Sweet Home
Eu, particularmente, nunca fui fã de tramas do gênero de terror apocalíptico. Mas dei uma chance para este, já que meu ator favorito (alô Song Kang) protagoniza ele e também, queria me abrir para outros gêneros. Para mim, o destaque de Sweet Home é o desenvolvimento dos personagens e da história em si. Achei tudo bem construído e coerente. A narrativa introduz o conceito de desejos humanos manifestados como monstros, explorando a psique e a personalidade dos personagens em meio ao caos. No geral, acho que a série evoluiu ao longo de suas três temporadas, introduzindo novos elementos e personagens, mas nem sempre me senti presa à trama. Talvez duas temporadas pudessem ter sido suficientes, pois notei uma dificuldade em me conectar com a história em muitos momentos, dado pelo excesso de informações e acontecimentos. A ausência de personagens que eu gostava e acabaram não estando nas últimas temporadas também foi um impacto. Mesmo assim, acho que ela finalizou bem! É uma boa série para quem gosta ou quer começar a assistir o gênero pela perspectiva da TV asiática.Was this review helpful to you?
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Dali & Cocky Prince
Dali & Cocky Prince é divertido, cativante e com uma temática muito interessante e diferente. Vivia na minha lista, mas nunca dava play... Me pergunto o motivo de ter demorado tanto! Hoje, ela é uma das minhas comédias românticas favoritas!O casal Moo Hak e Dali são tão fofos e os momentos deles juntos confortam. Moo Hak é de cara um homem engraçado e para Dali, isso é a maior qualidade dele. Ele tem um lado profissional extremamente habilidoso e sabe como ganhar dinheiro, porém é leigo quando se trata de outros conhecimentos e meio bobão. Por isso, ele cativa demais e tira muitas risadas! Dali, por sua vez, é totalmente diferente: ela é culta, elegante, sofisticada e tem um currículo incrível na área de artes. Como fã de personagens femininas fortes, não posso dizer que amei a Dali em todos os momentos: achei ela interessante e bondosa assim como seu pai era, mas ao mesmo me irritou algumas atitudes tomadas (ou a ausência delas). Dali precisava de ajuda mas nunca pedia, era teimosa ao achar que daria conta de tudo e não se posicionava quando era necessário.
No geral, o drama não foca só no romance dos dois: temos cenas hilárias da interação de Moo Hak com outros personagens e temos também muito suspense referente as resoluções do caso da morte do pai de Dali e as ações das várias pessoas que tentavam prejudicar o museu. O desenvolvimento é interessante e existe um equilíbrio muito bom entre o humor, as cenas românticas e as cenas de suspense. Preciso elogiar a cinematografia da história que é linda e cheia de momentos que fazem referência à várias pinturas artísticas. A trilha sonora também é maravilhosa!
Dali & Cocky Prince me prendeu do início ao fim e eu não reclamaria se tivessem mais alguns vários episódios!
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Meet Yourself
Meet Yourself é aquela clássica história de alguém que saiu da cidade grande e foi para o interior em busca de aconchego, acolhimento e ressignificação da própria jornada de vida.A história contada nesse drama é linda, pois explora temas como luto, cura emocional, autoconhecimento e o valor das conexões humanas. Além disso, também enaltece a beleza da vida simples e das relações comunitárias. Os protagonistas são ótimos e tem uma química muito boa juntos. Outros personagens também se destacam com seus dilemas pessoais.
Ao final, senti que algumas subtramas secundárias foram resolvidas de maneira aceleradas e gostaria que o desenvolvimento de alguns personagens tivessem sido diferentes, mas acabei a série com aquela sensação que só uma história de cura e reflexão consegue deixar na gente. O gênero Slice of Life é um dos meus preferidos quando se trata de cinema e TV, e produções asiáticas são experts nele. Meet Yourself se destaca nesse gênero, na minha opinião!
