam passando correndo.
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Não consegui me envolver muito
Eu estava tentando ser aberta a questão fantasiosa da coisa de animais muito específicos virarem gente, mas não sei, não consegui.Os protagonistas são fofinhos juntos, só finalizei por causa deles, mas só isso também.
Os secundários são ok eu acho?
O arco dos caçadores/exploradores de animais lá, achei chatíssimo. Nem considero que trataram o assunto da melhor forma.
Sei que é um Bl conforto pra muita gente, talvez se eu tivesse assistido no início da minha vida de blzeira, teria gostado mais.
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É tudo isso?
Admito que cochilei no primeiro episódio algumas vezes por ter um ritmo diferente, mas depois assisti de forma contínua até o episódio 5 e novamente empaquei e só voltei e terminei de assistir depois de algumas semanas 😬 Então não dá pra dizer que foi uma série que eu não consegui parar de ver, pois senti sim que o ritmo é lento até demais em alguns episódios.Pra começar, acho que esse bl fez um milagre em mim kk
Quem já leu outras resenhas minhas, sabe que eu costumo não me apegar tanto aos casais secundários. Em Khemjira foi a primeira vez que o casal secundário me interessou BEM mais que o casal protagonista. Achei a química do casal principal bem morna em comparação.
Não sei se foi a química entre os personagens Khem e Peem que achei morna ou se foi entre o Namping e o Keng, acho que preciso de outro bl deles para poder bater o martelo.
Já o Jet e o Chan me conquistaram demais, eles tem uma boa química e dinâmica, são fofos. E apesar de eu não curtir o clichê de "Quando tudo se resolver a gente namora", fiquei muito envolvida com eles!
Gostei muito da relação de cumplicidade do trio Khem, Jet e Chan. Achei interessante essa amizade deles que ultrapassou reencarnações.
Falando nisso, também achei interessante as partes das outras vidas dos personagens mas não exatamente essencial principalmente em relação ao irmão do Peem.
Acho que a série foi bem produzida
Trouxeram forte a questão cultural do país, principalmente ligada ao interior da Tailândia, às crenças locais e à espiritualidade da comunidade. Deu pra perceber o cuidado nos detalhes da ambientação, nos costumes e na atmosfera da vila, fazendo com que a cultura não pareça só um detalhe estético, mas uma parte importante da própria identidade da série.
Medo de me massacrarem, mas a verdade é que achei o Khem um protagonista um pouco chatinho, ok que ele obviamente não tem culpa do espírito obsessor estar atrás dele. Mas sinto que ele envolveu demais os outros nos problemas dele, só que ao invés de correr atrás de resolver o problema principal, ele ficava pra lá e para cá cozinhando e limpando como se fosse a própria cinderela. Além de perder muito tempo tentando entender pq o Peem não poderia gostar dele.
Outra coisa que achei meio?? Era quando eles bancavam a turma do Scooby-Doo resolvendo mistérios pra cima e pra baixo no vilarejo.
Algo que me incomodou e que eu sei que não foi só a minha pessoa, foi a questão em relação as mulheres e como elas e suas histórias foram tratadas.
Primeiro o caso do marido que batia na esposa que foi tratado de uma forma tão mas tão qualquer coisa. O cara batia nela supostamente por causa de espíritos malignos, mas tá tudo certo porque a coisa ruim foi embora e por isso ele não vai fazer mais??
Depois o caso da moça com o bebê e (provavelmente depressão pós parto) que o companheiro chifrou, ela foi traída mas ficou parecendo que a culpa era dela sabe?
E o caso da antagonista Ramphueg.
Acho que a história foi um pouco injusta com a Ramphueg, parecia que a história dela meio que era irrelevante, não senti que os personagens sentiram simpatia pelo o que ela passou, não justifica o que ela tentou fazer obviamente, mas senti falta de um pouco mais de sentimento a respeito.
Derramei algumas lágrimas sim, admito. Na parte que o monge se revelou a reencarnação do filho da Ramphueng.
Os roteiristas foram bem espertinhos no final.
Achei inúmeras incoerências no decorrer da história e nas atitudes ou falta delas nos personagens. E o roteiro colocou o Chan pra questionar tudo que passou pela nossa cabeça assistindo. E depois o monge respondendo que as coisas aconteceram dessa forma pois deveriam ser assim, não sei se acho genial ou preguiçoso por parte o roteiro.
