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Fantástico
Drama impressionante, cheio de reviravoltas, sem ter certeza de quem era o malvado por trás de tudo.Que drama, senhoras e senhores!
Fui pega de surpresa desde o início, Zhou Yiran então, gatissímo e atuou muito bem.
Amei tudo, nada a reclamar, um drama nota 1000.
A corte me trouxe uma ideias inovadoras, para talez segundo livro.
Se você gosta de livros inspirados na Dinastia Tang, leia DANÇA DA NEVE, na Amazon Kindle.
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Great potential, but little time to develop it properly.
The first few episodes were great. I was totally hooked by the plot! There was so much being built up and happening that it was impossible not to get completely absorbed in the storyline.But then, I felt that towards the home stretch, things started to feel too rushed; there were important scenes that simply seemed to have been cut. And despite the good cinematography, I believe *Ashes to Crown*'s biggest problem is the lack of time for development.
It was a really good plot, but there are loose ends. The characters and the storyline had potential, especially the female lead. She was intelligent and played the court game well, yet she also suffered and faced hardships, which made it easy to empathize with her. However, I think both she and the other characters could have been much better developed, explored, and fleshed out.
Deng Yi, for example. He was an interesting character, but no other aspect of him was explored beyond what was explicitly stated. His relationship with his mother could have been explored and built upon to further his character development. I also have to admit I thought he would have a romance with Chu Zao's cousin. Perhaps I was simply mistaken? Not to mention I was confused when he suddenly switched to Chu Zao's side after having conspired with Xiao Xun. And yes, I know it was said he did it so the female lead would spare his mother, but... knowing the older woman was innocent, wouldn't she have spared her anyway? Deng Yi is a character with potential. He has a strong bond with his mother, his weak point, which humanizes him, unlike Xie Yan Fang. I believe that aspect should have been utilized for a narrative arc.
Xie Yan Fang and Xiao Xun are total villains; they don't seem to have empathy for anyone. In fact, they are ready to eliminate anyone who stands in their way. However, I also feel that these characters lacked depth and exploration.
Although—I must admit—it was interesting and intriguing to see these three, along with the female lead, navigating the court's political games, I felt that even this aspect, specifically after she returned from the border campaign—was rushed.
Finally, I also felt the absence of more characters. Even though the plot moved forward with the main cast, there were practically no subplots involving secondary characters.
Another thing that confused me was the storyline regarding the female lead's mother. She appeared and died just as quickly, sacrificing herself in a predictable manner. I found it unnecessary. If the drama didn't have the time to deepen and develop the relationship between her and her mother, it would have been better to leave that part out and focus on more important plot elements.
Xie Yan Lai was a good male lead. He was brave and protective of the female lead, yet not invincible, which was a positive point. Just as we were introduced to the female lead's past, we were also shown his history and his relationship with his brother, Xie Yan Fang. However, he simply disappears for a significant amount of time after becoming a border general. I got the impression that he underwent some character development, but it was barely explored because he was absent for so long.
Aside from all that, the performances by both the main and supporting casts were excellent! Chen Du Ling truly delivered a great performance, especially in scenes such as when she killed Xiao Xun, when she died for him before being reborn, and when she struck Xie Yan Fang with the poisoned knife. Personally, I have absolutely no complaints about her or anyone else in the main cast. I will certainly be keeping an eye out for future productions featuring these actors.
Both the vocal and instrumental soundtracks were excellent, as was the direction, which took us through stunning natural landscapes. I also assume the budget was limited, which explains the low episode count and the shortcomings in certain aspects of character design and set construction. It was evident that corners were being cut—particularly regarding the omission of scenes like battles—and I also got the impression that there was a lack of extras at times.
Overall, *Ashes to Crown* focuses heavily on court political intrigue but lacks the time for development and greater depth—both regarding its characters and aspects of the plot itself. Nevertheless, it is worth checking out for its positive qualities.
Now in my native language, Brazilian Portuguese:
Os primeiros episódios foram ótimos. Fiquei totalmente fisgada pela trama! Era tanta coisa sendo construída e acontecendo que ficava impossível não se sentir absorta em meio ao enredo.
