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Cadê o romance que me prometeram?
Que medo de ser apedrejada...Mas vou tentar destrinchar o que eu achei
A Tale of a Thousand Stars foi um BL que eu não desgostei, mas que me deixou bastante frustrada.
Ele tem uma proposta bonita, temas interessantes e momentos realmente sensíveis, só que, pra mim, a execução não acompanha tudo o que a história poderia ter sido.
Falando primeiro sobre o que não me agradou
Um dos maiores problemas foi o ritmo da relação dos personagens. Em vez de um slowburn envolvente, o desenvolvimento muitas vezes transmite a sensação de estagnação.
O romance entre Tian e Phupha foi construído de forma muito contida, quase fria em alguns momentos, parecia o tempo todo que algo estava faltando. A química até existe com os desentendimentos deles no início e com o entendimento que passam a ter no decorrer. Mas ainda assim, acho que foi explorado de maneira econômica demais, o que dificultou o meu envolvimento com o casal.
Um ponto que me incomodou bastante foi o próprio Phupha. Pra começar, até o nome dele me causou um certo estranhamento, nada contra, mas me remetia o tempo todo a um anime diabólico (não procurem, sério).
Mas o incômodo maior veio com o desenvolvimento do personagem ao longo da trama. Ele foi alguém que foi me perdendo conforme os episódios avançavam. Pela sinopse, eu imaginava que a resistência dele em admitir sentimentos pelo Tian estaria ligada à confusão emocional em relação à Torfun, mas isso se desfaz quando ele deixa claro que sempre a enxergou como uma irmã. Ou seja, essa dúvida nunca existiu de verdade. E aí fica difícil entender por que ele relutou tanto em admitir o que sentia. A demora deixa de ser conflito e vira enrolação. A declaração acontecer praticamente nos últimos minutos do segundo tempo foi demais até pra mim.
Eu até achava ele fofo no início, pois parecia ser alguém tímido que tinha dificuldades para se expressar, mas esse pensamento foi caindo por terra em cada oportunidade que ele perdia, e foram MUITAS.
Sinceramente, acho que a história teria funcionado muito melhor se eles tivessem se declarado depois do momento em que o Phupha leva um tiro protegendo o Tian, e só então viesse a separação temporária após a revelação sobre a Torfun, para que cada um resolvesse esse conflito com mais maturidade.
Não sei como me sentir sobre o pai do Tian ter deixado o Phupha encarregado da proteção do filho. Acho que guardaram esse plot muito pro final. Foi só mais uma questão que só trouxe mais mal entendidos e distanciamento entre os personagens.
A Torfun é um ponto que, pra mim, nunca funcionou emocionalmente do jeito que deveria. Eu sei que ela é mostrada, sei que o acidente que tirou a vida dela é triste e que a série faz questão de reforçar o quanto ela era uma pessoa boa e querida por todos. Ainda assim, não sei explicar direito, mas eu precisava de mais dela. Mais tempo, mais cenas, mais personalidade. Mesmo com alguns flashbacks, eu nunca consegui criar um laço real com a Torfun, e isso fez com que toda a trama que gira em torno dela soasse um pouco vazia pra mim. É como se ela existisse mais como um conceito, a pessoa perfeita, o símbolo do bem, do que como alguém que eu realmente conheci enquanto assistia.
Os problemas da comunidade como desigualdade, falta de recursos, educação precária e abandono do interior foram apresentados de forma um pouco superficial e, muitas vezes, romantizada. A série parece querer mostrar "consciência social”, mas sem se comprometer de verdade com a complexidade e o peso dessas situações.
Ainda assim, a série tem méritos importantes. O arco do transplante de coração de Tian é uma das ideias mais interessantes da trama. O questionamento moral sobre a origem do coração, especialmente a dúvida sobre ele ter ou não atropelado a Torfun, cria uma tensão ética real e pouco comum em BLs. Caso tivesse sido confirmado que Tian foi o responsável, o conflito seria extremamente pesado, complexo e até difícil de defender emocionalmente, o que mostra o quanto essa linha narrativa tinha potencial. O alívio ao descobrir que não foi ele é quase inevitável, e prova que, nesse ponto, a série conseguiu gerar impacto emocional genuíno.
Outro aspecto bastante positivo é tudo o que envolve as crianças da vila. Elas são carismáticas, funcionam bem narrativamente e ajudam a dar vida ao espaço onde a história se passa. A relação de Tian com os alunos é um dos momentos mais sinceros da série, trazendo leveza e afeto de forma natural.
Nesse sentido, a decisão de Tian de querer cursar Pedagogia é particularmente tocante. Trata-se de uma escolha que foge de idealizações fáceis: é um trabalho cansativo, pouco valorizado socialmente, mas profundamente necessário e capaz de ser repleto de amor e significado. Esse desejo revela um lado mais humano e coerente do personagem, e é um dos poucos momentos em que a série realmente conecta discurso social, desenvolvimento pessoal e emoção.
No fim, achei que foi um BL que deu uma sensação constante de quase. Quase emocionante, quase profundo, quase envolvente. Ele tem ideias boas, temas sensíveis e momentos que realmente tocam, mas se perde um pouco na execução, principalmente no romance e nesse slowburn que as vezes nem parecia que estava sequer queimando.
O Phupha, que deveria ser um pilar da história, acaba enfraquecido por escolhas narrativas confusas.
Não é uma série que eu odiei, longe disso, mas é impossível ignorar o quanto ela poderia ter sido melhor se tivesse coragem de avançar no relacionamento dos personagens, aprofundar conflitos e confiar menos só na própria atmosfera do interior. Acho que me deixou mais frustrada do que qualquer coisa.
Gostei, apesar dos apesares...
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Mais um tóxico pra lista
Sempre tento dar uma chance aos BLs chineses que ficam na boca do povo. Sei que, na maioria das vezes, eles seguem uma proposta diferente dos demais, geralmente apostando em histórias mais pesadas e personagens moralmente questionáveis. Mesmo assim, continuo insistindo, porque ainda espero encontrar um BL chinês que realmente seja do meu gosto.Infelizmente, esse não foi o caso.