Mas enfim, foi uma história diferente e bem produzida. E relevando a questão das mulheres, o que não é bom mas também não acho que seja tão surpreendente assim mulheres serem irrelevantes ou injustiçadas em BLs...
Mas acho que pelo restante, acho que estourou outra bolha no meio BL e foi até merecido ter varrido parte das premiações.
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Golpista, ícone, badass, vilã? Ainda não sei
Já quero deixar claro que eu amo a atriz Shin Hye-sun. Eu tento assistir tudo dela. Admito que alguns doramas eu não consegui terminar, mas por conta do roteiro mesmo, nunca por causa da atuação dela, porque ela sempre entrega tudo. E quando digo tudo, é TUDO. Ela transmite muito sentimento nas cenas, e os choros dela são muito realistas. Com certeza é uma das minhas atrizes coreanas favoritas, então eu já estava bem curiosa para ver o que ela faria aqui.O ator Lee Jun-hyuk eu também já conhecia e gosto bastante dele. Admito que queria muito ter visto um romance entre os personagens deles, porque potencial, química e tensão tinham de sobra.
Sobre a trama, posso dizer com segurança que fiquei confusa sim, muitas e muitas vezes. Mas também posso dizer que em nenhum momento a série perdeu a minha atenção.
A personagem de várias identidades da Shin Hye-sun, que vou chamar de Sarah Kim mesmo, é tão intrigante que não deixa muito espaço pra gente realmente entendê-la. A gente só sabe que ela é uma golpista que se dá bem o mesmo tanto de vezes que se dá mal. Mas mesmo quando ela se dá mal, parece que tudo já estava arquitetado antes. Parece que ela extremamente f*dona e inteligente e sempre está um passo à frente de todos.
Eu questionei a moralidade dela inúmeras vezes, porque a gente quer torcer para que ela não seja tão ruim quanto parece. Ao mesmo tempo, a gente torce para o detetive não pegar ela. É uma sensação bem conflituosa.
Quando eu pensava que estava entendendo a história, ela vinha e me dava uma rasteira. Então sim, fiquei muito confusa. Acho que entendi algumas coisas, outras nem tanto, mas vou deixar aqui o que eu acho que entendi.
A mulher encontrada morta no esgoto não era Sarah Kim, mas sim Kim Mi-jeong, a artesã que produzia as bolsas da Boudoir e que acabou desenvolvendo uma obsessão pela vida luxuosa da própria Sarah. A Mi-jeong tentou matar Sarah para tomar seu lugar, mas o plano deu errado e ela morreu durante o confronto. Sarah, em vez de chamar a polícia, decidiu se livrar do corpo e manter a farsa. No fim, quando tudo começa a vir à tona, descobrimos que “Sarah Kim” na verdade é Mok Ga-hui, uma ex-balconista que forjou várias identidades para sobreviver e ascender socialmente. Sem provas concretas contra ela, Sarah executa seu último grande ato, ela assume a identidade de Mi-jeong e confessa o assassinato de “Sarah Kim”, matando oficialmente sua persona pública para preservar a marca Boudoir e transformar seu nome em um mito intocável.
No final, foi uma série com um desfecho um pouco agridoce, porque ela conseguiu o que queria e o detetive também, em partes.
Vi gente reclamando porque ela foi presa no final, mas sinceramente acho que reclamariam também se ela tivesse se safado 100%.
Então acho que no geral, o final acabou dividindo o público, talvez porque a série pareça ser mais complexa do que realmente é.
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Ótimo para assistir em uma sexta feira a noite
Mesmo sendo bem curtinho, com apenas 4 episódios, essa mini história consegue manter um ritmo gostoso do começo ao fim.Os personagens começam naquele clássico enemies to lovers que a gente adora: líderes de gangues rivais, implicância constante, tensão…
E falando nisso, Surf e Java entregaram uma química muito boa dentro do tempo que tiveram. Gostei bem mais deles aqui do que em um outro trabalho que vi deles.
A série é leve e divertidinha, com aquele clima de comédia romântica adolescente. Só tem uma parte bem específica do episódio 3 que pesou um pouco o clima, e acho que todo mundo sentiu o impacto ali. Ainda assim, não chega a quebrar totalmente o tom da história.
