En curso 1/80
Shan Hun Hou Fu Ren Bu An Chang Li Chu Pai
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
jul 20, 2026
1 of 80 episodios vistos
En curso 0
Global 9.0
Historia 9.0
Acting/Cast 10
Música 2.5
Volver a ver 9.0

What an entertaining show

The screen play and dialog are outstanding. Male lead and female lead delivered their line convincingly. The supporting staff adds the icing on the cake. Costumes, sceneries, production are extremely well designed. 100%/100% rewatch value. And the cast are very eye catching.










Dialog is extremely entertaining. It's a memorable show comparing to other drama I'd watched before.
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Visto
Reset
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
10 of 10 episodios vistos
Visto 0
Global 10
Historia 9.5
Acting/Cast 10
Música 9.0
Volver a ver 7.0

UM DOS MELHORES DE 2025

Me recomendaram "Reset" no twitter, eu quis dar uma chance pois falaram que a série era MUITO boa e concorreria facilmente como o melhor boys love do ano.

De verdade, quem sou eu para discordar??

Reset é uma obra prima, o visual é tão fantástico! As atuações não deixam a desejar, também. A história chega a ser repetitiva em um momento, o que dá raiva, mas foda-se, isso é muito bom para eu simplesmente abaixar a nota.
O romance dos protagonistas já faz Reset fechar com 5 estrelas.

Thada e Armin, que química!!!! Me adotem pfvr!!
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Visto
KinnPorsche
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
14 of 14 episodios vistos
Visto 0
Global 9.0
Historia 9.5
Acting/Cast 9.5
Música 10
Volver a ver 7.5

Grande marco na indústria

“Eu não estou do lado da primeira família, nem da segunda. Eu estou do seu lado.”

KinnPorsche é uma série que eu comecei há muito tempo (muito mesmo), larguei, voltei, larguei de novo e, mesmo assim, terminei. Não porque foi fácil, mas porque ela tem alguma coisa que simplesmente não te deixa ir embora. Então talvez isso aqui não seja uma análise 100% fiel ao que a série é, mas sim ao que ela deixou em mim.

Não tenho como começar sem falar do Kinn e do Porsche. Afinal, eles carregam a série nas costas.
O relacionamento deles começa completamente torto, desconfortável, com uma dinâmica de poder muito desigual e uma toxicidade que incomoda de verdade. Em vários momentos eu só conseguia pensar que aquilo não tinha como dar certo, que eles não funcionavam juntos e que seria melhor se afastarem. Só que, contra todas as expectativas, funciona.

E funciona porque a construção é bem feita. Não é rápida, não é perfeita e nem tenta ser. O desenvolvimento — principalmente do Kinn — é muito consistente. Ele é um personagem claramente afetado por traumas e relações passadas, alguém que não sabe lidar com sentimentos de forma saudável, mas que, aos poucos, vai mudando. Não de forma milagrosa, mas o suficiente pra transformar a relação em algo genuinamente bom.
E quando você percebe, já está completamente envolvida, sorrindo por qualquer interação mínima entre os dois, porque aquilo que começou errado demais vira algo estável, fofo e, dentro daquele universo, saudável.

Já o relacionamento entre Kim e Porchay tem uma energia completamente diferente.
Existe sentimento, existe carinho, mas também existe um descompasso muito claro. O Porchay sente muito, se entrega, enquanto o Kim parece emocionalmente distante durante boa parte do tempo, como se nunca estivesse totalmente presente. Isso deixa a relação meio incompleta, meio mal resolvida. Não chega a ser ruim — mas também não é satisfatória. Fica com cara de algo que começou na hora errada, com pessoas em níveis de maturidade diferentes. E o final deles reforça bastante isso.

Agora, sobre Vegas e Pete, não tem muito o que suavizar. Esse relacionamento ultrapassa qualquer limite aceitável (é nojento). Não é só tóxico, é abusivo em vários níveis: físico, psicológico e emocional. Teve um ponto em que simplesmente não dava mais pra assistir. Eu comecei tentando entender a proposta, mas depois de certas cenas ficou impossível continuar sem desconforto real.