Desde o começo, a história não conseguiu despertar muito o meu interesse. Eu continuava assistindo mais na esperança de que em algum momento a série fosse engrenar.
A cena da neve foi bonita (se ignorarmos que ambos traíram as próprias parceiras para ficarem juntos), e confesso que pensei que, dali em diante, a série finalmente iria para frente. Mas acabou sendo só uma falsa esperança.
Eu também não estava interessada no BL tóxico que eles estavam filmando.
"Está louco pra ser est*pr4do de novo?"
Senhor... não sei nem o que dizer sobre essa frase diabólica. O relacionamento daqueles dois dentro do BL que eles estavam gravando já era péssimo por si só.
E a toxicidade na vida real deles também não foi muito mais cativante. A relação ioiô, que já começou de forma bastante tóxica, não conseguiu me conquistar em momento nenhum.
A ideia de dividir a história entre o BL que os personagens estavam gravando e a vida real dos atores até poderia ter sido interessante, se pelo menos uma das duas narrativas tivesse conseguido me prender. O problema é que os quatro personagens são tóxicos, tanto os protagonistas do BL fictício quanto os próprios atores.
Dito isso, com o plot lá de ser tudo o contrário, a situação chega a piorar. Fiquei mais confusa que cego em tiroteio, mas não me arrependo de ter assistido o suposto filme em 3x...
Quanto à química, fiquei em cima do muro. Eles até podem ter química, mas a história não ajudou muito nisso. Ter cenas hot em praticamente todos os episódios não é sinônimo de química. Para mim, gostar dos personagens influencia bastante nessa percepção e, como eu não consegui me envolver com eles, acabei não sentindo tanta conexão entre o casal.
Fiquei até com medo vendo só notas 10, 10 e 10 na avaliação desse BL. Acho que o pessoal mais nichado que acompanha BL chinês ama esse tipo de história. Nessa teve até uma reviravolta mas mesmo assim, infelizmente (ou felizmente), esse não é o tipo de história que eu gosto de assistir.
Mas continuo insistindo, porque ainda espero algum dia quem sabe encontrar um BL chinês que me fascine.
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O Thee é a cereja do bolo
Essa parte da minha resenha é após o lançamento da metade da série que serão 10 episódios.▫️Até o episódio 5, eu não tenho muito do que reclamar.
O humor do BL é ótimo, é mais legal ainda porque a história quando focada nessa parte, não tenta se levar a sério, igual naquela cena em que eles começam a cantar do absoluto nada KK. Tenho problemas com personagens que começam a cantar quando a história deles não está ligada a música de alguma forma, mas aqui como eu já disse, eles não levam a sério e é feito para ser cômico.
Já perdi a conta de quantas vezes eu gargalhei, principalmente nos primeiros episódios.
O Thee é dramático de uma forma hilária. As vezes pode parecer passar do ponto por não entender coisas simples, mas não deixa de ser engraçado. É aquelas, seria fácil conviver com uma pessoa assim na vida real? Sinceramente não sei, acho que a partir de um momento seria cansativo. Mas não chegou ao ponto de me incomodar tanto.
O Peach é um querido, mas a cegueira dele me irritou um pouco. Tipo "OQ MAIS ESSE HOMEM (Thee) PRECISA FAZER/FALAR, PRA VOCÊ ENTENDER QUE ELE TE QUER????"
O Est aqui está um sabor 🤌🤌
Por enquanto é isso, está bem leve, fofo e divertido. Não sei se vão querer mudar o tom da história nos 5 episódios restantes, mas estou amando até aqui!
▫️Depois do episódio 7
Já considero que todo mundo naquela empresa é cego ou muito burro. Eles (principalmente o Thee) dão muito na cara.
Faltam 3 episódios pra acabar, e sinceramente, não acho que vai haver uma grande intriga, uma grande trama ou algum Plot Twist. Aparentemente a história vai ficar mais no romcom e tudo bem.
▫️Após o penúltimo episódio
Percebi que a trama realmente se dispôs a permanecer onde começou, e com isso eu quero dizer que o tom da história não mudou. É um romance leve e divertido.
Apesar da história já estar se encaminhando para o final, ainda conseguiu me fazer ter uma quebra de expectativas quanto aos pais do Thee, que pareciam uns monstros desalmados, mas que aceitaram e se mostraram uns queridos a respeito do relacionamento dele com o Peach. Foi tão fácil e sem dramalhões que me deixou genuinamente surpresa.
▫️E o que dizer do final de Me And Thee?
Como eu já tinha mencionado enquanto eu assistia, o bl não foi para um lado mais ação e Thriller com máfia, e tudo certo. As vezes só passava a impressão que a série não era muito agitada pela falta de vilões que dão trabalho.
Foi realmente uma obra bem tranquila, leve e divertida.
Acho que os casais secundários tiveram um desenvolvimento bem ok, o que só prova que os principais eram os PondPhuwin e que aquelas brigas, antes do BL estrear, por qual shipp iria receber mais atenção, foi bem desnecessária.
Nao gostei do casal dos PerthSanta por motivos óbvios, as coisas entre eles foram mal resolvidas. O Tawan era um péssimo namorado, o Aran tinha dependência emocional e merecia mais.
O casal dos WilliamEst era bem promissor, deixaram o gostinho de quero mais. Ficou claro que o Mok e o Rome estavam em uma situationship, não reclamaria de ter visto mais deles. Ouvi falar que na novel, os personagens tem uma obra própria, então quem sabe isso saia do papel, já que o BL fez sucesso.
Agora sobre o Peach e o Thee
Achei que o relacionamento e a história deles teve um desenvolvimento até redondinho. O casamento foi bonitinho com as crianças e a Plub fazendo parte da família!
Fiquei um pouco desapontada com os beijos deles, sinto que em Never Let Me Go eram um tiquinho melhores. Talvez seja impressão minha, mas acho que o Phuwin não se entrega taanto como o Pond.
