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Para quem ainda está perdido no desenvolvimento
Essa resenha rápida é para quem está perdido na série.Ao contrário do que induz a sinopse, o Great não ganha o poder sobrenatural de poder ver 4 minutos a frente. O tema central é que quando o coração para de bater e começa a faltar oxigênio no cérebro, esse ainda apresenta uma última atividade por 4 minutos. Nesses supostos 4 minutos, o cérebro vai buscar aqueles momentos em que nos arrependemos severamente e gostaríamos de termos tomado uma escolha diferente.
A série passa por 3 momentos:
1. A série começa com supostamente o Great, ganhando do nada a habilidade de ver o futuro 4minutos a frente e assim, poder corrigir terríveis acontecimentos em que ele vai sendo envolvido ao longo do tempo. Mas, na verdade, isso é o incosciente do Great que está entre a vida e a morte no hospital, preso nos tais 4 minutos onde ele revive seus maiores arrependimentos.
2. A história recomeça mostrando o que realmente aconteceu e percebemos que o Great não conseguiu corrigir aqueles acontecimentos terríveis na realidade e que o que vimos anteriormente é como um sonho dele.
3. Tyme também está no hospital, entre a vida e a morte e também está preso nos 4 minutos do seu inconsciente a reviver suas decisões erradas e tentar corrigi-las.
Então temos aqui 3 versões dos mesmos acontecimentos, mas só uma é real.
No final, eles sobrevivem e tem que encarar as consequências das suas escolhas reais.
É um bom drama, o enredo é muito criativo e está muito bem construído. O elenco é excelente.
A obra, talvez, exagere um pouco nas cenas de sexo extremamente explícitas.
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Songkhram Yaeng Phu To Be Continued: Can't Love or Won't Love
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Se não fosse esse final....
Não encontrei a primeira temporada desse Club Friday aqui para fazer a resenha, mas acho que vale a pena fazer sobre a ss2.Para quem não está familiarizado, a série Club Friday é composta por várias temporadas, e cada uma delas tem vários arcos, falando de assuntos diversos (a mim só interessam os LGBTQIAP+). Esses assuntos são contados em um programa de rádio tailandês por pessoas anônimas, então, as histórias são reais. Deve existir alguma autorização por parte de quem contou, e obviamente a história adaptada para a TV é mais floreada.
Esse arco da série, na primeira temporada me emocionou muito, por diversos motivos. Como já mencionei, os Club Friday são histórias reais, então não pertencem ao gênero BL, onde tudo é idealizado, pertence ao gênero LGBTQIAP+, e todos nós sabemos que pessoas não héteros sofrem muito com preconceito.
Nessa história, contada em 2012, o protagonista Hack e gay, mas ele acredita que gays são fadados a uma vida sem amor, que os relacionamentos entre eles não funcionam. Além disso, ele tem receio de que as pessoas saibam que ele não é hétero, com medo de ser mal visto. Ele conhece Choke através de um app de relacionamentos, e eles tem personalidades opostas. Enquanto Hack é introvertido e tímido, Choke é divertido, e não tem vergonha de assumir sua sexualidade. A ironia é que quando Choke consegue mudar a forma de pensar de Hack, ele sofre um acidente e perde a memória, e sua família aproveita o incidente para afastá- lo de Hack, que acaba sofrendo muito.
Nessa segunda temporada, em 2016, u 3 anos se passaram. Hack conheceu um novo namorado e está recomeçando a vida com ele. Choke continua sem memória, mas também seguiu em frente como pôde, conheceu uma garota e a pediu em casamento.
O destino fez com que eles se encontrassem de novo, quando Choke e a noiva foram comprar a casa, o corretor era justamente Hack, e a partir de então, uma série de fatores vão fazer eles voltarem a se relacionar, traindo seus parceiros, até que a memória de Choke volte e eles optem por ficar juntos sem empecilhos e terminem seus relacionamentos para ficarem juntos. Após essa decisão, seus ex vão se unir tentando fazer com que eles não possam viver em paz e voltarem para eles, e forjarão uma gravidez da noiva de Choke, para obrigá-lo a voltar para ela, deixando Hack sozinho e com o caminho livre pra seu ex.
Essa série tem muitas camadas e fala te temas importantes. O primeiro deles é o mal que a homofobia pode causar. Todos os problemas aconteceram pq os pais de Choke não aceitaram a presença de Hack e se aproveitaram do acidente para expulsá-lo da vida de seu filho.
