Oishii Rikon Todokemasu
0 personnes ont trouvé cette critique utile
Não é um BL.
Oh meu deus! Um pôster com um casal homoafetivo e uma criança, que família feliz!Não caiam nessa. Isso é quase um clickbait emocional!!!
Oishii Rikon Todokemasu (ou I’ll Deliver a Delicious Divorce) é uma série muito mais pesada do que aparenta. Eu esperei todos os episódios serem lançados achando que seria algo leve, aconchegante e cheio de momentos fofos. Mas levei uma facada 😭
A sinopse não entrega muita coisa, mas o primeiro episódio já te mostra o tom da série inteira. Foi vendido como um BL, mas se você procura romance, não vai encontrar. O casal principal — o advogado Otokita Hajime e o detetive Iseya Kai — é de fato um casal homoafetivo confirmado. Em vários momentos a narrativa deixa claro que eles trabalham com divórcios justamente porque, como dois homens, não podem se casar legalmente no Japão.
O problema é que, apesar dessa confirmação, a série não desenvolve a relação deles de forma íntima. Não há demonstrações de afeto, nem mesmo algo simples como um abraço ou um toque mais significativo. O máximo que vemos é a rotina entre dois parceiros, onde um deles acaba assumindo quase o papel simbólico de “dona de casa”. Não é porque estão seguindo alguma obra original — simplesmente parece uma escolha da própria série, que opta por manter a relação deles mais sugerida do que mostrada. E isso acaba sendo frustrante quando você espera ver um casal de fato, e não apenas uma parceria silenciosa.
A parte da “família” com a Anna é realmente muito boa, mas é apenas um breve alívio dentro de uma série que, na maior parte do tempo, é densa.
Deixando isso de lado, os casos trabalhados na série são interessantes, tristes e, infelizmente, muito próximos da realidade de muitas pessoas. Um dos que mais me marcou foi o das mulheres que estavam juntas há dez anos — um caso que expõe, de forma dolorosa, como a sociedade pode ser cruel, injusta e completamente indiferente à vida das pessoas.
Enfim, minha conclusão: Oishii Rikon não é um BL romântico, é um drama sobre relacionamentos quebrados, expectativas sociais e a dureza da vida adulta. Vale pela reflexão, pela estrutura dos casos e pela crítica social, mas não pelo romance que o marketing te faz acreditar que existe.
Cet avis était-il utile?
Perdeu um grande potemcial
"Não importa o que sua memória guarda. Eu te amarei no passado, no presente e no futuro."Eu tenho sentimentos mistos em relação a Melody of Secrets, até porque eu gosto muito dos ForceBook. Afinal, foram eles que me trouxeram para o mundo dos BLs live action com Enchanté. Acompanhei o lançamento de A Boss and a Babe e esperei ansiosamente por Melody of Secrets desde o dia da estreia, em 05/12/25.
E sim, pasmem: eu só consegui terminar essa série agora, seis meses depois.
Não posso dizer que fiquei decepcionada — mais uma vez — com um drama dos ForceBook, mas fiquei extremamente triste. Dessa vez, a série praticamente não teve marketing e, como consequência, também não teve público. E eu poderia dizer “poxa, a série merecia mais reconhecimento”, mas sinceramente acho que isso seria muito mais pelos atores do que pela trama em si.
Nos primeiros episódios, eu realmente estava imersa naquele universo, intrigada pelo mistério e completamente curiosa para descobrir mais sobre a história. Infelizmente, todo esse mistério é quebrado rápido demais, sem deixar uma base sólida para sustentar o interesse de quem continua assistindo.
A série fica vivendo apenas da promessa de que “o mistério ainda não está completo”, mas demora tanto para entregar algo realmente impactante que acaba cansando.
Confesso que o plot do oitavo episódio realmente me surpreendeu, mas o que é uma lasquinha de ouro no meio de um quilo de areia?
No final, eu só queria terminar essa história maçante e lamentar pela bomba que a GMMTV entregou pros meus ForceBook mais uma vez.