Eu percebi também que de uns tempos pra cá, alguns bls tem cortado bastante das cenas hot, não é uma reclamação! Só algo que eu reparei.
O ponto mais positivo que destacou a obra na minha opinião, foi o humor! Me diverti horrores principalmente no início.
O final com The(e) End me tirou um sorriso sincero
E eu gargalhei com a situação envolvendo a GMM Tv. Tragam um prêmio pra pessoa que pensou em GMM Thee v, essa pessoa foi muito gênia.
Muito interessante saber que o Thee é dono da GMM KKKKKKK eu apoiaria manter o nome.
Dá pra ver que o Pond simplesmente brilhou como Thee, e acredito que isso foi um marco para a empresa.
Ainda assim, acho que foi uma série um tiquinho superestimada, é divertida, mas não acho que tenha nada que seja tipo "Oh! que espetáculo de história! wow que espetáculo de atuação..."
Mas, é uma série que eu super indico pra quem quer algo leve e divertido sem muitos acontecimentos ou dramalhões de novela.
GOSTEI 😂
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Há melhores para passar o tempo
Não fui esperando amar, pois não sou a maior fã de relacionamento tóxico, mas estava esperando pelo menos me intrigar.Me surpreendeu que a série abordou relações sexuais e afins de uma forma mais crua e sem muito mi mi mi.
Mas a dinâmica dos personagens e toda a situação deles me incomodou mais do que me envolveu.
Não é que seja uma história sobre abuso explícito. Não é isso. Mas é uma relação construída em cima de silêncio, dependência e uma comunicação tão falha que chega a cansar.
O tempo inteiro parece que estamos esperando uma conversa que nunca acontece.
Segasaki não é um vilão, mas também não é emocionalmente disponível. Ele é fechado, controlador em pequenas atitudes, e raramente verbaliza o que sente. E quando resolve verbalizar se torna meio babaca.
Yoh, por outro lado, vive num estado constante de insegurança. Ele escolhe ficar, mas parece que fica sempre com medo.
O trabalho dele está acontecendo ali, mas a gente não vê aprofundamento.
E aí a série vende essa tensão como intensidade romântica. É uma falta de comunicação do caramba, tudo na base do achismo.
Honestamente pra mim, faltou equilíbrio.
Faltou maturidade emocional.
Faltou desenvolvimento real.
O amor existe ali? Deve até existir.
Mas ele é mal comunicado, mal estruturado e, em vários momentos, desconfortável e frustante.
Gostei não.
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Não foi ruim como imaginei
Our Sky começou de um jeito até divertidinho pra mim.O que realmente me chamou atenção desde o início foi o fake dating, porque eu gosto desse trope e de todos os clichês que normalmente vêm junto.
O Teerak é um personagem bem bobinho e chega até ser infantilizado demais para o meu gosto. Os amigos dele são divertidinho e ajudam a gente a não se irritar taaaanto com o Teerak.
Até o episódio 4 eu estava engajada e acompanhando tranquilamente. O problema começou a partir do episódio 5, quando a história ficou morna e meio monótona. Inclusive, fiquei semanas parada nesse episódio antes de voltar a assistir, mas dessa vez por obrigação, só pra conseguir tirar o BL da lista mesmo. Acabei me forçando a continuar até mais ou menos o episódio 7/8, pois depois disso dá uma leve melhorada.
Em vários momentos achei meio besta o Teerak e o P’Fah não saberem nem como dar as mãos, fingindo um namoro de forma tão pouco convincente. Eles fingiam mal mesmo, e o que talvez enganasse algumas pessoas ao redor era o fato de que o P’Fah realmente gostava do Teerak e já demonstrava isso.
Depois disso, a relação começa a avançar. Quando eles finalmente passam a questionar o que sentem, a resolução até que vem rápido, o que me surpreendeu positivamente, já que eles são bem diretos nas declarações. Também não esperava muita coisa no quesito 🔥, mas acabou entregando mais do que eu imaginava, eu nem estava esperando muito beijo, então fui pega de surpresa.
Também gostei de conhecer aqui os Teeteepor.
Acho que a parte mais marcante foi a forma como a série abordou a aceitação do relacionamento do Teerak com o P’Fah pela família do Teerak.
A irmã do Rak foi uma querida desde o começo.
A reação da mãe foi simplesmente esplêndida. Em poucos minutos, a atriz conseguiu entregar tudo: o espanto inicial, o receio, o medo. E todas essas emoções sendo dissipada pelo amor que ela tinha pelo filho. Deu pra ver claramente esse conflito interno no rosto dela.
Já a reação do pai foi dura, mas também bastante realista. A explosão dele dói de assistir, e imagino que, na vida real, muitas situações sejam ainda piores. Ele é ríspido, machuca com palavras e atitudes, mas a série deixa claro que, do ponto de vista dele, tudo vem de uma preocupação com a felicidade do Teerak, mesmo que expressa da pior forma possível.
Ainda assim, é impossível não ficar triste, porque embora existam pais assim, que ao menos acreditam estar pensando no bem dos filhos, a realidade muitas vezes é ainda mais cruel. Em muitos casos, não há preocupação alguma com felicidade ou futuro, apenas a abominação ao que é fora do padrão, e sem espaço para mudar de ideia.
No geral foi uma série com altos e baixos. Algumas partes eram um pouco repetitivas, outras eram doces com risco de dar diabetes.
Seria interessante ver os ThomasKong em papéis diferentes e mais frenéticos.
Gostei até
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Tava indo tão bem, mas aí…
Eu amei muito o começo do dorama.Ao mesmo tempo que a história tem muitos momentos tristes por causa dos casos dos fantasmas, ela conseguiu transitar muito bem entre o leve e divertido e o drama.
Principalmente quando a Yeori e o Ma estão juntos. Lembro que gargalhei no episódio em que o Ma vê o menino fantasma no cangote dele KKK.