Em seguida, fala sobre possessividade, no que a noiva de Choke se transformou e o que foi capaz de fazer para não o perder.
Outro tema é a traição, mas nesse caso, apesar de traição ser algo injustificável, fala de pessoas que não amam e mesmo assim mantém um relacionamento por serem amados, o que em algum momento vai ocasionar um problema.
As atuação da série são impecáveis. A filmografia e fotografia, para a época são excelentes. Como na primeira parte, também senti falta de uma ost legal, isso em minha opinião é importante.
Se tenho críticas, com certeza. Primeiro por não saber como a série acabou, e com certeza a história real teve um desfecho, então a adaptação deveria ter também. Por exemplo, quem realmente era o pai do bebê? Qual a reação dos pais de Choke? Com quem ele ficou afinal? Hack disse palavras tão depreciativas no final, será que ele ficou com quem? Sozinho? E o amor deles? Enfim, muita coisa em aberto, tanto que fiquei incrédula quando vi que era o final.
Apesar de ter gostado muito, não é o tipo de série que eu vou rever, pois não gosto de finais tristes. Porém, acho que todos deveriam assistir e tirarem suas próprias conclusões.
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O que achei de Namorado à la Carte!
Em uma época cujas evoluções tecnológicas tornam-se em um refúgio à conturbada realidade, um jogo com a possibilidade de recriamos o mundo, mas com experiências que nos agradem é algo que todos desejamos. Até aqui o conceito da série funciona.Quando passamos aos clichês e previsibilidades de enredos do género é que a série se torna numa tortura.
As actuações são óptimas, mas a história foi tomando um rumo tão conhecido que terminá-lo foi um desafio.
Os pontos fortes foram o de apesar da jornada conhecida, termos ficado fixados com os olhos na tela à espera da realização do interesse mútuo entre os personagens.
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Uma obra de arte!!
Sempre que os dramas são bons , a tendência é a terem poucos episódios. A história é interessante, os personagens são óptimos, a trama também está muito boa, acho que não se esqueceram de nada. Conseguimos rir, conseguimos sofrer com algumas situações , e teve o final merecido. Acredito que nos créditos deram a entender que poderia haver uma continuação , no entanto. será que haverá ? Apesar de ser um drama leve, toca em situações importantes , como o bullying e o que o dinheiro e poder podem trazer no ambiente escolar. Melhor de 2025 até ao momentoEsta resenha foi útil para você?
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É preciso encarar a ferida de frente pra poder curá-la.
Que drama incrível e sensível. Apesar de ser uma comédia, traz muitas críticas ao sistema e às leis trabalhistas. Vivemos em um mundo onde o lucro é sempre visado, e onde a dor do outro nunca é considerada ( ainda mais quando se trata de trabalho).A forma como tudo é retratado e as lições a cada episódio mexeram muito comigo. Acho que chorei em quase todos os episódios, pois a parte rica e bem-sucedida não enxerga a minoria, que é a verdadeira dona de toda a riqueza, já que tudo é ela quem produz. E o plot do protagonista ter passado pela mesma situação com a família me fez chorar demais, porque às vezes passamos por situações semelhantes e simplesmente ignoramos, achando mais conveniente assim. Mas aquela frase dita no início da resenha e dita no drama, faz sentido do começo ao fim: precisamos enfrentar nossas dores e lutas para que possamos transformá-las e curá-las. É necessário abrir a ferida para que ela cicatrize sem inflamações ou dores prolongadas. É engraçado, sim!!! Mas me fez mais chorar do que rir, porque são situações do nosso cotidiano. Muita gente não é valorizada no meio profissional e acaba perdendo a chance de viver, enquanto outros vivem às custas desse sofrimento.
Vale muito a pena assistir. Eu gostei demais.
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Carlota
Amo esta série, surpreendeu-me muito pela positiva! Desconhecia dramas da era republicana, não podia ter escolhido melhor para a minha estreia! Desde os actores, figurinos, cinematografia, história, tudo do melhor! Todos os episódios temos uma novidade, a trama flui e não existem tempos mortos! Os atores principais então, são maravilhosos, Zhang Linghe, conheço todo o trabalho dele, nunca desilude! Venham o resto dos episódios que estou super ansiosa! Ninguém merece este conta gotas 😊🥰Esta resenha foi útil para você?
romance de escritório clichê
Simplesmente amando muito esse drama. Não tem um grande plot, mas é um ótimo romance clichêzinho de escritório.Os protagonistas são muito cativantes, o casal é fofíssimo e é uma delícia acompanhar o desenrolar do relacionamento deles.
