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Meia dúzia de adolescentes no cio!
Quem diria que, com quase 30 anos (tenho de me relembrar todos os dias), me ia divertir tanto com um drama a retratar a vida de 6 adolescentes. Não tenho saudades nenhumas da minha adolescência mas fez-me querer voltar só para encontrar-me com o antigo eu e dar-lhe um malho de porrada para acordar p'ra vida!Juro que sou uma adulta!
Vim, novamente, arrastada por um reel. Tirando o primeiro ML, o cast não me dizia nada. Acho que o segundo "casal" foi o que me agradou mais, não só pelo plot (quem não gosta de um Friends to Lovers) mas também pelos momentos em que me identifiquei, mesmo agora!
Props: para os braços do segundo casal, sofreram bastante durante 3 episódios!
Conclusão: é curtinho, tem só 7 episódios de 30/35 minutos e, oiçam só... Pela primeira vez, NÃO DETESTEI um mini k-drama e QUERIA MAIS!
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Revamp: A História dos Mortos-Vivos
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Esperava mais
2025 é o ano em que a Tailândia e a Coreia do Sul resolveram investir em séries de fantasia dedicadas ao tema dos vampiros.REVAMP não era uma promessa de grande produção, uma história mais simples que tinha como objetivo ser mais comédia.
Mas, mesmo tendo uma proposta tão mais simples ainda não consigo perceber como podem ter entregue um trabalho mais ou menos. Eu gosto muito do elenco e sei que são ótimos atores, mas em REVAMP as atuações estão muito fracas. As cenas de luta do Aun estão mesmo muito ruins, uma coreografia que não tem sequência equilibrada entre quem bate e quem apanha, obviamente que esse é um erro mais de direção do que de atuação. O Prem estava completamente sem foco, parecia pouco a vontade no personagem, intimidado. A química de atuação entre ele e o Boun sumiu completamente, parecia que os dois estavam brigados e foram forçados a atuar juntos, nem de longe lembra a parceria que eles já fizeram em outras séries. A grande surpresa da série é a atuação do Barcode que está impecável em todos os momentos, enquanto seu personagem transita entre pseudo vilão, revoltado, magoado e menino fofo carente, além dos efeitos especiais que realmente ficaram muito bons.
O episódio final também está mal construído e pouco aproveitado o personagem do Dunk. No geral da série toda, o roteiro tem muitas falhas.
Mas, recomendo para sair um pouco da rotina.
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Os primeiros episodios me pegou bastante, achei interessante a historia, os protagonistas, e realmente foi bem legal assistir, mas a 1 metade foi tao legal que as espectativas eatavam altas.No meio começou a ficar arrastado, so enchendo linguiça, nos episodios a frente eu comecei a acelerar as partes com flash-backs repetidos e com enrolação.
O casal é encantador e cativante, mas os secundarios são bem inuteis na historia. O final foi bem sem sal.
Maas eu gostei kk acho que 7 é uma boa nota, pelos protas, pelas atuações e pela historia.
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A nota diz tudo...
Não sei se era por estar de TPM ou simplesmente ser emotiva, chorei baba e ranho!A história deixa-te revoltada, angustiada, faz-te sentir empatia e sobretudo questionar o que farias se estivesses no lugar da personagem. Definitivamente, o meu desfecho não seria muito diferente (talvez mudaria a parte final, já que algumas decisões que ela tomou a meio da história eu também mudaria)!
Uma coisa é certa: não há nada melhor que te ajude a superar tudo e todos do que uma verdadeira amizade! Todos os que a têm, são sortudos e deviam aproveitar mais dessa valência.
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os brutos também amam? (queria o meu tempo de série de volta)
começo pelo ponto forte da série: atuação: a china sabe formar bons atores. e aqui termina o ponto forte da série rs.eu gosto de amores brutos, rudes e frios. o clima e a narrativa da série tinha tudo para explorar e lapidar um bom romance nesse contexto. como disse anteriormente: o trabalho dos atores principais e coadjuvantes, tão natural, permitiu uma vibe íntima e simples bastante cativante que facilmente poderia fazer dessas uma boa história de amor --- amor entre meninos de escola, claro, mas ainda assim. foi por este motivo, e apenas este motivo, que assisti, bastante contrariada (por que faço isso comigo?) a série inteira. de outro modo, como eu poderia ter acompanhado a história de dois personagens chatos, ridículos, enfadonhos, brutos, unidimensionais? coisinhas que só boas atuações chinesas conseguem lograr.