Mas então, senti que lá pela reta final, as coisas começaram a ficar apressadas demais, havia cenas importantes que simplesmente pareciam ter sido cortadas. E, apesar de ter uma boa cinematografia, acredito que o maior problema de Ashes to Crown é a falta de tempo para o desenvolvimento.
Era uma trama muito boa, mas há pontas que parecem ter ficado soltas. Os personagens, bem como o enredo, tinham potencial, principalmente a protagonista feminina. Ela era inteligente e jogava bem o jogo da corte, mas também sofria e passava por dificuldades, o que gerava uma empatia por ela. Porém, eu acho que tanto ela, quanto os demais personagens poderiam ter sido tão bem melhor desenvolvidos, explorados e aprofundados.
Deng Yi, por exemplo. Ele era um personagem interessante, mas simplesmente não teve nenhum outro aspecto explorado além do que foi dito sobre ele. A relação dele com a mãe poderia ter sido explorada e construída para um desenvolvimento de personagem. Aliás, também confesso que pensei que ele teria um romance com a prima de Chu Zao. Talvez, eu tenha simplesmente me equivocado? Sem contar que também me senti confusa, quando ele de repente passou para o lado de Chu Zao, após ter conspirado com Xiao Xun. E sim, sei que foi dito que ele fez isso para que a protagonista feminina poupasse a mãe dele, mas...ela sabendo que a idosa é inocente, não a teria poupado de qualquer maneira? Deng Yi é um personagem com potencial. Ele tem uma forte relação com a mãe, o que é seu ponto fraco, é isso o humaniza, ao contrário de Xie Yan Fang. Acredito que tal coisa deveria ter sido usada para um arco narrativo.
Xie Yan Fang e Xiao Xun são vilões completos, eles não parecem ter empatia por ninguém. Na verdade, estão prontos para eliminar quem ficar em seu caminho. No entanto, eu também acho que faltou profundidade e exploração nestes personagens.
Embora, devo dizer, tenha sido interessante e intrigante ver estes três, junto com o FL, no jogo politico da corte, eu senti que até mesmo isso, após ela voltar da campanha na fronteira, foi apressado.
Por fim, também senti falta de mais personagens. Mesmo que a trama se movimentasse com o elenco principal, não tinha nenhuma outra subtrama com personagens secundários, praticamente.
Outra coisa que me deixou confusa foi a história da mãe da protagonista feminina. Do mesmo modo que ela apareceu rápido, ela morreu rápido, se sacrificando previsivelmente. Achei desnecessário. Se o drama não tem tempo para aprofundar e desenvolver a relação dela com a mãe, então era melhor deixar de fora está parte para poder focar em coisas mais importantes na trama.
Xie Yan Lai, foi um bom protagonista masculino. Eles era corajoso e protegia a protagonista feminina. Mas não era invencível, é isso foi um ponto positivo. Do mesmo jeito que fomos apresentados ao passado da protagonista feminina, também como nos mostraram o passado dele e sua relação com seu irmão, Xie Yan Fang. Mas ele simplesmente some por um tempo muito significativo, após virar general da fronteira. Eu tive a impressão de que ele teve um certo desenvolvimento de personagem, mas foi muito pouco explorado, porque ele sumiu.
Fora todas estas coisas, a atuação do elenco principal e do elenco de apoio foi ótima! Chen Du Ling realmente entregou uma ótima performance, principalmente em cenas como quando ela matou Xiaoxun, quando ela morreu por ele, antes de renascer, e quando ela cortou Xie Yan Fang com a faca envenenada. Na verdade, particularmente, não tenho reclamação dela ou do de todos do elenco principal. Certamente ficarei atenta as próximas produções em que estes atores estiverem.
Tanto a trilha sonora cantada quando a trilha sonora instrumental foram excelentes, bem como a direção, que nos levou por cenários naturais belíssimos. Também presumo que o orçamento foi limitado, por isso foram feitos tão poucos episódios e faltaram algumas coisas em certos aspectos da caracterização e contrução de cenário. Dava para ver que de alguma maneira havia algo sendo economizado, principalmente devido ao corte de certas cenas, como as de batalha. Além disso, tive a impressão que as vezes faltava figurante.
