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Uma viagem nostálgica pelo clichê clássico coreano
Este drama é o meu favorito de 2023, sem mais. Embora ele tenha lá seus defeitos, como toda obra audiovisual tem, ele foi o que mais me prendeu e me fez sentir de novo aquela magia gostosa de assistir a um drama coreano que me pegou lá em 2015, quando assisti ao meu primeiro e percebi que havia um mundo novo de histórias envolventes.O gênero novelístico encontra a fantasia neste drama, unindo as tretas familiares à viagem de volta no tempo e o contrato de casamento que se torna amor verdadeiro com o tempo. Tudo isso combinado com protagonistas carismáticos, uma história realmente interessante e com vilões que têm o que merecem sem lenga-lenga. Sério, perfeito!
Uma coisa que adorei neste drama é que mesmo com uma briga que afastou os protagonistas, eles não decidiram por terminar apenas por isso. Eles esperaram, se recuperaram e se entenderam. É assim que deve ser, Coréia! Não queremos cinco anos de lapso temporal para assim ter um final feliz. Aqui, por sorte, temos até um bebê ao final, e isso aqueceu meu coração. Ver um casal maduro e que se torna tão importante um para o outro, indo da amizade ao amor, me fez ficar feliz em ver um drama como há muito tempo não ocorria. A espera pelos episódios novos valeu a pena.
É claro que, se analisarmos a construção da história, muita coisa ficou morna e fácil demais de resolver. Não é nenhum The Penthouse também, óbvio. No entanto, essa história de vingança fez com que no final a única coisa que importasse era um felizes para sempre. Se os vilões iriam receber mesmo o que merecem, ficou para o karma de cada um, e isso foi muito melhor do que ver os protagonistas sofrendo até o último minuto. Houve um respiro de alegria.
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Uma produção muito bem feita.
Cutie Pie, além de ter sido meu primeiro BL, foi também meu primeiro dorama, o que faz com que eu tenha um carinho especial por ele. Apesar disso, vou tentar ser sincera na minha resenha!No começo, achei o relacionamento de Kuea e Lian não muito saudável, mas com o decorrer dos episódios consegui me apegar a eles. A relação dos dois é um pouco conturbada, com coisas que poderiam ser resolvidas com diálogo. Apesar disso, a química surreal dos atores faz com que qualquer pequena interação entre os dois te arranque um sorrisinho nervoso — Zee e NuNew nasceram para atuar juntos! Falando deles, não poderiam ter escolhido uma pessoa melhor para o papel de Kirin: a voz do NuNew é linda, eu fiquei simplesmente encantada em todos os momentos musicais! Quando terminei Cutie Pie, continuei ouvindo as músicas da OST por um bom tempo, eles acertaram em todas elas. As músicas de Kuea e Lian transmitem muito bem o que um sente pelo outro. Coisas assim apenas tornam o universo da série muito mais interessante.
Falando sobre o casal secundário, Yi e Khondiao possuem muita química. A relação dos dois não é muito diferente da de Kuea e Lian, mas ainda assim conseguiu me prender. Nat e Max trabalham muito bem juntos, eles são uma ótima dupla. Acredito que a atuação de Nat pode continuar melhorando, mas ele não deixou de fazer um bom trabalho aqui. Assim como NuNew, ele também é um ótimo cantor. A música de Khondiao ficou na minha cabeça por um bom tempo!
Falando sobre o casal terciário, Syn e Neur realmente não conseguiram me pegar. Eu tentei de todas as formas gostar dos dois e das suas interações, mas não me desceu de jeito nenhum. Neur não representou uma ameaça para Lian em momento algum e Syn me pareceu um pouco forçado em alguns momentos. O interesse dos dois um pelo outro começou tão de repente que eu nem percebi em que momento isso aconteceu. No geral, eu só ficava esperando as cenas deles acabarem para que a história principal pudesse voltar.
Em conclusão, Cutie Pie é um ótimo BL, com uma boa atuação e uma trilha sonora impecável. A fotografia também é lindíssima, assim como o figurino. Se você procura por algo bem produzido, com certeza vai gostar!
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Loucura total
Faz um tempo que a netflix adicionou esse titulo como sugestao para mim, mas por ser de epoca fiquei .w recusando a assistir, ate que percebi que estava enganada e tambem tinha perdido muito por ao assistir.Primeiro a maior parte do drama passa dentro da casa Imperial e toda aquele espaço magnífico só que uma porcentagem da modernidade dos dias atuais e isso é esplendoroso. Segundo é uma oportunidade maravilhosa de conhecer boa parte dos pavilhões da casa Imperial a ponto que dá para se sentir num verdadeiro tour.
