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São fofos, mas 1 minuto é muito pouco
Uma microssérie de 7 eps de + ou - 1 minuto, com o único intuito de promover o ship Tutor & Win que estrelarão em breve Midlemman's love. Já é a segunda microssérie deles nesse estilo, e apesar da fofura e da química, confesso que não gosto desses eps tão curtos, pois não é possível avaliar nada, apenas atuação e química. Não perderia meu tempo vendo outra vez.Ost, fotografia, nada pode ser avaliado. O cenário é único e outros personagens nem existem. Enfim, é bonitinho, mas cansa.
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Monarquia Moderna e Química Explosiva
Confesso que, de início, preferi não criar grandes expectativas. Já faz um bom tempo que a dramaland não nos presenteia com histórias tão instigantes quanto A Coroa Perfeita, especialmente dentro da temática de realeza — um elemento clássico que parecia ter ficado no passado. Afinal, adaptar esse conceito para os tempos atuais e mantê-lo interessante é um verdadeiro desafio. Por isso, apesar do grande elenco e da superprodução, cheguei a pensar que a premissa pudesse dar errado. Mas, felizmente, mudei de ideia e valeu muito a pena dar uma chance.A genialidade da produção foi justamente apostar em uma Coreia do Sul sob o regime de monarquia constitucional em pleno século XXI. À primeira vista, misturar realeza e modernidade parecia arriscado e difícil de coexistir, mas a trama fluiu perfeitamente e acabou conquistando o público. O roteiro impressiona pela inteligência e o elenco brilha ao dar vida a personagens tão complexos.
Se há dois pontos que merecem destaque absoluto, são a química do casal protagonista e a atuação da IU.
A sintonia entre a IU e o Byeon Woo Seok é simplesmente fascinante. Não é à toa que eles se tornaram o casal do momento para os fãs de dramas. O espectador se pega completamente apaixonado pelas cenas dos dois juntos, transbordando fofura e apoio mútuo.
Sobre a IU, minhas primeiras impressões me fizeram temer que sua personagem pudesse soar chata ou desconfortável para o público devido às suas atitudes. No entanto, tudo ali tem um propósito. Ela se revela uma protagonista firme, de língua afiada e que não aceita que "passem pano" para seus erros. Ela foge totalmente dos clichês açucarados a que estamos acostumados. O roteiro soube dosar perfeitamente a linha tênue entre uma mulher empoderada e alguém arrogante, permitindo que a IU entregasse uma atuação brilhante.
Para completar a experiência, a trilha sonora é impecável. As OSTs colam na mente feito chiclete e encontram um lugar especial no coração de quem assiste — um sentimento que tenho certeza de que compartilho com muitos outros espectadores.
Além disso, um dos grandes motivos que me impulsionaram a acompanhar a história foi a presença de Noh Sang Hyun. Acompanho o ator desde Pachinko e foi um verdadeiro privilégio revê-lo nas telas entregando mais um ótimo trabalho.
No geral, foi um K-drama maravilhoso de acompanhar, com uma narrativa redonda e um final satisfatório que não deixou pontas soltas. Se você ainda está na dúvida se deve ou não dar o play, vá de coração aberto. É uma daquelas histórias que te prendem do início ao fim!
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Uma história pura.
Esse drama foi uma boa surpresa, realmente eu não esperava que seria tão pesada como foi. A história do antes, durante e pós suicídio do protagonista é tão dolorosa que te faz sentir dor física junto com todos as personagens, isso é loucura. A história secundária era o alívio, alívio de tudo, sem grandes problemas ou preocupações. Eu gostava deles, realmente fofos, apesar da atuação não ser incrível, eu passo um paninho. No fim, foi tudo muito simbólico e eu adorei isso. Recomendo, mas não é o melhor que vi, mas também não é o pior.Esta resenha foi útil para você?