Eu pulava mesmokkk

A série tenta justificar o Vegas com trauma, negligência e questões familiares, mas isso não sustenta o que ele faz. Não justifica e nem deveria. Nem todo personagem precisa de redenção e, nesse caso, tentar construir isso soa mais forçado do que qualquer outra coisa. O Pete é claramente uma vítima, e transformar aquela dinâmica em algo minimamente aceitável é uma escolha narrativa bem questionável. Foi, inclusive, o principal motivo de eu ter largado a série por meses.

É uma opinião bem pessoal, mas eu não consigo — e nunca vou conseguir — entender quem gosta desse casal.

Saindo dos relacionamentos, KinnPorsche é uma série extremamente bem produzida. A estética é bonita, a direção funciona, as cenas de ação são boas e prendem. O problema maior está na conveniência do roteiro. Informações importantes aparecem e somem no momento exato em que a história precisa, personagens morrem antes de revelar coisas essenciais e isso se repete o suficiente pra ficar evidente. Não chega a estragar a experiência, mas é algo que incomoda.

Uma coisa que funciona muito bem é o mistério em torno da família do Porsche. Ele não é completamente resolvido e isso deixa um espaço interessante pra interpretação.

Outra coisa que definitivamente vale a pena ser mencionada é a trilha sonora, principalmente “Free Fall”, que é um destaque absurdo!!
Quando a música volta no episódio final — dessa vez, no piano —, com o peso de tudo que aconteceu, é o tipo de cena que realmente bate. É bonito, é marcante e funciona emocionalmente.

No fim, KinnPorsche não é uma série leve e definitivamente não é pra todo mundo. Ela exige um certo nível de tolerância, principalmente por causa de algumas escolhas narrativas e relacionamentos problemáticos. Mas ainda assim, é uma série que vale a pena. Tem ação, tem tensão, tem momentos muito bons e, principalmente, tem um casal principal que compensa muita coisa.

E quando chega no final, fica claro que, apesar de tudo, Kinn e Porsche são o tipo de relação que, dentro daquele caos todo, realmente parece que daria certo até o fim.

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Ver Tu Amor
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
13 of 13 episodios vistos
Visto 0
Global 9.0
Historia 8.5
Acting/Cast 9.5
Música 9.5
Volver a ver 7.5

Muito fofo, vc precisa asssistir isso

Eu conheci See Your Love por causa de um edit no TikTok e resolvi dar uma chance sem esperar muita coisa.
Resultado: me apaixonei completamente.

A história em si até tem momentos meio confusos, especialmente tudo que envolve o primo do Zi-Xiang, mas sinceramente, quando o casal principal aparece, qualquer falha fica em segundo plano.

O romance é o grande acerto da série. A construção é perfeita, no tempo certo, sem parecer apressada ou artificial. A química entre eles é absurda e muito fácil de sentir. A dinâmica emocional funciona demais: tem desejo, tem afeto, tem conflito interno, tudo equilibrado de um jeito que prende e envolve.

O Shao Peng é um personagem que me marcou muito. Ele é sensível sem ser frágil, carinhoso sem ser infantilizado. Existe uma delicadeza na forma como ele se expressa, como sente e como se coloca no mundo, que torna impossível não se apegar. Cada cena dele carrega emoção, e a relação com o Zi-Xiang cresce de um jeito muito bonito de acompanhar.

O clima da série também ajuda bastante. É tudo muito aconchegante, bem fotografado, com uma estética que combina com o tom romântico e emocional da história. Mesmo quando o roteiro dá uma escorregada, a atmosfera segura a experiência.

E eu preciso falar do casal secundário, porque eles são simplesmente adoráveis. Trazem alívio cômico, química e um charme próprio que complementa muito bem a narrativa. Toda vez que apareciam, era impossível não sorrir.

O final me agradou muito. Fechou a história de forma satisfatória e carinhosa, sem deixar aquela sensação de algo faltando. See Your Love entrou fácil na lista dos meus BLs favoritos! É um daqueles que a gente termina feliz, com o coração quentinho e vontade de assistir tudo de novo.