Terceiro o elenco é maravilhoso eles conseguem e aos limites com toda encenação no enredo que é cheio de surpresas,o
que faz o drama fisgar você até o final das suas surpresas e um diálogo não é previsível. Quarta os vilões são de primeira categoria. Quanta maldade e manobras de surpreender até os mais ceticos.
Quinto a transformação de Wang que yem um crescimento notalvel e mudanca radical de visao e atitude foi maravilhoso. Ambas as versões sao magnificas em atuações.
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4 casais, nenhum interessante
Pra ser sincera eu não esperava muito dessa série, e recebi o pouco que esperava... existe um risco muito alto quando se colocam vários casais numa série, e é necessário um roteiro e uma direção de milhões para fazer dar certo. Temos aqui o exemplo de roteiro e produção de centavos, além do aparente orçamento reduzido, já que as locações eram sempre os mesmos cenários, bem mal elaborados, diga-se de passagem.O plot tinha tudo para ser interessante. O casal principal tinha um grande drama, incomum e com muito potencial, porém não foi bem trabalhado. deixou várias questões em aberto, inclusive o caminho que o casal tomou, além de me deixar com ranço da família do Simai. Entre os quatro casais secundários tem de tudo, vários clichês: O primeiro é o casal de amigos onde um se apaixona e é rejeitado, porém quando decide seguir em frente o outro cai em si e do nada decide que também o ama. Tenho várias críticas a esse casal. Phob idolatrou MaiEak a vida inteira, e se ele não percebeu que era amor, mas fica claro que se aproveitou da devoção dele, afinal, pra um garoto rico e mimado ter pessoas aos seus pés era normal... ele é egoísta e sem empatia. E o Phob, que adquiriu uma gastrite por causa dele, simplesmente desiste de alguém que estava super a fim dele para ficar com esse imbecil, enfim, o amor próprio foi com Deus.
O segundo casal é o casal fofinho, Newyear e Both, que curiosamente interpretam a si mesmos, com seus próprios nomes, e são um casal real. O drama inserido entre eles foi bem desproporcional e desnecessário, seria muito melhor deixá-los in love o tempo todo, afinal, foram os únicos que deram beijos decentes na série.
O terceiro casal também é clichê, o rude e popular garoto que se apaixona por uma yag e cai aos pés dela. A história deles tinha potencial, mas nos presentearam com uma das cenas de beijo mais vergonhosa de todos os tempos.
O casal de esportista + nerd (que também queria ser esportista), nem pra dar um selinho no final e fingir que tiveram um final digno.
O fato é que eu assisti ate o fim, gostei de algumas coisas, mas se tiver que falar de forma geral, é uma série fraca... histórias que terminaram sem um fechamento, acontecimentos sem explicação, atuações ruins e algumas cenas que pareciam soltas, desconectadas da série.
Enfim, o roteiro foi escrito pelos estagiários, dirigido pela equipe de primeiro ano de uma faculdade de artes cênicas (só pode). Um monte de casais e nenhum se desenvolve de forma adequada nem tem um final decente, nem beijos tem, 100nhor!!! A atuação deixou a desejar. Tem alguns atores que desenvolveram bem, como o casal principal (Lukmo e Simai), Newyear e Both, Phob, mas o resto do elenco realmente precisa melhorar, alguns não serviam nem para fazer figuração. Já falei dos cenários fracos, e nem mesmo a paisagem da praia foi bem aproveitada. A ost não é ruim, mas também não é marcante
Um ponto que me chamou atenção nessa história foram as famílias. A família de Simai era uma bagunça... não ficou claro se ele soube que não era realmente irmão de Lukmo, mas a atitude de seus pais foi muito maldosa e vergonhosa, senti muita pena de Lukmo. O pai de Copy é um fofo, as demais famílias não apareceram, só a do Phob, muito colorida por sinal rsrsrsrsr.
Existiu uma certa tentativa de alívio cômico, quando os personagens Both e Newyear comentam sobre o diretor da série, isso também acontece com Maieak numa cena, mas não foi algo tão interessante ou engraçado. Não sei s e existia uma tentativa de segunda temporada, já que tanta coisa ficou em aberto, mas já que não veio, poderia ter tido um ep especial explicando o que ficou sem lógica.