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Saldo: dos 4 casais só se salvou 1
Ora, ora... cá estou eu, depois de cinco anos que vi a série, decidi ver de novo, agora em 2023, com um olhar mais maduro, e trazer meu ponto de vista para cá.Contextualizando a história no tempo, a série foi a primeira do famoso "Universo Mame", compostas atualmente pelas séries Love by chance; TharnType 1 e 2; e A chance to love (segunda temporada de Love by chance) e Don't say no (spin-off de TharnType). Todas essas séries se conectam, e se formos contar as novels esse número cresce para mais ou menos 16. Por isso fazem parte do mesmo universo. Desde a primeira série adaptada, a série, que apesar de ter sido um sucesso estrondoso, sofreu duras críticas, pois Mame, apesar de quebrar alguns estereótipos em seus trabalhos, tinha o hábito de inserir temas muito complicados, como estupro, relações tóxicas romantizadas, criminosos que não são punidos, e há quem fale até em incesto. Atualmente, existem outras série de grande sucesso dela e que não estão envolvidas em polêmicas, ela própria já se desculpou em entrevistas pela sua forma de escrever no passado, e é notório que ela evoluiu muito, porém vamos à série em questão. A série foi cercada por polêmicas, além das já citadas. Existiram denúncias de homofobia por parte do elenco para com o ator Earth Katsamonnat (Tar), que é assumidamente gay, além de denúncias por parte da empresa contra Saint Suppapong (Pete), a ponto dele não participar dos eventos de promoção da série e precisar fazer seus eventos sozinhos para se promover, já que era excluído de praticamente tudo (até hj não sei o motivo), e inclusive nem foi informado oficialmente que a segunda temporada iria ao ar em 2020, portanto, ele não participou e a segunda temporada não fez o mesmo sucesso da primeira.
Eu não vou falar de um roteiro como um todo, vou falar dos núcleos dos casais separadamente pra ficar mais fácil o entendimento.
Primeiro, o casal principal, Pete e Ae. O casal tinha muita química, tanto que até hoje existem "viúvas" desse shipp. A relação dois dois, apesar dos problemas foi bem saudável. Pete, milionário tinha complexo de inferioridade por ser gay, ele mesmo verbaliza isso muitas vezes. Ae é um rapaz pobre, porém com muitos princípios, tanto que não entra em parafuso ao perceber que gosta de Pete, muito pelo contrário, assume seus sentimentos e tenta o respeitar para que ele não pense que ele só quer sexo, já que ele sabe dos traumas de Pete. Outra coisa importante é a opinião dele sobre presentes caros, de início eu pensei que ele apenas tinha medo de ser visto como interesseiro, mas além disso, ele via Pete como alguém que precisava ser protegido, e quis ensiná-lo a se proteger de possíveis tiradores de vantagem. As famílias de ambos também são bem saudáveis, foi lindo ver Pete se assumir e ser aceito, mesmo depois da mãe ter visto o vídeo. É possível ver que a mãe de Pete tem um olhar triste, não consigo definir se ela superou o divórcio, já a família de Ae é respeitosa o suficiente para não deixar os meninos em saias justas com perguntas indiscretas.
A relação de ambos pode ser definida em uma palavra: consentimento. Ae só beijou quando existiu abertura, eles só transaram quando Pete deixou claro que queria, não por Ae ser difícil, mas ppor que ele tinha medo de avançar e ferir os sentimentos de Pete, já que tinha conhecimento de muitas situações difíceis que ele passou. Minha única única crítica, é que acho que eles deviam ter terminados juntos, não numa chamada de vídeo.
Agora vamos ao casal problema: Kengkla e Techno. Tudo na história deles está errado, absolutamente tudo! Desde o irmão de Techno que "vende" o irmão ao amigo, até chegar ao momento do estupro. Houve penetração? Não sei, mas houve estupro independente disso, pois num ato orquestrado, Kengkla fez com Techno atos que ele absolutamente não tinha como consentir.
A história deles foi tão pesada que nem chegou a ser citada em TharnType... totalmente desnecessária essa parte da história.