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Bon Appetit, Your Majesty
Uma história com temática interessante e visualmente encantadora, que conquista principalmente pelas cenas de comida, que são bem filmadas, detalhadas e cheias de afeto! Elas são, sem dúvida, a alma deste Kdrama. O cuidado com a fotografia, o som, as cores e até o ritmo da preparação dos pratos me deixaram encantada (com fome hahaha). Os personagens são outro ponto forte. A protagonista é cativante, o rei é engraçado e carismático, e alguns coadjuvantes (cozinheiros, bobo da corte e os amigos do rei) também encantam.A narrativa começa envolvente, mas acaba se tornando apressada e superficial, com muitos pontos pouco desenvolvidos. Finais felizes são bons, mas acho que precisam ser coerentes. Esperava mais.
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Nevertheless
Nevertheless é um K-drama que se destaca dentre tantos outros: no mundo televisivo onde o amor é um conto de fadas, os homens são perfeitos e tudo é maravilhoso, essa história trata das relações de uma forma mais realista, retratando a complexidade dos relacionamentos amorosos e das interações humanas. A história é contada a partir da experiência e visão de Nabi, que narra seus sentimentos detalhadamente, o que me fez ficar fascinada, sem contar que a cinematografia de Nevertheless assim como a trilha sonora são as mais lindas que já vi em um K-drama.Percebo a Nabi como uma mulher carente de afeto, pois tudo o que ela tem além das amigas da faculdade é sua tia, mas a mesma mora longe. Nabi saiu de um relacionamento tóxico recente e tem conflitos na relação com a mãe, se sentindo rejeitada. Quando conhecemos mais dela, percebemos o motivo desse apego e idealização em Jae-eon, que cresce rapidamente conforme eles passam tempo juntos e floresce mesmo que ele tenha comunicado que não tem interesse em namorar, pois Nabi ainda espera isso dele e alimenta uma expectativa interna que a faz mal. Seu erro é não dar um tempo para se curar do antigo e buscar o novo tão impulsivamente, e isso evidencia algumas questões de insegurança na personagem. Jae-eon também carrega dilemas pessoais: possui um relacionamento distante com sua mãe e mora sozinho, o que nos faz perceber que ele também é mais complexo em quesito sentimental do que tem um caráter ruim. O maior problema dele é não perceber que ilude as mulheres nas quais se envolve, e a série apresenta uma analogia utilizando borboletas incrível sobre isso! Jae-eon também se sente confuso quando percebe seus sentimentos por Nabi e passa a entrar em conflito consigo mesmo ao encarar essas emoções.
Em um certo momento na trama pude perceber o porquê de tantas críticas a este K-drama vindo majoritariamente de mulheres que costumam consumir conteúdos sul-coreanos: Nevertheless não segue o estereótipo padronizado comum da Coréia do Sul, onde relacionamentos são perfeitos, inocente e fofos. Pelo contrário, a série nos estimula a refletir sobre as expectativas que colocamos sobre as outras pessoas, a importância da comunicação e diálogo nas relações e de como não basta ter atração e afeto para namorar, na realidade um relacionamento sério exige outras coisas de nós.
Os desenvolvimentos dos personagens coadjuvantes também é um ponto alto do K-drama. Eu amei acompanhar o desenrolar da relação das duas amigas de Nabi, e fiquei feliz que deram espaço para um relacionamento lésbico em uma produção de um país que ainda não fez avanços acerca da comunidade LGBTQIA+. O surgimento do amigo de infância de Nabi vem para possibilitar os esclarecimentos dos sentimentos entre ela e Jae-eon, mas fiquei com dó rapaz no fim das contas. Ele era uma opção mais saudável para Nabi? Talvez, mas ela não manda em seu coração e não controla o que sente, igual a nós espectadores.