O momento em que eu mais me emocionei foi, coincidentemente, também sobre o caso desse menino e o acidente de carro com o pai e a irmã dele.
Sinto que o ator do Ma é meio fechadão, mas nas cenas de comédia conseguiu transmitir muito carisma.
Sei de gente que não gostou do ator por ele não ser o que seria o padrão masculino coreano. É bem comum ver gente falando que não assiste nada que considera os atores feios. Só acho que a gente às vezes tem que ser menos fútil.
O dorama estava indo muito bem.
A trama dos fantasmas estava interessante, o desenvolvimento do romance estava no ponto. Estava tudo uma belezinha.
Mas aí... Não sei o que aconteceu.
O roteiro resolveu cortar a trama dos fantasmas, que supostamente é a mais importante da história, e focar na disputa familiar do hotel entre a Yeori e a prima e a tia interesseira dela.
E foi taaaao chato tudo isso. Não acho que eles deveriam ter cortado os fantasmas que a personagem vê constantemente. Poderiam ter desenvolvido essa questão do futuro da carreira dela em um episódio e já estava mais que bom. Mas isso se estendeu demais e ocupou um espaço que não deveria.
Outra trama chata que veio com essa foi a do Min-hwan, que sempre teve um parafuso a menos, e também a da avó chata do Ma, que empacou o romance dos protagonistas.
Como já disse, acho que tudo isso se estendeu mais do que deveria na história.
Fiquei incrédula em como a mãe do Min-hwan foi passiva depois de descobrir que um filho dela matou o outro. Jurei que ela seria extremamente fria, que daria as costas pra ele e não olharia pra trás.
Mas o que ela fez? Passou a mão na cabeça dele 🙄 Eu entendo que ela não queria perder o filho que restou, mas né, circunstâncias são circunstâncias.
O acidente da Yeori com o caminhão branco foi tãoooo brega e sem sentido...
E senti que faltou um tiquinho mais de romance, mais beijinhos e afins.
Achei bonitinho todas as almas que a Yeori ajudou fazendo fila pra agradecer e se despedir dela.
Mas confesso que o final que eu imaginei foi bem diferente.
Primeiro que achei que o Ma parou de ver fantasmas muito rápido. Na minha cabeça, seria um final bem mais bonito e menos forçado se a tal maldição não fosse quebrada e, ainda assim, o Ma ficasse ao lado da Yeori, ambos vendo fantasmas e resolvendo casos juntos.
Então, acho que começou muito bem mas foram perdendo a mão, infelizmente.
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Legal
Eu já conhecia o Up e o Poom por My Stand-In, um BL que considero bem discutível e bastante tóxico. Então, quando comecei Love of Silom, já esperava uma vibe completamente diferente.Preciso dizer que os primeiros episódios me chamaram muito a atenção. Ri e muito por causa do Wayu. Nossa, que personagem carismático e fofo! Na verdade, achei ele um personagem muito bom e, em alguns aspectos, até me lembrou o personagem anterior do Poom.
Já o Krit, personagem do Up, acabou me decepcionando um pouco. Ele é meio sem vida e inexpressivo na maior parte do tempo. Não era esse tipo de papel que eu queria ver o Up fazendo depois do Ming, de My Stand-In. Acho que eu esperava um personagem mais marcante.
Apesar disso, acho que os papéis exigiram bastante dos dois atores. O Up, por conta do treinamento necessário para interpretar um policial. Já o Poom também deve ter treinado bastante para executar todas as coreografias das apresentações no bar onde o Wayu trabalhava como acompanhante.
A trama do tráfico humano acabou se estendendo praticamente até o final da série. Apesar de eu entender que era o principal conflito da história, ainda assim senti que esse é um tema muito mais profundo e pesado do que a forma como foi tratado. É contraditório que a trama tenha tomado um tempo relativo da história e ainda assim não foi suficiente para aprofundar esse tema.
Mais uma vez tivemos o clichê de alguém levar um tiro e ficar em coma, dessa vez com o Krit. Também tivemos outro clichê: o Krit terminar com o Wayu por causa dos pais e os dois sofrerem horrores por conta disso. Particularmente, achei esse tipo de conflito um pouco batido.
Apesar desses clichês, gostei bastante do Wayu e do Krit como casal. Acho que eles têm química e torci pelos dois durante a história. A fase de namoro deles também foi bem melosa, do jeito que eu gosto. O problema é que os BLs parecem seguir sempre um de dois caminhos: os protagonistas começam a namorar relativamente cedo e algum problema aparece para separá-los, só voltando a ficar juntos no final, ou eles só ficam juntos nos últimos episódios e quase não vemos nada da relação. Eu, particularmente, gosto de acompanhar a fase de namoro por vários episódios, vendo o casal simplesmente sendo um casal.
O neném da história é uma graça. Dá para sentir muito o instinto paternal do Wayu e do Krit em relação a ele, e achei muito bonito acompanhar esse lado mais cuidadoso dos dois. Foi um dos núcleos de que mais gostei.
Agora, a mãe do Wayu... para mim, ela não deveria ter sido perdoada. Nunca que uma pessoa daquela mudaria tão facilmente. Também não é novidade que muitos BLs acabam forçando a barra nessa questão de perdoar os mais velhos, sejam pais, mães ou avós. Imagino que isso tenha uma influência cultural, porque raramente vejo o contrário acontecer.
Eu até simpatizei com a irmã do Wayu, mas, sinceramente, também acho que não teria perdoado. Pqp, ela largou o filho à própria sorte e, depois de tanto tempo, voltou como o próprio cão arrependido, provavelmente porque as coisas não deram certo para ela. Achei difícil comprar as duas redenções, principalmente a da mãe, por ser uma personagem que me irritou muito mais ao longo da história.
No geral, gostei de Love of Silom. Apesar de alguns clichês, de sentir que certos temas poderiam ter sido tratados com mais profundidade e de algumas decisões do roteiro não terem funcionado tão bem para mim, foi uma série que consegui aproveitar. Acho que Wayu carregou boa parte da história nas costas com o carisma dele, torci pelo casal do começo ao fim. Acharia interessante para um próximo projeto deles, que o Up interpretasse um personagem mais engraçadinho e carismático e o contrário para o Poom.