O casal secundário também é suuuper fofo.(comecei a ver o drama por eles, inclusive)
E esse drama foi uma grande surpresa para mim, pois eu tinha visto alguns comentários negativos sobre ele e tenho estado chatinha pra assistir k-drama ultimamente, mas ele tem me prendido muito.
Enfim, é um ótimo drama para quem quer assistir algo bonitinho para passar o tempo.
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Crappy story with a crappy actress
Due to the lousy acting from the FL (ML is not that good either sorry) I wasn't able to concentrate on the story which is very simple really. Nothing that amazes you or surprises you. Not worth the watch in my opinion.xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxEsta resenha foi útil para você?
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Que fim foi este????
Alguém me explica porque é que tivemos todo um plot em volta das esferas para no final eles morrerem pelas mãos de um psicopata louco pelo CSAT? Eu queria mesmo compreender ele, mas passou dos limites no último ep.Para mim não fez sentido nenhum esta segunda parte, eu apercebi-me como foi tudo uma enrolação para nada. No final não nos explicaram porque é que as esferas apareceram, o Sargento Woon Bin desaparece e ninguém o menciona, parece que ele nunca existiu. A história cansativa de romance do Kim Chi que quer se confessar e no final das contas nunca o faz.
Quatro sobreviventes para no fim desaparecerem com eles também e nos deixarem num final vago, sem a porra de uma explicação e a fazer A PORRA DO CSAT !
Revoltou-me tanto que além deles terem passado por belas e boas durante a guerra, terem crescido como pessoas, quase na reta final são assassinados por um deles e não por uma esfera. O Il Ha teve uma morte patética! Foi uma das mortes que mais me irritou pois ele evoluiu como pessoa e eu agora gostava dele, para no final morrer assim.
A primeira parte frustrou-me em muitos aspetos pela teimosia e infantilidade dos alunos, mas estava aceitável e boa, mas esta segunda parte?? Assistimos 5 episódios em que várias partes era enrolação e conversa fiada, para ter este final...
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F4 Tailândia: Meninos Antes de Flores
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Ate o momento esta sendo a melhor versão de Meninos antes de Flores
Ameeeei essa serie muito, viciante os atores deram um baita de atuação a ponto de vc ficar raiva, furia, nojo, alegria, amor, muito . HA UM ANO QUE ESSA SERIE ESTAVA NA MINHA LISTA E ME ARRPENDO POR NÃO TER VISTO ANTES. AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIEsta resenha foi útil para você?
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Envolvente e bom do começo ao fim.
É um prato cheio para quem gosta de ficção científica misturada com mistério e suspense, daquelas histórias que nos fazem criar mil teorias, desconfiar de todos e se surpreender no final.O roteiro é inteligente ao extremo ao meu ver: ao mesmo tempo que tudo parece óbvio, não é nada óbvio. Em algum momento da série, cada personagem se torna suspeito, e isso deixa ainda mais divertido e intrigante. A atuação é excelente, e a forma como o protagonista usa suas habilidades em prol de algo maior e corre atrás para resolver o caos foi incrível de acompanhar.
Apesar de ter começo, meio e fim, o final deixa uma porta aberta para uma segunda temporada, especialmente por causa da personagem doente que ficou sem respostas naquele tanque e do vilão que conseguiu fugir. Tudo indica que ainda há muito a ser explorado. (Acho né?)
Confesso que por um tempo desconfiei bastante da protagonista feminina (ela passa esse ar suspeito o tempo todo). E é justamente esse clima de dúvida que torna a série tão boa: todos os personagens parecem culpados em algum momento, e isso prende a atenção do início ao fim.
Super indico para quem gosta de suspense, mistério e ficção científica. Eu ache tudo muito envolvente, cheio de reviravoltas e surpreendentemente a cada episódio!!!