E isso me frustra ainda mais porque Melody of Secrets tinha potencial de sobra. A série mistura mistério, assassinato, desconfiança constante, romance e até tenta criar momentos de tensão psicológica. Os ingredientes estavam todos ali. Mas nada parece realmente desenvolvido até o fim. É como assistir algo que poderia ter sido incrível, mas que escolheu permanecer raso. Não é uma série ruim — ela simplesmente não consegue se sustentar.
Cet avis était-il utile?
one more fake-feminist Netflix cash grab
I can't understand what this show was trying to be. It does have it's really awesome fun moments and comedy and cute romance but then sometimes it feels like they're laying it on so THICK, making the FL be whatever whenever it suits them. She's supposed to be super smart and a good lawyer and a badass fighter AND a DJ aND an actress and basically anything she puts her hands to she's a pro at but for pivotal plot points she has the critical thinking skills of a wet tissue?Man she barely knows seen hugging a schoolgirl --> PEDOPHILE! (yes, a very famous actor would totally go around handing cash to and flirting with a minor right in front of his house)
Overhears ten seconds of a conversation with zero context whatsoever --> MISOGYNISTIC BASTARD! (this is a lawyer who fights high-profile celebrity cases btw)
I didn't even fully understand how she suddenly comes up with random things to hate him and wish to dump him for without even talking it out throughout this series. They keep trying to push it down our throats that she's "not like other girls" and that gets tiring after a certain point. It's so dumb that the ML is like "I fell for you because you're not selfish, manipulative, and calculating" and all she's done up to that point is be manipulative and calculating interspersed with short bouts of caring for him. Also, like... she'd have one night stands with guys, dump them, and said that was her way of teaching empathy to sleazebags? Whose lives exactly were being changed lol i don't care if she has a 100> body count but we don't need to bring in a hero-angle to that too
Her misunderstandings and the way she treats ML are so hard to watch sometimes, like they can't decide whether she's a mature character or she's still reeling from previous scars or whether she's just a petty moron who yo-yos between genuinely caring for him and playing with him because she's a "badass" or whatever. The points they raise about the patriarchy and feminism are genuine and important to speak about but at a certain point it becomes so in your face and preachy. Like SHOW us, don't keep TELLING us how fricking unbelievably unbreakable this FL is. For a show trying to promote feminism it looks really biased to have every other woman except the FL be brainless, childish, man-crazy delusional airheads. You kinda feel like everyone other than the main leads are toxic, two-faced, annoying and tiring-- even the SML turns out to be a kinda sleazy idk what they were trying to go for it felt like they suddenly decided halfway that they wanted him with the FL's BFF? More than characters who had growth and arcs it felt like the writers made them do whatever suited their storyline and helped the leads along.
The drama sure has it's really fun moments and well-written scenes, but it all plays out more like a shallow Netflix cash grab than a kdrama with heart.
Cet avis était-il utile?
Bitch x Rich Season 2
0 personnes ont trouvé cette critique utile
Messier, Chaotic... Diamond 6
Bitch X Rich Season 2 takes everything from the first season and turns the chaos up a notch. The characters are wilder, the stakes are higher, and the conflicts become much messier with more people getting tangled in the web. Just when I thought I had everyone figured out, the drama reminded me that in this world, trust is a luxury.One of my favorite things about this season is that it keeps playing with the characters' moral gray areas. I was constantly questioning who's genuinely a friend, who's just pretending, and who's about to pull the rug from under everyone. It made every interaction feel unpredictable, and I loved that lingering uncertainty throughout the story.
What really made the season satisfying, though, was the ending. It felt like everything came full circle, especially for the main lead. Watching her finally confront her biggest fear and choose to do the right thing made her character development feel earned. It wraps up in a way that leaves you feeling rewarded for sticking through all the twists, lies, and shifting alliances.
Cet avis était-il utile?