Como são só 4 episódios, fica difícil desenvolver completamente os personagens. O BL divide foco entre
A rivalidade das gangues
A questão da calça
O romance
e a viagem pelos templos
Então realmente não dá tempo de explorar mais a fundo coisas como a vida familiar do Oh e do Tum, os desejos individuais deles ou conflitos mais profundos.
Acho que simpatizei mais com o Oh por motivos óbvios. O Tum me irritou um pouco, como ele não conseguia enxergar que se provar pra gangue não iria mudar muita coisa, não dá forma que ele queria.
Nem esperava beijo, muito menos cenas um pouco mais calientes, mas eles provarem que o sucesso está nos detalhes. Tipo aquela cena do Tum tirando o anel 🫢
Mas no fim, acho que entregou exatamente o que prometeu: uma história leve, com trope popular e química convincente.
Fica um leve gostinho de quero mais no final, mas terminei o bl satisfeita.
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Não estava nos meus planos gostar do casal secundário como gostei
Já começo dizendo que eu li o mangá Cherry Magic faz tempo, vi o anime e não cheguei a assistir a adaptação japonesa com o Keita Machida.Então sim… eu já fui assistir a versão tailandesa com carinho prévio pela obra, pois gostei muito do mangá. E isso com certeza influenciou minha experiência.
O mangá é relativamente longo, e dá tempo de desenvolver muita coisa com calma.
Sempre achei que tanto o anime quanto a versão japonesa provavelmente tiveram que cortar bastante conteúdo ou resumir arcos importantes.
Já a adaptação tailandesa foi pelo caminho oposto, 12 episódios com mais de 40 minutos cada. Tempo eles tiveram, tanto que precisaram de material além do original, então incluíram tramas totalmente novas.
Uma coisa que eu gostei muito foi a forma como adaptaram a história para o contexto tailandês. Não foi só “copiar e colar” o enredo no novo país. Eles souberam inserir elementos culturais próprios, como o Songkran, sem perder a essência da obra. Isso mostra que eles tiveram atenção aos detalhes. Nem tudo funciona igual em culturas diferentes, e foi bom que a série foi consciente disso.
Eu gostei dos TayNew como Adachi e Kurosawa (Achi e Karan). Em questão de personalidade, acho que ficou parecido. Só achei que os surtos dos pensamentos do Karan poderiam ser um tiquinho maiores e mais engraçados.
Até a metade do BL eu estava bem envolvida. Os acontecimentos principais foram mantidos, e algumas mudanças sutis funcionaram muito bem.
Mas… talvez pelo tempo maior de tela, senti que criaram uma certa “barriga” na narrativa. Algumas tramas paralelas, especialmente envolvendo colegas do Achi depois da mudança de trabalho, ficaram meio arrastadas e desinteressantes.
O ponto que mais me deixou com sentimento agridoce demais foi a revelação do Achi para o Karan sobre ler pensamentos.
No original, lembro de ter achado um momento muito bonito e emocional. Aqui foi… tranquilo até demais. Faltou impacto. O mesmo vale para o primeiro beijo e a primeira vez do casal. No mangá são momentos marcantes, daqueles que ficaram na minha memória. Aqui, mesmo tendo assistido recentemente, eu mal consigo lembrar dos detalhes.
Agora, sendo bem honesta. Meu foco estava todo nos JuniorMark
No mangá, sempre achei o casal secundário bem ok, nada de mais.
Só que na versão tailandesa eles transformaram completamente isso.
O personagem do Junior ganhou uma personalidade diferente da original, e eu achei que isso deu muito mais brilho pra ele. O Junior tem isso de acrescentar carisma aos personagens. Já o Mark conseguiu deixar o Min (que no mangá eu achava meio chatinho) muito mais fofo e cativante.
Gostei muito das mudanças e do acréscimo de história para o Jinta e o Min. Eles ficaram engraçados, carismáticos e ganharam mais profundidade, especialmente no que envolve a carreira deles, principalmente a do Min. Foi um desenvolvimento que pelo o que eu me lembro, o original não explorava tanto.
E aqui aconteceu algo curioso, eu gostei mais do casal secundário do que do principal. No mangá, era exatamente o contrário, eu tinha mais atenção ao casal principal.