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Chun Hua Yan
A 2 usuarios les ha parecido útil esta reseña
jul 20, 2026
27 of 27 episodios vistos
Visto 0
Global 3.5
Historia 3.0
Acting/Cast 4.5
Música 3.0
Volver a ver 1.5
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Waste of Time

Blooms For Her was not a good drama. I am sorry I watched it. The female lead was an assassin and never had a fight; she seemed scared to fight. She wanted to be with the once cripple prince, but left him at the end. I believe when she heard him command that one of the minister's family be wiped out, it brought back too many memories of her family being wiped out.

The prince in the wheelchair was so cruel to the female lead character at the beginning. He poisoned her, threatened her and belittled her (understatement on this one). When he started to become more friendly towards her, she was going to stay with him. She decided to leave him at the end, to be free.

I believe that the main characters loved each other... She even said that they should meet again in the next life, but why?

Do not waste your time on this nonsensical drama.

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City of the Sun
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
15 of 15 episodios vistos
Visto 0
Global 9.0
Historia 9.0
Acting/Cast 10
Música 9.5
Volver a ver 5.0
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INTENSO

“Eu não quero mais ir para o inferno, porque eu sei que você não estará lá."

To My Shore conta a história de duas metades de um todo que finalmente se encontram — e, em tese, se completam. Duas pessoas que poderiam transformar uma vida vazia, sem significado e sem cor, em algo repleto de sorrisos, paixão e muito 🔥🔥🔥
Só que não.

O relacionamento dos protagonistas é tudo, menos isso. Muito pelo contrário: ele é construído sobre manipulação, traição, abuso físico e psicológico e uma quantidade obscena de mentiras. Se To My Shore fosse uma obra que idealiza um relacionamento saudável, talvez essa primeira descrição até servisse. Que pena, You ShuLang e Fan Xiao.

O enredo é dividido em três linhas temporais contínuas. A primeira delas se encerra no episódio 7, quando conhecemos dois presidentes de empresas muito diferentes entre si: um bondoso demais, o outro egoísta demais. O que começa como uma aproximação estratégica se transforma em um jogo — um jogo de manipulação, controle e autodestruição.
Fan Xiao faz coisas terríveis com ShuLang — e acaba se apaixonando. Quem diria? O caçador caiu na própria armadilha. Quando percebe, já é tarde demais. Desesperado, ele destrói tudo que o outro tem: carreira, vida social, relacionamentos, família. E, como esperado, consegue. E o tem de volta.

Fan Xiao é um personagem absurdamente interessante. Moldado por traumas profundos e negligência familiar, cresceu com uma visão egocêntrica, narcisista e fria do mundo. Nunca se interessou por romance ou prazeres banais. Vivia no automático — talvez sustentado apenas pela vingança que planejava contra a própria família. Seu mundo era escuro, centrado em tudo aquilo que ele já não conseguia mais suportar: um “não”.
Quando conhece You ShuLang, tudo muda. Seu mundo ganha cor, sua vida ganha significado. Mas, como esperado de alguém emocionalmente destruído: se você está no fundo do poço, por que não puxar o outro junto?

You ShuLang, por outro lado, é talvez a maior vítima da história — mas não é um santo. Depois de tanta manipulação psicológica, ele simplesmente desiste de si mesmo. E, por mais que tente se convencer do contrário, ele ainda ama Fan Xiao. ShuLang é gentil, empático, humano demais para o mundo nojento em que está inserido. Ele apanha calado não porque é fraco, mas porque acredita demais nas pessoas — e isso o torna vulnerável de um jeito quase doloroso de assistir.

Do episódio 8 ao 12, a série se transforma em uma tortura psicológica tanto para os personagens quanto para o espectador. Dói ver no que a vida de ShuLang se tornou por causa de Fan Xiao. Dói ver o próprio Fan Xiao se autodestruindo e levando o outro junto. Dói perceber como ambos são vítimas de uma sociedade cruel, que machuca uma pessoa e, como se não fosse nada, se sente no direito de destruir a outra sem motivo algum.
Sinceramente, houve momentos em que eu não sabia se queria que Fan Xiao estourasse a própria cabeça na parede ou fosse internado urgentemente numa clínica psiquiátrica.