Cette critique peut contenir des spoilers
Incredible boring
I did not enjoy this show, but it was exactly as the description and trailer showed, it was just incredibly boring. I was constantly annoyed with Jun Fei Fan, she was shown in the begining to be a very smart person since she was the head of the family business and pretending to be a man. But she was consatntly caught in awkward situations because she was trying to be sneaky and not being smart about it. Then Xuan Lie was also so infatuated with Jun Fei Fan that he was tailing after her like a lost puppy but also constantly suspicious of her. Like you cant tell her that you love her and would die for her and then yell at her because you think she is betraying her. Also alot of the issues at the half way point were so annoying, since they easily could have been avoided if the leads would have talked to each other. Also the show a few times had these moments where male characters would comment about how women can do anything that men can, which as a women I think its great that shows want to empower women, but there are better ways to do it. The way the show did it was so cliche and it makes me cringe that more then once a male character told a female character that women can do anything men can. The only nice thing I can say about this show is that I liked some of the side characters. I also thought that the male lead was a really good actor and that even though I didn’t love the writing for this show, he kept me interested.Cet avis était-il utile?
Shugakuryoko de Nakayokunai Group ni Hairimashita
0 personnes ont trouvé cette critique utile
Clichê interessante
Um clichêzão, né. Quem me conhece sabe que eu detesto clichês, então já comecei esse BL com um pé atrás. Ainda assim, estavam falando tão bem — mas tão bem — que acabei cedendo e assisti.E, sinceramente, como era de se esperar, não achei nada demais. A série é boa, divertida e daquele tipo que te faz surtar junto com o protagonista por coisas bobas ou fofas.
O Japão raramente erra nesse estilo, e aqui não foi diferente.
O casal é fofo e tem química, e a construção da relação entre eles é bem feita. A produção também merece elogios: a série é visualmente bonita e bastante caprichada.
O problema, pra mim, é que ela não conseguiu me fisgar justamente por ser algo que eu não curto muito: histórias que reciclam fórmulas e clichês já bem conhecidos.
Dito isso, se você gosta de romances previsíveis e confortáveis, *título gigantesco* com certeza é pra você 🫵
Cet avis était-il utile?
Goddess Bless You From Death
1 personnes ont trouvé cette critique utile
MELHOR QUE MUITO FILME DE TERROR
mds a produção dessa série e surreal, a maquiagem a produção 10/10. Me irritou um pouco o fato deles parecerem detetives amadores, quando eles descobriam alguma coisa achavam que era um grande mousse, tipo mona e meio óbvio isso, o pooh deixou um pouco a desejar na atuação, achei meio duro e perdido, mas no final deu uma compensada, e devo dar os meus parabéns para o ator que fez o bom atuou MUITO BEM, mds ele entregou tudo, espero ver mais séries com ele estrelando futuramente, gostaria que tivessem falado mais sobre o casal secundário, gostaria de saber mais da história de amor deles, mas a série superou muito as minhas expectativas.Cet avis était-il utile?
Gracinha
Me and Who foi definitivamente algo. Mais uma vez, eu me surpreendi com a forma como a trama se desenrolou. Ao ler a sinopse, eu já tinha uma ideia do que estaria por vir — só não esperava uma verdadeira bomba de açúcar de tão doce que esse boys love é.Uma das mensagens mais bonitas que essa obra transmite é a transformação que o amor permite: quando você ama, também ganha o apoio da pessoa amada e, com isso, se torna quase inabalável.
Confesso que precisei me arrastar nos episódios finais para conseguir terminar a série, mas enfim… a conclusão veio 😭
Quero dar um destaque especial ao casal secundário porque, mds — eles são uma fofura! :((💗
No fim, Me and Who não é nada grandioso ou mirabolante. Ele se apresenta com um enredo simples, que se mantém do começo ao fim. Fofo, confortável e muito tranquilo.
Sinceramente, é uma ótima obra para assistir devagarinho. Mas como eu me conheço, sei que se começasse outra ao mesmo tempo, acabaria dropando, rs.
Cet avis était-il utile?
Fukou-kun wa Kiss Suru Shikanai!
0 personnes ont trouvé cette critique utile
Ótimo para passar o tempo
Omg! Eu estava à procura de um drama leve e divertido e acabei caindo nesse aqui. Foi uma surpresa enorme, porque ele é exatamente o que eu estava querendo assistir ^^A história não tenta ser mirabolante ou super original, mas funciona porque é charmosa, divertida e — acima de tudo — muito fofa.