Por fim, a lição que fica é: o amor não é perfeito, relações humanas são complexas e envolvem comprometimento e responsabilidade afetiva. O casal no final não resolve todos os conflitos, mas se entregam e se disponibilizam para tentar ser felizes juntos mesmo sem saber se dará certo, e isso é exatamente o que fazemos na vida real: tentamos ser felizes, apesar de tudo…
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If You Wish Upon Me
If You Wish Upon Me tem uma história sensível, bonita e acolhedora. É, em alguns momentos, um pouco pesada e tem acontecimentos que realmente impactam, mas ao mesmo tempo causa aquele quentinho no coração e ao terminar, senti gratidão pela existência desse drama.A história como um todo é muito preciosa! Temos momentos lindos e emocionantes envolvendo os pacientes e a jornada de Gyeo Re certamente é emocionante. Seu afeto pelo “filho”, seu cachorrinho, seus avanços conforme lida com sentimentos humanos e pessoas vulneráveis e a fé e confiança que os trabalhadores do centro de cuidados colocam em cima dele o faz ressignificar sua jornada e sua relação consigo mesmo, buscando superar todas as suas dificuldades e traumas e se abrir para a felicidade. Os personagens coadjuvantes são incríveis também!
A trama carrega, episódio após episódio, uma reflexão diferente sobre a vida e a morte e sobre como a empatia e solidariedade muda a vida das pessoas para melhor, podendo alcançar até os que já não tem fé na vida. Um viva a todos os atores maravilhosos do elenco, mas sobretudo ao Ji Chang Wook que é tão versátil e tem olhos marcantes, transmitindo com tanta potência as emoções que uma pessoa como Gyeo Re sente.
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The Worst of Evil
Ação e suspense raramente chamam minha atenção, mas The Worst of Evil conseguiu me prender do começo ao fim.O que mais me marcou foi a transformação gradual do Jun-mo. No início, ele aceita uma missão de infiltração acreditando que conseguirá manter a separação entre sua identidade e o personagem que precisa interpretar, porém quanto mais tempo passa vivendo como outra pessoa, mais difícil se torna distinguir onde termina a mentira e onde começa a verdade. Até que ponto o falso se torna real?
Apesar de ter gostado muito da conclusão do drama no geral, admito que o encerramento me pareceu apressado. Depois de uma construção tão cuidadosa ao longo dos episódios, alguns acontecimentos finais se resolveram rápido e com algumas pontas soltas.
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Go Ahead
Eu amo histórias com a atmosfera de Go Ahead! Talvez tenha criado algumas expectativas e por isso não consigo dar um 10. Confesso que gostei mais de quando era uma história sobre três crianças/adolescentes crescendo juntos do que quando se tornou uma história sobre reconciliações na vida adulta.O maior acerto do drama está na família que se forma ao redor do pai Li. Eu amei esse personagem, facilmente um dos melhores pais que já encontrei! Os três irmãos tem uma relação muito especial e os momentos deles juntos me aqueceu o coração! Ziqiu foi o que mais me emocionou. Mesmo sendo profundamente amado, ele cresce acreditando que precisa merecer o lugar que ocupa naquela família. Eu gostaria que ele tivesse recebido um desenvolvimento romântico próprio, pois senti que ele merecia encontrar alguém que o escolhesse da mesma forma que ele sempre escolheu os outros. Também gosto da Jianjian, principalmente da sua versão jovem espontânea, engraçada, otimista e cheia de energia.
Infelizmente, nem todos os arcos funcionaram da mesma forma para mim. A história de Ling Xiao foi aquela com a qual menos consegui me conectar. A mãe dele permaneceu como uma presença sufocante praticamente em todos os episódios, e o mais frustrante foi ver que ninguém conseguia estabelecer limites claros para ela, inclusive ele mesmo. Ao final não senti que ela teve uma transformação real. Seu pai era mais ausente, e também não vi tanta mudança nele. Acho que por isso essa parte da história me cansou mais do que emocionou. O romance também foi um dos pontos mais fracos para mim. Não que eu fosse contra o casal, mas porque senti que a construção foi desigual. Percebia sempre os sentimentos de Ling Xiao, mas pouco a transição emocional de Jianjian. Em diversos momentos, parecia que ele gostava muito mais dela do que ela dele. Além disso, o triângulo amoroso me pareceu desnecessário.