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Bom com ressalvas
Acho que esse era um GL em que muita gente tinha uma certa expectativa. Eu, particularmente, não curto muito tramas de amigos com benefícios, amigos coloridos e afins, porque geralmente gera um drama danado quando a questão do amor começa a dar as caras.A Jan eu já conhecia de Cherry Magic. A JingJing eu conheci aqui e nossa! Que espetáculo de mulher, que sorrisão lindo que ela tem.
Na questão da compatibilidade das atrizes, achei que funcionou bem. Elas têm química e eu gostaria de vê-las em um próximo projeto.
Como casal, elas funcionam bem. Torci pelas duas durante a história e acho que formam um casal fofo e, quando a Wine não resolve se afastar do nada, são até levemente saudável.
O meu problema nunca foi a relação delas em si, mas sim a própria Wine. Depois de um tempo, o vai e volta acabou me cansando um pouco. Se eu não tivesse acompanhado a maior parte da série enquanto ela estava sendo lançada, provavelmente teria ficado com preguiça de continuar justamente por causa disso.
Tive um certo problema com a caracterização capilar de ambas. Além das falhas de continuidade, em que a cor e o aspecto do cabelo pareciam mudar entre as cenas, os apliques e o mega hair estavam bastante evidentes sempre que elas faziam algum movimento com os cabelos, deixando um acabamento artificial que quebrava um pouco a minha atenção.
No caso da Wine, foi mais a questão do mega hair muito óbvio. Já no caso da Lal, foi tanto o mega hair quanto a cor do cabelo dela, que uma hora parecia um loiro meio palha, depois cinza, castanho e rosa. Eu esperava aquele loiro mais vivo que aparece na capa atualizada do GL, então essa falta de consistência acabava desviando minha atenção da história. Essa questão da cor do cabelo da Jan me lembrou exatamente o que senti vendo o cabelo do Mark em Cherry Magic, coincidentemente.
Quando vi que o nome de uma das protagonistas era Wine, já fiquei super feliz, porque pensei: "opa, mais um personagem com o nome Wine que eu vou amar", já que, até então, o único personagem com esse nome que eu conhecia era o Wine de Perfect 10 Liners, de quem eu gosto e muito!
Mas, infelizmente, acredito que a Wine daqui foi a personagem que mais me decepcionou. Ela magoava a Lal sem necessidade. A situação da marmita que a Lal fez para ela, por exemplo: a Wine achou que a Lal tinha comprado e, por isso, jogou no lixo. Mas, mesmo se a Lal tivesse comprado, jogar no lixo foi uma falta de consideração tremenda.
Outra situação que me incomodou foi a forma como ela falou sobre o relacionamento delas na empresa. Precisava mesmo falar daquele jeito? Mesmo levando em consideração a questão do trabalho, achei desnecessário.
As vezes eu pensava que o problema da Wine era justamente esse: ela não pensava tanto nos sentimentos dos outros. Sempre que algo acontecia na vida dela, seja envolvendo o ex, os traumas ou o trabalho, ela acabava descontando na Lal, depois pedia desculpas e, pouco tempo depois, o ciclo se reiniciava.
Sobre a ameaça do ex dela para com a Lal. Ela poderia sim ter sido transparente com a Lal, elas poderiam pensar em algo juntas, pra já estarem preparadas pra confrontar todos. Mas naaaaao, terminar com a Lal, ficar de chororo e meio que humilhar a Lal na frente de todo mundo pra tirar a Lal da reta era melhor.
Já a Lal não foi nada além de uma grande green flag o GL inteiro. Era uma querida, sempre querendo confortar, estar ali pela Wine e apoiá-la. Mas senti que a Wine não respondeu à altura com as mesmas atitudes e deu uma bela escorregada em várias ações.
A questão da trama de escritório e dos problemas do trabalho eu achei meio chata, mas não sei se sinto isso com toda história de romance em escritório.
Dos personagens secundários, só gostei e realmente me recordo do casal das KapookCiize. Elas são fofas juntas, a trama delas é bem rápida, mas também com problemas de comunicação que prolongam o drama todo. Acho que poderiam ter introduzido a história delas um pouco mais cedo.
No geral, eu acabei deixando os últimos dois episódios passarem, e só fui assistir semanas depois. Quase que não finalizo a série, me exigiu um certo esforço pra terminar e quando acabou eu pensei: "Até que enfim!".
Não é ruim, só a Wine que me estressou aqui da minha casa mesmo.
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Na régua
Acho que esse era um dos GLs que mais gerou expectativa. Muita gente já gostava das atrizes e dos ships antes mesmo da estreia, então era inevitável criar uma certa ansiedade para ver o resultado. Como a série acompanha três casais diferentes, vou falar de cada um separadamente, já que tive impressões bem distintas sobre cada núcleo.Acredito que o casal principal seja a Prim e a Bambi. Para não me estender muito, eu não gostava muito da personagem da Bambi. Sei que muita gente acabou achando ela "babilônica" por causa das atitudes dela, mas eu não sou muito chegada nesse tipo de personagem, ainda mais porque, no começo, obviamente eu não conhecia os motivos de ela agir daquela forma. As NamtanFilm têm química, mas o relacionamento delas foi muito ioiô ao longo da série, o que, para mim, acaba sendo bem irritante.
A Sasha e a Gorya foram as minhas favoritas. Coloquei muitas expectativas nelas. Só acho que demorou demais para elas ficarem juntas, e muito por causa da Gorya. Ela é aquele meme todinho: "CHEGOOOU a boneca cara de ku. Ela chega na sua casa com cara de ku, vai embora com cara de ku, nada muda, nada alegra, nada anima...". Ela e o Qin de Dwy podem dar as mãos quanto a isso. 😂
Também vi muita gente chamando a Sasha de tóxica, mas, sinceramente, eu não enxerguei dessa forma. Em nenhum momento ela iludia ninguém. Muito pelo contrário: ela sempre deixou claro que não tinha interesse em namorar. Acho que o fato de a Gorya também não ser uma personagem ingênua acabou contrastando muito bem com isso, porque, se fosse, a série provavelmente teria criado vários dramas desnecessários em cima dessa dinâmica.