até hoje dou risada amargurada com isso: esta série me fez assistir a história de dois caras que eu julguei detestáveis, de inicio ao fim, e por isso merece uma rodada de aplausos. mas só por isso mesmo. não vi enamoramento ou amor bl em lugar algum da história dos dois. amizade (bromance)? talvez, mas há controvérsias. particularmente, adoraria ter um amigo que ajudasse a mim e minha família em momentos de dificuldade. mas eu buscaria uma ordem de restrição, caso este mesmo amigo me drogasse a bel prazer. em certo sentido, é possível argumentar sobre "coisas de adolescentes". mas esta série não é 'skins' --- gu hai é o único que saiu agindo de forma admitidamente abusiva com alunos e professores e cuidadores ao seu redor, com a justificativa de que ele era um garoto oprimido pelo desamor do pai. o típico personagem "de personalidade forte" intragável. bonitinho mas ordinário. mesmo se eu fosse analisar a série por uma perspectiva bdsm (eu amo analisar as coisas por uma perspec bdsm), addicted (heroin) é muita bagunça (e bdsm não é bagunça). para tudo existe limite. gu hai não é dominador - ele é controlador e manipulador. poucas coisas são mais brochantes do que a narrativa "eu odeio/maltrato todo mundo menos você", porque isso significa tolerância com abuso. bao luo yin, por sua vez, além de passivo, foi o personagem mais sem sal mais sem consistência mais patético da série (e da história de séries que já assisti). a única posição que ele tomou seriamente foi o seu ódio para com a sua mãe biológica. de início ao fim, ele foi uma marionete - indo com o fluxo dos desejos alheios. muito chato. antes, ele tinha um amigo. depois. esse amigo que se foda enquanto sofria bullying de seu chamado 'interesse romântico'. que cara ovo mole. ele não fez nada importante que não tivesse sido fortemente influenciado por gu hai ou pelo seu pai ou qualquer outra pessoa. até mesmo na resolução de conflito com gu hai, o pai dele é quem tinha que dizer a ele o que pensar ou fazer (detesto este tipo de coisa em histórias de romance. o personagem não tem autorreflexão? sempre tem que vir alguém para puxar o saco do interesse romântico? sem falar que era suspeito, porque o pai vivia recebendo favor do tal "menino de ouro" que era o gu hai).
a quimica entre os atores? cem por cento presente, não posso negar. mas não havia nada de amor ou romance na narrativa. li em algum lugar que "gu hai queria pica e não sabia como pedir" --- a mais pura verdade. podia ser a resenha da série, com o acréscimo de: não sabendo como pedir pica, gu hai foi assediar bao luo yin. antes de assistir a série, eu havido lido, nos gatilhos, um "consentimento duvidoso", mas de fato, tudo o que assisiti foi puro assédio. foi muito estranho e incômodo e irritante. bao luo yin nunca pareceu ter qualquer tesão qualquer crush qualquer enamoramento por gu hai. o 'romance' deles foi muito forçado: unilateral, até as ultimas consequências. o gu hai literalmente raptou o outro!!!! o que, sinceramente, me fez rir hhahahah de tão absurda a narrativa.
então há o retrato de personagens femininas: desprezivo. as mulheres são tidas como irritantes ou loucas ou infantis ou vagabundas --- e sempre, verdadeiramente simples. nossa. foi muito mal escrito. dá pra sentir o cheiro de homem reunidos em roteiro e direção de longe.
foi uma pena a série ter sofrido a censura chinesa que sofreu, isto é inegável. e o que os atores sofreram com isso também - terrível. mas a série, em si... pelo amor de deu. PELO AMOR DE DEUS!!!!! queria o meu tempo de volta!!! os brutos também amam, mas não é bem assim
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Fofinho e dark ao mesmo tempo
Deve ser o primeiro drama com mafia envolvida que vejoUltimamente, ando muito numa vibe de “fofinhez” e este drama não foi exceção. À semelhança de muitos dramas anteriores, fiquei mais entusiasmada com o casal secundário, apesar das circunstâncias da relação deles serem meias fucked up.
O cast não é muito reconhecível, pelo menos para mim. Tirando alguns atores das personagens secundárias, não vi um único drama com os atores principais, por isso, este até foi um bom ponto de partida para ficar a conhecer o trabalho deles. Alguns pontos podiam ser melhorados, na minha opinião, mas é uma boa recomendação para novatos dos k-dramas.
Props: para o Kim Hyunjin, o sorriso de cachorrinho dele matou-me!