Teve ainda um terceiro casal que eu nem estava esperando. Nem lembro se existe algo parecido no mangá, então acredito que tenha sido exclusivo da adaptação tailandesa. Mas, surpreendentemente, funcionou bem dentro da proposta.
No geral, eu gostei. É leve e divertidinho.
Não achei perfeito, pois alguns momentos icônicos do casal principal no mangá perderam um pouco da força. Mas como adaptação cultural, achei bem feito.
Acho que terminei de assistir mais por conta dos secundários porque realmente achei que os protagonistas perderam um pouco o brilho com algumas mudanças que fizeram.
Acho que pra quem não conhece nada da história, do mangá ou das outras adaptações, a probabilidade de gostar de tudo é bem mais alta. Então vale a pena dar uma chance 🍒
Gostei
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O que foi isso...
Se ignorarmos todos os elementos problemáticos, TharnType até poderia ser considerada uma série “ok”. Mas a questão é: dá para ignorar?Já começando com a base da história, pela sinopse, eu pensei que esse trauma do Type seria bem aprofundado. Estamos falando de abuso sexual na infância, não é um detalhe qualquer para ser usado apenas como justificativa de personalidade difícil. O tema tinha potencial para ser tratado com seriedade e sensibilidade.
Também imaginei que a aproximação entre o Tharn e o Type aconteceria aos poucos, respeitando esse trauma. Por isso, foi chocante ver que o próprio Tharn ultrapassa limites, e acredito que não foi nem uma, mas duas vezes. A narrativa tenta romantizar essas situações, mas, objetivamente, são abusos. Isso compromete completamente a base do romance.
Não entendo a razão disso.
Mas pelo menos, o trauma do Type faz a gente amar o personagem e sentir muita empatia por ele certo? Em partes, pois o type acaba sendo na maioria das vezes muito insuportável e impulsivo, parecia até um doidinho do centro negativamente falando.
Ele tinha uns pensamentos completamente hipócritas e sem sentido. Que de novo, poderia ter explicado e se aprofundado mais.
Tipo quando um cara dá em cima dele, ele chama o cara de gay nojento e afins, pra depois falar que quer ir pra casa pq está com saudade do namorado??
Quando eles já estão juntos, o relacionamento as vezes é até fofinho, quando não começam os problemas estruturais onde o Tharn sempre tem que ceder em absolutamente tudo, e eles discutem pelas coisas mais bestas possíveis, na maioria das vezes por culpa do Type. Além de serem extremamente obsessivos e da série aparentar querer romantizar isso.
Agora algo que me deixou desacreditada foi o personagem San
Que m3rda foi aquela?
A relação dele com o Tharn foi nojenta só de ouvir a história pela boca dos personagens. O San com 16 e o Tharn com 14. Se fosse só um namorico de adolescente eu não iria achar taaaao problemático (apesar de ainda ser), mas não foi só isso.
Acho estranhíssimo como todo mundo da família do Tharn trata esse acontecimento entre os dois com uma normalidade absurda.
O San passa muito a vibe de um p3dof1l0 nojento, e essa fala dele:
"Eu ficava maluco com aquela aparência inocente (do Tharn com 14), então cheguei nele"
Tipo????? 🤢 Me deu nojo de verdade.
Que personagem mais desnecessário e sem nada bom para acrescentar.
A parte mais interessante da trama foi o Twist do "amigo" do Tharn (Lhong). O cara era louco e foi o motivo dos relacionamentos do Tharn não durarem.
Ele gostar do Tharn não foi uma surpresa, mas ter sabotado os relacionamentos dele e feito um garoto ser est*pr4d0 no processo foi doentio pra c4r4lh0
Acho que ele deveria ter apanhado bem mais.
No geral, se a série fosse só os momentos fofinhos dos tharntype como casal tirando toda essa questão de abuso, já que não desenvolveram isso direito, até poderia ser uma série aceitável.
Gostei muito não?
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Korosu foi minha expectativa
Não foi o que eu estava esperando, e eu estava esperando muito.Não sei se o fato de ter só 6 episódios atrapalhou o desenvolvimento, mas parece que tudo acontece rápido demais e, ao mesmo tempo, sem profundidade suficiente. Fica uma sensação de que faltou construção.
