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Um romance fofo para aquecer o coração
O melhor romance BL chinês que assisti até agora. É difícil acreditar que é o primeiro trabalho do ator principal, até pensei que ele fosse realmente surdo. A cena em que ele está no hospital e desabafa sobre as suas tristezas e frustrações é simplesmente fantástica, emocionante e comovente.Ele é tão bom ator que superou o fator altura (sim, porque ele é muito alto o que o deixa um pouco desajeitado principalmente porque há uma grande diferença de altura entre os 2 protagonistas)
Um romance leve, fofo e com algumas situações cómicas. Não tem excesso de drama e nem de sofrimento entre os protagonistas. Eles simplesmente se apaixonam e vão viver esse amor e não se separam mais, sem nenhum tipo de mal entendido idiota.
O casal secundário serve apenas para trazer o lado cómico da série.
Quando li a sinopse não dava nada pela série e foi uma grata surpresa. É daqueles dramas que aquecem o coração.
Vale muito a pena assistir.
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Um romance suave
Foi o primeiro drama BL que eu assisti. Como hetero, nunca achei que fosse me interessar por romances LGBTQs, o que é uma enorme tolice além de preconceito (agora eu sei). Encontrei esse drama na busca por séries de fantasia e provavelmente por conter no nome a palavra "tale" ele apareceu na minha busca. Quando fui ver o trailler, percebi que era um romance LGBTQ (eu sequer conhecia o termo BL), achei estranho, mas algo me prendeu e eu comecei a assistir do tipo estou curiosa ... Vou ver só o episódio 1...O romance é lindo, sutil, sem clichés chatos de separa e volta, vilões e ex namorados ou imposição da família para ser hétero (é claro que tem as cenas cliches de troca de olhares apaixonados e confusos, mas sem isso também não seria um romance).
Duas pessoas que se conhecem, se apaixonam, tentam perceber seus sentimentos, ficam confusos pelo fator da sexualidade. Não há pressões externas para que eles não possam amuderecer esse sentimento, não há um vilão e nem aquele separa e volta dramático e sem fim (que é muito chato e cansativo). Eles acabam por se separar sem brigas, apenas porque ainda não é o momento e depois voltam a ficar juntos numa cena de final tão linda quanto foi a série toda. É extremamente romântico sem ser meloso. A OST é perfeita, o cenário impecável, os atores estão fantásticos. O Earth teve a sua primeira chance de um papel principal que puxou por ele e ele correspondeu à altura, o que também demonstra a excelência da equipe de produção e direção.
Existem mais 3 capítulos extras de sequência do romance (vale muito a pena assistir essa continuação). Está dentro da série Nosso Céu-2ª temporada. É uma série que traz 16 capítulos extras para 8 romances BL bastante populares. A parte do 1000 estrelas começa no final do episódio 13. Está disponível no VIKI e no canal da GMM no YouTube.
Por causa do Conto de 1000 estrelas eu já assisti a todo o catálogo BL da Netflix, da GMM e da Viki, mas continuo considerando esse como o melhor de todos.
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Belas paisagens
Lindas paisagens, parece que estamos a viajar pela Tailândia com toda a sua gastronomia junto com eles. Um drama que envolve tantas cenas com comida tinha que ser mesmo protagonizado pelo Mix.Acho que o drama peca um pouco em roteiro e mais uma vez (acontece o mesmo em MoonLight Chicken) o personagem do Earth é pouco desenvolvido e em muitas cenas ele está ali parado como expectador. O argumento para o desentendimento dos protagonistas e o motivo que leva os irmãos a saírem de carro e sofrerem o acidente, dando início a toda história, é fraco, mas podia passar bem se tivesse sido melhor desenvolvido. A cena do acidente de carro também está mal construída. Tirando os 4 protagonistas, os demais atores e contextos se assemelham a novelas caricatas.
Mesmo assim, o drama é bom porque as paisagens salvam, a atuação dos atores também salva, a Jan está perfeita e a série garante boas risadas.
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Típico relacionamento tóxico
Khai é apaixonado por Third, seu melhor amigo de anos. Third é o rei do engate na faculdade e sobra sempre para Khai resolver os problemas amorosos que ele arruma. Na maioria das vezes ele trata Khai com desconsideração e sempre o deixa em segundo ou terceiro plano. Quando Khai resolve tentar confessar seu amor a Third percebe que todas as suastentativas são falhadas e desisti. Enquanto isso, Third percebe que Khai gosta dele e resolve beijá-lo chamando-o pelo nome de uma menina, fingindo estar bebado só para que ele fique com raiva e deixe de gostar dele. Só essa cena já é doentia o suficiente para classificar como Third como tóxico.Depois de sofrer horrores, Khai finalmente decide seguir em frente e deixar Third para trás porque convenhamos nem como amigo serve. É nesse momento que Third, ao perder a companhia de Khai, percebe que gosta dele e resolve então reconnsquitá-lo. Depois de tudo o que ele fez, Khai ainda vai desculpá-lo e aceitá-lo novamente. Isso não é teoria do amor, isso é dependência emocional e não deveria ser tratada de animo tão leve em uma série juvenil porque os adolescentes tendem a achar que esse seria um comportamento aceitável.