Agora, sobre as ViewMim, acho que elas não têm química, pelo menos não com essas personagens. Eu achava taaao chatas as partes delas. Não tem tempero, sabe? Não consegui me envolver com a história delas. Também não senti vontade de ver um projeto solo das duas. Para mim, não tem faísca nenhuma, é 0.
Sobre a história em si, senti que as únicas personagens que realmente tinham uma trama mais desenvolvida eram a Sasha, a Bambi e a Min.
A da Sasha foi, de longe, a mais interessante. A questão de como modelos muitas vezes precisam se vender para crescer na carreira e acabam sendo vistas como meros objetos foi um tema muito bom. Pena que isso acabou sendo tratado praticamente em um único episódio. Acho que tinha pano para muito mais. Inclusive, na cena inicial desse episódio, a Milk arrasou na atuação. A câmera foi focando aos poucos no rosto dela e foi impecável a forma como ela conseguiu transmitir o desconforto, a vergonha e a tristeza da personagem.
A história da Bambi ganha uma nova camada quando descobrimos, já depois da metade da série, que a namorada que ela teve após a Prim faleceu em um acidente provocado pelas duas. Achei interessante acompanhar a culpa que ela carregava, a forma como lidava com isso e como esse trauma afetou tanto o relacionamento dela com a Prim quanto as atitudes que tinha com as outras pessoas. Também gostei do fato de a série mostrar a Bambi fazendo terapia, algo importante de ser retratado. A Film também foi muito bem nesse arco. Achei que ela conseguiu transmitir toda a culpa, o sofrimento e o peso que a personagem carregava de uma forma bem convincente.
Já a trama da Min gira em torno da descoberta de que ela não era hétero, podia gostar de mulheres e estava tentando sair do armário. Achei a proposta ok. Talvez eu tivesse gostado mais desse núcleo se tivesse conseguido gostar mais da própria Min como personagem.
A música da opening é de fazer os ouvidos sangrarem, bem ruinzinha, a produção do clipe também. Ainda mais se compararmos com as músicas dos dois Only friends. Acredito que Girl Rules era pra ser Only friends versão GL, não sei se foi o que eles queriam.
Vi que a série recebeu muitas críticas e acabou não sendo o GL que muita gente esperava. Pelo que vi, boa parte das pessoas coloca essa culpa no diretor. Eu, particularmente, não tinha tanta expectativa antes de assistir, mas senti que a história enrolou demais em alguns momentos, ficando rodando em círculos com briguinhas para cá, ciúmes para lá e conflitos que pareciam não sair do lugar. No fim, achei uma série bem na régua, mas que poderia ser melhor em certos aspectos.
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Legalzinha?
Sei que The Sun From Another Star faz parte de Forever You e que esse não é o primeiro arco. Mas, como cada casal tem sua própria história e elas funcionam de forma independente, resolvi assistir só esse por enquanto. Então, minha opinião é baseada apenas nesse arco.Então, é história universitária novamente... (já comentei outras vezes que normalmente tenho uma certa preguiça de começar histórias universitárias kk). De novo eu tinha zero apego com os personagens que iam aparecendo, já que provavelmente eram os casais e personagem dos arcos anteriores. Mas isso também não chegou a atrapalhar meu entendimento da história.
Os protagonistas, Arthit e Dao, eu gostei até. Acho que o início da história envolvendo fantasmas e todo o mistério em torno disso atiçou bastante a minha curiosidade. Achei os primeiros episódios bem interessantes e fiquei querendo descobrir o que realmente estava acontecendo.
O Dao tem uma personalidade bem nonchalant, sabe? É despreocupado, indiferente na maioria das vezes, o que acaba gerando situações engraçadas, porque ele sempre reage de um jeito diferente do esperado... ou simplesmente não reage. Gostei bastante desse contraste na personalidade dele.
A história do primeiro fantasma, tentando descobrir se a namorada realmente tinha matado ele, também foi interessante. Foi bem triste eles se despedindo. Mesmo sendo uma história curta, acho que conseguiu passar emoção e foi um dos momentos de que mais gostei na série.
Queria ter visto mais a fundo sobre as outras fantasmas que estavam naquele ap, mas sei que em 8 episódios não dava para desenvolver tudo.
Agora, quando a série começou a focar mais na questão da mãe falecida do Arthit, achei uma chatice. Eu entendo que a intenção era aprofundar o personagem e, de certa forma, aproximar ainda mais os dois, mas esse núcleo simplesmente não me prendeu tanto quanto o mistério do início.
Não lembro muito do final, mas acho que a fase de namorados deles ficou mais para os últimos episódios. Gostei bastante dos dois juntos e achei que eles funcionaram bem como casal.
E isso se eu ignorar a questão da falta de consentimento de uma cena em específico, não entendo como ainda colocam esse tipo de cena hoje em dia.
No geral, foi uma série de que eu gostei até. Mas não foi algo que marcou talvez pq eu não acompanhei o arco de todos os personagens de Forever You pra gostar da dinâmica de grupo como um todo.
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Aliens?
Primeiramente, QUE VIAGEM FOI ESSA??Segundamente, acho que as expectativas, de quem não gostou tanto, atrapalharam esse BL. Sinto que todo mundo estava tão ansioso para ver JeffBarcode mais uma e última vez que a empolgação e as expectativas estavam lá em cima, ainda mais depois de adiamento atrás de adiamento.