Bem, eu assisti duas vezes e só consegui ter mais raiva, então assistir de novo está fora dos meus planos, porém se alguém pretende assistir eu não desencorajo, afinal, sua opinião pode ser diferente da minha.
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Sinto que a história merecia mais...
Não é que o drama seja ruim, mas também está longe de ser um dos melhores. Confesso que esperava mais, principalmente pelo enredo que parecia MUITO divertido. Porém, a história acabou ficando cansativa. Chegou um momento em que a prota parecia estar apenas cumprindo “fases”, como se estivesse dentro de um jogo, em vez de viver um romance com desenvolvimento natural (parecia que ela ia aprender sobre o amor, já que odiava o contexto do livro).Talvez isso tenha acontecido porque alguns episódios foram cortados, mas sinceramente, mesmo com a quantidade que teve, ainda dava para desenvolver melhor vários pontos. Faltou, por exemplo, explicar de forma mais convincente como ele foi parar fora do livro. (MAS OK).
Outra coisa que me confundiu foi o fato de ela falar do futuro dentro do livro, como se tivesse voltado ao passado. Para mim, isso ficou meio desconexo. E olha que eu sou bem fácil de gostar até das histórias mais sem sentido. Mas a forma como ela falava, não parecia ser uma história já com começo/meio e fim, já que ela estava DENTRO da HISTÓRIA do LIVRO. mas ok, também.
Eu amo os protagonistas, acho eles maravilhosos e com muita química. O problema não são eles, e sim a construção da história. No meio tudo começa a ficar confuso, e o final dá a sensação de que ainda estamos no meio da trama (hahaha pura confusão).
É um drama ok para passar o tempo, mas só se for um tempo bem atoa. Acho que a prota poderia ter sido melhor desenvolvida. Ela começa como alguém que odeia o amor, mas a mudança dela parece muito forçada, como se o roteiro tivesse pressionado esse sentimento em vez de construí-lo de forma natural. Um romance menos forçado teria sido mais divertido e evitaria tantas investidas frustradas. Penso isso...
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A new masterpiece to recommend.
I thought this k drama would be boring and like the others, but it s a masterpiece! throughout the plot, Baek Ahjin always won away with everything and bla bla, which isn t bad.However when a new character(the rich men) enters in the story, who try to put her in her place, there was a twist and more risk. I love the fact that Ahjin loved so much her ex actor, I LOVE THIS COUPLE, THE CHEMISTRY THEY HAVE,AHHHHHH!!! The cast and the story was perfect, I just didn t like the ending, Joon Seo(I don t know his name) ruined her life, I wanted more episodes, 12 episodes isn t even enough time to develop a story…Esta resenha foi útil para você?
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Necessário? Não, mas fofo.
Cutie Pie foi meu primeiro BL e também meu primeiro dorama, o que faz com que eu tenha um grande carinho por ele. Poder acompanhar o casamento de Kuea e Lian me deixou feliz, assim como rever os personagens. Apesar disso, acredito que o arco do casamento dos dois poderia facilmente ter sido colocado na primeira temporada da série, de uma maneira em que as coisas não ficassem tão corridas. O dilema de Kuea de ir ou não para a Coreia foi bem desenvolvido, fiquei aliviada ao ver que ele não escondeu o que sentia de Lian. Essa evolução do relacionamento dos dois foi trabalhada desde a primeira temporada, fiquei feliz ao ver que não ignoraram isso.Falando sobre os casais secundários, fiquei bem triste pela maneira quase jogada em que Khondiao e Yi foram trabalhados. Desde o primeiro episódio, o que se deu a entender foi que Yi pediria Khondiao em casamento antes do fim da série, mas ela acaba e Yi simplesmente não teve nenhuma atitude. Trabalharam a ideia desde o início para não ter nenhum resultado, isso me deixou um pouco decepcionada. Falando sobre Neur e Syn, gostei muito do desenvolvimento dos dois na série. Eu realmente não era fã deles na primeira temporada, mas consigo simpatizar com os dois aqui. Eles tiveram momentos bem trabalhados e muito fofos, algo que ao meu ver faltou em Cutie Pie.
No geral, Cutie Pie 2 You é um spin-off que poderia estar na primeira temporada, mas que não deixa de ser fofo por isso. Se você é fã do universo de Cutie Pie, com certeza vai gostar.