Já comecei estranhando demais o Kataoka em cima do Odajima enquanto ele dormia. Tipo… o que foi aquilo? Pra quê? Por quê? Aquela cena passa muito a impressão de falta de consentimento, e isso deixa tudo desagradável.
Se o sexo fosse tratado apenas de forma mais crua, como a série parece querer fazer, tudo bem. O problema é misturar essa crueza com situações que beiram o abuso e não trabalhar isso direito na narrativa. Não tem discussão, não tem consequência emocional clara, só é desconfortável.
Também senti que a relação dos dois não foi lá essas coisas pra sustentar essa intensidade toda que quiseram vender.
E o que mais me incomodou foi parecer que o Odajima “deixava” certas coisas acontecerem mais por obrigação do que por vontade, quase como da forma que ele era submisso ao outro chefe 🤢
Essa dinâmica pode até funcionar dentro da máfia, onde há hierarquia, mas quando isso começa a ser espelhado dentro de um romance, fica estranho. Não é uma comparação legal de se fazer quando se está tentando desenvolver uma relação, por mais tortos que os personagens sejam. Eu, particularmente, não curto isso.
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Um dos arcos me encantou num nível que nem sei explicar
Comecei Perfect 10 Liners já com uma certa preguiça. Mais um BL universitário, três casais principais, muitos personagens...Dos protagonistas, eu já conhecia apenas Force e Book, então naturalmente meu interesse inicial estava coincidentemente mais voltado para o arco deles.
Só depois de assistir oito episódios, que percebi que a série era dividida em arcos de aproximadamente oito episódios, cada um com foco maior em um casal específico e isso influenciou bastante a minha experiência.
🫂 Arco 1 – Arm e Arc 💕
Assisti esse arco há alguns meses (pois depois dele, dropei a série por preguiça dos outros casais), então minhas lembranças são mais vagas.
No geral, foi ok.
O Arm e os amigos dele eram bem divertidos, ajudavam bastante na leveza da trama, e o romance com o Arc caiu naquele clichê clássico do “eu já gostava de você há muito tempo, mas você nunca percebeu”. Não é algo ruim, mas também não trouxe nada muito marcante para mim.
Lembro de ter gostado da aparição do Sea para dar uma agitada na história.
Agora, não me recordo de um aprofundamento emocional muito forte ou de algum trauma realmente trabalhado de forma impactante. Foi um arco funcional, agradável talvez, mas que não me marcou tanto, já quem nem consigo lembrar dos detalhes e se os personagens dos outros casais apareceram mesmo que brevemente.
💡Arco 2 – Yotha e Gun ❤️🩹
Voltei para a série já sabendo que esse arco teria uma dinâmica mais grumpy x sunshine e um pouco de toxicidade. Já confesso que não sou muito fã de relacionamento tóxico ou excessivamente conflituoso.
O Gun não me desagradou, mas também não me conquistou taaaanto, achei ele bem parecido com o Arm em certos aspectos, bem espoletinha. Mas deu até pena de ver o brilho do bichinho se apagar aos poucos por causa do conflito interno do Yotha.
O Yotha, por outro lado, é mais fechado e introspectivo, mas às vezes soava desagradável demais.
A série trabalha os traumas dos dois, o medo do escuro do Gun e o medo de amar do Yotha, e eu confesso que esperava algo beem mais profundo e pesado que fossem a razão desses traumas e acabei me decepcionando um pouco.
Mas lembrei que a proposta da série é relativamente leve, então relevei dentro do que se propõe.
O ponto que mais gerou discussão foi a “traição” do Yotha. Sinceramente, existiam formas muito melhores de entender se ele ainda sentia algo pelo ex do que simplesmente beijar ele do nada, ainda mais considerando o contexto delicado envolvendo o namorado hiper ciumento do ex. Ele deu sorte que o outro não ficou sabendo. Acho que foi uma escolha que me irritou um pouco.
O Yotha foi péssimo para o Gun nesse início de relação de amizade para algo mais.
Se ele não sabia ter responsabilidade afetiva, era só não se envolver caramba. Fez o garoto chorar sem necessidade.
Porém, se teve alguém que elevou completamente esse arco para mim foi o Faifa, irmão do Yotha. Ele roubou completamente a cena. Me encantei com ele e consequentemente com o ator Junior.