No fim das contas, seria injusto ignorar tudo o que o drama faz de extraordinário. Seus melhores momentos são extremamente emocionantes, seus personagens centrais são memoráveis e sua mensagem sobre família encontrada permanece muito bonita. Go Ahead não foi o que eu esperava que fosse do começo ao fim mas me deu alguns personagens inesquecíveis e muitos momentos fofos!
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Meet Me After School
História complexa e que me deixou sentimentos muito misturados. Não é uma história romântica fofa ou confortável de assistir, pelo contrário, ela incomoda porque trabalha uma situação moralmente errada.O que mais me marcou foi a jornada do protagonista, Akira. Ainda jovem, ele toma atitudes impulsivas, egoístas e movidas por sentimentos intensos, como qualquer adolescente apaixonado poderia fazer. Mas o que gostei foi perceber o amadurecimento dele ao longo da história. Conforme cresce, ele parece entender melhor o peso das consequências, não apenas para si, mas também para as pessoas ao redor.
Já a protagonista me causou raiva. Apesar de admirar o amor dela pela profissão e de ter torcido pelo seu recomeço, senti falta de mais posicionamento e maturidade diante das situações. Confesso que nem entendi direito de onde surgiram os sentimentos dela pelo Akira, mas ela foi extremamente permissiva e não impunha limites nele. Mesmo diante de seus sentimentos, o envolvimento deles era errado e ela deveria saber disso. Ela era a única adulta ali, mas ela imatura e inconsequente.
Para mim, foi muito mais um drama sobre amadurecimento, consequências e sentimentos complicados do que propriamente um romance. É uma daquelas histórias que fazem pensar bastante depois que acabam.
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Dream of Golden Years
Eu amei Dream of Golden Years do episódio 01 ao 35! hahahahaXiaolan é, sem dúvidas, a melhor parte da história: uma garota inteligente, determinada e extremamente carismática. Foi bonito acompanhar sua jornada de crescimento, assim como ver as pessoas ao redor dela evoluindo também. O drama tem um senso de comunidade muito forte: família, amizades, trabalho, sonhos — tudo parece vivo e cheio de afeto. Amei todos os personagens e torci muito por eles. A mãe dela, os tios e a dona Yu tem meu coração!
A ambientação dos anos 80 é ótima. Ver a transformação da cidade, das roupas, dos cenários e da vida dos personagens trouxe uma sensação quase nostálgica, mesmo sendo um tempo que nunca vivi (e em um país distante). A fotografia, a trilha sonora e a estética geral são muito bem construídas. Nem sempre eu penso nas partes técnicas quando avalio algo que assisti, mas aqui é tão bem construído que preciso falar!
Apesar de ter algumas escolhas narrativas que me frustraram ao longo do caminho, como por exemplo o excesso de tramas que nem sempre se amarravam e o final ambíguo e agridoce, foi uma jornada que valeu muito a pena acompanhar. É um drama que me conquistou desde os primeiros episódios pela atmosfera acolhedora, pelos personagens cativantes e pela sensação constante de acompanhar uma vida sendo reconstruída aos poucos. Memorável!
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Ao Haru Ride 2
Só vi o 2 para finalizar a história mesmo não tendo amado de paixão a primeira temporada. Foi um final satisfatório. Gostei de ver os protagonistas juntos ao encerrar a história, mesmo sabendo que foi um pouco frustrante o caminho para que eles pudessem finalmente namorarem. Na primeira temporada tivemos o Kou sendo meio imaturo e nesta, tivemos a Futaba negando seu afeto pra si mesma. Foi um caminho longo, mas um final satisfatório para eles e também para os coadjuvantes!Was this review helpful to you?