Curiosidade: em Novembro não bati o recorde de “mais dramas vistos num mês” e em Dezembro vou continuar a não conseguir. O meu objetivo principal deste ano é atingir “100 dramas vistos desde sempre” e este foi o 99º.
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Não esperava isto!
Meio que um Death’s Game 2.0...?Não tenho mais nada a acrescentar senão genial! Devo admitir que ao início não sabia onde isto ia parar, mas à medida que fui avançando na narrativa, começou tudo a fazer sentido e até fiquei com a lágrimazinha no canto do olho no último episódio. Não é perfeito, tem os seus “porém” mas, o facto de nos deixar a matutar sobre o desfecho e como reagiriamos na mesma situação, faz com que seja para mim um dos melhores que vi em 2026 até agora.
O cast era igualmente genial: Park Boyoung (umas das melhores atrizes de sempre), Kim Seolhyun (de AOA), Lee Jungeun (só mais um pra lista) e Um Taegoo (My Sweet Mobster) são alguns exemplos. Deveras impressionada com a atuação de Ju Jihoon e espero ver mais em The Remarried Empress (que entretanto, também está na minha TBW e aguardo ansiosamente pois a coisa promete).
Props!: obviamente para o Max (o cão), porque já sabem os meus critérios!
Curiosidade: É de mim ou os dramas estão a ficar cada vez mais curtos? Começo a sentir um conflito interior (não sei se se lembram mas aqui a je odeia mini-dramas).
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Crítica
Cdrama não é ruim, mas poderia ter sido muito melhor, focaram demais na areia profissional e pouco no romance, os personagens dos protagonistas eu amei, tinha muita química, muito engraçados, mas queria ter gostou mais eles juntos como casal assumido, deveria ter tido o casamento deles também, foram que fiquei triste por o protagonista não ter conhecido o pai da protagonista, com relação aos secundários, achei chata ambas as histórias, o ex da protagonista deveria ter sofrido mais, e acho também que teve pontas soltas, a nota 8,5 no geral foi por casal do casal de protagonista que levaram a série nas costas.Esta resenha foi útil para você?
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Perfeição, conceito, coesão e aclamação!
A melhor de 2020, sem espaço para contestação. Bk e Pp saíram não sei de onde, e simplesmente arrebataram o coração do mundo inteiro com essa série fantástica, MDS, que atores (e cantores) fantásticos! Claro que apenas um bom ator não faz uma série ter todo esse sucesso, é preciso um bom roteiro, uma boa direção, posso dizer que Boss Naruebet Kuno e as demais roteiristas fizeram um trabalho brilhante.Começar falando do roteiro. A história, se vc analisar de forma mais sintética, fala sobre dois meninos, Teh e Oh Aew, que se conhecem na infância e se-eita02,0 tornam melhores amigos. Teh tinha, desde sempre, o sonho se se tornar um ator, enquanto Oh não tinha uma definição do que queria para seu futuro, o que é totalmente aceitável já que eles ainda eram crianças. O rompimento da amizade aconteceu depois que Oh foi escolhido para atuar na peça que Teh mais amava, mas não necessariamente por ele ter sido escolhido, já que mesmo sentido por ter sido preterido, Teh não só encorajou o amigo como também o ajudou. O problema aconteceu quando Oh afirmou que tinha gostado de atuar, e Teh sentiu que o amigo estava querendo competir, roubar seu sonho. Apesar de boba, a briga perdurou por muitos anos, e eles só se reencontraram na adolescência, quando estudavam para entrar em faculdades, e inicialmente o gelo permaneceu, mas foi derretendo aos poucos, até que voltaram a ser amigos. Teh tinha uma "pretendente", e Oh tinha um amigo que o amava e o queria como namorado, Bas. Em dado momento, Teh e Oh se percebem apaixonados um pelo outro, e a partir desse ponto é só ladeira abaixo, até o ponto deles se afastarem de novo e irem namorar com seus pretendentes passados. Por incrível que pareça, a maior problemática entre eles se deu por um motivo: Teh era MUITO BOM no idioma mandarim, falado na China, e Oh era péssimo. Teh era tão bom que conseguiu entrar na universidade de seus sonhos sem fazer a prova de admissão, enquanto Oh sonhava entrar na mesma faculdade, mas ficou apenas na primeira suplência, o que fez com que, mesmo brigados, Teh abrisse mão da sua vaga para que Oh pudesse entrar, mas esse gesto fez apenas com que Oh se entristecesse mais e rejeitasse a vaga cedida, optando por fazer a prova como os outros. No fim Teh abriu mão achando que Oh não conseguiria, mas Oh viu nesse gesto um insulto e a vaga não serviu para nenhum dos dois. Quando ambos se acertaram, fizeram as provas e passaram para universidades diferentes, contrariando Teh, que queria ficar próximo de seu amor. Acho que esse parágrafo descreve a história.