Eu não via luz. Não via solução alguma para aquela relação. E foi exatamente por isso que fiquei genuinamente chocada — e impressionada — com o rumo que a história tomou :)

Fan Xiao aprende a se autocorrigir. Cerca de 70% de tudo que ele tomou de ShuLang, ele devolve. Seu arco de redenção é intenso, doloroso e surpreendentemente bem construído. Ele não se torna uma pessoa “boa”, mas aprende os limites do outro e se força a mudar. Sozinho. Isso é o que mais me choca.
Com MUITA terapia, eu realmente acredito que Fan Xiao poderia chegar a uns 80% do que seria uma pessoa mentalmente saudável. E desde o início da série fica claro: o problema central não é apenas um personagem ruim sendo ruim por diversão. Isso não justifica nenhuma das atrocidades que ele cometeu — jamais. Mas, como alguém dodói da cabeça, ver esse personagem sair do fundo do poço e quase alcançar o topo foi estranhamente reconfortante.

No fim, To My Shore entrega uma conclusão extremamente interessante — e eu aguardo o episódio especial pacientemente (mentira, chega logo 😭). Porque eu — e metade do fandom — ainda tenho muitas ressalvas em relação a esse homem problemático. E, mesmo com o final que tivemos, várias perguntas ficaram no ar.

Então encerro com:
“Fan Xiao, se você fuder com a vida do ShuLang de novo — garoto, você tá ferrado, porque eu vou te fazer comer diarréia.”

To My Shore é sufocante, cruel, desconfortável — e ainda assim, profundamente humano.

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The On1y One
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
12 of 12 episodios vistos
Visto 0
Global 10
Historia 10
Acting/Cast 9.0
Música 9.5
Volver a ver 8.0
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Você VAI chorar

EU TO MTO MAL SAO 4 DA MANHÃ CARA 😭😭😭😭
o final abertissimo da série mas tem continuação da novel então essa eh uma review da s1

Uma das coisas que mais achei incrível em The On1y One é que Tian e Wang passam por diversos tipos de relações em apenas 12 episódios e em tecnicamente 1 ano.

*SPOILER abaixo

Eles foram de desconhecidos para rivais, de rivais para inimigos, de inimigos para colegas, de colegas para amigos, de amigos para melhores amigos e concluem como melhores amigos para distantes conhecidos.

Você sabe quem amou primeiro, você sabe quem se rendeu ao sentimento primeiro — e é exatamente esse o ponto. Quando Wang percebeu que realmente sentia mais do que admiração pelo seu irmão e que nunca o considerou realmente um irmão, ele quebra, diferente do Tian. Isso mostrou até onde eles iriam um pelo outro e por si mesmo. Sinceramente, eu entendi que quando o Tian se deu conta de que realmente amava o Wang, ele desistiu de explorar esse sentimento, justamente pelo outro ter se tornado seu irmão — acontece que o Wang não reagiu da mesma forma e isso eh tão: AARRGHGH SO SE AMEM LOGOOOOOO

E cara, esse "final" da relação deles, da relação dos professores (o triângulo amoroso) e simplesmente o arco do aluno psicopata com distúrbios mentais em aberto me pegou muitoooo
Mesmo sem um final feliz eles te dão uma centelha de "não é o fim, você sabe disso". Vale a pena assistir, com toda a sinceridade do mundo.

Essa maratona me rendeu mais um BL tawines completo, oh gloria 😸

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Shan He Yong Ji
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
12 of 12 episodios vistos
Visto 0
Global 9.0
Historia 10
Acting/Cast 7.0
Música 9.5
Volver a ver 5.0

Primeiro BL chinês histórico sem censura

Eu não tenho palavras para descrever o que foi assistir Kill to Love. Mais do que uma experiência, terminei a série completamente apaixonada — e emocionalmente destruída.

Antes de começar, pesquisei um pouco sobre a obra. Todas as avaliações que encontrei eram absurdamente positivas, a ponto de me fazer pensar: “essa série é tudo isso mesmo?”
Sim. É ainda mais, Lena.