Talvez eu tenha um pouco de culpa também, porque não li a sinopse. Quando a história apresentou aliens, eu fiquei tipo: "???". Mas, enfim, tirando essa surpresa inicial, fiquei muito confusa com a mistura linguística. Cada personagem parecia falar uma língua diferente: era tailandês, coreano e inglês. Fiquei tão confusa que cheguei a duvidar da minha própria capacidade de diferenciar os idiomas. Não entendi muito bem essa escolha narrativa. Não chegava a atrapalhar o entendimento da história, mas me tirava da imersão o tempo todo.
A história dos aliens foi um grande tanto faz. Teve episódio que me exigiu mais do que outros para conseguir terminar, mesmo tendo só uns vinte e poucos minutos. Não consegui me apegar a ninguém. Não me importava com os personagens secundários, nem com os vilões. Nem os próprios protagonistas eram tão interessantes assim. Parecia que a série não dava tempo suficiente para desenvolver a personalidade deles além do básico.
Poderia dizer aqui que pelo menos me diverti, mas não foi o caso. Se me tirou algumas risadas, foram muito poucas. O romance tinha potencial, mas, com uma história e personagens tão rasos, ficou difícil segurar a barra. Tivemos um beijinho de JeffBarcode? Tivemos. Mas valeu por tudo isso? Alguns podem dizer que sim, já que foi uma despedida do shipp.
A questão da padaria que os aliens transformaram... sério, aquilo era para ser uma padaria alternativa, mas ficou parecendo muito mais uma rave. Pensei que seria muito melhor uma padaria daquelas que tem uma vibe bem acolhedora porém com um toque diferente, mas enfim.
O suposto plot da história, como já disse, não poderia me importar menos. O orçamento da série também pareceu ser um pastel e um caldo de cana. Não era o que eu esperava.
Também não acho que seja uma abominação de série. Só não consigo pensar em muitos pontos para exaltar. Talvez ela nem seja TÃOO horrível quanto eu fiz parecer. Só que realmente não funcionou para mim.
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Clichêzinho divertidinho
Posso dizer que amei logo de início. Eu nem conhecia as atrizes, então fui assistir sem expectativa nenhuma.Achei a série bem divertida, funcionando como uma verdadeira comédia romântica, ainda mais com os clichês de casamento por conveniência e da dinâmica em que uma é patricinha e superficial, enquanto a outra é do campo e mais desapegada de bens materiais, mesmo sendo riquíssima.
Acho que a série foi muito bem até mais ou menos o episódio 5, quando o foco estava na vida no campo e no início da relação delas. Mais para frente, começam a focar em umas tramas que achei bem chatas, como a da ex doida da Si.
Gostei muito do personagem do menino. Fiquei meio assim com a questão da saúde dele, mas, como era uma comédia, não imaginei que ele realmente iria morrer. Acabei pegando esse spoiler sem querer, mas o que mais me incomodou foi a forma como isso foi tratado. O personagem simplesmente sumiu e, depois, só falaram que tinha morrido. Achei tudo muito anticlimático, sabe?
Às vezes, quando a Klao acabava forçando um pouco a situação com a Si, ela sempre pedia desculpas. Na minha opinião, era melhor nem ter forçado a barra, mesmo que a Si fosse difícil de lidar. Sabemos que não justifica.
Pelo menos ela reconhecia que tinha errado, revia suas atitudes e pedia desculpas, né?
Então, se relevamos isso, dá pra dizer que a Klao é uma Green Flag.
Lá para o final, depois do casamento, se não me engano, colocaram outra menina do nada na história só para fazer ciúmes na Si. Achei isso muito jogado. A personagem sumiu tão rápido quanto apareceu, servindo apenas para separar as duas e depois elas voltarem mais fortes juntas e afins.
A Si teve um desenvolvimento legal até. Passou a se importar mais com os outros, a ver beleza na simplicidade e a rever suas atitudes.
Acho que gostei da forma como as coisas foram resolvidas com a família da Si. Eu entendo eles não confiarem nela no início, porque ela realmente era muito superficial e zero interessada em trabalhar quando isso não a beneficiava, o que por muitas vezes era irritante como ela se sentia deixada de lado quando era apenas uma consequência das ações da mesma.
Mas achei que a Si teve um bom desenvolvimento nesse aspecto, principalmente quando comparada ao início da série.
No geral, acho que a história começou muito bem, mas foi perdendo a força conforme os episódios passaram, se repetindo demais com as mesmas tramas, e quando aparecia uma trama nova parecia algo jogado.
Ainda assim, considero um GL bom e divertido de assistir.
Agora algo não relacionado as personagens e a série e sim a atriz da Klao, a Lookmee.
Enquanto assistia, senti que a atriz parecia ser bem magra, o que não é problema se ela estiver saudável, eu mesma sou um palito. Mas por curiosidade, fui ver como ela estava em outros gls e acho que ela não era tão magra assim. Senti um pouco de preocupação, como não vejo muito sobre elas, acabei não vendo se o fandom delas também chegou a comentar sobre isso.
Acho que é algo relevante de ser abordado por causa da volta da moda da magreza extrema. Mas espero que a atriz esteja bem e saudável!
P.S.: A música que elas cantam é MUITO viciante.
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Fraquinho
Achei a história ok, mas com uma execução fraca, nada que me fez pensar tipo "uau". Pra mim foi um daqueles BLs que até podem entreter enquanto você assiste, mas marcam em nada depois.Uma coisa que me incomodou foram os efeitos especiais das borboletas. Sinceramente, achei bem desnecessários e, em alguns momentos, acabavam parecendo efeitos de centavos que mais distraíam do que acrescentavam algo à história.
O romance entre Scent e Gaysorn começou de forma interessante. Esse foi o meu primeiro contato com os atores, então não tenho outras obras deles para comparar, mas achei que eles têm uma química legal até.
Como não acompanho esse ship nem conheço os atores de outros trabalhos, não tenho como dizer se a química deles aqui foi melhor ou pior em comparação a outras séries. Porém, uma coisa que senti foi que os beijos foram bem xoxos.