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um personagem problemático que ridiculamente é curado através do amor
após o episódio 5 você começa a se perguntar qual o sentido do drama, o que te prende e te faz prosseguir com os episódios. lá pelo ep 15, você descobre que a história envolvendo os irmãos baek e o protagonista não é tão reveladora e que ele só é um garoto com comportamentos questionáveis, que percebe a merda que causou aos outros depois de ter sido tocado pelo amor, já no fim de tudo. de uma forma geral, isso é uma boa forma de definir o drama. pensando no romance que tenta sustentar o enredo, a construção da relação entre a seol e o jung é absurdamente rasa, tanto que você possivelmente precisará rever os episódios inúmeras vezes para tentar encontrar os momentos em que as sementes de sentimentos começaram a ser plantadas. apesar da possível e visível química (mesmo que mínima) entre os atores, todas as cenas do casal eram especialmente chatas. poderia até dizer que se tratava de um relacionamento evangélico. se você pretende assistir ao drama, saiba que você pode encontrar alívio cômico nas cenas dos outros personagens e que, além disso, ainda é um drama que vale a pena ser visto pela história, personalidade e vida da hong seol, mas que não vai te entregar uma grande comédia romântica.Esta resenha foi útil para você?
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Vamos começar pelo princípio: eu sou completamente apaixonada por histórias envolvendo uma mulher mais velha e um cara mais novo. Essa combinação sempre tem um charme especial, e aqui não foi diferente.Logo de cara, os personagens me cativaram. Joon Hee (interpretado pelo impecável Jung Hae In) é simplesmente brilhante. Vou começar pelos pontos positivos, que garantiram a nota 9,0 que dei.
1º - O desenvolvimento do relacionamento
O início do romance entre Jin Ah e Joon Hee foi construído com tanta delicadeza e intensidade que eu senti cada emoção junto com eles. A expectativa de cada passo, o friozinho no estômago... Tudo isso culminou naquela cena sublime no bar, quando ela pega na mão dele pela primeira vez. Que cena! Foi tão real que parecia estar vivendo aquilo. Além disso, o casal tinha uma química incrível, e as cenas dos dois juntos não deixavam nada a desejar. Para quem gosta de beijo e contato realista, esse dorama entrega tudo, ao contrário de muitos outros, que deixam a gente só na expectativa.
O fato de eles esconderem o relacionamento no início trouxe um charme extra. Afinal, ele era mais novo, irmão da melhor amiga dela, e também melhor amigo do irmão mais novo dela. Era fofo acompanhar como eles lidavam com isso.
2º - A trilha sonora
Simplesmente perfeita! Ela se encaixou muito bem com a trama e ajudou a intensificar as emoções.
3º - O final
Os minutos finais salvaram o dorama para mim, por por um instante pensei que iam deixar eles separados e já estava ficando com raiva. Foi fofo, acalmou meu coração e me fez chorar.
Agora, vamos ao lado que me deixou nervosa, apreensiva e, às vezes, irritada.
Pontos negativos (ou de nervoso)
De cara, já pegamos ranço daquele ex dela: grotesco e completamente perturbado. Mas o que mais irritava era a Jin Ah não colocar limites, nem nele e nem em ninguém. Por exemplo, por que raios ela não trocou o celular antigo por um novo? Até quando ele a levou para a delegacia, ela ainda foi atrás dele por causa daquele celular. Sério, isso me dava uma dor física.
Apesar de ter 35 anos, Jin Ah era imatura e sem personalidade. Todo mundo mandava e desmandava nela. No trabalho, ela era assediada e ainda dava sorrisos.
Outro momento que me deixou indignada foi ela forçar Joon Hee a falar com o pai (o cara que traiu e abandonou a família). Ele claramente não queria, mas ela insistiu achando que estava certa. Nessa hora, parecia que ela estava se transformando na própria mãe, e isso me dava uma dorzinha no coração.
Os pais dela
O pai era "bonzinho", mas totalmente frouxo. Ele via a mulher humilhar a filha e não fazia nada. Talvez a falta de pulso firme dele tenha influenciado a personalidade apática da Jin Ah. E, falando em tirar a gente do sério, vamos falar da mãe dela: preconceituosa, fútil, e mais preocupada com "status" do que com a felicidade da filha. Simplesmente insuportável. Aquele tapa que ela deu na cara do Joon Hee foi revoltante e doeu em mim. E era revoltante ver a Jin Ah ceder às exigências absurdas da mãe, como ir a encontros às cegas mesmo estando em um relacionamento com Joon Hee.