Khai até podia aceitar Third de volta, mas deveriam ter uma parte do drama em que se deveria mostrar que o comportamento do Third não foi aceitável desde o início, que foi tóxico, abusivo. Que não foi simplesmente idiota ou cretino... foi bem mais que isso.
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Esperando pela sequência
Aquela série que você não espera nada e que te surpreende.Para começar ela está mal classificava pois também se encaixa no tema fantasia, pois o enredo gira em torno das pessoas com habilidades especiais.
A série é intensa do início ao fim, não se perde no roteiro, não se perde em flashbacks e nem em dramas desnecessários para preencher tempo de episódio. O elenco foi tão bem escalado que eu nem acredito que é o Pavel no papel do Babe (vamos comparar o Pavel em Melodia do Café e aqui em Pit Babe). E as cenas dramáticas mais intensas estão tão bem feitas que a gente chora junto com o Babe.
É claro que nem tudo é perfeito e existem cenas que podiam ter sido melhor elaboradas. A atuação do Pooh em alguns momentos me deixou na expectativa pq ele fica só parado a olhar intensamente para o Babe e eu fiquei sem saber se ele não conseguiu desenvolver bem o momento ou se foi falta de falas no roteiro, mas isso não compromete a série em geral.
Também acho que faltou completar o final com o destino das crianças a serem vendidas, mas isso provavelmente ficou para a temporada 2 que estreou em maio desse ano.
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Boring...
A ideia do Nosso Céu 1 e 2 é muito boa porque todo mundo gostaria de ver mais um pouquinho daquele casal de protagonistas de uma série que adorou.Onde está o erro na série? A falta de roteiro para as continuações. Eram para produzir apenas 2 episódios, não pode ser tão difcíl criar qualquer uma dinâmica extra. Mas, os roteiristas resolveram investir em histórias sem sentido de troca de corpos e viagens no tempo na maioria dos dramas. Tirando o Conto de Mil estrelas e Um chefe e um Bebê, todos os outros ganharam sequências sem sentido.
Bad Buddy foi o pior de todos porque traz uma sequência que na verdade se passa no meio da história anterior. Eu percebi a ideia dos produtores que foi de juntar numa única sequência de 4 episódios os 2 casais mais queridos da GMM : Pran/Pat e Phupha/Tian.
Bad Buddy já foi uma série que apesar do sucesso (porque é realmente muito boa) teve um final que deixou a desejar uma vez que eles terminam juntos sem estar propriamente juntos. A sequência deveria ter tido a chance de mostrar que eles conseguiram passar por cima dos problemas das famílias e realmente ficarem juntos, mas ao invés disso temos uma volta no tempo onde eles estão novamente ainda na faculdade preocupados em fazer uma peça de teatro. Cabe ainda mencionar o fato de que quando Nosso Céu 2 foi filmado, o Ohm estava bem diferente de quando filmou Bad Buddy (bem mais magro e com o cabelo comprido), o que não se encaixa num retorno dentro do tempo proposto.
Outra sequência que deixou a desejar foi o de "Não me abandone jamais". Além da viagem no tempo, temos o Nuengdiao que volta dos EUA depois de 4 anos fora e simplesmente resolve dizer ao Palm que vai ficar mais 2 anos fora para fazer o mestrado antes de assumir a presidência da empresa. Mestrado em que? Já era confuso o fato dele decidir assumir os negócios da família, mas ir para os EUA cursar música.
Enfim, a ideia foi muito boa, mas mal desenvolvida.
A sequência do Conto de mil estrelas ficou impecável.
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Uma comédia besteirol
Não gosto do enredo todo em si e em muitos momentos disse para mim mesma que não ia mais assistir ao capítulo seguinte (de tanto ódio), mas acabei por assistir todo porque a produção da série fez um ótimo trabalho. O Earth finalmente conseguiu um papel em que pode mostrar todo o seu talento na atuação porque eu mal consegui reconhecê-lo no primeiro episódio. Ele devia fazer mais comédias porque tem muito jeito para isso.A série é uma comédia do tipo besteirol. O heng é aquele personagem que ao primeiro contato você se pergunta: De onde saiu isso?... Depois você se acostuma e percebe que "ok, é a personalidade do personagem ser um adolescente viciado em jogo aos 30 anos", uma criança grande. E ele vai te conquistando com o passar dos episódios.