No geral, Ashes to Crown foca bastante na intriga política da corte, mas carece de tempo para desenvolvimento e mais profundidade, tanto em seus personagens quanto em aspectos da própria trama. No entanto, vale a pena dar uma olhada pelos pontos positivos.
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Chen duling and zhou yiran
Bgus banget. Suka dma chen duling dan zhou yiran.. villan nya juga bgus banget acting nya.. plot twist, lagunya, costumnya sngt2 bgus.. costumnya cntik2.. hrp drama ini sentiasa Naik dan rate nya bnyk.. hrp bnyk yang suka.. meakup nya jugk bgus2 . Ep awal dudu msih imut, trus udah di disakiti , mukanya langsung dewasa gituWas this review helpful to you?
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desencanto
Tenía muchísimas expectativas con esta serie porque la premisa de una protagonista que regresa a la vida con sed de venganza me parecía espectacular. Sin embargo, la realidad terminó siendo muy diferente y, siendo sincera, la terminé de ver casi por puro compromiso porque hacía bastante tiempo que me había desenganchado por completo de la historia. El gran problema fue que, cuando nos prometen una serie con romance, esperamos que tenga justamente eso más que otra cosa, pero aquí se centraron muchísimo más en los problemas del Reino que en la pareja principal. Para colmo, el manejo de los antagonistas dejó mucho que desear: al villano por el cual ella regresó a vengarse casi ni lo mostraron en pantalla, prefiriendo enfocarse en los otros dos. Ya puro al final de la serie es que se muere uno de los tres villanos, y el capítulo de cierre se centra casi por completo en el villano que hacía falta, dejándonos las escenas de la pareja literalmente para los últimos minutos.A pesar de todo esto, algo que realmente le rescato a la serie —y que me pareció muy original— es que es la primera vez que veo que involucran tanto a un emperador que es un niño; supieron construirlo como alguien que sabe del tema gracias al apoyo de su protectora, en lugar de hacerlo ver débil e inútil como siempre suelen hacer en otras historias. De hecho, la parte donde ella le enseña a él a defenderse fue, sin duda, de mis favoritas. Es una lástima que, con detalles tan buenos y una trama con tanto potencial, la historia principal se haya diluido en tantos conflictos políticos, dejándonos con promesas rotas y un final muy apresurado para los protagonistas.
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Empoderamiento y venganza
Este drama nos cuenta cómo la vida le da una segunda oportunidad a nuestra protagonista Chu Zhao para no terminar trágicamente perdiendolo todo; y ella la toma con fuerza y con gran ímpetu decidida a cambiarlo todo.Es una historia llena de conspiraciones políticas, venganzas, alianzas y traiciones, donde las batallas se ganan con astucia, no con fuerza. Me gusta mucho que Chu Zhao es una mujer decidida, que aprende de sus errores y lucha para protegerse a ella y a su familia, que no le importa ser tachada como una mujer malvada, calculadora y cruel, porque con quienes lo merecen realmente lo es; ella no se viene con juegos, tiene sus estrategias muy bien planeadas y aunque sus enemigos creen que pueden manipularla, es ella quien mueve los hilos de sus destinos. Pero tampoco es perfecta, comete errores y así como es cruel con quienes le han hecho daño o se meten en su camino, a veces también lo era con las personas que más quería, por desesperación, por sentirse sola y traicionada, pero luego al darse cuenta que les está haciendo daño a quienes no lo merecen, cambia su actitud y entiende que ellos también son humanos, que cometían errores, pero en sus corazones solo querían lo mejor para ella. Jiu es un chico solitario, y de quienes los primeros que le enseñaron a que no podía confiar en nadie es su propia familia; pero desde que conoce al padre de Chu Zhao y a ella, se da cuenta que hay personas leales; y él se convierte en el compañero más leal de Chu Zhao, siempre está ahí para ella, no la juzga, pero si la aconseja cuando está a punto de sentirse pérdida, incluso cuando ella se equivoca y lo lástima, él la entiende y jamás la deja desamparada; me gusta que tenían un entendimiento tácito y que a pesar de las distancias, siempre sabían que podían confiar el uno en el otro, en medio de un mundo lleno de conspiraciones y gente desleal.