A comunicação (ou falta dela)
A relação deles começou a desandar por conta da péssima comunicação. Ambos fingiam que estava tudo bem, quando claramente não estava. Joon Hee tentou conversar várias vezes, mas Jin Ah desconversava ou se fazia de boba. Isso reforçou o que mais me irritou na personagem: a imaturidade emocional.
Joon Hee, sentindo-se pressionado, acabou voltando para os EUA sem conversar direito com ela. Foi angustiante, mas, ao mesmo tempo, compreensível. E até concordo que ela não deveria largar tudo e ir junto com ele logo de cara assim, mas a vida dela por ali estava péssima – trabalho tóxico, colegas horríveis (com exceção da Bo-ra, que foi uma boa amiga), e uma família sufocante. Ela não tinha nada a perder ao tentar algo novo com ele, caso não desse certo pelo menos tinha tentado até uma nova carreira por lá.
O final (e o alívio)
A cena do casamento do irmão dela foi outro momento que me deixou com dor no estômago. Eles se ignorando, e ela já em outro relacionamento tóxico só para agradar a mãe. Era desesperador ver como ela não se valorizava. Só no último capítulo (na metade dele) ela resolveu dar um basta: terminou o relacionamento ruim, pediu demissão e foi embora. Podiam ter feito isso antes! A enrolação me fez até passar umas cenas para frente.
Menção honrosa: o consumo de álcool
Preciso comentar o tanto que esse povo bebia! Do primeiro ao último episódio, era cerveja, vinho, soju, café... Parecia que o combustível deles era líquido.
Conclusão
Apesar de todos os momentos de nervoso, vale a pena assistir. A química do casal compensa cada frustração com os outros personagens. É uma história que mistura amor, frustração e superação (mesmo que demore para chegar).
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minha opinião
eu recomendo tanto esta serie, eu semlre ouvia falar como ela era boa, e sim é verdade é uma otima serie, é leve, eu temho o problema de quando o ep ta me a irritar eu saiu e desligo total da serie mas isso nao aconteceu eu vi a serie em 3 dias, pois o dia do meio eu tive a estudar e nao pude ver, mas msm assim é uma ótima serie para começar. Eu ja estou no mundo bl á uns dois anos e percebo ja quando é feito com gosto de se entregar ou quando é feito só por fazer, nao tou a dizer que a atuação é má, nada disso, mas se sao um casal, deveria ter esse carinho, se fosse um casal de adolescentes era uma coisa, mas agr sao um casal de universitários, falta o carinho, abraços, beijinhos, no máximo apareceu dois beijos e foi meio á força. Dps de ver bl que os atores só se faltam engolir, ver um q nem abracos tem, fiquei meio desapontada, mas recapitulando para uma serie ser boa nao é preciso ter cenas hot nem beijos nem nada, mas um beijinho e um carinho nao faz mal a ninguém.Sarawat omg boy que Deus do céu, fiquei obcecada por ele, sempre q ele aparecia eu fazia uma festa amo de coração, amo tambem o bright 💘, o tine(win) mds sou eu total, a forma de expressar e tudo menos na parte do ciumes que aí eu ja sou o sarawat, caiu para cima da pessoa.
foi a primeira serie do bright e do win q eu vi eu ameeiii de coração. Tenho em mente ver agr F4 thailand, que ja sei que eles aparecem mas não como couple mas msm assim ja tive a ver no tiktok cenas e edits eu acho q vou amar.
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Ju Kuo Wo Pu Tseng Chien Kuo Tai Yang
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Someone save this poor guy
I went to see expecting a serial killer thriller with lots of carnage and hatred, but what I got was pure depression. The script is sensational and the production impeccable, but they have no mercy on the protagonist: it's a study of suffering from beginning to end. At the beginning, the story even suggests something supernatural, but the twist to the psychological side, revealing the protagonist's dissociative identity disorder, is very well done and tragic. The main actors give a show-stopping performance and made me cry buckets, although some secondary performances leave something to be desired.What I really didn't like was the ending implying that the protagonist took her own life. I found it unnecessary and an exaggerated drama, since his sacrifice was precisely so she could move on. For me, it would be much stronger for one to survive and carry the pain than for both to die. It's a beautiful and tragic story, but be warned: it's extremely heavy and contains serious triggers of sexual abuse, domestic violence, and graphic violence. I highly recommend it if you enjoy depressing dramas, but if you value your mental health, stay away.