Já para a história de Tar e Tum, eu passo pano sim! Não entendo o motivo do hate neles. Minha crítica nesse caso é contra o próprio roteiro, que deixa a história sem ser contada de forma correta e isso dá margens a várias interpretações. A história só será contada em detalhes na primeira temporada de TharnType, e isso foi uma grande lacuna, que deixou a história deles sem sentido. Depois, temos a pauta do incesto, que causou um grande movimento nas redes sociais, até que no último (ou penúltimo, não lembro bem) ep, numa conversa, eles deixam claro que são apenas meio-irmãos. Dando a entender que o pai de um deles se casou com a mãe do outro, e dessa forma eles não tem laços de sangue.
Por fim, Tim e Can. Eu particularmente não gosto desse casal, não sinto nenhuma química. Além disso, a parte deles na história foi péssima, foi bem desenvolvida, Tim abriu o coração, e olha que ele é cheio de traumas e preconceitos, Can aparentemente estava se apaixonando, e do nada me joga um "vamos ser amigos", gente... eu nem soube o que pensar na hora. Hoje eu sei que essa foi a deixa para a segunda temporada, mas na época eu quis esfolar a Mame.
Enfim, a série é apaixonante. Pete e Ae quebram qualquer coração de gelo, Tim e Can tem um bom desenvolvimento apesar do final deles não ser bom, tem muito alívio cômico na série e com certeza uma das melhores osts que já ouvi. Com certeza recomendo, já informando que contém gatilhos, mas a parte boa se sobrepõe.
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É um drama devagar..
A história é muito bem escrita, os autores tiveram o cuidado de encaixar cada flashback com muita sutileza e, pessoalmente, gostei muito mais da história dos personagens principais nos anos 90, mas entendo a pegada "slow burn" na época dos personagens mais velhos.Tem que ter muita paciência pq realmente é uma série com um ritmo mais lento, você discorda de várias decisões que os personagens tomam mas acaba refletindo sobre o porquê deles tomarem àquelas decisões, e os traumas (deles) associados.
Sobre a cena final foi uma das mais bonitas que já vi em qualquer série, o casal do passado se encontra com o casal do futuro e formam um diálogo muito bonito.
Gostei do drama e até recomendo assistir, mas por ser um drama devagar não conseguiria assistir novamente.
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Resenha
vamos nas opiniões, visto que esse me lembrou muito o estilo do bromance Justice in the dark, já comecei amando logo aí , ganhou meu coração. A história me pegou de um jeito, gostei de tudo, foi realmente um BL que me prendeu desde o começo, estou agradecida por terem feito esse drama. A Trama é boa, a atuação, a música. Amei de quase tudo. Não sou de escrever resenhas tão animada, estava com falta disso, dessa dopamina. Realmente indico, mas claro algum público não vai gostar tanto assim e isso é totalmente normal, mas eu adorei, amei e tudo para mim foi legal de se ver.realmente irei repetir e olharei novamente.
Recomento.
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É o melhor BL que já assisti
Amo este BL e amo esses atores, têm uma química maravilhosa ❣️ohmnanon❣️Esta resenha foi útil para você?
Chemistry of millions
I loved Road to Empress Part 2! 😍 The story gets even more engaging and intense in this continuation. Li Zhi and the Empress are absolutely incredible, with a chemistry and depth that make everything even more emotional. Every scene between them is captivating and keeps you wanting to watch more and more. Without a doubt, this part really raised the quality of the whole story!Esta resenha foi útil para você?
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O destino é lindo
Apenas fiquei com pena de no último episódio não termos acesso ao casamento, gostava de ter visto a festa, o pai dela, a mãe dela e todos os amigos a festejar o romance. Também achei que o vestido dela era infantil, devia de ser algo mais maduro, pois vimos a personagem a amadurecer ao longo dos episódios e o estilo de roupa dela já não era este. De resto gostei dos atores, as duas músicas que também estão sempre a passar puxam pelo sentimento dentro de nós. É um romance fofo, apaixonado e sexy.Esta resenha foi útil para você?