Eu costumo dividir dramas japoneses em duas categorias:
1. os que parecem live actions de anime, com personagens exagerados e situações super caricatas
2. e os que seguem uma linha mais séria e madura.
Mr. Unlucky Has No Choice but to Kiss definitivamente se encaixa na primeira opção. No começo, isso me incomodou um pouco, porque geralmente esse tipo de drama cai naquele estereótipo clássico: o bottom fofíssimo, virginal e nervoso com qualquer contato físico; e o top/seme com aquela vibe responsável, calma e adultona.
Sinceramente, é o único ponto que me pegou. No fim das contas, acabei gostando pra caramba mesmo assim.
O que me conquistou de verdade foi ver o Kota (Fukuhara) entendendo que o Shinomiya não é perfeito — mesmo com toda a sorte que carrega — e o Shinomiya percebendo que nem todos os sorrisos do Kota eram tão sinceros quanto pareciam. Aos poucos, eles vão aprendendo quem o outro realmente é.
No final, é um drama boys love simples, completinho e ótimo para passar o tempo. Cumpre tudo o que promete e entrega exatamente o tipo de conforto que eu estava buscando.
Cet avis était-il utile?
My Bias Is Showing?!
0 personnes ont trouvé cette critique utile
Melhor drama de IDOL
Bem, é um boys love da Coréia que tenta adaptar um manhwa também da Coréia. A diferença é que os mangás coreanos costumam não temer a censura, enquanto os live actions fazem de TUDO mas não se arriscam a petiscar mais do que um beijo (muitas vezes nos contentamos apenas com um selinho).Isso quebra bastante a imersão de quem já havia lido o manhwa e esperava algo mais (meu caso). Porém, para aqueles que buscam uma série de romance em que um dos prontas é um idol, isso é INCRÍVEL.
Mesmo se distanciando parcialmente da obra original, My Bias is Showing é um seriado bem bom. É uma série que adapta bem os personagens e faz a história acontecer sem muita pressa.
O casal principal entrega fofura atrás de fofura, enquanto o casal secundário dá raiva e mais raiva. Enfim, acaba tudo bem!
Cet avis était-il utile?
Cette critique peut contenir des spoilers
My First C-Drama and OMG
I was dragged into the world of C-drama against my will because I typically hate reading subtitles. That being said after the first five minutes I was hooked. I love the Chemistry between Zhang Linghe and Tian. She did not at all get enough flowers for her performance in this because his character is so grandiose. She totally held her own. She is amazing and adorable, however. MY FAVORITE CHARACTER WAS CHANGNING!! SHE IS A DOLL BABY!!This story surrounds the Marquis of Wu'an a general found hanging on to life by a thread by our heroine Female lead - Fan Changyu. It tells the story of their love, the battlefield, family and resilience.
Our FL (female leaad) is not only ABSOLUTELY STUNNING. she extremely strong, but she has a kind heart and good taste in men. Although throughout the story there are about what seems like a jillion men who seem to fall for her. Totally understandable though. Through her ventures she meets a best friend, a group of rowdy tag a longs that become family, the HOTTEST husband in C-Drama history (at this point because again it was the first one that I've ever watched. )
The trials and tribulations that they go through begin in Xigu Lane, follow them to Li'nan and then onto the battle field. Through cunning, wit, they survive the toughtest moments.
You should really look up the uncut scene in episode 38. I wasn't a huge fan of how it ended. I wish there was more.
There was a lot of court scenes that I didn't care for, but they are crucial to the background of the story. Also, can we talk about the level of fine men they stocked within this show? I mean DANG!!! Even Chancellor Wei! Amen!!!
All of this to say I am now watching this whole series for a 3rd time, however this time my husband and son are both totally into it and watch a few episodes a night with me. I know a log of women watch this for the absolutely beautiful men in this show; but the storyline is enough to engage everyone. Also the war scenes are phenomenal. It's not overdone. It is simply cinematic genius.
Cet avis était-il utile?
MUITO cozy
A capa de Love in Translation foi uma das primeiras capas de BL que eu vi na vida. Eu queria assistir essa série fazia tempo, mas sempre acabava adiando. Até que um dia criei coragem, dei o play e… uau. Que surpresa.Foi aqui que eu finalmente conheci os famosos DaouOffroad!!!!!!