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Um Remake que consegue inovar
Eu confesso que a ideia de fazer um remake de um drama ainda recente na memória de todo mundo foi um risco e, no mínimo, estranha. Pensei que não houvesse nada de novo que pudéssemos ver dessa história, que já tinha cumprido seu objetivo na obra original coreana há apenas um ano. Mas, para minha surpresa, a versão japonesa ainda tinha muita coisa para contar. Coisas ainda melhores, eu posso dizer.Se eu tivesse que apontar a maior diferença entre as duas versões, é o tom adotado para a obra. Enquanto a versão coreana mantém o tom leve do webtoon original que, embora fale de temas pesados — abandono de mulheres durante o tratamento de câncer, relacionamentos tóxicos e segundas chances — ainda assim mantinha o tom cômico e tinha vários personagens destinados apenas a serem um alívio da trama principal.
Porém, a versão japonesa, mais enxuta e dramática, parece deixar claro que o seu foco está em não romantizar a vida e reconhecer que, sim, todos temos uma história que pode explicar quem nos tornamos, mas nunca justificar o que decidimos continuar sendo. E, dessa análise, nem mesmo a protagonista escapa. Logo nos primeiros episódios, conseguimos ver críticas dela e de outros personagens por sua atitude passiva durante a vida.
E tenho que dar os parabéns para a atuação desse elenco. Tanto a atriz escolhida para viver a vilã Reina Sei, Shiraishi, como a dupla de atores protagonistas, Fuka Koshiba e Takeru Satoh, deram mais profundidade para os personagens que eu achei que já conhecia. E tenho que admitir que, para mim, Takeru Satoh se sai até melhor que o ator original, Na In Woo, que às vezes parecia apático no papel.
Se já assistiu à original, recomendo que veja essa nova visão do enredo, que respeita outras tramas do webtoon original e que não vemos na versão coreana. Mas também recomendo, para quem ainda não teve contato com nenhuma, começar pela versão coreana. Tenho a impressão de que, por ser mais enxuta, alguns pontos importantes da história podem ficar confusos na versão japonesa para quem não teve nenhum contato com a história.
Para mim, foi uma ótima descoberta. Eu amei acompanhar.
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Final feliz? Depende dos olhos de quem vê
A história gira em torno de uma divindade (arrogante) e uma humana especial, cujo sangue é capaz de curar a humanidade. O que esperar? Muito choro , um amor perfeito à sua maneira com um final aceitável (gostei).Foi delicioso acompanhar a transformação e o crescimento dos personagens(protagonistas) mostrando que o amor está nos detalhes e que palavras sozinhas nem sempre bastam. Amor é atitude e, às vezes, também é sacrifício . Um foi a cura e a libertação do outro, e isso foi simplesmente lindo.
Me diverti horrores durante os episódios e ainda consegui me manter atenta a cada detalhe. Histórias novamente falando dos sacrifícios que fazemos por amor e do quanto isso pode ser dolorido… mas também cheio de beleza.
O personagens secundários trouxe leveza, humor(muito). Eles foram tão marcantes que eu nem tive tempo de reclamar dos efeitos especiais fraquinhos (rsrs).
Sobre o final, achei muito bom e coerente. Estranho seria se fosse perfeito como a gente gostaria. Cá entre nós: vocês acham mesmo que aquele homem deixaria a mulher dele para trás? Nunca! Meu coração dormiu tranquilo, porque sei que o final feliz veio só não está visível aos nossos olhos humanos. Ameiiiiii.
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Bati recordes!
Quem diria que ia conseguir ver 12 episódios numa semana!Tal como “A Good Day to be a Dog” e “Marry My Husband”, eu já tinha lido o webtoon (que na realidade ainda não acabou de ser traduzido) e o final está semelhante. Tirando alguns pormenores, o ponto central da história está certíssimo!
Fiquei um bocado chateada com os ditos pormenores porque mudam inteiramente uma história, mas os realizadores gostam muito de alterar as coisas para parecer mais dramático quando não é realmente necessário. Tirando isso, adorei do início ao fim!
Porém, comerem-se em plena luz do dia ao episódio 6?! Fiquei em êxtase! Por mais k-dramas assim!
Conclusão: Até ao momento, todos os k-dramas derivados de webtoons têm corrido às mil maravilhas. Espero que continue!
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Doentio
Péssimo. Romantizar uma relação tão tóxica e abusiva, baseada em idolatria, servidão e bullying.Não sei quem precisaria mais de terapia ali... os dois personagens principais ou a equipe de roteiro.
Na sequência 2 e 3 , nem o próprio personagem principal consegue entender a adoração que o outro tem por si.
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