Como a trama gira em torno de um personagem enganando o outro, eu esperava um grande momento de revelação, daqueles que realmente causam impacto, mas achei que essa parte também ficou bem mais ou menos.
Outro ponto foi o twist principal da história. Desde cedo achei bastante previsível toda a questão da mãe do Gaysorn, do tio do Scent e do que realmente aconteceu no passado. Para mim, teria sido muito mais surpreendente se um dos pais do Gaysorn estivesse vivo, por exemplo. Acabou seguindo exatamente o caminho mais óbvio.
Já o casal secundário foi um grande tanto faz. Os personagens pareciam meio perdidos dentro da própria história. Em vários momentos tive a sensação de que nem eles sabiam a forma que deveriam agir, as vezes pareciam egoístas, mas depois não eram mais. As vezes pareciam querer ajudar mas não de bom grado, mas depois do nada se importavam muito, sei lá.
O último episódio foi tão fraquinho. Sei que não fui a única que pensou que o Scent tinha morrido. Aquele corte bruto na cena dele passando mal não ajudou. Jurava que ele e o Gaysorn estavam se encontrando no além, mas enfim.
Acho que o fato de a série ter apenas 8 episódios pode ter atrapalhado bastante o desenvolvimento. Tudo acontece muito rápido, os conflitos são resolvidos com facilidade e várias situações que poderiam ter tido mais peso acabam passando correndo.
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Não consegui me envolver muito
Eu estava tentando ser aberta a questão fantasiosa da coisa de animais muito específicos virarem gente, mas não sei, não consegui.Os protagonistas são fofinhos juntos, só finalizei por causa deles, mas só isso também.
Os secundários são ok eu acho?
O arco dos caçadores/exploradores de animais lá, achei chatíssimo. Nem considero que trataram o assunto da melhor forma.
Sei que é um Bl conforto pra muita gente, talvez se eu tivesse assistido no início da minha vida de blzeira, teria gostado mais.
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É tudo isso?
Admito que cochilei no primeiro episódio algumas vezes por ter um ritmo diferente, mas depois assisti de forma contínua até o episódio 5 e novamente empaquei e só voltei e terminei de assistir depois de algumas semanas 😬 Então não dá pra dizer que foi uma série que eu não consegui parar de ver, pois senti sim que o ritmo é lento até demais em alguns episódios.Pra começar, acho que esse bl fez um milagre em mim kk
Quem já leu outras resenhas minhas, sabe que eu costumo não me apegar tanto aos casais secundários. Em Khemjira foi a primeira vez que o casal secundário me interessou BEM mais que o casal protagonista. Achei a química do casal principal bem morna em comparação.
Não sei se foi a química entre os personagens Khem e Peem que achei morna ou se foi entre o Namping e o Keng, acho que preciso de outro bl deles para poder bater o martelo.
Já o Jet e o Chan me conquistaram demais, eles tem uma boa química e dinâmica, são fofos. E apesar de eu não curtir o clichê de "Quando tudo se resolver a gente namora", fiquei muito envolvida com eles!
Gostei muito da relação de cumplicidade do trio Khem, Jet e Chan. Achei interessante essa amizade deles que ultrapassou reencarnações.
Falando nisso, também achei interessante as partes das outras vidas dos personagens mas não exatamente essencial principalmente em relação ao irmão do Peem.
Acho que a série foi bem produzida
Trouxeram forte a questão cultural do país, principalmente ligada ao interior da Tailândia, às crenças locais e à espiritualidade da comunidade. Deu pra perceber o cuidado nos detalhes da ambientação, nos costumes e na atmosfera da vila, fazendo com que a cultura não pareça só um detalhe estético, mas uma parte importante da própria identidade da série.
Medo de me massacrarem, mas a verdade é que achei o Khem um protagonista um pouco chatinho, ok que ele obviamente não tem culpa do espírito obsessor estar atrás dele. Mas sinto que ele envolveu demais os outros nos problemas dele, só que ao invés de correr atrás de resolver o problema principal, ele ficava pra lá e para cá cozinhando e limpando como se fosse a própria cinderela. Além de perder muito tempo tentando entender pq o Peem não poderia gostar dele.
Outra coisa que achei meio?? Era quando eles bancavam a turma do Scooby-Doo resolvendo mistérios pra cima e pra baixo no vilarejo.
Algo que me incomodou e que eu sei que não foi só a minha pessoa, foi a questão em relação as mulheres e como elas e suas histórias foram tratadas.
Primeiro o caso do marido que batia na esposa que foi tratado de uma forma tão mas tão qualquer coisa. O cara batia nela supostamente por causa de espíritos malignos, mas tá tudo certo porque a coisa ruim foi embora e por isso ele não vai fazer mais??
Depois o caso da moça com o bebê e (provavelmente depressão pós parto) que o companheiro chifrou, ela foi traída mas ficou parecendo que a culpa era dela sabe?
E o caso da antagonista Ramphueg.
Acho que a história foi um pouco injusta com a Ramphueg, parecia que a história dela meio que era irrelevante, não senti que os personagens sentiram simpatia pelo o que ela passou, não justifica o que ela tentou fazer obviamente, mas senti falta de um pouco mais de sentimento a respeito.
Derramei algumas lágrimas sim, admito. Na parte que o monge se revelou a reencarnação do filho da Ramphueng.
Os roteiristas foram bem espertinhos no final.
Achei inúmeras incoerências no decorrer da história e nas atitudes ou falta delas nos personagens. E o roteiro colocou o Chan pra questionar tudo que passou pela nossa cabeça assistindo. E depois o monge respondendo que as coisas aconteceram dessa forma pois deveriam ser assim, não sei se acho genial ou preguiçoso por parte o roteiro.
Mas enfim, foi uma história diferente e bem produzida. E relevando a questão das mulheres, o que não é bom mas também não acho que seja tão surpreendente assim mulheres serem irrelevantes ou injustiçadas em BLs...
Mas acho que pelo restante, acho que estourou outra bolha no meio BL e foi até merecido ter varrido parte das premiações.
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