Depois a gente fica com pena porque ele é assediado pelo chefe, de uma forma suave, mas é assédio. É assediado pelo colega de trabalho que o agarra no chuveiro quando ele está nu, desprotegido e contando que se sente desconfortável porque o chefe se confessou para ele, mesmo sendo um homem. É uma cena que é para ser engraçada, mas se analisarmos friamente é uma agressão porque é nesse momento desprotegido que o colega lhe dá um beijo sem pedir permissão.
Depois de vários acontecimentos, ele percebe que está apaixonado pelo colega de trabalho e a partir daí não tem receio de expor os seus sentimentos. Mas, aquele que fez de tudo para lhe conquistar depois se mostra possessivo, egoísta e muitas vezes agressivo na convivência.
Ele é abandonado (essa cena foi uma das que mais me matou de ódio porque ele é empurrado no chão e se agarra a perna do outro a implorar para ele não o deixar. Acho que podiam ter cortado essa cena humilhante do personagem), mas espera 1 ano para que seu amor o queira de volta.
Na cena do quase casamento com o chefe não entendi porque não apareceu a mãe dele e como ela aceitaria esse casamento homossexual se foi exatamente, o fato dela querer que ele se casasse com uma mulher e tivesse filhos, o suposto "motivo" para o Mó deixar o Heng.
Como essa é uma adpatação japonesa, podemos esperar a sequência em breve.
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Bom enredo
Suspense, investigação e uma sequência de fatos que faz nossa imaginação ficar a trabalhar o tempo todo para descobrir quem é quem e mesmo quando achamos que já encontramos, acabamos por ter dúvida novamente.O drama é muito bom, toda a parte do suspense foi tão bem desenvolvida que o romance ficou em quinto plano e não convenceu. Eu descartaria a parte do romance porque ficou dispensável na história.
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Nao é um romance fofinho
Essa série foge do comum que se espera. Primeiro, por causa do Earth/Mix a gente espera que seja mais um romance de olhares românticos e confusos entre eles. Mas, isso já é desfeito no primeiro episódio com uma noite de sexo sem compromisso e que a gente depois então fica a imaginar que a série vai seguir essa linha, mas isso não acontece. Temos aqui 2 personagens centrais, maduros e bem resolvidos, a pesar das suas questões sobre a vida de cada um. Não é um romance fofinho, mostra a dualidade que é mais comum na vida real.O que eu não estava a espera era que surgisse um casal secundário, que se vai formando aos poucos sem a gente dar conta e eles roubam a cena e acabamos por torcer mais por eles e esquecer dos protagonistas em determinado momento. O personagem do sobrinho adolescente com insatisfação crônica que tinha tudo para ser o ponto chato do drama se transforma em grata surpresa ao protagonizar o casal mais fofo e irresistível com o seu amigo surdo.
Ponto contra que eu poderia colocar é que o personagem do Earth foi pouco desenvolvido no roteiro e ao meu ver, ele deu o máximo com o mínimo que lhe foi oferecido porque em muitos momentos ele simplesmente não tem fala nenhuma, fica de expectador da situação.
Mas, no geral a série é boa. Vale a pena assistir.
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Doentio
Péssimo. Romantizar uma relação tão tóxica e abusiva, baseada em idolatria, servidão e bullying.Não sei quem precisaria mais de terapia ali... os dois personagens principais ou a equipe de roteiro.
Na sequência 2 e 3 , nem o próprio personagem principal consegue entender a adoração que o outro tem por si.
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Intensa
A melhor OST de todos os dramas que assisti. Uma série intensa do início ao fim. Um elenco perfeito, exceto talvez pela escolha da Kim Da MI como protagonista, acho que é o único ponto fraco porque ela é perfeita para a primeira parte da trama onde interpreta uma adolescente cínica (muito parecido com suas personagens em outros dramas), mas para a segunda parte quando passa o tempo e ela fica mais velha e mais suave e aumenta a componente romântica não acho que ela tenha conseguido encontrar a personagem.Vale muito a pena assistir!
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Inaceitável
Começou bem e parecia ser um bom drama até o episódio 8, daí para a frente o personagem Theo ficou insuportável. O final é simplesmente injustificável. Theo resolve ter um ataque de infantilidade e se comportar como se fosse uma criança de 5 anos diante da separação dos pais. Trata mal o Akk, não pede desculpas e ainda o apresenta apenas como amigo. Depois vai embora e o larga para trás sem grande satisfação e é o Akk que tem que correr atrás dele no final e se mostrar "merecedor de estar com ele". Rídiculo. Simplesmente inaceitável.Os roteiristas erraram feio.