Eu tinha expectativas para Love in Translation, mas não imaginava que a história seguiria por caminhos tão diferentes do que eu esperava no início. A trama começa simples, quase cotidiana, mas aos poucos vai se expandindo, trazendo novas situações e conflitos que mantêm o interesse, mesmo quando a narrativa fica um pouco confusa em certos momentos.
A história acompanha principalmente o crescimento ligado ao mercadinho (ou loja?) e às pessoas ao redor dele. Nós vemos o esforço diário, as tentativas frustradas, os erros e os acertos, e como tudo isso vai moldando os personagens com o passar do tempo. Nada acontece de forma repentina; o progresso é gradual, e isso faz a história parecer mais real.
Phumjai e Yang são o centro de tudo. A relação deles é construída no cotidiano, em interações simples e naturais, e é justamente isso que sustenta a série quando o roteiro não brilha tanto. A química entre os dois protagonistas carrega a narrativa e torna fácil se apegar à história.
Nem tudo funciona perfeitamente. Alguns conflitos se arrastam mais do que o necessário, e o irmão do Phumjai é um ponto que realmente me incomodou. Ele existe para gerar tensão, mas acaba sendo mais cansativo do que interessante para a trama. Ainda assim, isso não apaga o que a série constrói de bom.
No fim, Love in Translation não tenta ser grandioso. Ele se apoia nos personagens e no caminho que eles percorrem juntos — e é exatamente isso que faz esse BL funcionar tão bem.
Cet avis était-il utile?
Chefonas divas
“Para você, talvez eu tenha sido uma inimiga. Mas, para mim, você sempre foi a única em meu coração. E talvez seja por isso que eu nunca tenha conseguido amar mais ninguém. Porque nenhuma delas era você.”Harmony Secret foi uma surpresa — ainda que, de certa forma, esperada. Enquanto eu não terminava GAP (o que já faz uns dois meses), comecei a procurar outro GL com uma proposta diferente, já que o que acabou me paralisando na outra série foi justamente a dinâmica chefe x funcionária, algo de que eu nunca fui muito fã.
No meio de várias opções, a capa de Harmony Secret imediatamente me chamou atenção. Ela transmitia a sensação de um GL mais maduro, menos “good vibes” e muito mais intenso emocionalmente. Mesmo assim, me apaixonei pela proposta de chefona x chefinha. Romance de escritório normalmente não funciona comigo, mas HS conseguiu me prender com facilidade. E a maior surpresa foi perceber que a relação entre as protagonistas era muito mais conturbada do que eu esperava — algo que permanece do início ao fim da série.
Enfim, sem mais delongas.
Aiwarin e Maevika são duas herdeiras extremamente confiantes — talvez até arrogantes — que se reencontram depois de anos marcados por uma falsa intriga. Agora mais velhas e maduras, elas voltam a se enfrentar, disputando o lance mais alto enquanto lideram as empresas de suas famílias e carregam uma responsabilidade enorme sobre os ombros.
Maevika está determinada a conquistar o respeito dos executivos mais velhos da sua empresa e provar que merece ocupar o posto de próxima líder. Já Aiwarin, mais experiente nesse mercado, tenta desesperadamente conquistar o reconhecimento do próprio pai. Assim, as duas entram em uma guerra silenciosa, jogando sujo uma com a outra sempre que necessário. Mas, no meio desse caos corporativo, nasce um sentimento inesperado — principalmente da parte da Mae.
Por mais que Harmony Secret não seja a série mais confortável do mundo, ela trabalha seus conflitos de uma maneira extremamente humana e madura. Isso fica evidente na relação entre as protagonistas, que constantemente precisam lidar com consequências causadas tanto pelo mundo ao redor quanto por elas mesmas.