Como fã de obras chinesas históricas, especialmente BLs, minhas expectativas naturalmente ficaram mais altas. E, convenhamos: não sendo um The Untamed da vida com 60 episódios, era impossível eu não dar uma chance.
Não sei dizer o quão fiel essa adaptação é ao livro original, mas, como série independente, Kill to Love é simplesmente absurda de boa.

A trama nos apresenta três linhas do tempo, através das quais acompanhamos os protagonistas Duan Ziang e Xiao ShuHe. Da infância até o momento em que assumem seus respectivos tronos, os dois constroem uma relação marcada por afeto, mas curiosamente esvaziada de algo essencial: confiança.
Quando se reencontram já adultos (e definitivamente não por acaso), eles se amam, mas esse amor nasce e se mantém envolto em mentiras, desconfiança e jogos de poder. A série constrói toda a ambientação da relação deles sobre esse alicerce frágil, quase como se estivesse constantemente nos lembrando de que esse vínculo nunca teve permissão para existir de verdade — nem mesmo antes de todas as barreiras serem erguidas.
O desfecho é trágico, mas de uma tragédia honesta, crua e inevitável. Nada ali soa gratuito.

E, ainda assim, é compreensível que a série não tenha impactado todos da mesma forma que me impactou. Especialmente para quem não tem familiaridade — ou afinidade — com histórias no estilo de Kill to Love.
Mesmo assim, fica aqui meu apreço sincero por esse BL incrível, e também pelo fato de ser o primeiro BL histórico chinês a não ser censurado, algo que por si só já carrega um peso enorme.

Kill to Love fala sobre romance, política, traição, drama e ação com bastante competência. Nem todos esses pilares são executados de forma perfeita, isso é inegável. Mas o que também não dá para negar é que Duan Ziang e Xiao ShuHe são o coração da obra e absolutamente imbatíveis.

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En curso 12/12
I Give It to You
A 6 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Margot
jul 20, 2026
12 of 12 episodios vistos
En curso 0
Global 7.5
Historia 5.0
Acting/Cast 7.5
Música 9.0
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thoughts on the first ep

I’d been looking forward to this drama ever since the cast was announced, so I had high expectations. Here are my thoughts on the first episode: the pacing felt very rushed—so much happened in just the first 20 minutes. It’s strange, but I kept feeling like I was watching a *drama*—obviously it is one, but every second I felt like I was watching actors perform rather than seeing a story unfold. Everything felt so comical that I couldn't get immersed in the plot, and I’m not really feeling the chemistry between the actors yet. I guess it is just the first episode, but I’ve never felt this odd watching a drama before, haha. I’ll give it a chance, though I’m not sure if this personal impression of mine will improve or not.

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Let Free the Curse of Taekwondo
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
8 of 8 episodios vistos
Visto 0
Global 10
Historia 10
Acting/Cast 8.5
Música 10
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OBRA PRIMA DA CORÉIA

OK, EU AMEI ISSO ABSURDAMENTE!!!!
Definitivamente entrou na lista dos meus favoritos.

Como uma história com uma premissa tão simples simplesmente conseguiu entregar mais camadas do que um bolo de casamento?

Ju Yeong e Do Hoe, se casem AGORA! NOW!
ELES SAO TAO FOFOS QUE MINHA GLICOSE SUBIU DE TANTA FOFURA (eu respiro por causa deles ok)
Nós os vemos adolescentes apaixonados na trama do primeiro amor, e depois eles adultos ainda extremamente apaixonados mesmo depois do tempo perdido. Valeu cada segundo, cada surto e cada lágrima derramada. ☹️💗

Coréia, eu tô em choque.

bl ranqueado.