O MELHOR DE 2022
Preciso dizer o quanto esse drama é perfeito??? Tomorrow fala de assuntos e gatilhos tão importantes de uma forma linda. Ele entrega o que promete, que é TUDO! Tudo nele é lindo, a história, plot, personagens e mais.Me emocionei em todos os episódios, mas o meu protegido foi o episódio 3. Eu adorei que quem foi "salvo" foi o melhor amigo do prota, me emocionei também com a parte da foto com o pai dele, e claro, com a história desse episódio.
Tomorrow é um drama bem desenvolvido e super inteligente. Merece muito a fama e os fãs que tem. O final foi surpreendente para mim, e mal posso esperar pela segunda temporada, me arrependi de ter visto tão rápido!
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Second lead Syndrome - A revanche
Já teve “Second lead Syndrome"? Se sim, esse c-drama é a nossa revanche.Quando entrou na universidade Qian Wei conheceu Lu Xun e Li Chong Wen. Os três são brilhantes estudantes de direito e disputavam as atenções dos professores. Mas enquanto Lu Xun gostava de implicar com Qian Wei e a ajudava as escondidas, sem que ela percebesse, Li Chong Wen foi mais sagaz e conquistou o coração da moça, dando-lhe atenção nos momentos em que ela passava por algum perrengue. Mesmo que não a ajudasse muito de verdade, ele era habilidoso com as palavras e deixava carinhosos recadinhos em post-its.
O fato Chong Wen ser trabalhador e de origem humilde serviu de fermento na cabecinha da jovem Qian Wei que sonhava em ajudar o próximo com a Justiça. Quando se formaram, eles abriram um escritório e trabalhavam juntos. E o nosso drama poderia terminar assim com um “e foram felizes para sempre”. Enquanto o nosso segundo protagonista, relegado a friendzone, remoía o seu orgulho, agindo com indiferença e acidez mas ainda sem tirar os olhos Qian Wei, acomodado no seu amargo amor platônico.
Mas a história não é contada assim. Ela começa com Qian Wei com 28 anos e com a autoestima destruída. Todos seus sonhos foram mergulhados numa bacia de vinagre e ela mal consegue ver o que está ao seu redor. Qian Wei trabalha como assistente legal de Lu Xun, que a trata com extrema dureza e arrogância enquanto ela age como uma vítima atrapalhada. Quase larguei o c-drama por causa deste início mas ainda bem que insisti porque nada é o que parece.
Como conta a sinopse, Qian Wei sofre um acidente, fica em coma e volta aos seus 18 anos. E nesse sonho/viagem no tempo ela tem a oportunidade de “corrigir” seus erros, tentar mudar o destino dela e das pessoas que ela ama e reencontrar a autoestima perdida.
Esse c-drama tem uma excelente vibração e mesmo nos momentos bem tristes torcemos pelos protagonistas na sua jornada de correção de rota.
No último episódio tem uma ceninha daquelas que gostamos, após os créditos.
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NUNCA VI UM DORAMA QUE FALASSE TANTO SOBRE AMOR (PAIS/FILHOS/AMIGOS/IRMÃOS)
Essa é uma história de AMOR sem "amor". Não espere um romance! Diferente dos doramas românticos, esse dorama é para te fazer refletir. Logo no início percebi que não teria como o final ser completamente feliz, não importa para quem eu torcesse eu ia sofrer no final. Explico:A Yu-ri tem uma história linda de amor com o protagonista, infelizmente ela morreu no parto da sua filha deixando seu marido, familiares e amigos em uma tristeza profunda. Após 5 anos seu viúvo resolveu com muita dificuldade seguir em frete e casar novamente com a Min-Jung, porém sua esposa falecida, o amor da sua vida volta a viver do nada.
Agora sua filha tem 2 mães e você telespectador, fica dividido entre qual das mães deve ter o final feliz com a filha e o marido, mas vai muito além disso. "Mas as duas não podem ser felizes separadamente?" então, aí que está o problema. A Yu-ri pode ficar apenas 45 dias na terra como humana, ela só poderá permanecer como humana e ter uma segunda chance de viver se ela voltar a ser casada com seu marido, e assumir o papel de mãe da sua filha.