Ao nos aprofundarmos um pouco na análise, vemos que a história contada acima seria apenas um roteiro a mais, se não tivesse um conjunto de elementos que fizeram de forma brilhante com que a história tivesse coesão e muita coerência. A construção e desenvolvimento dessa história são tão perfeitos devido ao uso de diversos elementos que traziam uma simbologia e estética perceptíveis, que deram um ar mágico às cenas. Começando pela ambientação: Phuket, uma cidade litorânea pequena, cercada de ilhas que só são acessíveis por via marítima, com cenários estonteantes. Junte a isso a filmografia, uma espécie de meia película, e a paleta de cores que fez toda a diferença em vários momentos. Nada está ali por acaso, até a posição dos alunos em sala, o coco, o hisbisco, as fichas para aprender mandarim, cada quadro de cena é interessante e singular, nos prende de forma única. Que fotografia perfeita, o uso das cores foi magistral, com cores quentes ou frias para expressar os sentimentos da cena em questão, como o vermelho que sempre remetia a Oh, o roxo que remetia a Tan.
Os atores são incríveis, que atuação magistral... a descoberta de sexualidade de forma tão crua, romantizada a ao contrário, mostrando o quão doloroso é não conseguir se encaixar no padrão social que sempre se imaginou ter, e que acha que todos esperam de você. A cena do sutiã dilacera qualquer um, a cena de Teh chorando ao lado de seu irmão no carrinho, ou no jardim, são muito impactantes. Os primeiros toques, o medo de tudo, o desespero de Teh ao não encontrar seios em Oh, a confusão na cabeça, os desejos reprimidos, o sentimento de culpa por ser quem é, o sentimento de desespero ao não saber o que fazer com tantos questionamentos que não conseguem fazer em voz alta, o medo de decepcionar as famílias, e tudo isso enquanto se preparam para um vestibular! A ost dessa série é incrível, não importa em que idioma, e o fato de tudo girar em torno das aulas de mandarim me interessou bastante. Outro ponto marcante é a amizade e fidelidade entre todos os amigos, coloco Bas e Tan como exemplo disso. Todos comemoram as vitórias dos outros e se ajudam. As famílias também são maravilhosas.
Apesar de tanta dor, a série traz um tom de acolhimento, uma sensação de pertencimento, como se conseguíssemos entrar realmente na história, de tão fiéis que eram os sentimentos retratados. Vemos adolescentes descobrindo o amor e a sexualidade ao mesmo tempo, errando, acertando e continuando em frente.
Impossível não amar! Impossível não indicar! Impossível não querer rever.
Com certeza é 10/10, e talvez essa série nunca seja superada, nem mesmo pela segunda temporada.
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continuem a ver porque fica muito melhor
vou ser sincera — subestimei completamente este drama. ignorando aquela cena inicial (todos nós sabemos do que eu estou a falar), a partir do arco da visita de estudo, tudo se tornou muito mais complexo e, consequentemente, mais maduro e adulto. deixou de ser um mero bl de comédia e trouxe para a mesa temas importantes como a autoaceitação, descriminação, a complexidade dos primeiros amores da adolescência, os erros cometidos por impulso e pela crença de que o mundo vai acabar quando não somos correspondidos. não chega aos calcanhares de um semantic error ou blueming, mas amei ter visto este drama e recomendo!ps: se alguma vez houver uma adaptação de “almond” ao grande ecrã, quero que o lee saeon seja o protagonista!
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Fofinho e triste
Adorei a história, adorei as personagens, adorei @s atores/atrizes (primeira vez a ver Byeon Woo Seok a espalhar a sua magia), e tive de me conter para não chorar no final (com uma aparição de riso incontrolável por não estar à espera do Ong Seong Wu a aparecer-me assim à frente AHAHAH WANNAONE FOREVER!!!).Não estava definitivamente à espera do plot twist a meio do filme, isso é certo, e muito menos do final! Mas gostei, definitivamente voltava a ver.