A amizade dele com o Gun foi fofa de acompanhar, principalmente quando ele protegia o amigo mesmo contra o irmão.
E foi nesse segundo arco que o desenvolvimento da relação do Faifa com o Wine se iniciou, e isso foi muito um motor para eu continuar assistindo, porque logo de início eu já achei a dinâmica deles muito instigante.
🔥 Warit e Klao 🫦
Antes de falar do terceiro arco, preciso comentar sobre Warit e Klao. Foi a primeira vez que assisti AouBoom, e eu não esperava muito. No geral, os personagens foram ok, mas nas cenas mais 🔥 eles simplesmente se destacaram demais. Inclusive, na minha opinião, eles tiveram as cenas mais calientes da série, até mais que os três casais principais. E achei isso inesperadamente interessante. Mas não apaga o fato do relacionamento deles ser cheio de problemas, perdi as contas de quantas vezes o Klao pediu desculpas. Adianta pedir desculpas e continuar errando?
Mas enfim, eles se resolveram, noivaram e foi ok
👑 Arco 3 – Faifa e Wine ❤️
Aqui a série se transformou para mim. Eu já tinha me encantado pelo pouco que vi dos dois no arco anterior, mas acompanhar o foco totalmente neles foi especial.
Pra começar, o Faifa é um personagem difícil de não gostar. Ele é um bom amigo, um bom namorado, um bom filho, uma boa pessoa.
Ele é hilário e brincalhão de uma forma bem autêntica e isso sem puxar para um lado mais infantilizado sabe?
Quem não gosta do P'Faifa possui um sério desvio de caráter e é melhor ir ver isso daí.
Gostei muito de como a relação do Faifa e do Wine foi construída, principalmente porque eles são bem diretos e honestos sobre os próprios sentimentos. Que é algo que eu prezo bastante, as vezes é cansativo quando os personagens ficam escondendo os sentimentos até não dar mais.
E eles não ficam nesse chove não molha que os outros ficam, por isso achei que trouxeram um grande frescor pra história.
Também gostei do desenvolvimento pessoal de cada um.
O Wine lida com a culpa de ter gostado do irmão da sua ex e com o fato de estar no armário e o medo de não ser aceito, enquanto o Faifa carrega uma questão familiar envolvendo a mãe que reflete diretamente na personalidade dele.
E por falar na vaca, ela me estressou demais. Pode até ter sido sincera, mas dizer ao próprio filho (Faifa) que gostaria de ter levado o irmão dele (Yotha) no lugar dele foi algo EXTREMAMENTE cruel e desnecessário.
Eu já tinha achado um absurdo ela esquecer que o filho é alérgico a leite e ainda oferecer, mas imagina ouvir isso: "Eu levei você para ter uma razão para ver meus outros filhos" da sua mãe??? foi o cúmulo
Foi doloroso ver como o Faifa sempre tenta aceitar tudo pela família, sempre sendo gentil, sempre querendo ajudar todo mundo, sempre querendo transparecer que ele está bem quando não está e como isso está profundamente ligado à necessidade dele de ser aceito. Achei muito interessante como o roteiro conectou essa característica dele à relação com a mãe.
E vamos combinar que tanto os pais quanto os irmãos do Faifa não eram lá muito bons pra ele. E isso pois nem perceberem que o Faifa estava quebrado por tudo o que aconteceu.
O Faifa é, para mim de longe, o personagem emocionalmente mais interessante da série. À primeira vista, ele parece apenas o “cara perfeito”: gentil, bonito, popular, protetor, sempre sorrindo e sempre disponível para ajudar. Mas o arco dele deixa claro que essa gentileza não é apenas um traço natural, ela também funciona como um mecanismo de sobrevivência emocional.
A fala da mãe não foi apenas cruel, ela atingiu a identidade dele em cheio. Quando você cresce sentindo que talvez não seja a primeira escolha, que talvez seja o “filho que sobrou”, "a opção logicamente mais fácil", isso molda a forma como você se enxerga sabe. O Faifa internalizou tanto essa ideia de que precisava compensar. Precisava ser compreensivo. Precisava não dar trabalho. Precisava ser fácil de amar.
Isso explica por que ele aceita tanto e ao mesmo tempo tão pouco.