Ou seja, para a Yu-ri viver ela PRECISA ser feliz com o marido e a filha, e para a Min-Jung ser feliz com o marido e a filha, a Yu-ri terá que voltar para o céu e sumir para sempre!
A Min-Jung (madrasta) é uma pessoa boa, embora seja séria e meio calada, então você quer que ela seja feliz, Porém a Yu-ri (biológica) é incrível, engraçada, divertida e você quer ser amigo dela de tão top que ela é. Aí como faz para decidir? Uma é um labrador e a outra um gato siamês, são muito diferentes mas são boas pessoas.
Há de fato um casal principal e um triângulo amoroso na série, mas você se esquece disso no meio da trama. Porque? Por que é ruim? Não, por que na vida não é só seu parceiro romântico que importa, tem seus filhos, pais, irmãos e amigos. A "história de amor" dessa dorama é realmente entre as duas mães e sua filha. Tem tanto amor nessa história, de pais e filhos, irmãos, amigos, essas coisas tomam uma proporção tão grande na história que você esquece do casal, não de uma forma ruim por que o roteirista errou, mas por que a gente fica tão divido tentando achar uma forma de todos serem felizes, que se esquece do casal principal.
Não tem vilões nessa história. É simplesmente o retrato da vida, de pessoas que morrem, que vivem, de decisões que tomamos que influenciam e mudam a vida das outras pessoas ao nosso redor. O dorama fala muito sobre perdas, arrependimentos e reflexões sobre a vida.
Por que 9,00 então? Simplesmente por que faltou um pouco mais de alívio cômico, acredito que em uma séria completa deve ter tanto o humor como a tristeza, que você precisa rir e chorar. Como não houve muito alívio cômico e essa história fala muito sobre perda, luto e morte, a gente fica meio pesado e senti falta desse "alívio" que a comédia traz. Não que não teve alívio cômico, teve! Mas como a série é muito pesada no sentido de morte, seria necessário uma dose mais pesada de alívio cômico também entende? Para balancear.
Assistam e chorem comigo, por que essa é uma história linda de "AMOR" em todos os sentidos e relacionamentos.
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Uma vibe anos 2000 que me surpreendeu positivamente
Não esperava nada, mas me cativou e me apeguei aos personagens. Tendo em vista que a premissa era sobre duas irmãs que se apaixonavam pelo mesmo homem eu fiquei prevendo várias coisas que poderiam fazer com que eu passasse raiva, como uma possível rivalidade feminina entre irmãs, mas ainda bem, que eu fui positivamente surpreendida com a forma como as coisas foram se desenrolando e graças a um plot twist a trama não escorregou nos problemas que fiquei imaginando.A trama ofereceu a construção de dois casais que tinham vibes completamente diferentes. Cream e Tul tinham uma dinâmica mais fofa e pura,inclusive amei ele setir-se atraído por ela , independente do corpo. Por outro lado,Cake e Pete transmitiam uma química tão explosiva quanto um encontro de fogo e gasolina.
A indústria da moda foi um tema que impulsionou toda a história e trouxe movimento ao roteiro uma vez que víamos as delícias, desafios e competitividade existente neste mercado.
O jeito que o drama retratou uma pessoa gorda , pode incomodar alguns, foi meio anos 2000, mas admito que nada diminuiu meu desejo de assistir.💗
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Dilemas éticos nas ciências da vida
Excelente script, integra romance, ciência e dilemas éticos na investigação das ciências da vida. Recria a vida numa estação espacial de forma realista. As personagens são muito bem construídas, Eve uma cientista racional e fria e Ryong mais emocional e um pouco imaturo. Os atores têm performances excelentes, com uma atuação subtil, comunicam emoções muito bem apenas com um olhar. A fotografia, as SCI são dignas de um grande ecrã e a trilha sonora é por vezes emocionante. Não é apenas mais um dorama!!Esta resenha foi útil para você?
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