Ao Haru Ride
Ao Haru Ride tem uma atmosfera aconchegante e leve, com aquela sensação de juventude silenciosa e cheia de sentimentos.Gostei muito da Futaba, achei ela uma menina cativante e madura. A amizade dela com as duas outras personagens femininas é algo muito bonito, pois as três são pessoas diferentes mas conseguem manter a conexão. A história se desenvolve rápido demais no início. O Kou, apesar de ter um contexto emocional forte, me incomodou bastante, achei ele muito arrogante e imaturo. O desenvolvimento deles me deixou meio frustrada, embora era previsível.
No fim, é um drama gostoso de assistir. Para mim, funciona melhor como uma experiência leve do que como uma grande história de amor. Assisti ele inteiro antes de dormir, e é fácil pois os episódios são curtinhos!
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Unveil: Jadewind
Ultimamente tenho gostado de assistir cdramas de época que têm como temática principal a investigação de crimes. Comecei esse sem tantas expectativas e sabendo que provavelmente não desenvolveriam tanto o romance da trama.Um dos maiores acertos é a protagonista forte e astuta. Ela é movida por desejos de se vingar contra quem fez mal à sua família e também contra as injustiças. O protagonista masculino tem aquele mesmo arquétipo que a maioria dos protagonistas masculinos de drama de época tem, um homem sério e com um ar misterioso, previsível, mas ele tem seus encantos. Gostei do romance dos dois. Enquanto o enredo principal avança pelos casos, o relacionamento avança pelos silêncios e gestos. Todas as cenas deles eram bem construídas e com muita química entre os dois, eu não esperava isso então foi uma boa surpresa! Sobre o que eu esperava, posso dizer que me decepcionei um pouquinho: o resto da história é envolvente mas senti que não alcançou todo o potencial que tinha para alcançar. Muitos personagens ficaram sem um bom desenvolvimento, muitos acontecimentos da reta final para mim foram contraditórios, a vingança não foi tão bem executada e nem sempre gostei de todos os casos, na verdade me senti um pouco confusa porque eram muitas coisas ao mesmo tempo. Tinha o paralelo dos casos a serem resolvidos e do próprio passado da protagonista sendo desvendado ao mesmo tempo. Não sei se souberam conduzir bem a história. Mesmo assim não foi uma perda de tempo, gostei de acompanhar. Só não me marcou.
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Shadow Detective
Tenho gostado muito de dramas republicanos. Shadow Detective foi um achado, pois é ambientado na era republicana chinesa e combina mistério criminal e uma atmosfera sombria muito envolvente!O protagonista é bem construído e a protagonista feminina também apresenta um bom desenvolvimento ao longo da história. Os personagens coadjuvantes são ótimos. O ritmo é geralmente consistente, embora o mistério possa parecer um pouco previsível em alguns momentos e algumas escolhas narrativas não fizeram muito sentido para mim — ou a forma como foram executadas.
Mesmo com alguns tropeços no desenvolvimento da história, o drama mantém um tom interessante e uma ambientação que fortalece a narrativa. No geral, valeu a pena!
Bonus: Wang Xingyue tá explodindo de lindo aqui! Haha
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Footprints of Change
Comecei esse aqui só pelo Cheng Lei mas fiquei pois ele foi uma surpresa muito boa! A proposta de acompanhar diferentes gerações de pessoas ligadas ao mesmo lugar (a casa em Xangai) é muito interessante. Achei que eu ia estranhar a mudança dos personagens, mas todos conseguem cativar. Essa mudança também mostra que o tempo passa, as pessoas mudam e o mesmo local permanece ali, carregando várias histórias.No geral, é um drama sensível sobre o tempo, que nos atravessa. Acabei gostando mais do que imaginei, e virei fã de histórias da época republicana da China!
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