Por que ele raramente confronta. Por que ele sempre tenta entender o lado dos outros antes de olhar para a própria dor. A gentileza dele não era uma fraqueza, era meio que uma estratégia. Foi uma maneira que ele encontrou para garantir que não seria deixado de lado de novo.
E é justamente por isso que o relacionamento com o Wine é tão significativo!!
Pela primeira vez, ele não precisa ser “o perfeito”. Ele pode ser vulnerável. Pode admitir que se machucou. Pode falar sobre o que sentia sem aquele medo de ser descartado. O Wine não ama o Faifa porque ele é gentil com todos, ele o ama por quem ele é, inclusive nas partes quebradas.
O Faifa é o tipo de personagem que parece leve na superfície, mas carrega uma profundidade silenciosa. E talvez por isso ele tenha me marcado tanto, porque por trás do sorriso constante existe alguém que passou a vida tentando se provar.
Achei que essa questão da mãe foi bem resolvida e justa? não. Acho que o Faifa merecia bem mais do que ter que perdoar a mãe para manter a família em harmonia? sim.
Mas eu sinto que isso é, infelizmente, algo cultural. Percebo mesmo que em várias obras asiáticas, o respeitos e o perdão aos mais velhos, para pais e avós é algo praticamente absoluto que chega ao extremo independentemente de quem estiver errado na história.
No romance deles, o que mais me ganhou foi a maturidade emocional de ambos. Eles conversam, são honestos sobre o que sentem e enfrentam as inseguranças juntos.
O Wine é introvertido e MUITO fofo. Amo o jeitinho dengoso e ao mesmo tempo rígido dele kk
Gostei como ele se resolveu rápido sobre a questão do P'Tor para não machucar o Faifa.
Ele foi um querido em sempre estar lá quando o Faifa precisava, sem nem mesmo o próprio Faifa precisar pedir ou falar algo sobre.
O Faifa sempre foi a pessoa que cuidava de todo mundo, mas não tinha ninguém pra fazer o mesmo por ele. O Wine foi essa pessoa que cuidava do Faifa sem nem mesmo ter essa "obrigação".
O Wine foi TÃO necessário quando disse para o Faifa não sorrir quando no fundo não queria!Eles são tão diferentes, mas tão TÃO perfeitos juntos
Era cada declaração linda que esses dois faziam 😭😭 sério, eu namorei demais o namoro deles. Nada me afeta mais do que um casal que é Green flag do início ao fim, eu sou muito rendida a um gentle love.
Essa daqui por exemplo:
“Obrigado por reduzir o que tenho em excesso e me preencher com o que me falta.”
Foi o que o Faifa falou para o Wine e me pegou de um jeito 🥹
A relação deles foi TÃO saudável, fofa e linda de se acompanhar que doeu quando acabou. Dava vontade de colocar eles num potinho.
Eles são meu casal conforto dos bl, sempre que a vontade bate, eu volto e reassisto o arco deles. As vezes só assim pra me tirar um sorriso sincero mesmo que eu já saiba tudo o que vai acontecer.
Para mim, os FaifaWine foram o grande destaque da série e acabaram eternizando JuniorMark no meu coração.
Honestamente, o Faifa é TÃO querido e tão Green Forest que virou um dos meus personagens top favoritos dos BLs. E sei que tem muita gente que pensa igual com razão!
Inclusive, lembrei de um detalhe que me irritou levemente. Achei bem hipócrita da parte do Yotha falar que o Faifa não sabia amar, que não sabia tratar alguém de forma especial 😤 logo ele que machucou o Gun pelo mesmo motivo praticamente.
Perfect 10 Liners é uma série que depende muito de qual casal você se conecta mais. Mas que no final você vai acabar simpatizando e tendo um carinho pelo grupo como um todo.
Alguns arcos podem parecer arrastados se você não estiver emocionalmente investida neles. A questão das pulseiras e dos “10 perfeitos” nunca me prendeu muito, achava até meio bobinha, exceto quando envolvia os personagens que eu gostava mais.
Se fosse só pelo arco dos FaifaWine, o BL seria um 10, mas como tenho que considerar que EU achei que os outros arcos tiveram altos e baixos, provavelmente vou deixar um 9.
No geral, é uma série com muitos personagens, a grande maioria sendo super carismáticos. É leve e divertida, mas quando é pra pegar no emocional ela também consegue.
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