E acho que é justamente isso que faz Aiwarin e Maevika funcionarem tão bem juntas. As duas possuem personalidades fortes, orgulhos enormes e formas completamente diferentes de lidar com seus sentimentos, mas, ainda assim, existe uma conexão muito sincera entre elas. A química das atrizes funciona em praticamente todas as cenas — desde os momentos de tensão até os mais vulneráveis — e isso torna impossível não se envolver emocionalmente com o relacionamento delas. Aiwarin pode até ser a lésbica emocionada, enquanto Maevika assume perfeitamente o papel da bissexual confusa, mas existe algo genuinamente bonito na forma como elas se entendem e se apoiam, principalmente como mulheres ocupando espaços tão difíceis.
No meio de todo o caos, as secretárias também brilham como casal secundário. E cara… como não falar delas? Que química absurda.
Também não consigo falar desse drama sem citar Yam, a secretária da Aiwarin, que carrega um dos backstories mais interessantes da série inteira. Sinceramente, eu adoraria ter visto ainda mais dela.
Eu assisti poucos girls love na vida, então talvez não tenha repertório suficiente para apontar grandes defeitos ou fazer uma crítica extremamente técnica. Ainda assim, como uma obra completa — com começo, meio e fim bem definidos — Harmony Secret consegue se destacar muito. A produção é excelente em praticamente todos os aspectos: figurinos, cenários, fotografia, direção e até o uso do áudio ajudam a construir toda a atmosfera intensa da série.
Claro, digo isso como alguém completamente leiga nesse assunto. Talvez o que funcionou perfeitamente para mim não funcione para outras pessoas — e tudo bem. No fim, acho que Harmony Secret me conquistou justamente por não tentar ser leve o tempo inteiro. A série abraça o caos emocional das protagonistas sem medo, e isso faz com que cada conflito, cada reconciliação e cada momento de vulnerabilidade pareçam muito mais reais.
PS: a música de abertura dessa série é ABSURDAMENTE viciante, sério.
Cet avis était-il utile?
Not Very Powerful, but Attractive
0 personnes ont trouvé cette critique utile
Love it!
Police drama set in a daycare. A kdrama that feels like home! Unexpectedly had me laughing and crying at times too. Definitely recommend for people who want to watch a feel good drama.I really love the chemistry of the casts. I’d love to watch another season of them.
Cet avis était-il utile?
Muito fofo, porém vergonhoso
“Eu decidi amar ele e não tenho intenção de parar.”Duang With You foi, sem dúvida, o boys love mais vergonha alheia que eu já assisti na vida.
Enquanto via, sentia vontade de tacar o celular na parede e simplesmente desaparecer de vergonha. Em vários momentos, pensei seriamente em dropar a série — mas não fiz.
A dinâmica de golden retriever e gato preto é extremamente comum em diversas obras — basicamente o clássico casal sol e lua. Em Duang With You, ela também está presente, mas de uma forma exagerada demais, principalmente por parte do Duang. Não é uma dinâmica nova, a história não é inovadora, muito menos o enredo ou os plots. Ainda assim, de alguma forma inexplicável, a série te prende.
Talvez seja pela química dos atores, pela leveza de vários episódios ou pelos arcos dos personagens… sinceramente, não sei dizer ao certo. Mas eu gostei — gostei de verdade.
E, sendo bem honesta, o personagem mais interessante de toda a obra é o Qinn. Ele carrega um passado extremamente pesado, com uma história profunda e um trauma que ainda impacta seu presente. Acabou se tornando meu favorito e, facilmente, um dos principais motivos para continuar assistindo até o final.
Agora, saindo um pouco do casal principal… o que foi aquele casal secundário? A química entre Jettana e Marvis é absurda. E aquele final? Sério, o que foi aquilo? Como espectadora, eu esperava algum tipo de fechamento ou virada significativa, mas não aconteceu nada. Foi frustrante demais — eles simplesmente continuam na mesma e é isso, né? kkk
Enfim, finalizando: Duang With You é uma boa série. Divertida, leve na maior parte do tempo, com alguns momentos mais intensos aqui e ali. Eu entendo perfeitamente quem não gostou — a personalidade do protagonista já afasta muita gente logo de cara — mas, com um pouco de paciência, dá pra ir até o fim.
E, sinceramente? Eu preciso de uma nova série só do casal secundário.
Cet avis était-il utile?