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Química Perfeita... Mas a História Um Pouco Enrolada
Minha nota é 8,0 por conta da química incrível entre o casal principal, que é de tirar o fôlego. Esse dorama sim tem beijos de verdade, não aqueles de peixe morto. Os dois juntos são extremamente fofos e cativantes, dá pra ficar na expectativa desde o primeiro episódio. Logo no início, a trama envolvendo o sequestrador e o telefone foi muito instigante, o que me prendeu imediatamente. Acho que poderiam ter mantido o mistério sobre ela falar, o que daria ainda mais impacto.Porém, ao longo da história, senti que ela começou a se enrolar e ficou cheia de exageros, o que tirou um pouco da graça. A personagem da irmã me decepcionou bastante, já que sua presença foi desnecessária e pouco relevante para a trama.
A subtrama envolvendo os gêmeos e as crianças assassinadas no orfanato também me pareceu aleatória. Apesar de ter algum sentido, não foi tão relevante para o desenvolvimento principal. Principalmente aquele amigo dela da faculdade, que achei que ia ter algum mistério a mais por trás da história dele, mas não.
O final também deixou a desejar. Ele decide ir embora para o meio de uma guerra apenas porque descobriu que o pai biológico dele causou o acidente da infância dela... só para "se punir"? Achei o motivo para o afastamento muito raso e sem sentido, já que ele não teve culpa nenhuma no acidente.
Apesar disso, a cena final dos dois foi linda e correspondeu às expectativas. No geral, considerando toda a febre em torno desse dorama, não achei que ele merecesse tanto hype. Foi bom assistir, mas não "tudo isso". Não está nem entre os meus TOP 10.
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O drama é bom, tem 2 horinhas, então vale a pena assistir.O ML ama a FL há 15 anos e eles finalmente se encontram quando ela tenta fotografa-lo, mas ele percebe suas ações e a leva para o quarto onde descobre que ela usa uma máscara kkkkk
A tia da FL é extremamente maluca, só por Deus. A irmã do ML é hilária, mas não gosto quando falam sobre o seu peso.
Apesar da FL ser sempre desconfiada, o ML a protege em várias situações.
As melhores cenas são:
1. A fuga do banheiro
2. A FL falando que está grávida para a irmã do ML kkkk
Detestei o penteado da FL, parece uma peruca muito mal colocada.
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Vergonha alheia está cá!
Foi giro ver a forma como a cultura coreana abraçou este mini mini drama (8 episódios de 30 minutos cada) sabendo o quão pudicos são e o quão tabu é o tema sexualidade para eles. Houve momentos em que só queria um buraco (juro que não foi propositado) para me enfiar à conta da tão famosa “vergonha alheia”.O cast era hilariante! A Hani consegue pôr-me a rir sem precisar de se esforçar, os Malé leais eram AUTÊNTICOS PÃES, e o tema, para alguém que é bastante tímida (não parece mas sou), fez-me abrir (não as pernas!) mais um pouco os meus horizontes.
Pão #1: Como assim o Park Sunho esteve no Produce X 101 e não me lembro?!
Pão #2: Primeiro drama com o Choi Kwang Rok e apaixonei-me!
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MaxNat brilharam, mas poderiam ter brilhado mais!
Estive esperando ansiosamente para ver Naughty Babe desde seu anúncio, já que Yi e Kon Diao sempre foram meu casal secundário favorito do universo de Cutie Pie. Esperei mais ou menos pouco mais de 1 ano e confesso que fiquei feliz com a série. Poderia ser melhor? Sim, mas eu gostei!Os atores fizeram um ótimo trabalho, especialmente o Max. Eu sempre fui uma fã de sua atuação e sinto que ele tem melhorado muito desde Cutie Pie! Também fiquei feliz em ver os outros atores novamente, em especial o NuNew e o Zee Pruk. Falando um pouco sobre a trama, eu achei o final realmente adorável. Me emocionei tanto no casamento quanto no desfecho, acredito que não poderia ter tido um final melhor!
Algo que me incomodou um pouco foram os efeitos especiais. Sério, eu sempre soltava um arzinho pelo nariz quando via o CGI do tigre. Isso acabou fazendo com que as cenas dramáticas do ataque do Kon Diao perdessem um pouco da emoção. Outra coisa que me incomodou foi que a história ficou um pouco corrida no final, já que não tivemos nenhum desfecho do que aconteceu com os Wongtheerawit. Acredito que isso poderia ter sido melhor trabalhado no decorrer dos episódios.
Bom, no geral, a série é muito fofa, mas diversas coisas poderiam ter sido melhor trabalhadas. Ainda assim, fiquei feliz por poder adentrar o universo de Cutie Pie mais uma vez. Espero que possamos ver mais dos MaxNat no futuro!
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