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Para mim, talvez o melhor kdrama de 2023!
Estava com medo porque o hype para isto era gigantesco, mas tenho de admitir: é merecido! Fiquei curiosa do início ao fim, houve ali alguns momentos depois do episódio 8 que pensei que ia ser meio aborrecido mas deram a volta à coisa.Houve momentos em que a lágrima apareceu!
O casting foi bem escolhido, o casal principal tinha uma química que me deu arrepios na espinha de tão boa que era, fiquei triste nos momentos de drama e quase mandei pro caralho toda a gente no penúltimo episódio.
Melhor personagem: Juh Seokhoon! Fight me if you don't agree!
Conclusão: Fiquei com depressão pós-drama como já não ficava há muito tempo! Só prova o quão boa foi esta semana.
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Uma das melhores
Last Twilight é aquela grata surpresa porque você começa a assistir achando que é mais do mesmo das séries da GMMTV porque temos aqui um elenco muito conhecido de tantos outros BL's.Mas, Last Twilight não foi escrita para ser mais um BL do catálogo, poderia até ser um romance hétero e seria tão encantador da mesma forma. É uma história profunda de aceitação e superação, onde todos os personagens estão muito bem construídos e envolvidos do início ao fim do drama. O drama passa por abandono familiar, família monoparental, suicídio, violência, estigma social de ex-recluso, violência doméstica, deficiência física, amor incondicional, aceitação de si e para cada questão um recomeço.
A forma como o drama foi feito nos faz lembrar que o cinema (como quem diz audiovisual seja em em filme, série ou tv) é uma arte.
Eu só fiquei muito decepcionada com o final porque achei desnecessária a separação deles por 3 anos. Não há explicação plausível para eles não terem continuado juntos à distância. Mesmo assim, isso não tirou a qualidade da obra.
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Começa com promessas doces, mas deixa no ar um sabor agridoc
A premissa é simples e atrativa: dois jornalistas completamente opostos — Onoe, certinho e meticuloso, e Kaburagi, direto e impulsivo — precisam trabalhar juntos. O clichê “rivais que viram amantes” é a espinha dorsal da trama e, para quem gosta do estilo BL, já é motivo suficiente para dar o play.Um dos pontos positivos é a duração curta dos episódios, que facilita maratonar sem esforço. Além disso, o dorama tem momentos fofos e uma abertura cativante — a trilha sonora chega a ser mais memorável que alguns episódios, criando uma atmosfera agradável e leve. A química visual entre os protagonistas também é um atrativo.
Porém, a execução deixa a desejar. Apesar do charme dos personagens, a construção deles poderia ter sido mais rica. A transição do ódio ao romance acontece rápido demais, sem o desenvolvimento emocional esperado, e isso torna o relacionamento um tanto superficial.
A narrativa também flerta com temas sérios ligados ao universo jornalístico e à ética, mas trata tudo de maneira rasa. Há até tentativas de inserir polêmicas e dramas mais densos, mas o resultado acaba sendo mal desenvolvido, deixando má impressão em alguns momentos. O final, então, foi a gota d’água: uma briga sem propósito e um desfecho frustrante, que não justificou o investimento das horas assistidas.
Em resumo, este é um dorama que tinha todos os ingredientes para ser algo especial, mas se perdeu em uma execução fraca e escolhas pouco inspiradas. Dá para assistir sem grandes sofrimentos, mas dificilmente vai deixar boas lembranças.
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Mini-drama bom?
2 horas e meia mais relatable da minha vida.Eu sei que já passou uma década desde que deixei a minha adolescência, mas fiquei tão triggered e revi-me em tantos momentos que é desconfortável. e o facto de se tratar de um mini drama não ajudou (todos sabemos o meu ódio por eles).
Não vale a pena comentar sobre o cast porque são todos “debuting actors”, mas estão de parabéns pela atuação e espero ver mais deles no futuro.
Props: para o gato do episódio 7, o prémio de melhor “ator secundário” vai para ele!
Conclusão: deve ter sido o único mini-drama que realmente consegui apreciar. Mas aquele final em aberto... I need more!
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