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Light
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Vikaly
jul 20, 2026
42 of 42 episodios vistos
Visto 0
Global 7.5
Historia 9.0
Acting/Cast 7.0
Música 5.5
Volver a ver 8.0

Bonne reconstitution historique d'une époque troublée pour la Chine

Bonne reconstitution historique des années 1920 et 1930, même si, comme pour la plupart des films et séries historiques, la représentation de la Chine d'avant la Seconde Guerre mondiale reste excessivement aseptisée (tout est trop propre, les rues impeccables, etc.), l'histoire néanmoins est très réaliste et dépeint avec justesse cette période cruelle pour la Chine (guerre, occupation et exploitation violente japonaise, pauvreté, brutalité de la mafia, etc.). Elle raconte la vie d'un enfant issu d'un milieu pauvre qui, grâce à son talent, intelligence et surtout la protection d'un chef mafieux local qui le prend sous son aile, parvient à devenir un brillant banquier et à rompre finalement avec ce protecteur mafieux et ses méthodes. L'histoire nous montre également que les investissements financiers et bancaires, lorsqu'ils servent à produire des biens nécessaires, peuvent être non seulement vertueux, mais aussi essentiels au développement d'un pays. Bien que ce banquier réussisse habilement à déjouer tous les pièges de la vie, il lui est plus difficile de conquérir le cœur de la femme qu'il aime, car tous les deux dissimulent à l'autre leurs pensées et intentions de vengeance, incapables de communiquer entre eux, du moins, pendant une (trop) grande partie du film. Bonne distribution : Elvira Cai, Zhang Zhi Jian et, bien sûr, Steven Zhang – acteur pour lequel j'ai regardé cette série. Seul bémol : Steven Zhang était très jeune lors du tournage et, malgré le maquillage, paraît trop jeune plus le temps passe, alors que le poids des épreuves et des chagrins devraient le marquer - un peu déçue de sa prestation.

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El Palacio Del Este
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Margot
jul 20, 2026
8 of 8 episodios vistos
Visto 0
Global 9.5
Historia 9.0
Acting/Cast 10
Música 10
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This review may contain spoilers

It’s not scary, even though it belongs to the horror genre

I watched it because I was looking forward to Nam Joo-hyuk’s return to acting. It wasn't exactly terrifying—certain creatures appeared, but there weren't any jump scares. I think the decision to leave romance out of the story was the right move, yet the leads still managed to have great chemistry; I loved it. I have to say the acting was good, but the standout was Jang Young-nam, who played the queen; she was truly brilliant. It gave me the feeling that the royals needed to pay for their actions rather than going unpunished, but then I reflected on how, in reality, things sometimes happen that way—karma doesn't always step in. I’d say this drama is a mix of *Sweet Home*, *Kingdom*, and *If Wishes Could Kill*.

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Jun and Jun
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Lenoca
jul 20, 2026
8 of 8 episodios vistos
Visto 0
Global 6.0
Historia 5.0
Acting/Cast 5.5
Música 6.5
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Fofo e nada demais

"Eu quero ser amado por você. Eu quero que você me adore e que dependa de mim. Quero que nos aproximemos como antes."

Jun & Jun é uma história com uma premissa já bastante conhecida. Ela nos apresenta Lee Jun, um ex-idol que desiste da carreira e tenta entrar no mundo dos negócios, e Choi Jun, o diretor do setor em que Lee Jun acaba ingressando. O que não surpreende é a ligação já existente entre eles: ambos se conheciam e compartilharam uma infância na qual eram melhores amigos. Agora, como dois conhecidos que se tornaram estranhos, embarcam em uma relação difusa entre chefe e funcionário, presos ao passado.

Eu não vou ser hipócrita — já sendo — e falar que não gostei de Jun & Jun, até porque é um bom drama. Mas é aquilo: vou continuar repetindo que eu não sou a maior fã de romances de escritório (e, mesmo assim, vou continuar assistindo). E é justamente por isso que minha avaliação nunca vai ser 100% positiva. Talvez seja difícil inovar nesse tipo de trama, ou sei lá, mas tudo parece sempre mais do mesmo. Principalmente quando a história gira em torno do já batido conceito de "chefe x funcionário".

Não entendi muito bem o passado desses dois, mas, aparentemente, a família de Choi Jun precisou se mudar para os Estados Unidos e, por isso, ele deixou Lee Jun sozinho. Isso acabou fazendo com que Lee Jun guardasse ressentimento do ex-melhor amigo. Como dito antes, eles se reencontram na empresa — supostamente pertencente ao pai de Choi Jun — e constroem uma bonita relação romântica a partir daí.