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Polêmico
A história é bastante original. Em muitos momentos a gente fica na dúvida se é um relacionamento abusivo, tóxico ou fofo. Acho que só o questionamento de vários aspectos da relação do casal principal já torna a série válida.Temos aqui um casamento arranjado por 2 famílias, mas que os noivos em questão se amam. Um sendo bem mais velho tenta controlar o mais novo e a gente passa a série a se perguntar se ele está sendo abusivo ou protetor. O Kilan força uma convivência antecipada ao obrigar o Nukuea a morar com ele enquanto esse está tentando romper o noivado porque acha que não é amado devido às atitudes frias do Kilan. Começa um jogo de gato e rato onde às vezes fica a parecer que o NuKuea está sendo forçado a uma maior intimidade com o Kilan. Por outro lado, o NuKuea é um menino mimado, único filho de uma família rica que não demonstra nenhum interesse em ajudar a família. Passa a vida a queimar dinheiro com hobbies extremamente caros e depois se sente ofendido quando a família entrega ao Kilan a responsabilidade de cuidar dos problemas financeiros que estão a enfrentar. Chora por tudo e por nada.
Começa a série triste porque deseja de se sentir mais amado e ter mais intimidade com o noivo, quando isso finalmente acontece fica a fazer doce como se fosse uma eterna virgem. Nos momentos mais íntimos está sempre a dizer não, quando demonstra querer dizer sim, o que faz parecer que o outro o está forçando, o que pode trazer desconforto aos telespectadores mais sensíveis.
Mente descaradamente a série toda por algo que ele criou como barreira na mente dele e no final ainda usa isso como desculpa para fazer o Kilan passar uma vergonha gigantesca ao ter seu pedido de casamento rejeitado na frente de todo mundo no dia da festa de aniversário do pai. Pensei que eles fossem terminar ali, mas ao invés disso o Kilan o perdoo e ainda foi atrás dele a pedir desculpa como se fosse ele o errado (odiei, mas ao mesmo tempo ganhou meu respeito porque a cena seguiu um caminho que eu nao estava a espera).
Só com o desenrolar da série é que (estando bem atento) nós vamos perceber que o Kilan antecipa a ida do Nukuea para morar com ele porque vai ter que vender a mansão da família.
O casal secundário é totalmente dispensável porque o argumento e enredo é péssimo, a atuação dos 2 atores também é ruim. Só o toque de recolher quem um impõe ao outro já é abusivo o suficiente para ser dispensável na série.
O que salva no plano de fundo é o terceiro casal formado pelo Tutor e pelo Ain que são muito fofos e foi construído gradual e naturalmente ao longo da série. Eles roubaram o protagonismo do segundo casal.
A OST é a melhor que eu vi até agora nos dramas tailandeses, aliás o NuNew é o melhor ator que canta, ele realmente canta bem.
Ainda precisa pegar mais experiência na atuação, mas sendo o 1º trabalho dele acho que se entregou ao máximo ao personagem.
Nós conseguimos ver uma grande melhora na atuação dele do Cutipie 1 para o Cutipie2
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Um romance sem romance
Não há muito o que dizer sobre a série, ele se resume bem na definição de que é um romance sem romance.O protagonista está apaixonado pela colega que parece sofrere de uma maldição. Então, ele dedica a vida (literalmente e até mesmo a colocando em risco) para tentar salvá-la da maldição. Ao descobrir que não pode salvá-la, ele tenta descobrir uma forma de ficarem juntos. Tudo isso aocntece sem que eles realmente possam ficar juntos e quando, no último capítulo, o problema parece resolvido, simplesmente não há grande química entre os atores.
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Faltou química
A série começa bem, o primeiro encontro entre os protagonistas tem uma fala que faz você pensar que vai ser um drama fofo e romântico com bastante interação entre os personagens.Esqueça isso. Até metade do drama, nós acompanhamos o Tyne a tentar perceber seus sentimentos e resolver sua confusão interna de se sentir atraído por outro homem, já que até então ele só havia namorado meninas. Até aí ok! Ao mesmo tempo descobrimos que o Sarawatt apaixonou-se pelo Tyne a 1ª vista em um único encontro ocorrido há mais de 1 ano e que procurava por ele durante todo esse tempo. A história parece linda. Mas depois que eles resolvem seus conflitos internos e medos e resolvem ficar juntos, o que nós vemos é um casal de namorados que mal se encosta (não, eu não estou falando de pegação). Não há abraços, mãos dadas, carinho, beijos. São muitas falas onde os 2 personagens estão completamente apaixonados um pelo outro, mas nao há linguagem corporal que corrobore isso. O que nós vemos, é que escalaram 2 atores hetero que visivelmente não estavam confortáveis em interpretar uma casal gay.
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