Xiao Xun, Yan Fang y Deng Yi eran hombres completamente malvados llenos de una sed de poder enorme y llenos de artimañas, manipulaban a todo el mundo a su antojo sin importarles las consecuencias, si esto significa un peldaño para alcanzar sus objetivos; a pesar de que eran tan malos, no podía odiarlos del todo, de alguna manera sentía admiración por su astucia y por la manera en que se la jugaron hasta el final, incluso Yang Fang después de perder el juego, se fue a su estilo; definitivamente fueron unos grandes villanos, porque tenían una personalidad bien marcada, y a pesar de ser varios, cada uno tenía su toque que los hacía especiales y distintivos 😈
Me gustó el final, que después de tantas guerras y caos, nuestros protagonistas pudieran tener una vida mucho más pacífica y feliz; aún tenían un camino largo a construir, pero ya habían dado de todo por la seguridad del reino y era su momento para disfrutar de los placeres de la vida. Realmente es una historia interesante y entretenida, llena de empoderamiento femenino y de luchas para lograr alcanzar un mundo mucho más justo.
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Dalle ceneri alla noia: la storia di una fenice che resta a terra.
Drama che non si presentava come niente di particolarmente eccezionale, ma che avevo messo in conto di guardare per via della presenza di Zhou Yi Ran. I primi episodi apprezzabili, qualche inquadratura ad effetto, un barlume di curiosità, una buona impressione generale. Tra tutte le tematiche messe sul piatto, il rapporto padre-figlia è stato sicuramente quello che ha avuto maggiore presa: il senso di colpa di Chu Zhao è stato trasposto davvero bene, rispecchiando il difficile conflitto che spesso si genera tra genitori e figli.Il primo episodio ricorda molto il meccanismo già visto in "Blossom": mostra un futuro infausto che viene però riavvolto, regalando alla protagonista una seconda chance per compiere scelte diverse. Niente di nuovo, insomma.
La noia - ahimè - si palesa già verso il quinto o sesto episodio, troppo presto per riuscire a stringere i denti fino alla fine della serie. La protagonista non è un concentrato di simpatia e il suo sviluppo è decisamente forzato: siccome è figlia di un valoroso generale, deve essere automaticamente un'abile stratega? Non solo, è vissuta per volere del padre lontano dalla capitale e quando, sfidandolo, la raggiunge diventa subito esperta di intrighi di corte e macchinazioni politiche, tanto da divenire principessa e avere niente meno che il giovanissimo erede al trono che praticamente pende dalle sue labbra. Davvero poco credibile. Rispetto al romance, l'ho trovato tremendamente tiepido, probabilmente anche per via della caratterizzazione del personaggio interpretato da Zhou Yi Ran, attore che ho apprezzato in alcuni lavori in passato ma che, col passare degli anni, trovo sempre più confinato in un ruolo che sembra sempre lo stesso: il suo protagonista è sempre quell'anima triste e infelice, silenziosa e schiva, un giovane con un triste e difficile passato, la solita raffinata malinconia che sa ben trasmettere con lo sguardo, quell'aria stoica che sembra voler celare un'eterna sofferenza. E' un attore a suo modo molto elegante, ma inizio a temere anche poco versatile. In questo drama, in particolare, non riesce proprio ad emergere e molti sono gli episodi in cui sembra più che altro relegato a un ruolo di contorno. La vicenda si sviluppa in modo prevedibile, quelli che dovrebbero essere degli incredibili colpi di scena non lo sono affatto (vedasi l'identità della madre) e la schiera dei cattivi è fin troppo affollata per poterne apprezzare meritatamente uno.
A livello tecnico l'investimento economico c'è anche stato, ed è quasi un peccato perchè dato il risultato è stato un po' uno spreco. Ed è così che "Ashes to crown", invece di una rinascita epica, mostra sostanzialmente una fenice che resta a terra e non decolla mai. L'unica cosa che si solleva dalle ceneri di questo drama è tanta - evitabilissima - noia.
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