Sobretudo, tanto Lee Jun quanto Choi Jun são extremamente fofos. A série não levanta muitas questões profundas, nem tenta fazer isso. Os oito episódios, com apenas 30 minutos cada, são suficientes para desenvolver o relacionamento dos dois e ainda dar um pouquinho de atenção ao suposto casal secundário (e que casal, rsrs).

Não tenho muito o que falar sobre essa série. Ela tem começo, meio e fim, mas nada realmente surpreendente. Quis assisti-la apenas para passar o tempo, e acho que ela cumpre muito bem esse propósito. Haha, eu gostei :3

bl ranqueado.

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¿Eres Tú?
A 0 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Vikaly
jul 20, 2026
40 of 40 episodios vistos
Visto 0
Global 9.0
Historia 9.0
Acting/Cast 10
Música 8.0
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Captivating from start to finish

Unlike many Chinese series, this one has no slow moments. It is so addictive that, at the end of each episode, you immediately want to watch the next one. The series is neither too long nor too short.

The two leads (Wang Chu Ran and Zhang Wan Yi) are beautifull and endearing, have great on-screen chemistry, and deliver excellent performances. The personalities of the new Emperor (Chang Hua Sen) —who is indecisive and tries too hard to appease or play with opposing factions—and the Empress (Yuan Yu Xuan) - initially shy, lacking self-confidence, and with inferiority complex - are both interesting and original. The bond that gradually unites them, strengthening two individuals who are otherwise fragile yet complementary, is well conceived and portrayed. A more annoying element is the subplot involving the Prince’s physician friend and the porcelain merchant; their relationship issues add a touch of farce, but these scenes drag on for too long.

Sets and costumes are particulary stunning and the exceptional beauty of the two lead actors and their nuanced performances create a fairy-tale atmosphere, making the wohle production a true visual delight.

The only weak point, in my opinion, lies in the FL sudden personality shift when she regains her memory. At that moment, she transforms from a gentle, tender young woman into a fury, a cruel, brutal and crazy person, completely abandoning her former self. Later—after an overly long interval, and once she has forgiven the prince and acknowledged the sincerity and constancy of his feelings—she abruptly reverts to being again a gentle and tender wife. This lacks logic: either the director failed to properly prepare the audience for this personality shift (leaving us bewildered by the sudden violence or unexpected gentleness), or Wang Churan’s acting isn't convincing enough, making the transformation hard to believe. In any case, the personality change strikes me as too extreme and exaggerated to be credible.

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Love You Teacher
A 1 usuarios les ha parecido útil esta reseña
por Heracin
jul 20, 2026
10 of 10 episodios vistos
Visto 6
Global 6.0
Historia 6.0
Acting/Cast 7.0
Música 6.0
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I liked the concept, much less its execution

This BL featured a very interesting premise, with one of the lead regressing to a younger child self. Like the saying says "it takes a village to raise a child", and indeed it takes quite a bit of people to take care of "Sun", the child figure into which sunshiny elementary school teacher Solar, one of the main character regressed to. Not only his boyfriend, Pobmek, disgrunted elementary school teacher but also colleagues, friends, students...all rise to the occasion to support their beloved teacher, facing his difficult (and completely fantasy-like) condition.

The premise was interesting, the scenario managed to feel not too heavy nor too light, the script thread quite successfully a fine needle regarding the mental state of Solar, making a point at making sure that Pobmek his boyfriend never feels as taking advantage of him...All good points for the show, a colorful production and pretty good acting from the leads...However, unfortunaly, despite all the positives, I could not help to feel that there were not enough material to hold in a consistent way the series for its full duration. A lot of scenes felt like fillers, and the tone of the serie was overwhelmingly fantasy like, making it very difficult to take anything seriously and at the end to even care when the story got more serious at points. The chemistry between Perth and Santa was very good and they are solid in their respectives roles. I wish I could say the same for the remaining cast, but it was more bland and even awkward for some of them.

I would recommend this to people that are looking for a cute BL, quite fantasy like, with an interesting premise. I regret its lightness at time, which prevented me to feel fully invested to what's happened on screen, but there are a lot of qualities to the series that can make it worth your time if you enjoy colorful production, and are not searching for realism or a lot of deepness in the resolution.

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